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AUTOBIOGRAFIA/BIOGRAFIA © Thera 2010. Autobiografia (do Grego, ατός -autos eu + βίος - bios vida + γράφειν - graphein escrita)Grego é género literário.

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1 AUTOBIOGRAFIA/BIOGRAFIA © Thera 2010

2 Autobiografia (do Grego, ατός -autos eu + βίος - bios vida + γράφειν - graphein escrita)Grego é género literário em que uma pessoa narra história da sua vida, trata-se de uma biografia escrita ou narrada pela pessoa biografada.género literário biografia pode ser tanto em prosa como em verso, que consiste na narração da experiência vivencial do indivíduo, levada a cabo por ele próprio ou escrita com a ajuda de outro escritor.prosaversonarraçãoindivíduo A autobiografia pode ter diferentes formatos, tais como: o diário, as memórias, dentre outros, podendo ainda ser literal ou contar com elementos ficcionais.

3 Biografia (grego: βιογραφία, de β í ος - bíos, vida e γραφή – gráphein, escrever)grego vida escrever A Biografia é um género literário em que o autor narra a história da vida de uma pessoa ou de várias pessoas. De um modo geral as biografias contam a vida de alguém depois de sua morte, mas na actualidade isso vem mudando. Em certos casos a biografia inclui aspectos da obra dos biografados, como por exemplo Plutarco, em suas Bíoi parálleloi (Vidas paralelas), numa abordagem muitas vezes de um ponto de vista crítico e não apenas historiográfico.PlutarcoBíoi parálleloi Em francês o termo biographie é documentado em 1721; no inglês a palavra biography foi documentada em 1791 e na forma biographia já em 1683; em espanhol biografía e em português biografia aparecem somente na segunda metade do século XIX.francês1721inglês espanholportuguêsséculo XIX

4 TEXTOS DE CARÁCTER AUTOBIOGRÁFICO Eu cantarei de amor... Sophia de Mello Breyner Andresen Nasci no Porto mas vivo há muito em Lisboa. Durante a minha infância e juventude passava os verões na praia da Granja, de que falo em tantos dos meus poemas e contos. Estudei no Colégio Sagrado Coração de Maria, no Porto, e quando tinha 17 anos inscrevi-me na Faculdade de Letras de Lisboa, em Filologia Clássica, curso que, aliás, não terminei. Antes de 25 de Abril de 1974 fiz parte de diversas organizações de resistência, tendo sido um dos fundadores da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos. Depois de 25 de Abril de 1974 fui deputada à Assembleia Constituinte ( ) e detesto escrever currículos... Comecei a inventar histórias para crianças quando os meus filhos tiveram sarampo. Era no inverno e o médico tinha dito que eles deviam ficar na cama, bem cobertos, bem agasalhados. Para isso era preciso entretê-los o dia inteiro. Primeiro, contei todas as histórias que sabia. Depois, mandei comprar alguns livros que tentei ler em voz alta. [...] Eu cantarei de amor... Sophia de Mello Breyner Andresen Nasci no Porto mas vivo há muito em Lisboa. Durante a minha infância e juventude passava os verões na praia da Granja, de que falo em tantos dos meus poemas e contos. Estudei no Colégio Sagrado Coração de Maria, no Porto, e quando tinha 17 anos inscrevi-me na Faculdade de Letras de Lisboa, em Filologia Clássica, curso que, aliás, não terminei. Antes de 25 de Abril de 1974 fiz parte de diversas organizações de resistência, tendo sido um dos fundadores da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos. Depois de 25 de Abril de 1974 fui deputada à Assembleia Constituinte ( ) e detesto escrever currículos... Comecei a inventar histórias para crianças quando os meus filhos tiveram sarampo. Era no inverno e o médico tinha dito que eles deviam ficar na cama, bem cobertos, bem agasalhados. Para isso era preciso entretê-los o dia inteiro. Primeiro, contei todas as histórias que sabia. Depois, mandei comprar alguns livros que tentei ler em voz alta. [...] Mas não suportei a pieguice da linguagem nem a sentimentalidade da "mensagem"; uma criança é uma criança, não é um pateta. Atirei os livros fora e resolvi inventar. Procurei a memória daquilo que tinha fascinado a minha própria infância. Lembrei-me de que quando eu tinha 5 ou 6 anos e vivia numa casa branca na duna - a minha mãe me tinha contado que nos rochedos daquela praia morava uma menina muito pequenina. Como nesse tempo, para mim, a felicidade máxima era tomar banho entre os rochedos, essa menina marinha tornou-se o centro das minhas imaginações. E a partir desse antigo mundo real e imaginário, comecei a contar a história a que mais tarde chamei Menina do Mar. Os meus filhos ajudavam. Perguntavam: - De que cor era o vestido da menina? O que é que fazia o peixe? Aliás, nas minhas histórias para crianças quase tudo é escrito a partir dos lugares da minha infância Mas não suportei a pieguice da linguagem nem a sentimentalidade da "mensagem"; uma criança é uma criança, não é um pateta. Atirei os livros fora e resolvi inventar. Procurei a memória daquilo que tinha fascinado a minha própria infância. Lembrei-me de que quando eu tinha 5 ou 6 anos e vivia numa casa branca na duna - a minha mãe me tinha contado que nos rochedos daquela praia morava uma menina muito pequenina. Como nesse tempo, para mim, a felicidade máxima era tomar banho entre os rochedos, essa menina marinha tornou-se o centro das minhas imaginações. E a partir desse antigo mundo real e imaginário, comecei a contar a história a que mais tarde chamei Menina do Mar. Os meus filhos ajudavam. Perguntavam: - De que cor era o vestido da menina? O que é que fazia o peixe? Aliás, nas minhas histórias para crianças quase tudo é escrito a partir dos lugares da minha infância in De que são feitos os sonhos In:

5 Biografia/ Autobiografia A autobiografia In:

6 Preparar uma entrevista Escreve os nomes e apelidos 2. Antecedentes do nascimento: pais, cidade, contexto em que nasceu, lugar, etc. 3. Por que acha que os seus pais o chamaram assim ? 4. Que recorda, com agrado e com desagrado da sua vida escolar na primária? 5. Que recorda, com agrado e com desagrado da sua vida escolar no ensino secundário? 6. Acha que conseguiu alcançar os sonhos e esperanças que se propôs quando era adolescente?. Por quê? 7. Que recorda, com agrado e com desagrado, da sua vida universitária? 8. Recorda algum professor em especial que o marcou de forma positiva ou negativa? Quem foi esse professor? Por que o marcou? 9. Descreva de forma breve o seu curriculum vitae tendo em conta a sua preparação profissional. 10. Fala da sua relação com os seus familiares: pais, irmãos, sobrinhos, etc. 11. Breve resumo da sua vida actual. Escreve os nomes e apelidos 2. Antecedentes do nascimento: pais, cidade, contexto em que nasceu, lugar, etc. 3. Por que acha que os seus pais o chamaram assim ? 4. Que recorda, com agrado e com desagrado da sua vida escolar na primária? 5. Que recorda, com agrado e com desagrado da sua vida escolar no ensino secundário? 6. Acha que conseguiu alcançar os sonhos e esperanças que se propôs quando era adolescente?. Por quê? 7. Que recorda, com agrado e com desagrado, da sua vida universitária? 8. Recorda algum professor em especial que o marcou de forma positiva ou negativa? Quem foi esse professor? Por que o marcou? 9. Descreva de forma breve o seu curriculum vitae tendo em conta a sua preparação profissional. 10. Fala da sua relação com os seus familiares: pais, irmãos, sobrinhos, etc. 11. Breve resumo da sua vida actual. Alguns pontos a abordar In:

7 Actividades: pesquisa na net a biografia de alguém que admires. 1. Agora que já sabes o que é um texto autobiográfico, pesquisa na net a biografia de alguém que admires. Inventa uma personagem 3. Inventa uma personagem... pode ser uma pessoa, um animal e até mesmo um objecto. escreve a biografia dele. Já imaginaste um cachorro a contar a sua própria história? Ou então uma panela? Quem sabe uma flor ou uma porta? Imagina... Inventa uma personagem 3. Inventa uma personagem... pode ser uma pessoa, um animal e até mesmo um objecto. escreve a biografia dele. Já imaginaste um cachorro a contar a sua própria história? Ou então uma panela? Quem sabe uma flor ou uma porta? Imagina.... Entrevista uma pessoa que tu aches interessante 2. Entrevista uma pessoa que tu aches interessante e organiza num texto a sua Biografia. Não te esqueças de preparar antecipadamente as perguntas, de cariz autobiográfico, que lhe vais fazer. In:


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