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Modalidades Flexíveis e Perspectivas de Intervenção

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Apresentação em tema: "Modalidades Flexíveis e Perspectivas de Intervenção"— Transcrição da apresentação:

1 Modalidades Flexíveis e Perspectivas de Intervenção
SEMINÁRIO FORMAÇÃO E TRABALHO Modalidades Flexíveis e Perspectivas de Intervenção Elaborado por José Guerra Psicólogo das Organizações e do Trabalho Reprodução e Exposição Condicionada Mediante Autorização do próprio José Guerra

2 As Potencialidades do e – Learning na Formação
OBJECTIVOS GERAIS As Potencialidades do e – Learning na Formação O e – Trabalho e o Mercado O Papel do Psicólogo das Organizações e as possibilidades de Intervenção José Guerra

3 Objectivos Específicos
Desenvolver o espírito crítico e o trabalho colaborativo Abordagem das novas tendências na formação e no trabalho Novas perspectivas de intervenção no mercado de trabalho Novas formas de Aprendizagem Mudança de paradigma no papel do Psicólogo José Guerra

4 Se durante anos o ensino presencial foi respondendo aos desafios do mercado e foi fazendo parte da nossa cultura, hoje em dia caminhamos para uma forma de conhecimento que exige capacidade para lidar com situações e problemas em tempo real e que exigem respostas rápidas. José Guerra

5 E – Learning Sinónimo de : Aprendizagem electrónica
Aprendizagem à distância via Internet José Guerra

6 In Workshop e- formadores - Evolui.com
José Guerra

7 M-Learning José Guerra

8 Sondagem retirada do site elearning-pt.com
José Guerra

9 Sondagem retirada do site elearning-pt.com
José Guerra

10 Sondagem retirada do site elearning-pt.com
José Guerra

11 Aprendizagem Colaborativa
Auto – Formação Vs Aprendizagem Colaborativa José Guerra

12 eLearning - Assíncrono
eLearning - Síncrono Vs eLearning - Assíncrono José Guerra

13 Blended - Learning (b-Learning)
e-Learning Vs Blended - Learning (b-Learning) José Guerra

14 O Papel do e-Learning na Gestão do Conhecimento e na
Sociedade da Informação (Da Literacia Digital à Competitividade) José Guerra

15 Potencial de Utilização do eLearning
Ensino Tradicional O E-learning poderá funcionar como complemento ou mesmo como alternativa ao ensino convencional Administração Pública Através do e-goverment, utilizar o e-learning como motor da reestruturação da função pública e da forma de relacionamento com os cidadãos Mercado Laboral Aumentar a empregabilidade e permitir a renovação de competências e transmissão de conhecimentos intra empresas ou intra sectores In Workshop e-Formadores – Evolui.com José Guerra

16 COMO É QUE ESTÁ DIVIDIDO O MERCADO DO E-LEARNING?
MERCADO TRIPARTIDO e-Formadores Ferramentas de autor FornecedoresPlataformas José Guerra

17 Ensino à distância: O quê, porquê e para quem?
José Guerra

18 O Ensino Aberto e a Distância (EAD) combina as propriedades do ensino aberto com as do ensino a distância. O conceito de ensino aberto refere-se a constrangimentos mínimos no acesso, ritmo e métodos de estudo. O conceito de ensino a distância refere-se ao uso de técnicas (cada vez mais Tecnologias da Informação e da Comunicação) para tornar a aprendizagem possível através da superação da distância espacial e, por vezes, temporal, entre formadores e formandos. José Guerra

19 José Guerra

20 José Guerra

21 Estudo do Cedefop revela:
«E-learning» domina 20% da formação em Portugal As variações entre os Estados-membros da UE neste mercado são significativas. Na Finlândia todas as entidades formadoras possuem serviços de formação via electrónica e na Suécia perto de 95% No que respeita ao tempo de formação, cerca de metade é dedicado em e-learning na Suécia, 40% na Itália e na Grécia, 20% na Dinamarca, 15% na Áustria e Irlanda e abaixo dos 10% na Bélgica José Guerra

22 José Guerra

23 e- Tendências e-Learning emergente Informal Interactivo, Colaborativo
Assíncrono Just in time – De acordo com as necessidades individuais Conteúdos mais Fragmentados, Reduzidos, Dinâmicos e Apelativos Avaliação com base no desempenho Mapa de Competências José Guerra

24 José Guerra

25 José Guerra

26 José Guerra

27 EXEMPLO DE PLATAFORMAS E- LEARNING Blackboard Learning System
Plataformas identificadas e instalações EXEMPLO DE PLATAFORMAS E- LEARNING Moodle Teleformar.net Formare E-Cesae Dokeos Evolui.com Blackboard Learning System José Guerra

28 Ferramentas de Autor Lectora Pro Suite ReadyGo: Web Course Builder
TrainerSoft: Professional Edition VizionFactory:Producer Click2Learn: ToolBook II Macromedia CourseBuilder José Guerra

29 Comunidades de Aprendizagem Virtuais
Comunilog Alfamat Forma-te Associação Portuguesa de Formadores Profissionais Comunidade de Aprendizagem Moodle Educom Formactiva José Guerra

30 A Motivação do Adulto para a Aprendizagem
- Experiências pessoais - A sua história de vida - Ideias - Opiniões - Compreensão - Conclusões José Guerra

31 * Deve basear-se em projectos
No actual contexto de formação no âmbito da sociedade da Informação, a aprendizagem, tem as seguintes características: * Centra-se no formando em vez do formador * Deve basear-se em projectos * O formando tem um papel activo na sua própria formação * É centrada na vida (necessidades e interesses do indivíduo) * E um processo de mútua investigação (formador X formando)/pró-acção * Deve respeitar as diferenças de Estilo de aprendizagem e de Ritmo de aprendizagem José Guerra

32 As Competências do e-Formando na Sociedade da Informação
* Forte Motivação * Flexibilidade * Pró-actividade * Espírito de Iniciativa * Autodisciplina * Autonomia José Guerra

33 A questão deixará de ser “Que tecnologia precisamos de desenvolver para administrar o e-learning?” mas sim, “Qual é a forma correcta de utilizar todas as tecnologias disponíveis para obter experiências de e-learning com valor?” A tendência do mercado é para continuar a apostar em soluções mistas, designadamente o b-learning em detrimento das soluções de e-learning puras, numa tentativa de maximizar os efeitos de cada um dos processos de formação. José Guerra

34 Algumas Empresas que ministram Cursos de Formação em e-Learning / b-Learning
Evolui.com Sagabi Sociedade Digital Delta Consultores Nova Etapa Capacidade Lógica e-Cesae/AEP Formatur Talentus José Guerra

35 Com o advento da internet e o desenvolvimento de novas ferramentas de ensino colaborativo à distância, das quais se destaca o e-Learning, todas as profissões actualmente relacionadas com o ensino e com a formação verão as suas formas de actuar e os respectivos portfólios de competências destes profissionais significativamente modificados. José Guerra

36 A educação formativa do sujeito será feita em moldes diferentes dos actuais e o papel dos profissionais do conhecimento (professores, formadores, educadores) assumirão provavelmente uma nova identidade ou uma nova designação por exemplo de e-tutores, e-formadores e e-educadores cabendo-lhes simultaneamente o papel de Coachers e Mentores José Guerra

37 As “self learning tools”, tendo o sujeito (e-formando) a opção de gerir o que quer aprender num ambiente virtual e pedagogicamente diferente, cabendo assim aos novos profissionais da educação direccionar, apoiar, estimular, sugerir, indicar, dar suporte, enquadrar, etc., apostando numa relação mais individualizada e dual José Guerra

38 « A actividade de um formador é sobretudo, a de ajudar os formandos a definirem e realizarem os seus projectos e contribuir para a construção da sua identidade profissional.» Maria Gabriela Silva José Guerra

39 AS COMPETÊNCIAS DO e-FORMADOR
Coacher Mentor Consultor José Guerra

40 BIBLIOGRAFIA E-LEARNING / E -FORMAÇÃO
Cantor, J.A Delivering Instruction to Adult Learners. Toronto: Wall & Emerson Roberto Carneiro et al  A Evolução do e-Learning em Portugal. IQF Carina Baptista. 2003 - A Formação à Distância e o e-Learning em Portugal . ex-INOFOR, ex-IQF (PPT publicado na net) Dille, B. & Mezack, M Identifying predictors of high risk among community college telecourse students. The American Journal of Distance Education Flückiger et al Proceedings of the 4th International Conference on New Educational Environments. May 2002, Lugano, Switzerland Guerra, José – Artigo – e-formação / e-ensino José Guerra

41 Harper, B. et al. 2002. Formalising the description of learning designs. HERDSA
Hedestig, U., Orre, C Personal technologies and development of learning environments. In: Flückiger et al Paulsen, M Online Report on Pedagogical Techniques for Computer-Mediated Communication. Percy, K Adult Access to Learning Opportunities. In Entwistle, N. (Ed.) 1990. Sarasin, L.C Learning style perspectives: Impact in the classroom. Madison, WI: Atwood Vygotsky, L Mind in Society. Cambridge, Mass.: Harvard Univ. Press. Circuits, l Survey of Learning Management Systems; Learning Circuits Pinheiro, Ana Cristina Dias  A Aprendizagem em Rede em Portugal; Universidade do Minho José Guerra

42 Cranton, P. 1992. Working with Adult Learners. Toronto: Wall & Emerson
Roberto Carneiro et al  A Evolução do e-Learning em Portugal. IQF Cranton, P Working with Adult Learners. Toronto: Wall & Emerson Peter Brusilovsky A Distributed Architecture for Adaptive and Intelligent Learning Managament Systems. Peter Brusilovsky Diaz, D.P., & Carnal, R.B Student’s learning styles in two classes: Online distance learning and equivalent on-campus International Forum of Educational Technology & Society (IFETS)Petri Nokelainen. 2006 . An empirical assessment of pedagogical usability criteria for digital learning material with elementary school students. Greenberg, S., Boyle, M., Laberge, J PDA’s and shared public displays. Making personal information public, and public information personal. Personal Technologies Journal. March 1999 Tony Karrer – eLearning Technology José Guerra

43 e as Perspectivas de Intervenção
O e – Trabalho e as Perspectivas de Intervenção no Mercado José Guerra

44 A “MORTE” ANUNCIADA DO “EMPREGO”
A noção de Emprego tal como o conhecíamos até há pouco tempo atrás, conotado com estabilidade, carreira e efectivação numa determinada empresa ao longo da vida, salvo raras excepções, tem “morte” anunciada. Aliás, de certa forma já estamos a sentir esse efeito. Cada vez se assume mais o termo “Trabalho” em detrimento do conceito “Emprego”. O problema está na maioria dos trabalhadores que foi e continua a ser preparada para o emprego e não para o trabalho autónomo José Guerra

45 A Economia mudou imenso na última década, assim como a forma de trabalhar, muito por “culpa” das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação. Hoje, por conta de um mercado extremamente liberal temos maior competitividade em todos os sectores e menos necessidade de mão obra de um modo geral, não obstante terem-se criado novas profissões. Por conta da redução de custos de produção, as empresas viram-se obrigadas a reduzir de forma drástica o seu pessoal, pelo menos a tempo inteiro. José Guerra

46 A actual conjuntura económica é caracterizada pela emergência de um novo paradigma técnico-económico, designado paradigma das TI, que apresenta como principais características a intensidade de informação, a flexibilidade, a natureza sistémica e a base microelectrónica. IN ESTUDO SOBRE AS MODALIDADES DISTRIBUÍDAS E FLEXÍVEIS DE TRABALHO NO CONTEXTO EMPRESARIAL PORTUGUÊS – O TELETRABALHO José Guerra

47 Principais Mudanças verificadas:
Evolução do meio Sócio - Económico, Tecnológico, Geopolítico e Demográfico Principais Mudanças verificadas: Competitividade Debilidade da Economia Evolução exponencial das TIC Globalização dos Mercados Maior flexibilidade laboral Maior exigência na aquisição de competências Crescente mobilidade laboral Aumento da esperança média de vida Redução da Natalidade José Guerra

48 E como tende a ser no futuro?
O Emprego tende a ser cada vez mais temporário e polivalente, sendo o trabalhador cada vez mais um colaborador e um prestador de serviços. As pessoas terão que se habituar a trabalhar num cenário cada vez mais instável e exigente quer do ponto de vista da qualificação profissional, quer do ponto de vista da disponibilidade pessoal. A mobilidade no trabalho e a incerteza farão parte do amanhã José Guerra

49 As áreas do comportamento e as sociais serão importantes principalmente se focalizadas para a valorização das competências no domínio do saber ser, das relações interpessoais, da negociação, da assistência aos mais velhos e sobretudo das actividades de voluntariado, assim como dos programas de inclusão e igualdade de oportunidades José Guerra

50 Profissionais de RH com competências na Gestão do Desempenho Estratégico serão cada vez mais procurados no futuro para assessoria e orientação na tomada de decisão que envolvam pessoas (falamos de Gestores de RH, Psicólogos das Organizações, Sociólogos do Trabalho, etc.). José Guerra

51 Muito dos locais de trabalho hoje em dia são partilhados por vários colegas, principalmente nas áreas comerciais ou já são na residência dos próprios colaboradores devido ao desenvolvimento cada vez maior do Teletrabalho (trabalho à distância). Esta nova forma de trabalhar veio dar resposta à necessidade crescente que as Empresas têm de reduzir os seus custos fixos, nomeadamente no aluguer de instalações. José Guerra

52 Como Encontrar Estabilidade Profissional e Financeira neste Cenário?
Desde há algum tempo para cá que se tem vindo a fala do trabalhador do conhecimento pelo facto de quem detiver o conhecimento no futuro será mais fácil sobreviver no mercado de trabalho Isto significa que as pessoas não podem parar de evoluir ao nível da aquisição de competências, ou seja, experiência sólida e conhecimento técnico e comportamental qualificado associado as capacidades individuais de cada pessoa Cada vez mais teremos de saber fazer e ser em diferentes domínios e sermos mais ousados e não nos limitarmos à nossa zona de conforto. José Guerra

53 Quais as competências profissionais essenciais para os novos tempos
Quais as competências profissionais essenciais para os novos tempos? E porquê? Competências no domínio do Saber Ser e Fazer que nos facilitem a mobilidade no mercado de trabalho nacional e internacional. Estamos a falar de competências relacionais, comunicacionais e linguísticas que trazem vantagens para a Internacionalização (integração em mercados internacionais) e para um mercado cada vez mais heterogéneo e multicultural. Para além disso, e para evitar a infoexclusão, é essencial a aquisição de Competências Técnicas na área das novas tecnologias. José Guerra

54 José Guerra

55 “A competência não se determina só pelo que as pessoas sabem ou entendem, mas também pelo que podem fazer (capacidades), pela vontade que têm de fazer e pelo que são (personalidade e atitudes)”. As pessoas geram valor através da actualização de um conjunto de competências críticas para a concretização dos elevados padrões de desempenho que as dinâmicas hoje exigem às organizações. São hoje apontadas, de forma consensual, como novas competências as competências ligadas ao negócio, à liderança, à gestão por objectivos, ao trabalho em equipa, à cooperação, às formas de comunicação, à gestão da diversidade e às novas tecnologias de informação, visando a obtenção de maior produtividade, por um lado, e um maior desenvolvimento pessoal e profissional, por outro. José Guerra

56 O trabalhador do Conhecimento e as “Self Learning Competence”
Cada vez mais as pessoas vão ter de se posicionar onde podem dar o seu maior contributo. Vão ter de aprender a desenvolverem-se e aprenderem a aprender e manterem-se mentalmente “vivas” durante uma vida de trabalho de cinquenta ou mais anos. (Life long Learning) Segundo Peter Drucker, as pessoas vão ter de aprender como e quando mudar o que estão a fazer, a forma como fazem e quando o fazem. José Guerra

57 SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
O trabalhador especializado é o novo capitalista. Ele, como grupo, detém os meios de produção porque o conhecimento é volátil; Será uma sociedade de seniores e juniores e não de chefes e subordinados porque o conhecimento não é hierarquizado; Será uma sociedade unisexo porque assim é o conhecimento; A educação continuada terá crescente destaque porque as pessoas irão procurar o seu desenvolvimento e actualização contínua; As pessoas estarão mais comprometidas com os valores do seu grupo profissional e da sua área do conhecimento do que com os da organização; O conhecimento irar gerar nas pessoas mais segurança do que aspectos financeiros; Os trabalhadores especializados serão tratados mais como voluntários do que como empregados, o que os mobilizará será oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento. Peter Drucker José Guerra

58 O Papel do Psicólogo e o e- Trabalho
Preparar os RH para lidar com a imprevisibilidade promovendo nestes comportamentos adequados “Catalisador” - Promover e facilitar os processos comunicacionais nas organizações no sentido Down– Top e vice versa, recorrendo a metodologias e a técnicas que visem dinamizar todo este processo, principalmente em situações de Mudança e Enquadramento. José Guerra

59 “e- Assessor” – Sensibilizar, alertar, prestar Aconselhamento, Mentoring e Coaching ao empresário no sentido de lhe potenciar as competências de Liderança, nomeadamente as que se prendem com a motivação individual e colectiva dos colaboradores, entre outras. José Guerra

60 “e-Consultor” – No sentido de diagnosticar problemas ao nível do Clima Organizacional, necessidades de formação e todo o tipo de disfuncionalidades de ordem sócio afectiva e comportamental que possam por em causa o bom “ambiente” organizacional, assim como, propor soluções e medidas adequadas no sentido de colmatar a problemática diagnosticada, nomeadamente através da formação. José Guerra

61 “e- Formador” – Fornecendo as ferramentas específicas e à medida por forma a transformar rapidamente informação em conhecimento e por conseguinte em competências de trabalho José Guerra

62 Em que áreas o Psicólogo das Organizações poderá dar o seu contributo?
José Guerra

63 Áreas Comportamentais Comunicação Empresarial Responsabilidade Social
Marketing Pessoal Marketing Político Gestão de Carreira SHST Áreas Comportamentais Comunicação Empresarial Responsabilidade Social Gestão de Conflitos Negociação Gestão Estratégica de RH Tomada de Decisão José Guerra

64 Conceito de Clínica Organizacional
Possibilidade de integrar as e-ferramentas ao serviço da e-consultoria Vantagens Assistir o Empresário / Cliente a qualquer instante, em qualquer lado fornecendo soluções imediatas e à medida José Guerra

65 Em que Empresas ou Sectores poderá acrescentar valor ?
José Guerra

66 Organizações sem fins lucrativos Investigação Aeronáutica Transportes
Forças Armadas CNO – RVCC Formação Comportamental Instituições e Linhas de Apoio à vitima José Guerra

67 Outras Áreas Emergentes onde o Psicólogo poderá dar o seu contributo
Psicogerontologia e-Consultoria / e- Formação Consultoria de Carreiras Profissionais Marketing Desportivo Coolhunting / Trendspotting Apoio na Gestão do Património Pessoal Gestão de Fundos e Apoios Estatística Consultoria na Imagem Pessoal e Corporativa José Guerra

68 FLEXIBILIDADE DO TRABALHO - DEFINIÇÕES DA EUROTECNET -
“O aumento da flexibilidade das horas de trabalho e a possibilidade do Teletrabalho (favorecido crescentemente pelas telecomunicações) quebra a tradicional diferença entre o trabalho e o tempo livre”, transformando igualmente a noção de tempo de trabalho face ao “tempo gasto na empresa” José Guerra

69 TIPOLOGIAS DA FLEXIBILIDADE DO TRABALHO
José Guerra

70 A organização tradicional está a ser reconfigurada de várias maneiras:
A nova economia em rede acrescenta uma dimensão nova e poderosa às actividades empresariais. À medida que as organizações usam tecnologia para implementar e suportar as relações comerciais e cooperativas, são necessárias formas flexíveis de trabalhar para alcançar os benefícios desejados. A organização tradicional está a ser reconfigurada de várias maneiras: � Usando uma força laboral dispersa trabalhando em equipas virtuais; � Usando a subcontratação laboral; � Adquirindo serviços ou colaborando com outras empresas (in Lencastre, J., Silva, A., et. al. 2000). José Guerra

71 Avaliação dos Benefícios Potenciais do Trabalho Flexível
José Guerra

72 NOVOS MODOS DE TRABALHAR NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO
Torna-se usualmente mais fácil mover o trabalho para as pessoas do que as pessoas para o local de trabalho As tecnologias disponíveis estão a transformar o escritório numa janela para uma imensa rede digital Os novos valores do trabalho sugerem que a emergência, o ganho de experiência no trabalho através de reflexos rápidos,desenvolvidos através de jogos de vídeo, e sem qualquer medo de falhar são a chave do reino económico. Autonomia e “frieza” são pré-requisitos no vocabulário do Novo Trabalho. José Guerra

73 DEFINIÇÃO DE E-WORK Segundo referido no projecto comunitário “EMERGENCE”, o conceito de e-work cobre qualquer tipo de trabalho que faz uso intenso das ferramentas das TIC para “entregar” remotamente um produto a um cliente ou empregador Esta definição salienta o resultado de um trabalho (produzir um produto ou executar um serviço) e toma em linha de conta a distinção, embora ténue, entre emprego e algumas formas de auto-emprego. IN ESTUDO SOBRE AS MODALIDADES DISTRIBUÍDAS E FLEXÍVEIS DE TRABALHO NO CONTEXTO EMPRESARIAL PORTUGUÊS – O TELETRABALHO José Guerra

74 Para Rui Cartaxo (2001), “e-work são práticas Business to Business (B2B) que se estabelecem nas relações entre empresas e outras organizações, mas também nas relações de trabalho entre as organizações e os indivíduos “Business and Individuals” (B2I) e “Individual to Business”(I2B). Também as relações de trabalho entre trabalhadores independentes, relações “Individuals to Individuals” (I2I) estão abrangidas pelo e-work” Igualmente, o “comércio electrónico é outra face do e-work abrangendo todas as formas de relação (B2B), (B2C) e (C2C), numa óptica de comércio, de compra e venda de um produto ou serviço”. IN ESTUDO SOBRE AS MODALIDADES DISTRIBUÍDAS E FLEXÍVEIS DE TRABALHO NO CONTEXTO EMPRESARIAL PORTUGUÊS – O TELETRABALHO José Guerra

75 Neste novo enquadramento, “desloca-se a atenção da relação empresa-trabalhador para a efectiva prestação do trabalho, utilizando as TIC i. e. o meio é agora mais importante que o agente, englobando todas as formas de realização de trabalho (trabalho em rede, trabalho cooperativo, ...)” As NTIC serão um dos grandes instrumentos de regulação económica do séc. XXI, ignorando as fronteiras, fazendo da sociedade pós-industrial uma sociedade hipertecnológica, mas também hipercomunicante: o trabalho vai deixar os seus locais de produção tradicionais, e estará nas redes. IN ESTUDO SOBRE AS MODALIDADES DISTRIBUÍDAS E FLEXÍVEIS DE TRABALHO NO CONTEXTO EMPRESARIAL PORTUGUÊS – O TELETRABALHO José Guerra

76 Serviços relacionados com as TIC utilizados pelas empresas inquiridas
José Guerra

77 Redes e serviços relacionados com as TIC utilizados pelas empresas inquiridas
IN ESTUDO SOBRE AS MODALIDADES DISTRIBUÍDAS E FLEXÍVEIS DE TRABALHO NO CONTEXTO EMPRESARIAL PORTUGUÊS – O TELETRABALHO José Guerra

78 Definição da OIT para Teletrabalho
“... qualquer trabalho efectuado num local, que não a sede da empresa, em que o trabalhador não mantenha um contacto pessoal directo com os seus colegas, mas que possa comunicar com estes através das novas tecnologias ...” José Guerra

79 O Teletrabalho é uma das múltiplas formas de organização do trabalho, que combina o uso de tecnologias de informação e comunicação com os conceitos de trabalho flexível e de distância, que permite o desempenho da actividade profissional sem a presença física do trabalhador na empresa, durante uma parte importante da sua jornada laboral, recorrendo às TIC. IN ESTUDO SOBRE AS MODALIDADES DISTRIBUÍDAS E FLEXÍVEIS DE TRABALHO NO CONTEXTO EMPRESARIAL PORTUGUÊS – O TELETRABALHO José Guerra

80 Existência de uma tendência para um acentuado desenvolvimento de novas formas de emprego/trabalho em Portugal. Estas revestem uma natureza essencialmente quantitativa, como consequência das estratégias de emagrecimento e de exteriorização das actividades que não constituem o core da actividade das empresas, assumindo, portanto, uma natureza predominantemente instrumental. Esta postura é facilitada pela existência de um quadro jurídico-laboral suficientemente ambíguo e fragilizado. IN ESTUDO SOBRE AS MODALIDADES DISTRIBUÍDAS E FLEXÍVEIS DE TRABALHO NO CONTEXTO EMPRESARIAL PORTUGUÊS – O TELETRABALHO José Guerra

81 O e-Trabalho (Teletrabalho) como Instrumento e Agente de Mudança
A emergência do Teletrabalho resulta da inovação técnica no mundo telecomunicacional e das alterações de factores de ordem económica, social, política, cultural e organizacional, que dão origem ao novo modelo orgânico e flexível de organização de empresas. O Teletrabalho pode facilitar a mudança porque entrega mais responsabilidade ao trabalhador pelo seu conhecimento e pelo seu desenvolvimento O Teletrabalho obriga a uma mais forte responsabilidade por parte do trabalhador pelos seus actos, objectivos e resultados José Guerra

82 Qual o Perfil do Teletrabalhador ideal?
É um “self-starter” – Independente, auto-motivado, sem necessidade de supervisão permanente É orientado para resultados, flexível, bem organizado e disciplinado Bom comunicador Capacidade de trabalhar isolado Saber criar um equilíbrio entre o trabalho e as responsabilidades domésticas Não ser um “Workaholic” Tem forte conhecimento das actividades inerentes à ocupação e preferencialmente Experiência José Guerra

83 Sente-se confortável com as tecnologias emergentes;
Tem um ambiente em casa adequado ao Teletrabalho, segurança, espaço ergonomicamente apropriado; Sente-se confortável com as tecnologias emergentes; Tipicamente sustenta uma posição baseada no conhecimento; Tem prioritariamente fortes competências de gestão do tempo; Demonstra excepcional empenhamento no trabalho; É capaz de produzir trabalho onde ou em qualquer altura que for possível; Tem uma boa relação de trabalho com o supervisor; IN ESTUDO SOBRE AS MODALIDADES DISTRIBUÍDAS E FLEXÍVEIS DE TRABALHO NO CONTEXTO EMPRESARIAL PORTUGUÊS – O TELETRABALHO José Guerra

84 Panorama Actual do Trabalho
IN ESTUDO SOBRE AS MODALIDADES DISTRIBUÍDAS E FLEXÍVEIS DE TRABALHO NO CONTEXTO EMPRESARIAL PORTUGUÊS – O TELETRABALHO José Guerra

85 A Empregabilidade: capacidade de conseguir ou de se manter no emprego;
Face aos novos desafios, o trabalhador do conhecimento precisa e precisará de cultivar adicionalmente as seguintes competências : A Empregabilidade: capacidade de conseguir ou de se manter no emprego; A Trabalhabilidade: capacidade de preparar-se para o trabalho autónomo (Serrano (2003) A Capacidade de tomar decisões autonomamente e de mudar Gerir a sua própria carreira Capacidade e Motivação para desaprender e reaprender José Guerra

86 José Guerra

87 Em Portugal a figura jurídica do Teletrabalho está prevista nos arts
Em Portugal a figura jurídica do Teletrabalho está prevista nos arts. 233º a 243º do Código do Trabalho. Assim, temos que, o Código do Trabalho português que entrou em vigor a 1 de Dezembro de 2003, no seu art. 233, considera Teletrabalho como a: "... prestação laboral realizada com subordinação jurídica, habitualmente, fora da empresa do empregador, e através do recurso a tecnologias de informação e de comunicação“ IN ESTUDO SOBRE AS MODALIDADES DISTRIBUÍDAS E FLEXÍVEIS DE TRABALHO NO CONTEXTO EMPRESARIAL PORTUGUÊS – O TELETRABALHO José Guerra

88 O código de trabalho português não abrange o trabalho independente, logo se estivermos perante Teletrabalho em regime de um contrato de prestação de serviços, aplicar-se-á o regime jurídico do Direito Civil e não do Direito do Trabalho, ao mesmo tempo que o tribunal competente passa a ser o tribunal cível e não o tribunal de trabalho. José Guerra

89 José Guerra

90 Teletrabalho (e-trabalho) e E-Formação (Empresas e Instituições)
Casos de Aplicação do Teletrabalho (e-trabalho) e E-Formação (Empresas e Instituições) José Guerra

91 A EXPERIÊNCIA DE TRABALHO FLEXÍVEL DA BP
A BP implementou a partir de 2001/2002 diferentes modalidades de teletrabalho como forma de flexibilizar a prestação de trabalho. Genericamente são designados por, • Teletrabalho – trabalho realizado a tempo inteiro ou em regime parcial em casa do trabalhador • Homebased – trabalho realizado de forma preponderante “no terreno” ou seja junto de clientes TELETRABALHO No que tem a ver com o teletrabalho a BP enquadra a situa a ligação laboral dos colaboradores que prestam serviço a partir de casa nos termos do disposto na Lei n.º99/2003 de 27 de Agosto (art. 233º a 243º) em que se considera Teletrabalho a prestação laboral com subordinação jurídica, habitualmente fora da empresa do empregador, e através do recurso a tecnologias de informação e comunicação. Sendo uma experiência iniciada antes da aprovação do Código do Trabalho o disposto nos contratos a estabelecer entre trabalhador e empresa forma actualizados por via daquele. José Guerra

92 HP – Ligação remota à empresa
Força Aérea Portuguesa – Rec. Online / eLearning Instituto Piaget – Plataforma Moodle Universidade de Coimbra – Portal do Colaborador Grupo Lusófona – Moodle - Login Docente e aluno Millennium BCP – Canal Multibancário CGD - Internet Banking da CGD Stepstone – Recrutamento Online José Guerra

93 BIBLIOGRAFIA E-TRABALHO / E- TENDÊNCIAS
Rodrigues, Jorge Nascimento et all Gurus da Gestão para o Séc. XXI. Ed. Centro Atlântico Drucker, Peter F – Desafios da Gestão para o Séc. XXI. Ed. Civilização Cardoso, Jaime Fidalgo et all – Peter Drucker – O essencial sobre a vida e a obra do homem que inventou a gestão. Ed. Centro Atlântico. Aplicação de modelos executáveis na coordenação de actividades por Teletrabalho José Augusto Pinho Silva Documento 1998 Aplicações e utilitários para teletrabalho ( I a IV) Nuno Bernardo Público Artigo (jornal) 97/11/09 A new perspective on 'virtual': analyzing discontinuities in the work environment José Guerra

94 A Study of Homeworking Environments British Telecom, 1995
A Study of the Environmental Impact of Teleworking British Telecom, 1995 A study on the usage of computer and communication technologies for telecommuting, 1995 Action for simulation of transborder telework and research cooperation in Europe - TELEWORK '96 An empirical study of attitudes towards teleworking among information technology (IT) personnel, T. S. H. Teo, Journal of Engineering andTechnology Management. vol. 16, Mar 1999 M. B. Watson- System Sciences, 2002 Actas de encontro 2002 –Manheim A review of telework research: findings, new directions, and lessons for the study of modern work Journal of Organizational Behavior A space-time network for telecommuting versus commuting decisionmaking Papers in Regional Science, Y.P. Gupta Artigo de revista 2000 Jahangir Karimi Toni M. Somers José Guerra

95 Change is Easy - Teleworking Colin Tierney Página(s) WWW 1997
As novas modalidades de emprego - cadernos de emprego Lisboa: MTS - Direcção Geral do Emprego e Formação Profissional Maria da Conceição Documento 2000 Cerdeira et al. As tecnologias da informação e a flexibilidade do trabalho Regina Maria Livro 1998 Simplício Madruga As tecnologias da informação e a flexibilidade do trabalho: o teletrabalho Regina Maria Lisboa: ISEG Tese 1998 Avaliação das Políticas de Emprego e Formação FORMAR - Instituto do Emprego em Formação Profissional - Mário Caldeira Dias Livro 97/10 Carta Europeia do Teletrabalho Formar - Instituto do Emprego e Formação Profissional Relatório 97/05 Catálogo de recursos técnico-pedagógicos 2003: formação à distância e e-learning Portugal: Instituto para a Inovação na Formação - Livro 2003 Change is Easy - Teleworking Colin Tierney Página(s) WWW 1997 José Guerra

96 Compêndio das leis do trabalho A. J
Compêndio das leis do trabalho A. J. Moreira Coimbra: Almedina Livro 1999 Computer focused communication: changes and challenges for the comtemporary organization Telematics and informatics. vol.15, n .4, Nov 1998 J.M. Barrett, Douglas S.Turtz Computer networks as social networks: collaborative work, telework and virtual community Annual Review of Sociology, 1996, vol. 22 Janet W. Salaff Documento 1996; Dimitrina Dimitrova; Laura Garton; Millena Gulia C. Haythornthwaite; Barry Wellman Design and implementation of virtual organizations B. R. Katzy System Sciences 1998 Actas de encontro 1998 Design of a Multimedia Vehicle for Social Browsing Conference on Computer Supported Cooperative Work 1989 Designing the virtual campus M.L. Maher Desing Studies, Anna Cicognani . Jul 1999 Documento 1999 José Guerra

97 Direito do trabalho A. M. Fernandes Coimbra: Almedina Livro 1998
Disability and Telework British Telecommunications Laboratories Relatório 1991 Discretionary Work: Today & Tomorrow C. Morikawa International Flexiwork Forum Relatório 93/10 Distance Working Study. Conclusions and Recommendations for Action Empirica Relatório 86/05 Conselho e Comissão Europeia Relatório 2000 eEurope, an information society for all-progress report European Commission, 2000 E-leadership and virtual teams W. F. Cascio Organizational Dynamics, Jan 2003 Documento 2003 José Guerra

98 E-learning em Portugal José Machado Livro 2001
E-learning: o papel dos sistemas de gestão da aprendizagem na Europa Desmond Keegan, Carina Baptista, Ana Dias, Teresa Amado, 2002 Estudo sobre as Modalidades Distribuídas e Flexíveis de Trabalho no Contexto Empresarial Português – O Teletrabalho , Lisboa, Setembro 2006 – PDF - Publicado na Internet Expectations and realities of telework Akio Sato Soshioroji, 1999, 44, 2, Oct. Documento 1999 Flexible Work Edna Murphy Director Books Livro 1996 Flexible work - new network technologies Brite Christensen Documento William Donnely, Micheal Griffit Guia de boas práticas de teletrabalho J.C. Gomes Oeiras: APDT CD-ROM 2000 José Guerra

99 Manual on Remote Working Kevin Curran Gower Livro 1997
Le travail à domicile dans l'Union Européenne Luxembourg : Office des publications officielles des Communautés Européennes, Jane Tate Relatório 1995 Legal aspects of telework: The Dutch Experience Hester H. de Vries Livro 1988 Livro Verde para a Sociedade da Informação Governo Português Livro 97/05 Manual do tele-empreendedor "O escritório em casa" APDT Oeiras: APDT CD-ROM 2000 Manual on Remote Working Kevin Curran Gower Livro 1997 Modelos de aprendizagem a distância para adultos: um estudo experimental Eugénio Óscar Livro 2002 Novas Formas de Organização do trabalho : O Teletrabalho L. Pereira Lisboa : APSIOT Actas de encontro 1999, T. Alves, I. Pires José Guerra

100 Novos modelos de produção: trabalho e pessoas Ilona Kovacs Livro 1998, Juan José Castillo
O e-consulting e os novos modelos de trabalho na sociedade da informação, Maria Antónia Livro 2001 Morais Aguiar O Escritório em Casa Miguel Brandão PORTUGAL TELECOM Livro 1996, Rui Cartaxo O Teletrabalho Dirigir - Instituto do Emprego e Formação Profissional, José Garcez de Artigo de revista 96/12, Lencastre O teletrabalho : Levantamento e caracterização Maria do Rosário Documento 2000 Almeida O teletrabalho : novo paradigma de emprego na sociedade da informação Jovens Associados para o desenvolvimento regional do centro, JADRC, Livro 1997 O teletrabalho em Portugal: a situação actual e as perspectivas de desenvolvimento - as implicações nas empresas de serviços - João Fernando Lisboa: ISEG Tese 1998 Covas Simões O teletrabalho em Portugal: uma abordagem Ana Rita Freire Lisboa: IDICT Documento Rodrigues Lopes O teletrabalho: novo paradigma de emprego na sociedade da informação- Jovens Associados Coimbra: JADRC Documento 1997, para o desenvolvimento do centro José Guerra

101 Problemas actuais da política económica portuguesa: Crescimento económico. Pedro Pita Barros Conselho Económico e Social Livro 97/12 Proceedings of the Conference on "Management Issues in Telework and Mobile Working“ Empirica Relatório 93/11 Product-service system, a perspective shift for designers: a case study: the design of a telecentre N. Morelli Design Studies, Jan 2003 Artigo de revista 2003 Professional telework: the technological diffusion of organization culture into the home Society for the study of social problems (SSSP), 1996 Kiran Mirchandani Documento 1996 Projecto pioneiro de arquitectura à distância - um telecentro em vila operária Satisfação em Teletrabalho Universidade Autónoma de Lisboa - Luis de Camões Catarina Rodriges Dissertação 96/02 Pedro Teixeira Social representations in relation to telework International Sociological Association (ISA), 1998 Emilia Araújo Documento 1998 Sociedade da Informação: Livro verde para a sociedade da informação em Portugal Missão para a sociedade da informação / Ministério da Ciência e Tecnologia MSI Livro 1997 José Guerra

102 Sociedade da Informação: principais indicadores estatísticos Observatório das Ciências e das Tecnologias Ministério da Ciência Documento 1999 e da Tecnologia Sociedade Digital: do homo sapiens ao homo digitalis José B. Terceiro Relógio d' Água Livro 97/04 Surveillance in employment: the case of teleworking Journal of Business Ethics, vol.22, Issue 1, Oct. N. Ben Fairweather Documento 1999 Sustainable workplaces in a global information society - Report of the Consultation Meeting-Vários desconhecidos Documento 1999 Sweated Labour: Homeworking in Britain Today Ursula Huws Low Pay Unit Relatório 1984 L. BissetSwedish Networker Association Página(s) WWW TCA - Telework, Telecottage and Telecentre Association Telehomework case study: empirical study on the conditions and effects of telehomework Dublin: European Foundation for the improvement of living and working conditions-W. Bauer estudo 1995, M. Maile, E. Rebmann, W. Glaser, M. Glaser Teletrabalho: as vantagens do teletrabalho, as actividades mais adequadas, o equipamento imprescindivel e os meios necessários par o desenvolver-António Barrero Editorial Estampa Livro 1999 Teletrabalho: aspectos facilitadores de implementação Ana Luisa de Livro 1998 Oliveira Marques Veloso José Guerra

103 Telework: a 'family-friendly' work arrangement Labour & Industry, 2002, vol.13, n.1, Aug 2002 Chris Diamond Artigo de revista 2002 Telework: its impact on the organization of women's work and of workfamily balance Recherches feministes, 2001, vol.14, Issue 2, Diane-Gabrielle Documento 2001 Telework: the advantages and challenges of working here, there, anywhere, and anytime-N. B. Kurland Telecommunications Policy, Apr Documento 2003 The organizational context of teleworking implementation Technological Forecasting and Social Change, Nov V. Illegems Documento 2001 The virtual university: legitimized at century's end: future uncertain for the new millenium The Journal of Academic - Librarianship. Vol. 26, issue 1, Jan.D. Stallings Documento 2000 Web-based tool for estimating the environmental impacts of telework Electronics and the Environment, E. Kitou Actas de encontro 2001 Lidar com a “e – Geração”-José Guerra Profissões com futuro – José Guerra -http://www.rhonline.pt/Artigos/tabid/83/Default.aspx?Area=11 José Guerra


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