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Versão 2.0 Curso de Formação de Gerentes Municipais de Energia Curso de Formação de Gerentes Municipais de Energia Kit de Eficiência Energética.

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1 Versão 2.0 Curso de Formação de Gerentes Municipais de Energia Curso de Formação de Gerentes Municipais de Energia Kit de Eficiência Energética

2 Uma Nova CPFL... Uma Nova CPFL...

3 Km2 de extensão 234 municípios atendidos 2,5 milhões de consumidores Bauru Araraquara São Paulo Marília Lins Araçatuba Botucatu Mirassol Jau Ribeirão Preto São Carlos Franca S.J.Barra Barretos S.J.R.Preto Campinas Sumaré Itapira Piracicaba Americana Jaboticabal Área de Concessão

4 O MERCADO DA CPFL Consumo Consumidores Fonte: Março 99

5 FONTES DE ENERGIA

6 Refinaria Usina Termoelétrica Usina Nuclear Usina Hidroelétrica Usina Açucar e Álcool TRANSFORMAÇÕES Fontes Primárias Fontes Secundárias

7 OFERTA DE ENERGIA Evolução do Consumo Total de Energia Fontes Primárias Evolução do Consumo Total de Energia Fontes Primárias Petróleo Hidráulica Lenha Cana-de-Açúcar Carvão Mineral Fonte: BEN /98 tep

8 FONTES DE ENERGIA NO BRASIL Primária Secundária Fonte: BEN /98

9 CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA Fonte: BEN /98

10 COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ENERGIA ELÉTRICA (Conservação de Energia) COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ENERGIA ELÉTRICA (Conservação de Energia)

11 Definição É um conjunto de ações que visam usar adequadamente os recursos energéticos, consumindo o mínimo de energia possível sem prejuízo do conforto e da produtividade, diminuindo os impactos ambientais e promovendo maior benefício social. COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ENERGIA

12 Ganhos para o Consumidor Redução dos Gastos com Energia Elétrica; Redução da Emissão Poluentes; Redução de Áreas Alagadas; Aquisição de Hábitos Saudáveis na Utilização de Recursos da Natureza. Redução dos Gastos com Energia Elétrica; Redução da Emissão Poluentes; Redução de Áreas Alagadas; Aquisição de Hábitos Saudáveis na Utilização de Recursos da Natureza. COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ENERGIA

13 Ganhos para o Meio Ambiente Redução dos Impactos Ambientais: alagamentos e desmatamentos; poluição e chuva ácida; efeito estufa; radiação nuclear; lixo atômico. Redução dos Impactos Ambientais: alagamentos e desmatamentos; poluição e chuva ácida; efeito estufa; radiação nuclear; lixo atômico. COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ENERGIA

14 Ganhos para o Brasil Menores Impactos Ambientais: alagamentos e desapropriação de terras produtivas; transferência de pessoas e resgate de animais; Melhor Aplicação dos Investimentos; Maior Competitividade no Mercado Internacional. Menores Impactos Ambientais: alagamentos e desapropriação de terras produtivas; transferência de pessoas e resgate de animais; Melhor Aplicação dos Investimentos; Maior Competitividade no Mercado Internacional. COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ENERGIA

15 Ganhos para o Setor Elétrico Postergação de Investimentos; Melhorar Qualidade de Serviços; Diminuição do Risco de Déficit no Fornecimento; Melhorar a Rentabilidade na Conservação; Melhorar Aproveitamento das Instalações. Postergação de Investimentos; Melhorar Qualidade de Serviços; Diminuição do Risco de Déficit no Fornecimento; Melhorar a Rentabilidade na Conservação; Melhorar Aproveitamento das Instalações. COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ENERGIA

16 Desafios para os Próximos Anos Restruturação do Setor Elétrico; Aumento do consumo de energia; Recursos financeiros limitados; Custos crescentes de expansão do Sistema Elétrico; Restrições ambientais ao aumento de geração; Aumento da participação da geração térmica. Restruturação do Setor Elétrico; Aumento do consumo de energia; Recursos financeiros limitados; Custos crescentes de expansão do Sistema Elétrico; Restrições ambientais ao aumento de geração; Aumento da participação da geração térmica. COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ENERGIA

17 POTENCIAL DE REDUÇÃO PERDAS Fonte: PROCEL

18 POTENCIAL DE REDUÇÃO PERDAS Fonte: PROCEL Potencial de Combate ao Desperdício = 55 TWh

19 POTENCIAL DE REDUÇÃO PERDAS Fonte: PROCEL

20 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA INDÚSTRIA

21 Fonte: BEN /98 COMBATE AO DESPERDÍCIO Consumo de Energia Elétrica na Indústria

22 MOTORES Os motores devem funcionar entre 70% e 90% de sua potência Deligue os motores das máquinas quando estas não estiverem operando Considere a utilização dos motores com perdas reduzidas Sempre que possível adote controladores de velocidade Facilite a ventilação

23 TRANSFORMADORES Utilize com carregamento entre 30% e 80% da potência nominal Utilize transformadores mais eficientes e com menos perdas Manter equilíbrio entre fases Desligue quando não estiver sendo utilizados

24 Manutenção Preventiva; Criação da CICE - Comissão Interna de Conservação de Energia; Análises de Consumo Específico; Execução de Diagnósticos Energéticos; Instalação do Controlador de Demanda; Melhoria do Fator de Carga; Melhoria do Fator de Potência. Manutenção Preventiva; Criação da CICE - Comissão Interna de Conservação de Energia; Análises de Consumo Específico; Execução de Diagnósticos Energéticos; Instalação do Controlador de Demanda; Melhoria do Fator de Carga; Melhoria do Fator de Potência. Recomendações Gerais COMBATE AO DESPERDÍCIO

25 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NO COMÉRCIO E NOS SERVIÇOS

26 Fonte: BEN /98 COMBATE AO DESPERDÍCIO Consumo de Energia Elétrica no Comércio e nos Serviços Refrigeração 17 % Outros 19 % Iluminação 44% Condicionador de Ar 20%

27 CONDICIONADORES DE AR Desligue em ambientes desocupados. Procure arejar o ambiente antes de ligá-lo. Limpe sempre os filtros. Proteja dos raios solares. Regule o termostato para o mínimo possível, sem causar desconforto. Dimensione de acordo com a carga térmica necessária. Mantenha portas e janelas fechadas durante seu funcionamento. Desligue uma hora antes do término do expediente.

28 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA RESIDÊNCIA

29 Fonte: BEM /98 COMBATE AO DESPERDÍCIO Consumo de Energia Elétrica em Residências Aquecimento de Águas 26% Refrigeração 32% Iluminação 24% Outros 6 % Televisor 6% Ferro Elétrico 6%

30 Fonte: BEM /98 CHUVEIRO Evite banhos demorados Não reaproveite resistências queimadas Limpe periodicamente os orifícios de saída de águas Em dias quentes mantenha a chave na posição verão

31 Fonte: BEM /98 REFRIGERADOR - FREEZER Na compra, observe as informações da etiqueta laranja. Instale em local ventilado, afastado das paredes e longe dos raios solares e fontes de calor Não use a parte traseira para secar roupas Abra a porta somente quando necessário Coloque líquidos em recepientes tapados e espere os alimentos esfriarem Não use a parte traseira para secar roupas Não forre as prateleiras Escolha de acordo com suas necessidades

32 Fonte: BEM /98 FERRO ELÉTRICO Com ferros automáticos, use a temperatura indicada para cada tipo de tecido, iniciando pelas roupas que requeiram temperaturasmais baixas. Espere acumular uma quantidade razoável de roupa e passe de uma só vez. Quando precisar interromper o serviço, desligue o ferro. Além de poupar energia, evita acidentes.

33 Fonte: BEM /98 ILUMINAÇÃO Evite acender lâmpadas durante o dia. Mantenha limpo lustres, globos e arandelas. Abra bem as janelas, cortinas e persianas Tenha iluminação adequada ao ambiente. Tanto a falta quanto o excesso prejudicam a visão. Apague as lâmpadas de ambientes desocupados. Não use cores escuras no teto e paredes internas Dê preferência as lâmpadas de maior rendimento como as fluorescentes e as fluorescentes compactas

34 Fonte: BEM /98 POTÊNCIA DOS APARELHOS

35 Fonte: BEM /98 LEITURA DO MEDIDOR A leitura: é feita da esquerda para direita; os ponteiros giram obedecendo a ordem crescente dos números; anotar o último número ultrapassado; Subtraia a leitura do mês anterior da leitura atual; Exemplo de leitura: leitura atual: leitura anterior: A leitura: é feita da esquerda para direita; os ponteiros giram obedecendo a ordem crescente dos números; anotar o último número ultrapassado; Subtraia a leitura do mês anterior da leitura atual; Exemplo de leitura: leitura atual: leitura anterior: Consumo = 215 kWh Atual Anterior

36 Fonte: BEM /98 CÁLCULO DO CONSUMO Exemplo: Chuveiro de W horas de uso por dia = 1 dias de uso por mês = 30 Exemplo: Chuveiro de W horas de uso por dia = 1 dias de uso por mês = 30 Potência (W) X horas por dia X dias por mês 4.000W X 1 hora X 30 dias kWh/mês kWh =

37 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM ILUMINAÇÃO PÚBLICA

38 ILUMINAÇÃO PÚBLICA NO MUNDO As lâmpadas de vapor de sódio a alta pressão de 250 W são utilizadas em todo o mundo; Diminuição do número de assaltos (30%), do medo ao transitar em calçadas (55%) e de agressões físicas (80%) (dados de cidades dos EUA e da Europa); Redução de acidentes em vias urbanas (>30%), em vias periféricas (>45%) e estradas e vias gerais (>30%) - (Dados mensurados em cidades dos EUA e da Europa). As lâmpadas de vapor de sódio a alta pressão de 250 W são utilizadas em todo o mundo; Diminuição do número de assaltos (30%), do medo ao transitar em calçadas (55%) e de agressões físicas (80%) (dados de cidades dos EUA e da Europa); Redução de acidentes em vias urbanas (>30%), em vias periféricas (>45%) e estradas e vias gerais (>30%) - (Dados mensurados em cidades dos EUA e da Europa).

39 BENEFÍCIOS PARA AS PREFEITURAS Diminuição das despesas com energia elétrica utilizada na Iluminação Pública em até 40%; Possibilidade de aumentar os investimentos em áreas sociais e críticas da cidade (Exemplo: construção de centro de saúde, pavimentação de ruas e avenidas, segurança, habitação, esportes e cultura, construção de escolas, aumento do nível de emprego na cidade); A cidade passará a ter um sistema de iluminação pública moderno e eficiente, compatíveis aos sistemas existentes em países de primeiro mundo. Diminuição das despesas com energia elétrica utilizada na Iluminação Pública em até 40%; Possibilidade de aumentar os investimentos em áreas sociais e críticas da cidade (Exemplo: construção de centro de saúde, pavimentação de ruas e avenidas, segurança, habitação, esportes e cultura, construção de escolas, aumento do nível de emprego na cidade); A cidade passará a ter um sistema de iluminação pública moderno e eficiente, compatíveis aos sistemas existentes em países de primeiro mundo.

40 BENEFÍCIOS PARA A SOCIEDADE Melhoria da qualidade de vida; Redução dos impactos ambientais oriundos do processo de geração de energia elétrica; Possibilidade de ampliação de investimentos pela prefeitura em obras/serviços de utilidade pública; Possibilidade de diminuição das taxas e impostos municipais que agregam o custo da iluminação pública; Iluminação pública mais eficiente e moderna. Melhoria da qualidade de vida; Redução dos impactos ambientais oriundos do processo de geração de energia elétrica; Possibilidade de ampliação de investimentos pela prefeitura em obras/serviços de utilidade pública; Possibilidade de diminuição das taxas e impostos municipais que agregam o custo da iluminação pública; Iluminação pública mais eficiente e moderna.

41 ILUMINAÇÃO PÚBLICA Características Técnicas das Lâmpadas e Reatores

42 ILUMINAÇÃO PÚBLICA Maior fluxo luminoso (90% do fluxo inicial se mantém ao longo da vida; Grande eficiência luminosa (dobro da VM); Maior intensidade luminosa e por consequência maior luminância, possibilitando alta definiçào de contornos dos carros e pessoas que transitam em ruas, avenidas e calçadas; Maior vida média e mediana (substitui-se a lâmpada a cada 5 anos); Pequeno volume (226 mm de comprimento e 90 mm de diâmetro. Maior fluxo luminoso (90% do fluxo inicial se mantém ao longo da vida; Grande eficiência luminosa (dobro da VM); Maior intensidade luminosa e por consequência maior luminância, possibilitando alta definiçào de contornos dos carros e pessoas que transitam em ruas, avenidas e calçadas; Maior vida média e mediana (substitui-se a lâmpada a cada 5 anos); Pequeno volume (226 mm de comprimento e 90 mm de diâmetro. Vantagens da Lâmpada/Reator de Vapor de Sódio a Alta Pressão (1) Diminui a potência instalada, o consumo e as despesas com energia elétrica em 40 % preservando a iluminância original, sem o prejuízo do conforto visual necessário à iluminação pública;

43 ILUMINAÇÃO PÚBLICA Vantagens da Lâmpada/Reator de Vapor de Sódio a Alta Pressão (2) Melhoria do fator de potência da instalação; Baixo custo de funcionamento e de manutenção; Ausência de ultravioleta (não atrai insetos), preservando o meio ambiente e não atacando plásticos de luminárias; Estabilizam suas características elétricas e fotométricas em um período mais curto (3 a 4 minutos contra 5 a 7 minutos); Para reacender, as lâmpadas V.S.A.P. levam apenas 1 minuto enquanto as lâmpadas VM levam de 3 a 6 minutos; Identifica-se pessoas a 10 metros de distância (Vapor de Mercúrio a 4 metros). Melhoria do fator de potência da instalação; Baixo custo de funcionamento e de manutenção; Ausência de ultravioleta (não atrai insetos), preservando o meio ambiente e não atacando plásticos de luminárias; Estabilizam suas características elétricas e fotométricas em um período mais curto (3 a 4 minutos contra 5 a 7 minutos); Para reacender, as lâmpadas V.S.A.P. levam apenas 1 minuto enquanto as lâmpadas VM levam de 3 a 6 minutos; Identifica-se pessoas a 10 metros de distância (Vapor de Mercúrio a 4 metros).

44 ILUMINAÇÃO PÚBLICA Aplicações da Lâmpada/Reator de Vapor de Sódio a Alta Pressão Iluminação externa - fachadas/ruas/avenidas/auto- estradas/viadutos/complexos viários/monumentos; Iluminação industrial - siderúrgicas/indústrias pesadas (onde não é requerida a reprodução fiel das cores); Iluminação específica - aeroportos/estaleiros/portos/ ferrovias/pátios/ estacionamentos/quadras de esporte/outras aplicações. Iluminação externa - fachadas/ruas/avenidas/auto- estradas/viadutos/complexos viários/monumentos; Iluminação industrial - siderúrgicas/indústrias pesadas (onde não é requerida a reprodução fiel das cores); Iluminação específica - aeroportos/estaleiros/portos/ ferrovias/pátios/ estacionamentos/quadras de esporte/outras aplicações.

45 ILUMINAÇÃO PÚBLICA Tecnologia e Eficiência nas Lâmpadas de Iluminação Pública Com a mesma carga instalada em iluminação e com o mesmo nível de iluminância podem ser iluminadas o equivalente à: –10 cidades com lâmpadas incandescentes; –25 cidades com lâmpadas mistas; –50 cidades com lâmpadas a vapor de mercúrio; –150 cidades com lâmpadas a vapor de sódio a alta pressão. Com o mesmo nível de iluminamento e com a mesma quantidade de energia, pode-se iluminar: –Vapor de Mercúrio - 6 KM; –Vapor de Sódio a Alta Pressão - 12 KM. Com a mesma carga instalada em iluminação e com o mesmo nível de iluminância podem ser iluminadas o equivalente à: –10 cidades com lâmpadas incandescentes; –25 cidades com lâmpadas mistas; –50 cidades com lâmpadas a vapor de mercúrio; –150 cidades com lâmpadas a vapor de sódio a alta pressão. Com o mesmo nível de iluminamento e com a mesma quantidade de energia, pode-se iluminar: –Vapor de Mercúrio - 6 KM; –Vapor de Sódio a Alta Pressão - 12 KM. Desperdiçar Energia Elétrica

46 Potencial de Redução de Despesas com Energia Elétrica Utilizados na Iluminação Pública ILUMINAÇÃO PÚBLICA Fonte: Prefeitura Municipal de Campinas

47 ILUMINAÇÃO PÚBLICA Potencial de Obras Públicas com Recursos Financeiros provenientes da Redução de Despesas com Energia Elétrica obtida pela Substituição da Iluminação Pública

48 ILUMINAÇÃO PÚBLICA Fonte: Prefeitura Municipal de Campinas Análise: ao longo da vida média da lâmpada - 5 anos Potencial de Obras Públicas com Recursos Financeiros provenientes da Redução de Despesas com Energia Elétrica obtida pela Substituição da Iluminação Pública

49 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA CPFL

50 PROJETOS DA CPFL Financiamento do PROCEL Procel nas Escolas de Primeiro Grau; Curso para Eletricistas Particulares; Substituição de Lâmpadas de Iluminação Pública; Controle Energético no Segmento Industrial; Substituição de Lâmpadas no Segmento Residencial; Pré-Aquecedor Solar de Água para Chuveiros Elétricos de Potência Reduzida; Conservação de Energia Elétrica em Refrigeradores Residenciais; Utilização Racional de Energia em Propriedades Rurais; Kit de Comunicação sobre Conservação de Energia. Procel nas Escolas de Primeiro Grau; Curso para Eletricistas Particulares; Substituição de Lâmpadas de Iluminação Pública; Controle Energético no Segmento Industrial; Substituição de Lâmpadas no Segmento Residencial; Pré-Aquecedor Solar de Água para Chuveiros Elétricos de Potência Reduzida; Conservação de Energia Elétrica em Refrigeradores Residenciais; Utilização Racional de Energia em Propriedades Rurais; Kit de Comunicação sobre Conservação de Energia.

51 Descrição: Diagnóstico realizado em instalações industriais, com o apoio do software Mark IV que indica pontos de desperdício de energia e apresenta o custo-benefício da implementação de medidas de conservação. Objetivo: Redução de investimentos e custos, eliminação de desperdícios e racionalização do uso de energia. Resultados: Realizados 33 diagnósticos industriais, com potencial de economia de 2,69 GWh/ano. Descrição: Diagnóstico realizado em instalações industriais, com o apoio do software Mark IV que indica pontos de desperdício de energia e apresenta o custo-benefício da implementação de medidas de conservação. Objetivo: Redução de investimentos e custos, eliminação de desperdícios e racionalização do uso de energia. Resultados: Realizados 33 diagnósticos industriais, com potencial de economia de 2,69 GWh/ano. Controle Energético Industrial - Mark IV PROJETOS DA CPFL

52 Descrição: Programa para avaliação de mecanismos de difusão de iluminação mais eficiente para o segmento residencial. Objetivo: Desenvolver ferramenta para atuação em DSM com sistema de iluminação mais eficiente, visando redução da demanda no horário de ponta. Resultados: lâmpadas comercializadas, com economia de 3,16 MWh/ano e retirada de 962kW. Descrição: Programa para avaliação de mecanismos de difusão de iluminação mais eficiente para o segmento residencial. Objetivo: Desenvolver ferramenta para atuação em DSM com sistema de iluminação mais eficiente, visando redução da demanda no horário de ponta. Resultados: lâmpadas comercializadas, com economia de 3,16 MWh/ano e retirada de 962kW. Substituição de Lâmpadas Residenciais

53 Pré-Aquecedor Solar para Chuveiros Elétricos Objetivo: Desenvolver ferramenta para atuação em DSM, promovendo redução de demanda de potência no horário de ponta. Resultados: Experiência de laboratório e teste de campo piloto concluídos. Equipamento desenvolvido. Objetivo: Desenvolver ferramenta para atuação em DSM, promovendo redução de demanda de potência no horário de ponta. Resultados: Experiência de laboratório e teste de campo piloto concluídos. Equipamento desenvolvido. Descrição: Desenvolvimento tecnológico de um pré-aquecedor solar de água, de baixo custo, para ser utilizado em conjunto com chuveiros elétricos de potência reduzida, visando tornar o aproveitamento de energia solar mais acessível à população. Descrição: Desenvolvimento tecnológico de um pré-aquecedor solar de água, de baixo custo, para ser utilizado em conjunto com chuveiros elétricos de potência reduzida, visando tornar o aproveitamento de energia solar mais acessível à população. PROJETOS DA CPFL

54 Descrição: Avaliação tecnológica de dispositivos para promoção da conservação em refrigeradores residenciais. O teste inicial avalia a instalação de capacitores em motores de geladeiras, para melhoria do fator de potência. Objetivo: Conservação de energia no horário de ponta e liberação de potência ativa no sistema. Resultados: Experiência piloto concluída. Descrição: Avaliação tecnológica de dispositivos para promoção da conservação em refrigeradores residenciais. O teste inicial avalia a instalação de capacitores em motores de geladeiras, para melhoria do fator de potência. Objetivo: Conservação de energia no horário de ponta e liberação de potência ativa no sistema. Resultados: Experiência piloto concluída. Conservação de Energia em Refrigeradores

55 PROJETOS DA CPFL Descrição: Projeto experimental para avaliação da substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas e de aplicação de isolamento térmico em galpões de granjas de criação de frangos. Objetivo: Conservação de energia elétrica no horário de ponta. Resultados: Economia de 1,4 MWh/ano. Descrição: Projeto experimental para avaliação da substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas e de aplicação de isolamento térmico em galpões de granjas de criação de frangos. Objetivo: Conservação de energia elétrica no horário de ponta. Resultados: Economia de 1,4 MWh/ano. Conservação de Energia em Granjas

56 PROJETOS DA CPFL Kit de Conservação de Energia Descrição: Sistema de informações multimídia, dividido em módulos por assunto e público alvo, armazenado em CD-ROM para utilização em microcomputadores e impressão em outras mídias. Objetivo: Uniformização de conceitos e adequação de materiais utilizados em apresentações, visando promover orientação e motivação para ações de racionalização de conservação de energia. Resultados: Projeto concluído. Descrição: Sistema de informações multimídia, dividido em módulos por assunto e público alvo, armazenado em CD-ROM para utilização em microcomputadores e impressão em outras mídias. Objetivo: Uniformização de conceitos e adequação de materiais utilizados em apresentações, visando promover orientação e motivação para ações de racionalização de conservação de energia. Resultados: Projeto concluído.

57 PROJETOS DA CPFL A CPFL, através da aplicação de projetos e ações de conservação de energia junto aos consumidores, desenvolvidos entre 1990 e 1994, alcançou o segundo melhor desempenho do Prêmio Procel em A CPFL, através da aplicação de projetos e ações de conservação de energia junto aos consumidores, desenvolvidos entre 1990 e 1994, alcançou o segundo melhor desempenho do Prêmio Procel em Prêmio PROCEL Em 1995, a CPFL foi a vencedora do Prêmio Procel Combate ao Desperdício de Energia Elétrica, na categoria II de Empresas do Setor Energético. Em 1995, a CPFL foi a vencedora do Prêmio Procel Combate ao Desperdício de Energia Elétrica, na categoria II de Empresas do Setor Energético.

58 SEGURANÇA

59 Faça periodicamente um exame completo nas instalações; Use apenas fios compatíveis com a carga; Faça periodicamente um exame completo nas instalações; Use apenas fios compatíveis com a carga; Faça emendas corretamente; Não faça emendas com fios de bitolas diferentes. descasque os fios dê 2 ou 3 voltas com a mão dê 10 voltas bem apertadas Substitua fios desencapados, velhos ou defeituosos

60 SEGURANÇA Nunca encoste em cano de água ou gás ao mexer em aparelho elétrico ligado; Se ao ligar torneiras e chuveiros elétricos levar choque, existe problema de aterramento; Desligue o chuveiro ao mudar a chave inverno/verão. Nunca encoste em cano de água ou gás ao mexer em aparelho elétrico ligado; Se ao ligar torneiras e chuveiros elétricos levar choque, existe problema de aterramento; Desligue o chuveiro ao mudar a chave inverno/verão. Não ligue aparelhos elétricos estando no chuveiro ou na banheira; Com mãos molhadas ou pés em solo úmido, não toque nas partes metálicas dos aparelhos ; Não use e nem coloque aparelhos elétricos em lugares molhados; Não ligue aparelhos elétricos estando no chuveiro ou na banheira; Com mãos molhadas ou pés em solo úmido, não toque nas partes metálicas dos aparelhos ; Não use e nem coloque aparelhos elétricos em lugares molhados;

61 SEGURANÇA Use protetores nas tomadas; Não deixe crianças mexer em aparelhos, fios e interruptores tipo "pera; Ao trocar em lâmpadas NÃO toque no soquete, segure-a pelo bulbo; Não mexa no interior de televisores, mesmo que desligados Evite o uso de benjamins e extensões. Use protetores nas tomadas; Não deixe crianças mexer em aparelhos, fios e interruptores tipo "pera; Ao trocar em lâmpadas NÃO toque no soquete, segure-a pelo bulbo; Não mexa no interior de televisores, mesmo que desligados Evite o uso de benjamins e extensões. Cuidados

62 MEIO AMBIENTE

63 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA Benefícios Gerados pela Arborização AGRADABILIDADE CÊNICA; AGENTE ATENUANTE DO STRESS FÍSICO E MENTAL GERADO PELOS GRANDES CENTROS; CONFORTO TÉRMICO E LUMINOSO; PURIFICAÇÃO DO AR, ETC.... AGRADABILIDADE CÊNICA; AGENTE ATENUANTE DO STRESS FÍSICO E MENTAL GERADO PELOS GRANDES CENTROS; CONFORTO TÉRMICO E LUMINOSO; PURIFICAÇÃO DO AR, ETC....

64 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA Situação Atual da Arborização VISÃO DO POLÍTICO NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL; FALTA DE PLANEJAMENTO; POUCAS ÁRVORES E ESPÉCIES INADEQUADAS; MÁ CONDUÇÃO DA ARBORIZAÇÃO. VISÃO DO POLÍTICO NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL; FALTA DE PLANEJAMENTO; POUCAS ÁRVORES E ESPÉCIES INADEQUADAS; MÁ CONDUÇÃO DA ARBORIZAÇÃO.

65 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA Municípios que possuem viveiro de mudas Sim 10 % Não2 % Sem Referência 88 %

66 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA

67 Problemas Causados pela Arborização Inadequada INTERRUPÇÃO NO FORNECIMENTO DE ENERGIA; TRÂNSITO; HOSPITAIS; PERDAS NOS PROCESSOS PRODUTIVOS; 70% DOS DESLIGAMENTOS SÃO; CAUSADOS POR ÁRVORES. INTERRUPÇÃO NO FORNECIMENTO DE ENERGIA; TRÂNSITO; HOSPITAIS; PERDAS NOS PROCESSOS PRODUTIVOS; 70% DOS DESLIGAMENTOS SÃO; CAUSADOS POR ÁRVORES.

68 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA ALTO CUSTO PARA EFETIVAÇÃO DE PODAS; –CUSTO DE PODA COM EQUIPE LINHA VIVA: US$ 27.00/ÁRV. –CUSTO DE PODA COM EQUIPE EMPREIT/SEC. US$ 12.00/ÁRV. –CUSTOS MÉDIOS - CAMPINAS US$ 300,000.00/ANO. RISCO DE ACIDENTES PARA REESTABELECIMENTO DO SISTEMA; ALTO CUSTO PARA EFETIVAÇÃO DE PODAS; –CUSTO DE PODA COM EQUIPE LINHA VIVA: US$ 27.00/ÁRV. –CUSTO DE PODA COM EQUIPE EMPREIT/SEC. US$ 12.00/ÁRV. –CUSTOS MÉDIOS - CAMPINAS US$ 300,000.00/ANO. RISCO DE ACIDENTES PARA REESTABELECIMENTO DO SISTEMA;

69 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA TEMPORAL EM RIBEIRÃO PRETO 1994

70 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA TEMPORAL EM RIBEIRÃO PRETO 1994

71 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA INTERFERÊNCIA COM A ILUMINAÇÃO PÚBLICA; DANOS ÀS REDES DE ÁGUA E ESGOTO; DANOS AO SISTEMA DE TELEFONIA; DANOS AO PASSEIO PÚBLICO E RESIDÊNCIAS. INTERFERÊNCIA COM A ILUMINAÇÃO PÚBLICA; DANOS ÀS REDES DE ÁGUA E ESGOTO; DANOS AO SISTEMA DE TELEFONIA; DANOS AO PASSEIO PÚBLICO E RESIDÊNCIAS.

72 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA Soluções ARBORIZAÇÃO ADEQUADA US$ 1,820.00/KM; CABO PRÉ-REUNIDO US$ 78,750.00/KM; REDE SUBTERRÂNEA US$ 472,500.00/KM; REDE AÉREA CONVENCIONAL US$ 31,500.00/KM. ARBORIZAÇÃO ADEQUADA US$ 1,820.00/KM; CABO PRÉ-REUNIDO US$ 78,750.00/KM; REDE SUBTERRÂNEA US$ 472,500.00/KM; REDE AÉREA CONVENCIONAL US$ 31,500.00/KM.

73 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA Ações da CPFL NT 154; PROTOCOLO DE INTENSÕES COM PREFEITURA MUNICIPAIS; FORMAÇÃO DE GURPOS TÉCNICOS; ELABORAÇCÃO DE MINUTA DE PROJETO DE LEI E JUSTIFICATIVA; APOIO TÉCNICO NA ELABORAÇÃO DE PROJETOS; DOAÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES ADEQUADAS; DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO, ETC.... NT 154; PROTOCOLO DE INTENSÕES COM PREFEITURA MUNICIPAIS; FORMAÇÃO DE GURPOS TÉCNICOS; ELABORAÇCÃO DE MINUTA DE PROJETO DE LEI E JUSTIFICATIVA; APOIO TÉCNICO NA ELABORAÇÃO DE PROJETOS; DOAÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES ADEQUADAS; DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO, ETC....

74 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA TEMPORAL EM CAMPINAS 1998

75 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA ARBORIZAÇÃO ADEQUADA

76 PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA Falsa Murta na fase adulta, em harmonia com a rede de distribuição, iluminação pública e o espaço urbanizado


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