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Medicina Desportiva HISTÓRIA O atleta como cidadão comum Assistencia publica O atleta e a actividade de risco Assistencia no clube Medicina curativa O.

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2 Medicina Desportiva HISTÓRIA O atleta como cidadão comum Assistencia publica O atleta e a actividade de risco Assistencia no clube Medicina curativa O atleta como entidade especifica Centros diferenciados Departamentos médicos especializados Medicina preventiva Acompanhamento

3 Medicina Desportiva CARACTER PLURIDISCIPLINAR Cardiologia Ortopedia Dermatologia Nutrição Fisiologia Psicologia Fisiatria

4 Medicina Desportiva O departamento médico do clube INDEPENDENCIA DEFESA DO ATLETA DIÁLOGO RIGOR O departamento médico do clube INDEPENDENCIA DEFESA DO ATLETA DIÁLOGO RIGOR

5 O DEPARTAMENTO MÉDICO DO CLUBE CONSTITUIÇÃO MÉDICO (formação especifica) ENFERMEIRO E / OU FISIOTERAPEUTA MASSAGISTA Deve ser garantida assistencia em todos os treinos e jogos

6 O DEPARTAMENTO MÉDICO CARACTERISTICAS ESPAÇO PRÓPRIO ÁREA ADEQUADA TRANQUILIDADE CONFORTO HIGIENE EQUIPAMENTO ADEQUADO

7 FUNÇÕES DO DEP. MÉDICO PREVENÇÃO Exame de aptidão Ensino aos atletas e pais Preparação da época ( col. c/ Dep. Técnico) Acompanhamento aos atletas Avaliação no final da época TERAPEUTICA

8 Medicina Desportiva DEP. MÉDICO DEP. TÉCNICO CONFIANÇA INDEPENDENCIA RESPEITO COOPERAÇÃO

9 A PREVENÇÃO PRÁTICA SUJEITA A EXAME MÉDICO RIGOROSO O EXAME DEVE SER REPETIDO SE NECESSÁRIO A PRÁTICA É PROIBIDA EM PRESENÇA DE : Infecções, periodos de convalescença, situações adversas O TREINO DEVE SER ADEQUADO AO GRUPO ETÁRIO NÃO DEVEM SER ULTRAPASSADOS OS SINAIS DE FADIGA A RETOMA DE ACTIVIDADE DEVE SER CAUTELOSA DEVE SER PROPORCIONADA UMA HIDRATAÇÃO EFICAZ DEVE SER EVITADA A PRÁTICA APÓS REFEIÇÃO ABUNDANTE A PRÁTICA SOB ACÇÃO DE ESTIMULANTES É PROIBIDA

10 A PREVENÇÃO ATENÇÃO À QUALIDADE DO MATERIAL E DO EQUIPAMENTO

11 A PREVENÇÃO ACOMPANHAMENTO VIGILANCIA DO MATERIAL E CONDIÇÕES DESPISTE E TRATAMENTO DE INTERCORRENCIAS HIGIENE DO BALNEÁRIO CONTROLE DO TREINO SINDROME DE SOBRECARGA

12 OBJECTIVAMENTE PERDA DE PESO QUEBRA DO ESTADO GERAL AUMENTO SUSTENTADO DA FREQUENCIA CARDIACA AUMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL AUMENTO DA INCIDENCIA DE LESÕES INSÓNIA DISPONIBILIDADE E COORDENAÇÃO MOTORAS DIMINUIDAS SINDROME DE SOBRECARGA

13 SUBJECTIVAMENTE ANGUSTIA ANSIEDADADE DESMOTIVAÇÃO ANOREXIA SINDROME DE SOBRECARGA

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15 APESAR DE TODAS AS MEDIDAS DE PREVENÇÃO E VIGILANCIA, E DAS MEDIDAS CORRECTORAS APLICADAS,OS RISCOS DE LESÃO E MESMO DE MORTE SUBITA EXISTEM. O ESFORÇO CONJUGADO DE TODOS DEVERÁ IR NO SENTIDO DE OS REDUZIR À EXPRESSÃO MINIMA

16 HIDRATAÇÃO A ÁGUA COMO COMPONENTE FUNDAMENTAL DO ORGANISMO É FORNECIDA POR INGESTÃO PERDE-SE SOBRETUDO PELA URINA E PELA TRANSPIRAÇÃO

17 HIDRATAÇÃO A TRANSPIRAÇÃO CONSISTE NA EXCREÇÃO DE ÁGUA ( 98% ) E ELECTRÓLITOS (2% ) ATRAVÉS DA PELE TEM COMO OBJECTIVO BAIXAR A TEMPERATURA CORPORAL ATRAVÉS DA EVAPORAÇÃO À SUPERFICIE É IMPORTANTE TRANSPIRAR !

18 HIDRATAÇÃO DURANTE O TREINO OU COMPETIÇÃO AS PERDAS PELO SUOR PODEM ATINGIR 1 a 2 LITROS POR HORA A PERDA DE 2% DO PESO CORPORAL PELO SUOR IMPLICA REDUÇÃO DE ATÉ 20% DO RENDIMENTO DO ATLETA 1 KG DE PERDA NO PESO = 1 L DE PERDA PELO SUOR

19 A HIDRATAÇÃO UM OBJECTIVO UM ATLETA EM BOA CONDIÇÃO TRANSPIRA MAIS A SEDE É UM SINAL DE ALERTA NÃO SE DEVE ESPERAR PELA SEDE QUE BEBER? ÁGUA E BEBIDAS ISOTONICAS DEVE-SE INGERIR ANTES, DURANTE E APÓS O DESEMPENHO O AUMENTO DA TEMPERATURA E DA HUMIDADE ATMOSFÉRICAS REQUEREM MAIOR APORTE DE LIQUIDOS O VESTUÁRIO DEVE PERMITIR BOA VENTILAÇÃO

20 A DESIDRATAÇÃO PODE EVOLUIR DE FORMA LENTA E INSIDIOSA OU TER EVOLUÇÃO RÁPIDA NA CRIANÇA A EVOLUÇÃO É MAIS RÁPIDA ATENÇÃO A : CANSAÇO TAQUICARDIA PROSTRAÇÃO DESORIENTAÇÃO HIPERTERMIA

21 A DESIDRATAÇÃO SUB-RENDIMENTO COMA MORTE

22 DOPING DIFICIL DE DIFINIR DE FORMA CLARA E INEQUIVOCA A LEGISLAÇÃO E AS TÉCNICAS DE DESPISTAGEM ACOMPANHAM COM ATRASO OS MEIOS USADOS NO DOPING PROVOCA PERTURBAÇÕES DA COORDENAÇÃO NATURAL DAS FUNÇÕES FISIOLÓGICAS E PSICOLÓGICAS PROVOCA O ABUSO, A HABITUAÇÃO E A DEPENDENCIA PROVOCA A SUPRESSÃO DOS SINAIS DE FADIGA QUE CONSTITUEM A DEFESA DO EQUILIBRIO FISIOLÓGICO ALTERA A VERDADE DESPORTIVA

23 DOPING DEFINIÇÃO USO DE QUALQUER MEDICAMENTO OU PRODUTO CONTENDO SUBSTANCIAS DAS LISTAS DE SUBSTANCIAS E MÉTODOS DE DOPAGEM DIVULGADAS PELO C. O. I.

24 DOPING ATENÇÃO AOS SUPLEMENTOS ! INFORMAR DEP. MÉDICO DA MEDICAÇÃO EM CURSO EM CASO DE DUVIDA ACONSELHAR-SE JUNTO DO DEP. MÉDICO

25 NUTRIÇÃO A ENERGIA É FORNECIDA PELOS HIDRATOS DE CARBONO E PELOS LIPIDOS O OXIGÉNIO É USADO PARA METABOLIZAR OS H. C. E OS LIPIDOS COM VISTA A CONSEGUIR ENERGIA PARA O TRABALHO MUSCULAR VIA AERÓBICA OU METABOLISMO AERÓBICO A VIA ALTERNATIVA METABOLISMO ANAERÓBICO UTILIZA APENAS OS H. C. E NÃO REQUER OXIGÉNIO

26 NUTRIÇÃO NO TRABALHO DE BAIXA INTENSIDADE A VIA USADA É A AERÓBICA E OS LIPIDOS CONTRIBUEM PARA MAIS DE METADE DA PRODUÇÃO DE ENERGIA À MEDIDA QUE AUMENTA A INTENSIDADE OS H. C. AUMENTAM A PARTICIPAÇÃO NA PRODUÇÃO DE ENERGIA COM O AUMENTO PROGRESSIVO DE INTENSIDADE ATINGE-SE UM PONTO EM QUE O OXIGÉNIO DISPONIVEL NÃO É SUFICIENTE PARA SUPORTAR AO VIA AERÓBICA. PARA LÁ DESTE PONTO A ENERGIA SÓ É POSSIVEL POR VIA ANAERÓBICA E COM RECURSO APENAS AOS H. C. O TREINO AUMENTA A CAPACIDADE DO MUSCULO EM UTILIZAR OXIGÉNIO O QUE AUMENTA A UTILIZAÇÃO DA VIA AERÓBICA

27 NUTRIÇÃO

28 H. de CARBONO FONTES BATATAS AÇUCARES CEREAIS FRUTA PÃO ARROZ MASSAS 1.OS H. C. SIMPLES (açucares ) SÃO MAIS FÁCILMENTE DIGERIDOS QUE OS COMPLEXOS (amidos ) 2.ALIMENTOS RICOS EM H. DE C. DEVEM DEVEM CONSTITUIR 55 A 65% DA DOSE DIÁRIA DE ENRGIA A FORNECER 3.OS LIQUIDOS SÃO MAIS FÁCILMENTE DIGERIDOS QUE OS SÓLIDOS 4. A INGESTÃO DE H. C. DURANTE O ESFORÇO É BENÉFICA. O CONSUMO DE 25 gr EM CADA 30, PROVOCA ATRAZO NO INICIO DA FASE DE FADIGA 5.O ATLETA DEVE SER ENCORAJADO A CONSUMIR ALIMENTOS RICOS EM H. C. LOGO QUE A PRESTAÇÃO ACABE E NAS 2 HORAS SEGUINTES. A REPOSIÇÃO DOS NIVEIS DE GLICOGENIO É MAIS EFICAZ NESTE PERIODO 6.NESTA FASE PODEM SER INGERIDOS SOB A FORMA LIQUIDA OU SÓLIDA E PODEM SER DO TIPO SIMPLES OU COMPLEXO

29 LIPIDOS FONTES AZEITE MANTEIGA CARNE PEIXE LEITE A INGESTÃO DE LIPIDOS É NECESSÁRIA PARA SUPORTAR AS NECESSIDADES ENERGÉTICAS, MAS DEVE SER REDUZIDA PARA PERMITIR UM AUMENTO RELATIVO DO APORTE DE H. C. NÃO DEVE EXCEDER 30% DO TOTAL DO APORTE DE CALORIAS, COM MENOS DE 10% DE GORDURAS SATURADAS

30 PROTEINAS FONTES CARNE PEIXE OVOS LEITE FUNÇÃO ESTRUTURAL IMPORTANTES NAS FASES DE CRESCIMENTO E MATURAÇÃO POBRES PRODUTORAS DE ENERGIA EVENTUAIS NECESSIDADES ACRESCIDAS SÃO FÁCILMENTE COMPENSADAS PELA ALIMENTAÇÃO

31 VITAMINAS E SAIS MINERAIS FONTES VEGETAIS FRUTAS CARNE PEIXE OVOS A INGESTÃO DESTES ELEMENTOS DEVE SER ASSEGURADA NUMA DIETA EQUILIBRADA COM VISTA ÀS NECESSIDADES DO ATLETA AS ALTERAÇÕES POSITIVAS INTRODUZIDAS NUMA DIETA, SOB O PONTO DE VISTA GLOBAL, RESULTAM SEMPRE NUM ACRESCIMO BENÉFICO DA INGESTÃO DE VITAMINAS E SAIS É MAIS IMPORTANTE CORRIGIR E EQUILIBRAR A DIETA DO QUE TOMAR SUPLEMENTOS

32 A MULHER A CRIANÇA E O JOVEM OS PRINCIPIOS BÁSICOS SÃO APLICÁVEIS NO JOVEM A NECESSIDADE DIÁRIA DE PROTEINAS É MAIOR A MULHER PODE REQUERER SUPLEMENTOS DE FERRO NA CRIANÇA E NO JOVEM A HIPERTERMIA SURGE MAIS FÁCILMENTE ATENÇÃO À HIDRATAÇÃO

33 A MULHER E A PRÁTICA DO FUTEBOL O AUMENTO DE PESO E OS EDEMAS SÃO NORMAIS NO PERIODO PRÉ-MENSTRUAL A DISPONOBILIDADE E A RESPOSTA AO TREINO E COMPETIÇÃO NO PERIODO MENSTRUAL É VARIÁVEL NÃO EXISTEM LIMITAÇÕES ESPECIFICAS UM RITMO INTENSO DE TRABALHO FISICO PODE PROVOCAR AMENORREIA E DIMINUIÇÃO DA FERTILIDADE A GRAVIDEZ E O PARTO SÃO MAIS FÁCEIS NA PRATICANTE DURANTE A GRAVIDEZ HÁ LIMITAÇÃO PARA O TRINO E COMPETIÇÃO NO PUERPÉRIO A RETOMA DEVE SER FEITA COM PRECAUÇÃO PODE SER NECESSÁRIA A SUPLEMENTAÇÃO

34 A CRIANÇA E O FUTEBOL A ACTIVIDADE FISICA É ADEQUADA A TODAS AS CRIANÇAS MAS NEM SEMPRE QUALQUER ACTIVIDADE É ADEQUADA A QUALQUER CRIANÇA O IDEAL SERÁ COMBINAR AS EXIGENCIAS DE UM DESPORTO COM O GRAU DE MATURIDADE E DESENVOLVIMENTO DA CIANÇA SE A CRIANÇA NÃO TEM EM DADA FASE CAPACIDADES QUE O SEU ESTADIO DE DESENVOLVIMENTO NÃO PERMITE, E ESTAS LHE SÃO EXIGIDAS, A PRÁTICA DO DESPORTO SERÁ UMA EXPERIENCIA FRUSTRANTE E DESMOTIVADORA

35 CRIANÇA A E O FUTEBOL ATENÇÃO ÀS CAPACIDADES COGNITIVAS E SOCIAIS QUE PERMITEM : INTERAGIR COM OS COLEGAS VISUALIZAR A SUA POSIÇÃO NO CAMPO PERCEBER O SEU PAPEL NA EQUIPA COMPREENDER UMA ESTRATÉGIA O RITMO DE DESENVOLVIMENTO VARIA MUITO E É DIFICIL FIXAR ETAPAS

36 GRUPOS ETÁRIOS CAPACIDADES PADRÃO 2 a 5 anos -- iniciam a aprendizagem das capacidades fundamentais tais como lançar e apanhar a bola e saltar. Devem manter actividades que usem estas capacidades mas que não as combinem de forma complicada 6 a 9 anos -- combinam as capacidaes fundamentais em gestos próprios do desporto em causa. Por exemplo, recuar para pontapear 10 a 12 anos -- podem dominar capacidades motoras mais complexas.Tem capacidade cognitiva para compreender estratégias

37 O FUTEBOL E AS LESÕES NA CRIANÇA AS LESÕES TRAUMÁTICAS E DE DESGASTE NÃO REPRESENTAM RISCO ACRESCIDO SÃO MAIS FREQUENTES DURANTE E APÓS A PUBERDADE DADO QUE A ESTATURA, A FORÇA E O RITMO DE CRESCIMENTO AUMENTAM AS ACTIVIDADES AERÓBICAS SÃO AS IDEAIS NÃO DEVE SER FEITO TRABALHO A UM NIVEL PRÓXIMO DA CAPACIDADE MÁXIMA

38 A CRIANÇA E O FUTEBOL DEVEM SER RESPEITADOS OS GRUPOS ETÁRIO EM COMPETIÇÃO NÃO DEVEM PRATICAR COM DORES OU SOB O EFEITO DE ANALGÉSICOS EM CERTAS FASES OS OSSOS CRESCEM A UM RITMO SUPERIR AOS MUSCULOS E TENDÕES PREDISPONDO À RIGIDEZ MUSCULAR. POR ISSO DEVE SER DADA ESPECIAL ATENÇÃO AOS ALONGAMENTOS E AO AQUECIMENTO

39 APARELHO CIRCULATÓRIO PERMITE A CIRCULAÇÃO DO SANGUE QUE ATRAVÉS DA HEMOGLOBINA TRANSPORTA O OXIGÉNIO DESDE OS PULMÕES ATÉ AOS TECIDOS PARA SER UTILIZADO DIM. DA FUNÇÃO CORAÇÃO doença cardiaca ARTÉRIAS alt. do calibre VEIAS varizes

40 A HEMOGLOBINA É A ESTRUTURA DO GLÓBULO VERMELHO QUE FIXA E TRANSPORTA O OXIGÉNIO EM CIRCULAÇÃO. TODAS AS SITUAÇÕES QUE LEVEM A UMA DIMINUIÇÃO DESTAS CAPACIDADES DIMINUEM TAMBÉM A CAPACIDADE DE UTILIZAÇÃO DO OXIGÉNIO PELO MUSCULO O FUMADOR CRÓNICO É O EXEMPLO TIPICO DESTAS ANOMALIAS

41 APARELHO RESPIRATÓRIO O OXIGÉNIO NECESSÁRIO AO METABOLISMO MUSCULAR É FORNECIDO PELO AR QUE RESPIRAMOS O CONJUNTO DE ORGÃOS QUE PERMITEM A ENTRADA E A CIRCULAÇÃO DO AR ATÉ AO INICIO DO TRANSPORTE SANGUINEO DOS SEUS ELEMENTOS, CONSTITUI O APARELHO RESPIRATÓRIO FOSSAS NASAIS OBSTR. NASAL LARINGE LARINGITE TRAQUEIA TRAQUEITE BRONQUIOS ASMA PULMÕES PNEUMOTORAX ENFISEMA

42 APARELHO MUSCULO - ESQUELÉTICO DEFINIÇÃO CONJUNTO DE ETRUTURAS ORGANIZADAS PARA O SUPORTE E MOVIMENTO DANDO EXPRESSÃO À TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA QUIMICA EM ENERGIA CINÉTICA OPERADA NO MUSCULO

43 AS PRINCIPAIS ESTRUTURAS SÃO: OSSO FORMAM BRAÇOS DE ALAVANCA ARTICULANDO-SE ENTRE SI MUSCULO ESTRUTURA VISCO-ELÁSTICA GERADORA DE ENERGIA QUE SE INSERE NOS OSSOS TENDÃO PORÇÃO TERMINAL DE ALGUNS MUSCULOS QUE ASSEGURA A LIGAÇÃO MUSCULO-OSSO CARTILAGEM TECIDO QUE FORRA AS SUPERFICIES ARTICULARES DOS OSSOS

44 AS ARTICULAÇÕES PODEM SER FORMADAS POR 2 OU MAIS OSSOS PODEM SER MAIS OU MENOS CONGRUENTES QUANTO ÀS SUPERFICIES QUE SE ARTICULAM OS MENISCOS SÃO ESTRUTURAS EXISTENTES NAS NAS ARTICULAÇÕES POUCO CONGRUENTES E QUE SERVEM PARA REGULARIZAR E ALMOFADAR AS SUPERFICIES DE CONTACTO

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46 AS LESÕES E O FUTEBOL PREVENÇÃO 1 - DISMORFIAS 2 - DOENÇAS CRÓNICAS EXAME MÉDICO DE ROTINA 3 - CONDIÇÕES DE TREINO E COMPETIÇÃO 4 - QUALIDADE DO EQUIPAMENTO 5 - RELAÇÃO DE CONFIANÇA 6 - COMUNICAÇÃO CLARA E RIGOROSA

47 TRAUMATOLOGIA DO FUTEBOL QUANTO AO AGENTE LESÕES AUTÓGENAS s/ intervenção externa LESÕES EXÓGENAS causadas por intervenção externa ao próprio

48 AS LESÕES QUANTO ÀS ESTRUTURAS ATINGIDAS LESÕES DA PELE feridas MUSCULARES roptura TENDINOSAS tendinite ÓSSEAS fractura NEUROLÓGICAS paralisia MISTAS

49 AS LESÕES QUANTO À LOCALIZAÇÃO

50 LESÕES MUSCULARES COM ALTERAÇÃO ESTRUTURAL DAS FIBRAS DISTENSÃO ROTURA SEM ALTERAÇÃO ESTRUTURAL CAIMBRA CONTRACTURA QUALQUER DESTAS LESÕES PODE SER OU NÃO PROVOCADA POR UM AGENTE TRAUMÁTICO EXTERNO

51 LESÕES MUSCULARES DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO OBSERVAÇÃO DIAGNÓSTICO PROVISÓRIO REAVALIAÇÃO PARAGEM GELO LOCAL COM COMPRESSÃO 48 a 72 H DIAGNÓSTICO DEFINITIVO (ecografia) TRATAMENTO REABILITAÇÃO ALTA CLINICA ALTA DESPORTIVA

52 LESÕES TENDINOSAS DISTENÇÃO ROTURA TRAUMÁTICA TENDINITES (causa inflamatória ou degenerativa ) GRAU DOR APÓS USO GRAU DOR DURANTE O USO GRAU DOR PERMANENTE GRAU ROTURA

53 LESÕES TENDINOSAS LOCALIZAÇÕES MAIS FREQUENTES ADUTORES DA COXA QUADRICIPITAL ROTULIANO AQUILES ISQUIO – TIBIAIS OMBRO (guarda-redes)

54 LESÕES TENDINOSAS TRATAMENTO REDUZIR OU PARAR A SOLICITAÇÃO DO TENDÃO AFECTADO REEDUCAÇÃO FUNCIONAL ALTERAÇÃO DO MATERIAL USADO ALTERAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO CORRECÇÃO DOS GESTOS TÉCNICOS MASSAGEM COM GELO MEDICAÇÃO TRATAMENTO CIRURGICO

55 CAIMBRA MUSCULAR CONTRACÇÃO MUSCULAR INVOLUNTÁRIA E LOCALIZADA DESENCADEADA PELO EXERCICIO FISICO CAUSAS SOBRECARGA ERROS ALIMENTARES ISQUÉMIA CORRECÇÃO EVITAR COMPRESSÃO LOCAL EXTENÇÃO PASSIVA DO MUSCULO AFECTADO REPOUSO MASSAGEM

56 FRACTURAS PERDA DA NORMAL INTEGRIDADE ANATÓMICA DE UM OSSO NORMALMENTE SÃO CONSEQUENCIA DE UM TRAUMATISMO DIRECTO MAS NEM SEMPRE ISSO ACONTECE PERANTE A SUSPEITA DE FRACTURA DEVE-SE EFECTUAR UMA IMOBILIZAÇÃO PROVISÓRIA E ENVIAR AO HOSPITAL ATENÇÃO ÀS FRACTURAS DE FADIGA QUE NO CASO DO FUTEBOLISTA ATINGEM SOBRETUDO O PÉ

57 LUXAÇÃO PERDA DO NORMAL CONTACTO ANATÓMICO ENTRE DUAS OU MAIS SUPERFICIES QUE SE ARTICULAM A GRAVIDADE É VARIÁVEL DEPENDENDO DA ARTICULAÇÃO EM CAUSA, DAS LESÕES ASSOCIADAS E DAS FUNÇÕES DO SINISTRADO NA EQUIPA DEVE-SE EFECTUAR A REDUÇÃO SE POSSIVEL E A IMOBILIZAÇÃO NA DUVIDA,SEM MEIOS,OU SEM CONHECIMENTO TÉCNICO PARA A REDUÇÃO, DEVE ENVIAR AO HOSPITAL

58 TRAUMATISMO VERTEBRO-MEDULAR PROVOCADOS POR IMPACTO DIRECTO OU INDIRECTO SOBRE QUALQUER DOS SEGMENTOS DA COLUNA PODEM CONSISTIR EM : FRACTURAS DAS VÉRTEBRAS LUXAÇÕES LESÕES MISTAS PODEM APRESENTAR OU NÃO LESÃO NEUROLÓGICA ASSOCIADA O NIVEL A QUE A MEDULA É ATINGIDA DITA A GRAVIDADE DA INCAPACIDADE E O PROGNÓSTICO

59 TRAUMATISMO VERTEBRO - MEDULAR PERANTE A SUSPEITA DE UMA LESÃO DESTE TIPO DEVEMOS EVITAR QUALQUER MOBILIZAÇÃO AGRESSIVA E ENVIAR O SINISTRADO AO HOSPITAL CO ASSISTENCIA MÉDICA OU PARAMÉDICA

60 PUBALGIA A PRÁTICA DE FUTEBOL SOLICITA DE MODO INTENSO A REGIÃO PUBICA O TERMO PUBALGIA QUE SIGNIFICA DOR NA REGIÃO PUBICA ENGLOBA 3 ENTIDADES DISTINTAS : TENDINITE DOS ADUTORES DA COXA ARTROSE DA SINFISE PUBICA PATOLOGIA DA PAREDE ABDOMINAL (HÉRNIAS) PATOLOGIA DE INSERÇÃO DOS MUSCULOS ABDOMINAIS NA BACIA ESTES DIFERENTES TIPOS DE LESÕES PODEM SURGIR ISOLADOS OU ASSOCIADOS


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