A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Atualidades: Epidemias Professor Doutor Jair Vieira Júnior London Pré-Vestibulares DIÁRIO DA REGIÃO.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Atualidades: Epidemias Professor Doutor Jair Vieira Júnior London Pré-Vestibulares DIÁRIO DA REGIÃO."— Transcrição da apresentação:

1 Atualidades: Epidemias Professor Doutor Jair Vieira Júnior London Pré-Vestibulares DIÁRIO DA REGIÃO

2

3 Gastrenterite causada por Rotavírus Rota (Latim) Roda

4

5 CAUSADOR CAUSADOR Vírus da Família Reoviride Vírus da Família Reoviride Gênero Rotavirus Gênero Rotavirus 14 subgrupos – dez infectam humanos 14 subgrupos – dez infectam humanos DIAGNÓSTICO DIAGNÓSTICO Exame laboratorial específico Exame laboratorial específico (fezes – ELISA, PCR, Cultura e sorologia) (fezes – ELISA, PCR, Cultura e sorologia)

6 ROTAVÍRUS Um dos principais causadores de diarréia em crianças com menos de 3 anos. Um dos principais causadores de diarréia em crianças com menos de 3 anos. Vômito, diarréia e febre (sete dias) Vômito, diarréia e febre (sete dias) Desidratação grave óbito Desidratação grave óbito América Latina – América Latina – USA é a principal causa de diarréia grave em crianças USA é a principal causa de diarréia grave em crianças

7 CONTAMINAÇÃO CONTAMINAÇÃO Contato direto entre as crianças Contato direto entre as crianças Altas concentrações nas fezes Altas concentrações nas fezes Oral/fecal Oral/fecal Período de incubação 1 a 3 dias Período de incubação 1 a 3 dias Eliminação do vírus até 21 dias Eliminação do vírus até 21 dias 30 a 66% de hospitalização 30 a 66% de hospitalização

8 SINAIS DE ALERTA SINAIS DE ALERTA Diarréia / sinais típicos de desidratação Diarréia / sinais típicos de desidratação Prostração ou irritabilidade Prostração ou irritabilidade Boca, língua ou lábios ressecados Boca, língua ou lábios ressecados Olhos fundos Olhos fundos Moleira funda Moleira funda Diminuição no volume de urina Diminuição no volume de urina

9 PROTEÇÃO DA CRIANÇA CONTRA A GASTRENTERITE CAUSADA POR ROTAVÍRUS PROTEÇÃO DA CRIANÇA CONTRA A GASTRENTERITE CAUSADA POR ROTAVÍRUS Leite materno Leite materno Higiene pessoal Higiene pessoal Cuidado com os alimentos Cuidado com os alimentos Notificação em caso de surtos Notificação em caso de surtos Vacinação (2 a 4 meses de idade) Vacinação (2 a 4 meses de idade)

10 TRATAMENTO TRATAMENTO Desidratação e distúrbios hidreletrolíticos. Desidratação e distúrbios hidreletrolíticos. Não há terapêutica específica para o Rotavírus. Não há terapêutica específica para o Rotavírus. Manutenção da dieta alimentar normal. Manutenção da dieta alimentar normal. Eventual hidratação parenteral. Eventual hidratação parenteral. Não se recomenda o uso de antidiarreicos. Não se recomenda o uso de antidiarreicos.

11

12 Gripe Aviária

13 CAUSADOR CAUSADOR Variedade H5N1 do vírus Influenza Variedade H5N1 do vírus Influenza Hospedado por aves mas infectam diversos mamíferos Hospedado por aves mas infectam diversos mamíferos 1900 – Itália 1900 – Itália Atualmente sudeste asiático; Inglaterra, Turquia, França e Romênia. Atualmente sudeste asiático; Inglaterra, Turquia, França e Romênia.

14 Hospedado por aves mas infectam diversos mamíferos Hospedado por aves mas infectam diversos mamíferos 1900 – Itália 1900 – Itália Atualmente sudeste asiático; Inglaterra, Turquia, França e Romênia. Atualmente sudeste asiático; Inglaterra, Turquia, França e Romênia.

15 O subtipo A H5N1 foi isolado pela 1 a. vez em na África do Sul O subtipo A H5N1 foi isolado pela 1 a. vez em na África do Sul Diferentes espécies de aves ("gripe das aves") Galinhas, patos e gansos Diferentes espécies de aves ("gripe das aves") Galinhas, patos e gansos A maior parte das galinhas infectadas morrem num curto espaço de tempo A maior parte das galinhas infectadas morrem num curto espaço de tempo Patos e gansos eram os principais reservatórios do vírus. Patos e gansos eram os principais reservatórios do vírus.

16 Em Maio de 1997, o vírus Influenzae AH5N1 foi isolado pela primeira vez em humanos, numa criança de Hong Kong. Em Maio de 1997, o vírus Influenzae AH5N1 foi isolado pela primeira vez em humanos, numa criança de Hong Kong.Maio1997Hong KongMaio1997Hong Kong Em 2006 Foram comprovados na alemanha a morte de gatos infectados pelo vírus. Em 2006 Foram comprovados na alemanha a morte de gatos infectados pelo vírus.gatos

17 Situação atual Situação atual Pessoas (2005) Vietnã, Tailândia, Indonésia e Camboja; Pessoas (2005) Vietnã, Tailândia, Indonésia e Camboja;2005VietnãTailândia IndonésiaCamboja2005VietnãTailândia IndonésiaCamboja Aves Laos, China, Turquia, Inglaterra, Alemanha (gansos e patos), Grécia, Canadá. Aves Laos, China, Turquia, Inglaterra, Alemanha (gansos e patos), Grécia, Canadá.LaosChinaTurquia InglaterraAlemanhagansospatos GréciaCanadáLaosChinaTurquia InglaterraAlemanhagansospatos GréciaCanadá Brasil não há, a princípio, grandes possibilidades de transmissão da doença. Brasil não há, a princípio, grandes possibilidades de transmissão da doença. Brasil Testes no país (vacinas contra a doença). Testes no país (vacinas contra a doença). O governo federal também estuda a proibição da circulação de frangos entre vários estados a partir de O governo federal também estuda a proibição da circulação de frangos entre vários estados a partir de

18 Transmissão do agente Transmissão do agente Secreções do sistema respiratótio e digestivo de aves infectadas com manifestação clinica ou não. Secreções do sistema respiratótio e digestivo de aves infectadas com manifestação clinica ou não. Pode ser por contato direto com aves ou por meio de equipamentos contaminados. Insetos, veículos de transporte, bebedouros, água, comedouros, ração, gaiolas, calçados e botas podem ser veículos de transmissão também. Pode ser por contato direto com aves ou por meio de equipamentos contaminados. Insetos, veículos de transporte, bebedouros, água, comedouros, ração, gaiolas, calçados e botas podem ser veículos de transmissão também.

19 Tratamento Tratamento Ainda não existe nenhum tipo de tratamento. Ao ser constatado a doença o animal deverá ser descartado. Ainda não existe nenhum tipo de tratamento. Ao ser constatado a doença o animal deverá ser descartado. Profilaxia e vacina Profilaxia e vacina Atualmente há testes com vacina para as aves contra o vírus Influenza H5N1. Atualmente há testes com vacina para as aves contra o vírus Influenza H5N1. Descarte dos animais infectados e próximos ao foco, num raio de 10 quilômetros (aves de criação em escala industrial e de forma doméstica). Descarte dos animais infectados e próximos ao foco, num raio de 10 quilômetros (aves de criação em escala industrial e de forma doméstica).

20 Casos e óbitos confirmados (humanos) de Influenza Aviária A (H5N1), a partir de dezembro de 2003 Casos e óbitos confirmados (humanos) de Influenza Aviária A (H5N1), a partir de dezembro de 2003 Até março ocorreram 186 casos com 105 óbitos, numa letalidade de 56,46%. Até março ocorreram 186 casos com 105 óbitos, numa letalidade de 56,46%. óbitos No momento a transmissão se dá das aves para as pessoas. O maior risco para a humanidade está na possibilidade do vírus sofrer alguma mutação genética que facilite sua transmissão entre humanos. No momento a transmissão se dá das aves para as pessoas. O maior risco para a humanidade está na possibilidade do vírus sofrer alguma mutação genética que facilite sua transmissão entre humanos.mutação

21 Embrapa sugere que aves caipiras ou coloniais sejam confinadas Embrapa sugere que aves caipiras ou coloniais sejam confinadas |29/03/2006| (Embrapa Concórdia - SC) – Alerta em relação à produção caipira ou colonial de aves de corte/postura – patos, galinhas, marrecos, perus, gansos, etc. |29/03/2006| (Embrapa Concórdia - SC) – Alerta em relação à produção caipira ou colonial de aves de corte/postura – patos, galinhas, marrecos, perus, gansos, etc. Os produtores utilizem aviários fechados. Os produtores utilizem aviários fechados. Evitar a entrada no Brasil da gripe aviária. Evitar a entrada no Brasil da gripe aviária.

22

23 Febre Aftosa

24 CAUSADOR CAUSADOR Vírus da família Picornaviridae, gênero Aphthovírus. Vírus da família Picornaviridae, gênero Aphthovírus. Doença viral altamente contagiosa que afeta (gado bovino, búfalos, caprinos, ovinos, cervídeos e suínos e outros animais que possuem cascos fendidos. Também afeta elefantes, lamas, ratos e capivaras. Não afeta eqüídeos (cavalos, asnos e muares). Os seres humanos raramente são infectados pelo vírus. Doença viral altamente contagiosa que afeta (gado bovino, búfalos, caprinos, ovinos, cervídeos e suínos e outros animais que possuem cascos fendidos. Também afeta elefantes, lamas, ratos e capivaras. Não afeta eqüídeos (cavalos, asnos e muares). Os seres humanos raramente são infectados pelo vírus.

25 HISTÓRIA HISTÓRIA Em 1897 Friedrich Loeffler Em 1897 Friedrich Loeffler1897Friedrich Loeffler1897Friedrich Loeffler EPIDEMIOLOGIA EPIDEMIOLOGIA Europa, Ásia, América do Sul e África. Europa, Ásia, América do Sul e África.EuropaÁsiaAmérica do SulÁfricaEuropaÁsiaAmérica do SulÁfrica América do Norte, América Central e Oceania estão livres da doença. América do Norte, América Central e Oceania estão livres da doença.América do NorteAmérica Central OceaniaAmérica do NorteAmérica Central Oceania Os EUA estão livres desde Os EUA estão livres desde Inglaterra epidemia (Março e Outubro de 2001) Inglaterra epidemia (Março e Outubro de 2001)2001 Sacrificar cerca de 7 milhões de bovinos, caprinos e ovinos Sacrificar cerca de 7 milhões de bovinos, caprinos e ovinos

26 ETIOLOGIA ETIOLOGIA O vírus da FA é um Aphtovirus da família Picornaviridae. O vírus da FA é um Aphtovirus da família Picornaviridae. AphtovirusPicornaviridaeAphtovirusPicornaviridae Seu tamanho está entre 25 a 30 m. Seu tamanho está entre 25 a 30 m. RNA de fita única. RNA de fita única. O animal hospedeiro passa a apresentar sinais clínicos da doença e a disseminar novos vírions também para o ambiente. O animal hospedeiro passa a apresentar sinais clínicos da doença e a disseminar novos vírions também para o ambiente. Existem sete diferentes sorotipos de vírus da Febre Aftosa: O (o mais comum), A, C, SAT-1. SAT-2. SAT 3 e Ásia–1. Existem sete diferentes sorotipos de vírus da Febre Aftosa: O (o mais comum), A, C, SAT-1. SAT-2. SAT 3 e Ásia–1.

27 SINAIS CLÍNICOS SINAIS CLÍNICOS Febre alta (dois a três dias). Febre alta (dois a três dias).Febre Pequenas vesículas na na boca, laringe e narinas e na pele que circunda os cascos. Pequenas vesículas na na boca, laringe e narinas e na pele que circunda os cascos.bocalaringe narinaspelebocalaringe narinaspele Rompimento das vesículas ocasiona um ferimento. Rompimento das vesículas ocasiona um ferimento. Liberação de novas unidades virais. Liberação de novas unidades virais. O animal passa a salivar, deixando cair fios de saliva (um quadro comum) e a mancar, em função dos ferimentos associados às vesículas. O animal passa a salivar, deixando cair fios de saliva (um quadro comum) e a mancar, em função dos ferimentos associados às vesículas.saliva

28 O animal deixa de andar e de comer e emagrece rapidamente. As capacidades fisiológicas de crescimento e engorda, e de produção de leite, são prejudicadas por várias semanas a meses. O animal deixa de andar e de comer e emagrece rapidamente. As capacidades fisiológicas de crescimento e engorda, e de produção de leite, são prejudicadas por várias semanas a meses. Animais novos (bezerros), podem morrer de forma aguda com miocardite derivada da infecção do músculo cardíaco pelo vírus da FA. Animais novos (bezerros), podem morrer de forma aguda com miocardite derivada da infecção do músculo cardíaco pelo vírus da FA. Para um animal com FA, sua recuperação é o evento mais provável. Para um animal com FA, sua recuperação é o evento mais provável. A taxa de morbidade é extremamente alta. A taxa de morbidade é extremamente alta.

29 Os animais que se curam tornam-se portadores convalescentes assintomáticos e colocam em risco novamente o rebanho após a perda da imunidade do rebanho (seja derivada da doença ou de vacinação) por nascimento ou por compra de animais suscetíveis. Os animais que se curam tornam-se portadores convalescentes assintomáticos e colocam em risco novamente o rebanho após a perda da imunidade do rebanho (seja derivada da doença ou de vacinação) por nascimento ou por compra de animais suscetíveis.

30

31

32

33

34

35

36

37

38

39 CONTAMINAÇÃO CONTAMINAÇÃO Contato direto com animais afetados e com excreções corporais. O vírus da febre aftosa pode ser encontrado em altas concentrações em fluidos das vesículas, saliva, fezes e leite. No pico da infecção o vírus está presente no sangue e em tecidos de animais Contato direto com animais afetados e com excreções corporais. O vírus da febre aftosa pode ser encontrado em altas concentrações em fluidos das vesículas, saliva, fezes e leite. No pico da infecção o vírus está presente no sangue e em tecidos de animais

40

41

42

43

44

45

46 AIDS Síndrome da imunodeficiência adquirida

47 O que é AIDS? O que é AIDS? AIDS (Acquired Immunodeficiency Syndrome), (ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - SIDA) é uma doença do sistema imunitário causada pelo retrovírus HIV (Human Immunodeficiency Virus). AIDS (Acquired Immunodeficiency Syndrome), (ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - SIDA) é uma doença do sistema imunitário causada pelo retrovírus HIV (Human Immunodeficiency Virus). Destrói os mecanismos de defesa do corpo humano, provocando a perda da imunidade natural e permitindo o aparecimento de várias outras doenças, chamadas doenças oportunistas. Destrói os mecanismos de defesa do corpo humano, provocando a perda da imunidade natural e permitindo o aparecimento de várias outras doenças, chamadas doenças oportunistas.

48 DESCOBERTA DESCOBERTA A AIDS foi reconhecida em A AIDS foi reconhecida em Homossexuais (New York e San Francisco). Homossexuais (New York e San Francisco). A origem é desconhecida. A origem é desconhecida. África central, como resultado de uma mutação de outro vírus identificado no macaco (Cercopithecus aethiops). África central, como resultado de uma mutação de outro vírus identificado no macaco (Cercopithecus aethiops). Em 1984, americanos e franceses (Robert Gallo e Luc Montagnier) isolaram, dos pacientes, o vírus HIV, que passou a ser considerado o causador da doença. Em 1984, americanos e franceses (Robert Gallo e Luc Montagnier) isolaram, dos pacientes, o vírus HIV, que passou a ser considerado o causador da doença.

49 CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS O HIV (HIV-1 e o HIV-2 ) é um vírus com genoma RNA - família Lentiviridae. O HIV (HIV-1 e o HIV-2 ) é um vírus com genoma RNA - família Lentiviridae. Grupo dos retrovírus citopáticos e não- oncogênicos que necessitam, para multiplicar-se, da Transcriptase Reversa. Grupo dos retrovírus citopáticos e não- oncogênicos que necessitam, para multiplicar-se, da Transcriptase Reversa. O vírus SIV, que infecta uma subespécie de chimpanzés africanos, é 98% similar ao HIV-1, sugerindo que ambos evoluíram de uma origem comum. O vírus SIV, que infecta uma subespécie de chimpanzés africanos, é 98% similar ao HIV-1, sugerindo que ambos evoluíram de uma origem comum. No dia 1° de Dezembro é comemorado o "Dia Mundial da Luta Contra a Aids". No dia 1° de Dezembro é comemorado o "Dia Mundial da Luta Contra a Aids".

50 SISTEMA IMUNITÁRIO SISTEMA IMUNITÁRIO Entre os linfócitos T, os T4 (CD4) são os responsáveis pela defesa do organismo, por "alertar" o sistema imunológico que é necessário se defender. Entre os linfócitos T, os T4 (CD4) são os responsáveis pela defesa do organismo, por "alertar" o sistema imunológico que é necessário se defender. Os linfócitos T8 (CD8) destroem as células já infectadas ou doentes. Os linfócitos T8 (CD8) destroem as células já infectadas ou doentes. Os macrógrafos são grandes células os micróbios. Os macrógrafos são grandes células os micróbios. O vírus HIV pode infectar os linfócitos T4 (CD4)e os macógrafos. O vírus HIV pode infectar os linfócitos T4 (CD4)e os macógrafos.

51 COMO O ORGANISMO SE DEFENDE COMO O ORGANISMO SE DEFENDE O HIV dirige seu ataque contra os CD4 e os macógrafos, destruindo-os. O HIV dirige seu ataque contra os CD4 e os macógrafos, destruindo-os. O corpo reage, produzindo anticorpos anti-HIV e mais linfócitos CD4. O corpo reage, produzindo anticorpos anti-HIV e mais linfócitos CD4. O sistema imunitário funciona bem durante vários anos após a infecção. O sistema imunitário funciona bem durante vários anos após a infecção. Entretanto, com o tempo o HIV se multiplica intensamente e um grande número de linfócitos CD4 é destruído. Entretanto, com o tempo o HIV se multiplica intensamente e um grande número de linfócitos CD4 é destruído. Infecções oportunistas Infecções oportunistas

52

53 JANELA IMUNOLÓGICA JANELA IMUNOLÓGICA Após a infecção, o organismo leva de duas a doze semanas para produzir uma certa quantidade de anticorpos que possam ser detectados pelos exames tradicionais - "janela imunológica. Após a infecção, o organismo leva de duas a doze semanas para produzir uma certa quantidade de anticorpos que possam ser detectados pelos exames tradicionais - "janela imunológica. Caso o teste seja feito durante a "janela imunológica", é provável que dê um resultado falso-negativo, mesmo a pessoa estando infectada pelo HIV. Caso o teste seja feito durante a "janela imunológica", é provável que dê um resultado falso-negativo, mesmo a pessoa estando infectada pelo HIV. A janela imunológica média é de 3 meses. A acurácia de um teste ELISA realizado aos 6 meses é de 99,9%. A janela imunológica média é de 3 meses. A acurácia de um teste ELISA realizado aos 6 meses é de 99,9%.

54 TESTES TESTES Os testes para examinar o sangue, os componentes sanguíneos e os produtos celulares oferecem uma alta confiança de que o HIV não está presente. Os testes para examinar o sangue, os componentes sanguíneos e os produtos celulares oferecem uma alta confiança de que o HIV não está presente. Uma combinação de testes de anticorpos, antígenos e ácido nucléico é usada pelos bancos de sangue nos países ocidentais. Uma combinação de testes de anticorpos, antígenos e ácido nucléico é usada pelos bancos de sangue nos países ocidentais.anticorpos antígenosácido nucléicoanticorpos antígenosácido nucléico A OMS estimou que, em 2000, o exame inadequado, em alguns países, causou um milhão de novas infecções por HIV. A OMS estimou que, em 2000, o exame inadequado, em alguns países, causou um milhão de novas infecções por HIV.OMS2000OMS2000

55 Diagnóstico da infecção por HIV Testes de anticorpo rotina Testes de anticorpo rotina São baratos, e são muito precisos. São baratos, e são muito precisos. ELISA e Western blot ELISA e Western blot Testes de Antígenos Testes de Antígenos Detecta a proteína p24 do HIV. Detecta a proteína p24 do HIV. Rotina Janela para 16 dias. Rotina Janela para 16 dias. Testes baseados em ácidos nucléicos Testes baseados em ácidos nucléicos Amplificam (PCR) e detectam (probe) uma seqüência de 142 bases no gene gag do HIV (2001). Amplificam (PCR) e detectam (probe) uma seqüência de 142 bases no gene gag do HIV (2001). São relativamente caros. São relativamente caros.

56 INFECÇÕES OPORTUNISTAS INFECÇÕES OPORTUNISTAS No Brasil, as principais doenças oportunistas que acometem aqueles que desenvolvem AIDS são: - Candidíase (sapinho); - Pneumonia por Pneumocistys carinii; - Tuberculose; - Toxoplasmose; - Sarcoma de Karposi; - Herpes. No Brasil, as principais doenças oportunistas que acometem aqueles que desenvolvem AIDS são: - Candidíase (sapinho); - Pneumonia por Pneumocistys carinii; - Tuberculose; - Toxoplasmose; - Sarcoma de Karposi; - Herpes.

57

58

59 SARCOMA DE KAPOSI SARCOMA DE KAPOSI Tipo de câncer comum entre homens portadores do HIV. A doença causa manchas vermelhas ou roxas na pele. Pode afetar a boca, os nódulos linfáticos, o aparelho gastro-intestinal e os pulmões. Com isso, pode se tornar fatal. Tipo de câncer comum entre homens portadores do HIV. A doença causa manchas vermelhas ou roxas na pele. Pode afetar a boca, os nódulos linfáticos, o aparelho gastro-intestinal e os pulmões. Com isso, pode se tornar fatal. Sintomas: lesões na pele, falta de ar (caso o pulmão seja atingido), sangramento (se o aparelho gastro-intestinal for afetado). Sintomas: lesões na pele, falta de ar (caso o pulmão seja atingido), sangramento (se o aparelho gastro-intestinal for afetado).

60

61 SITUAÇÃO NO BRASIL SITUAÇÃO NO BRASIL No Brasil, já foram notificados cerca de 371 mil casos de aids (1980 a 2005). Do total de casos de aids, mais de 80% concentram-se nas Regiões Sudeste e Sul. Em 2004, pesquisa de abrangência nacional estimou que no Brasil cerca de 593 mil pessoas, entre 15 a 49 anos de idade, vivem com HIV e aids (0,61%). Deste número, cerca de 204 mil são mulheres (0,42%) e 389 mil são homens (0,80%). A mesma pesquisa mostra que quase 91% da população brasileira de 15 a 54 anos citou a relação sexual como forma de transmissão do HIV e 94% citou o uso de preservativo como forma de prevenção da infecção. O conhecimento é maior entre as pessoas de 25 a 39 anos, entre os mais escolarizados e entre as pessoas residentes nas regiões Sul e Sudeste. Os indicadores relacionados ao uso de preservativos mostram que aproximadamente 38% da população sexualmente ativa usou preservativo na última relação sexual, independentemente da parceria. Este número chega a 57% quando se consideram apenas os jovens de 15 a 24 anos. O uso de preservativos na última relação sexual com parceiro eventual foi de 67%. A proporção comparável em 1998 foi de 63,7%. O país acumulou cerca de 172 mil óbitos por aids até dezembro de Até 1995, a curva de mortalidade acompanhava a de incidência de aids, quando atingiu a taxa de 9,7 óbitos por 100 mil habitantes. Após a introdução da política de acesso universal ao tratamento anti-retroviral, observou-se queda na mortalidade. A partir de 2000, evidencia-se estabilização em cerca de 6,3 óbitos por 100 mil, embora essa tendência seja bem mais evidente na Região Sudeste e entre os homens. Além disso, entre 1993 e 2003, observou-se um aumento de cerca de cinco anos na idade mediana dos óbitos por aids, em ambos os sexos, refletindo um aumento na sobrevida dos pacientes.

62 91% da população 15 a 54 anos citou a relação sexual como forma de transmissão do HIV e 94% citou o uso de preservativo como forma de prevenção da infecção. 38% da população sexualmente ativa usou preservativo na última relação sexual. O país acumulou cerca de 172 mil óbitos por aids até dezembro de Após a introdução da política de acesso universal ao tratamento anti-retroviral, observou-se queda na mortalidade. A partir de 2000, evidencia-se estabilização em cerca de 6,3 óbitos por 100 mil.

63 Aids cresce no mundo todo, diz Kofi Annan Segundo o secretário-geral da ONU, em 2004, foi batido o recorde de mortes e novas infecções; meta de contenção da epidemia está ameaçada Edith M. Lederer escreve para a Associated Press


Carregar ppt "Atualidades: Epidemias Professor Doutor Jair Vieira Júnior London Pré-Vestibulares DIÁRIO DA REGIÃO."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google