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TRABALHOS CIENTÍFICOS ESTRUTURA E NORMAS ESTRUTURA E NORMAS CITAÇÕES CITAÇÕES.

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1 TRABALHOS CIENTÍFICOS ESTRUTURA E NORMAS ESTRUTURA E NORMAS CITAÇÕES CITAÇÕES

2 ESTRUTURA E NORMAS Para que a estrutura e formatação seja adequada é preciso que siga as normas preestabelecidas pela Para que a estrutura e formatação seja adequada é preciso que siga as normas preestabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

3 CONFORME NBR 14724:2005 Elementos pré-textuais Elementos textuais Elementos pós-textuais Elementos formais de apresentação do trabalho que antecedem o conteúdo. (Capa, folha de rosto, folha de aprovação, resumo, lista de abreviações, lista de tabelas, siglas, sumário etc.) Considerados os mais importantes no trabalho acadêmico - compreendem a Introdução, o Desenvolvimento e a Conclusão do trabalho. (É a razão de ser do trabalho) Representados pelas partes que vêm logo após a parte textual. São as Referências (e não mais Referências Bibliográficas), Glossário, Apêndices, Anexos etc.

4 Elementos pós-textuais APÊNDICE Apêndices são documentos complementares ao trabalho acadêmico, elaborados pelo autor. De uso opcional, apêndices são nomeados com letras maiúsculas em seqüência que respeite a ordem alfabética, seguidas de travessão e o título do mesmo. EXEMPLO: APÊNDICE A – Avaliação do sistema financeiro internacional ANEXO Um anexo é uma página que constitui um tipo de informação de suporte enciclopédico, comportando informação relacionada com os artigos, mas que não é um artigo em si e tem como objetivo apoiar os artigos principais. Geralmente são listas. Estes tipos de páginas utilizam o domínio específico Anexo: Um anexo, por definição, tem que estar sempre ligado ao texto principal, senão não tem razão de existir. GLOSSÁRIO 1 Livro ou vocabulário em que se dá a explicação de palavras obscuras ou desusadas. 2 Dicionário de termos técnicos de uma arte ou ciência. 3 Resenha alfabética.

5 Apresentação dos trabalhos - Apresentação dos trabalhos - Conforme NBR 14724:2002 Formato da página papel A4 (21,0 cm x 29,7 cm) Espaçamento ou espacejamento entre linhas 1,5 (um e meio) Exceção - citação com mais de três linhas - espaço simples Tipos de letras (fontes) e tamanho Times New Roman (fonte 12) ou Arial (fonte 10)

6 Margens Papel A4 Texto 3 cm 2 cm

7 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (Nome da Instituição – opcional) NEUZA CORTE DE OLIVEIRA (Nome do autor - obrigatório) Aplicabilidade do custeio ABC em uma sericicultura (Título - obrigatório) Maringá (Local – obr.) 2010 (Ano – obr.) Capa

8 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA Aplicabilidade do custeio ABC em uma sericicultura Maringá 2010 Folha de Rosto Projeto apresentado para avaliação parcial da disciplina INPEC, sob a orientação da Profª MSc. Neuza Corte de Oliveira...

9 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA Aplicabilidade do custeio ABC em uma sericicultura Folha de Aprovação Trabalho de Conclusão de Curso, aprovado no Curso de Ciências Contábeis, da Universidade Estadual de Maringá, como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Ciências Contábeis. Aprovado em: Dezembro/2010 BANCA EXAMINADORA _________________ ___________________ Prof. MSc. Carlos Prof. Dr. Paulo _________ ______________________________ Orientadora: Profª MSc Neuza Corte de Oliveira Universidade Estadual de Maringá

10 Nas intensas discussões sobre as transformações que afetam as atividades e a economia de uma região ou de um setor a informação parece ser o elemento comum para o estabelecimento e a sustentação de soluções. Em especial, no agronegócio, em razão da migração da agricultura de subsistência para a agricultura de mercado, que exige dos produtores uma gestão alinhada com as exigências da agroindústria e do ambiente econômico. Diante desse quadro, o estudo utiliza-se da visão dos sócios-cooperados para estabelecer uma análise crítica do sistema de informação que subsidiam as decisões dos cooperados enquanto administrador. A pesquisa é qualitativa de caráter exploratório e descritivo. Realizada sob o formato de estudo de caso unitário em uma cooperativa agroindustrial. A relevância está na doutrina específica, que conflita em alguns casos com a gestão administrativa. O foco é a disseminação das informações técnicas, econômicas, administrativas e contábeis, pela cooperativa. Abrangendo diferentes meios e recursos, para suprir as necessidades informacionais dos sócios-cooperados. A constatou- se que a cooperativa dissemina informações técnicas, econômicas, administrativas e contábeis através de diferentes meios. Porém, apesar das informações técnicas e econômicas, atenderem as características de útil, em tempo hábil e agregar valor, verificou que as informações administrativas e contábeis, são ainda insuficientes para a tomada de decisões relacionadas às unidades produtivas. RESUMO Resumo Palavras–Chave: Organização cooperativa ; sistemas de informação.

11 Figura 1 – Organograma Básico de uma Cooperativa Figura 2 – O Ambiente complexo de uma Organização Cooperativa Figura 3 – Fonte de Sistemas de Informações Figura 4 – Estrutura das Comissões LISTA DE FIGURAS

12 Quadro 1 – Organograma Básico de uma Cooperativa Quadro 2 – O Ambiente complexo de uma Organização Cooperativa Quadro 3 – Fonte de Sistemas de Informações Quadro 4 – Estrutura das Comissões LISTA DE QUADROS

13 Tabela 1 – Organograma Básico de uma Cooperativa Tabela 2 – O Ambiente complexo de uma Organização Cooperativa Tabela 3 – Fonte de Sistemas de Informações Tabela 4 – Estrutura das Comissões LISTA DE TABELAS

14 ACI - Aliança Cooperativa Internacional DMS - Departamento de Métodos e Sistemas DVD - Disco de Vídeo Digital EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária LISTA DE ABREVEATURAS E SIGLAS

15 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO OBJETIVOS Objetivo geral Objetivo especifico ORGANIZAÇÃO COOPERATIVA GESTÃO COOPERATIVA METODOLOGIA Perguntas da pesquisa O CASO COCARI HISTORICO DA COOPERATIVA CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

16 Indicativos de seções e numeração de títulos Indicativos de seções e numeração de títulos NBR 6024:2003 Seção primária – 1 (um) número antes do título e escrito em MAIÚSCULAS e em negrito. Seção primária – 1 (um) número antes do título e escrito em MAIÚSCULAS e em negrito. 1 EDUCAÇÃO SUPERIOR E O TRABALHO Seção secundária – 2(dois) números antes do título e escrito em letras MAIÚSCULAS e sem negrito Seção secundária – 2(dois) números antes do título e escrito em letras MAIÚSCULAS e sem negrito 1.1 A EDUCAÇÃO SUPERIOR DIANTE DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO Seção terciária - 3(três) números antes do título e escrito em letras minúsculas e em negrito. Somente a primeira letra da frase em letras maiúsculas. Seção terciária - 3(três) números antes do título e escrito em letras minúsculas e em negrito. Somente a primeira letra da frase em letras maiúsculas Integração e flexibilidade na produção

17 REFERÊNCIAS Referências - informações indispensáveis à identificação do documento (NBR 6023:2002). alinhadas à margem esquerda (sem recuo) e cada documento identificado de maneira individual; espaço simples e separado entre si por dois espaços simples; espaço simples e separado entre si por dois espaços simples; lista de referências são geralmente apresentadas no final do texto. lista de referências são geralmente apresentadas no final do texto.

18 MODELO DE REFERÊNCIAS (mais usuais) a)no livro todo 1(um) autor 1(um) autor MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. 3. ed. São Paulo: Atlas, MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

19 2(dois) a 3(três) autores Separados apenas por ponto-e-vírgula (;) BOOTH, W.C.; COLOMB, G.G.; WILLIAMS, J.M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, GERALDI, J. W.; ALMEIDA, M. J. de. O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 1997.

20 Mais de 3(três) autores Mais de 3(três) autores apenas o primeiro autor e acrescenta-se a Indica-se apenas o primeiro autor e acrescenta-se a expressão et al que significa (NBR 6023:2002) expressão et al que significa mais de um autor (NBR 6023:2002) FAVERO, H. L. et al. Contabilidade: teoria e prática. v. 1 São Paulo: Atlas, FAVERO, H. L. et al. Contabilidade: teoria e prática. v. 1 São Paulo: Atlas, SANTOS, Lucy et al. Ciência, tecnologia e sociedade: o desafio da interação. Londrina: IAPAR, SANTOS, Lucy et al. Ciência, tecnologia e sociedade: o desafio da interação. Londrina: IAPAR, Observação: DMITRUK, Hilda B. (org.) Cadernos metodológicos: diretrizes do trabalho científico. 6. ed. rev. ampl. e atual. Chapecó: Argos, 2008.

21 Parte de livro ou capítulo ANDERY, M. A.P. A.; MICHELETO, N.; SÉRIO, T. M. de A. P. O mundo tem uma racionalidade, o homem pode descobri-la. In: ANDERY, M. A. P. A. et al. Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica. 12. ed. Rio de Janeiro: Garamond, p ANDERY, M. A.P. A.; MICHELETO, N.; SÉRIO, T. M. de A. P. O mundo tem uma racionalidade, o homem pode descobri-la. In: ANDERY, M. A. P. A. et al. Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica. 12. ed. Rio de Janeiro: Garamond, p Publicações periódicas REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO CONTEMPORÂNEA. Rio de Janeiro: ANPAD, REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO CONTEMPORÂNEA. Rio de Janeiro: ANPAD, MAGALHÃES, Antonio de Deus Farias. Pesquisa, Metodologia Científica Estudo da Contabilidade. Enfoque – Reflexão Contábil, Maringá, n. 6, p. 5-11, jan./jul.1993 MAGALHÃES, Antonio de Deus Farias. Pesquisa, Metodologia Científica Estudo da Contabilidade. Enfoque – Reflexão Contábil, Maringá, n. 6, p. 5-11, jan./jul.1993

22 CITAÇÕES Citação – é a menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte (NBR 10520/2002). São consideradas úteis para esclarecer o assunto que está sendo tratado ou para reforçar as idéias de quem escreve. citações diretas Tipos de citações citações indiretas

23 CITAÇÕES DIRETAS citações diretas citações diretas – até três linhas (no corpo do texto, entre aspas duplas....., mesmo padrão do texto, espaço 1,5) citações diretas citações diretas – com mais de três linhas (fora do corpo do texto, recuo de 4 cm, sem aspas, fonte 10 ou 11, espaço simples)

24 Exemplos – citações diretas (menos de 3 linhas) Exemplos – citações diretas (menos de 3 linhas) Para Vergara (1997, p. 11), a ciência é a efervescência de reflexões, discussões, contradições, sistematizações e resistematizações que lhe dão vitalidade. Para Vergara (1997, p. 11), a ciência é a efervescência de reflexões, discussões, contradições, sistematizações e resistematizações que lhe dão vitalidade. [...] os alunos têm grande dificuldade de escolher um tema para seu projeto, enfrentam problemas para conseguir acesso às organizações [...] falta-lhes uma metodologia de trabalho. (ROESCH, 1996, p. 14). [...] os alunos têm grande dificuldade de escolher um tema para seu projeto, enfrentam problemas para conseguir acesso às organizações [...] falta-lhes uma metodologia de trabalho. (ROESCH, 1996, p. 14).

25 Exemplo – citações diretas (com mais de 3 linhas) Pesquisar com método não é copiar, transcrever o que os outros disseram sobre determinado assunto, mas cultivar o espírito crítico, amadurecer por dentro, ter originalidade, oferecer sua visão da realidade. O conhecimento dos resultados obtidos por pesquisas anteriores deve servir como base para avançar na busca de novas experiências (D´ONOFRIO, 1999, p. 26). Pesquisar com método não é copiar, transcrever o que os outros disseram sobre determinado assunto, mas cultivar o espírito crítico, amadurecer por dentro, ter originalidade, oferecer sua visão da realidade. O conhecimento dos resultados obtidos por pesquisas anteriores deve servir como base para avançar na busca de novas experiências (D´ONOFRIO, 1999, p. 26). recuo de 4 cm da margem Tamanho da fonte (letra) menor

26 CITAÇÕES INDIRETAS Apresentadas, nesse caso, somente as idéias do autor consultado, sem a ocorrência de uma transcrição idêntica (cópia), como ocorre nas citações diretas. Apresentadas, nesse caso, somente as idéias do autor consultado, sem a ocorrência de uma transcrição idêntica (cópia), como ocorre nas citações diretas. Sem aspas Sem aspas Tamanho da letra – mesmo do corpo

27 EXEMPLO DE CITAÇÕES INDIRETAS EXEMPLO DE CITAÇÕES INDIRETAS Harvey (2003) faz uma análise do significado e os contornos das transformações vivenciadas pelo capitalismo nas últimas décadas. Harvey (2003) faz uma análise do significado e os contornos das transformações vivenciadas pelo capitalismo nas últimas décadas. De forma concomitante à criação de necessidades múltiplas de consumo, a sociedade do consumo destrutivo e supérfluo, hoje presente, impede quase sempre, que os verdadeiros produtores da riqueza social, participem até mesmo do universo (restrito e manipulado) do consumo. (ANTUNES, 2002). De forma concomitante à criação de necessidades múltiplas de consumo, a sociedade do consumo destrutivo e supérfluo, hoje presente, impede quase sempre, que os verdadeiros produtores da riqueza social, participem até mesmo do universo (restrito e manipulado) do consumo. (ANTUNES, 2002).

28 A Universidade é o espaço de construção do conhecimento. Construir conhecimento implica reconhecer o que foi elaborado, sistematizado e tornado público por nossos contemporâneos e por aqueles que nos antecederam. Logo, implica não se apropriar indevidamente do conhecimento alheio. Apropriar-se indevidamente é plagiar. Significa expropriar o autor da sua produção acadêmica ou artística. (DMITRUK, 2008, p. 143). Observar que no caso da citação com mais de três linhas, deve ter recuo de 4cm da margem e tamha da letra é 10 e espaço simples.

29 CIÊNCIA: PRINCÍPIOS E OBJETIVOS

30 O que é Ciência? É a atividade que propõe a aquisição sistemática de conhecimentos sobre a natureza biológica, social e tecnológica com a finalidade de melhoria da qualidade de vida, intelectual e material

31 Quais são os princípios da Ciência? O conhecimento científico nunca é absoluto ou final; pode ser sempre modificado ou substituído; A exatidão sobre um conhecimento nunca é obtida integralmente, mas sim, através de modelos sucessivamente mais próximos; Um conhecimento é válido até que novas observações e experimentações o substituam.

32 Objetivos da Ciência Melhoria da qualidade de vida intelectual; Melhoria da qualidade de vida material; Função da Ciência Novas descobertas; Novos produtos; Melhoria da qualidade de vida.

33 O que é Conhecimento científico? É um produto resultante da investigação científica. Surge da necessidade de encontrar soluções para problemas de ordem prática da vida diária (senso comum) e, do desejo de fornecer explicações sistemáticas que possam ser testadas e criticadas através de provas empíricas e da discussão intersubjetiva

34 Conhecimento científico atual A qualidade do conhecimento científico é dependente da forma de aquisição que é utilizada. No processo de obtenção de conhecimentos científicos devem ser utilizadas três formas de aquisição de conhecimentos: Intuição + Empirismo + Racionalism (experiência)

35 Conhecimento científico produtivo

36 Conhecimento científico X Técnico

37 Pressupostos para validade científica

38 Quais métodos científicos? Exemplos de métodos científicos clássicos:

39 PROJETO DE PESQUISA

40 Bom projeto de pesquisa – contém Bom projeto de pesquisa – contém apenas as linhas básicasapenas as linhas básicas as idéias principais da pesquisaas idéias principais da pesquisa não é preciso apresentar o plano completonão é preciso apresentar o plano completo As pesquisas diferem muito entre si, portanto, não se pode definir um roteiro rígido para elaboração de projetos de pesquisa. As pesquisas diferem muito entre si, portanto, não se pode definir um roteiro rígido para elaboração de projetos de pesquisa. Projeto de pesquisa = planejamento de pesquisa?

41 PESQUISA CIENTÍFICA Conceitos Conceitos Requisitos básicos Requisitos básicos Métodos Métodos Técnicas Técnicas UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ DISCIPLINA: INICIAÇÃO A PESQUISA EM CONTABILIDADE

42 PESQUISA CIENTÍFICA É uma prática teórica de constante busca que pode ser definida como um processo intrinsecamente inacabado e permanente. (MINAYO, 1996) Para ser considerada científica, a pesquisa deve ser feita de forma sistemática, com o uso de métodos e técnicas apropriadas. (SEABRA, 2001) A pesquisa científica é a realização de um estudo planejado, desenvolvido e redigido de acordo com as normas da metodologia. (RUIZ, 1996) Pode ser caracterizada como atividade intelectual intencional que visa a responder às necessidades humanas. (SANTOS, 2004, p. 15)

43 REQUISITOS BÁSICOS - PESQUISA Qualidades intelectuais e sociais de pesquisador (Gil, 2002) a)conhecimento do assunto a ser pesquisado; b)curiosidade; c)criatividade; d)integridade intelectual; e)atitude autocorretiva; f)sensibilidade social; g)imaginação disciplinada; h)perseverança e paciência; i)confiança na experiência. Recursos humanos, materiais e financeiros

44 Metodologia conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento. Método ordem que se deve impor aos diferentes processos necessários para atingir um certo fim ou um resultado desejado.

45 MétodosTécnicas methodos - caminho para se chegar a um fim Método Método – diz o que fazer significa o traçado das etapas fundamentais da pesquisa; mais geral, mais amplo, menos específico. é um conjunto de etapas, ordenadamente dispostas a serem vencidas na investigação da verdade, no estudo de uma ciência ou para alcançar um determinado fim (Galliano, 1986, p. 6) parte prática da pesquisa (coleta de dados) Técnicas Técnicas - diz como fazer significa os diversos procedimentos utilização de diversos recursos peculiares instrumentação específica da ação. É a instrumentação específica da coleta de dados.

46 MÉTODOS DE ABORDAGEM DEDUTIVO DEDUTIVO – cadeia de raciocínio descendente conclusão – geral para o particular. Como se pode afirmar que todo homem é mortal? INDUTIVO INDUTIVO – cadeia de raciocínio ascendente conclusão – particular para o geral Todo homem é mortal. (premissa maior) Pedro é homem. (premissa menor) Logo, Pedro é mortal. (conclusão) HIPOTÉTICO DEDUTIVO HIPOTÉTICO DEDUTIVO – usado no campo das pesquisas naturais (observação) DIALÉTICO DIALÉTICO – investigação da realidade pelo estudo da ação recíproca (perguntas-respostas)

47 MÉTODOS DE PROCEDIMENTOS histórico – investigação dos acontecimentos, processos e instituições do passado, para verificar a sua influência na sociedade de hoje comparativo – realiza comparações com a finalidade de verificar semelhanças e explicar divergências monográfico ou estudo de caso – observação de determinados indivíduos, profissões, condições, instituições, grupos ou comunidades, com a finalidade de obter generalizações

48 (continuação) estatístico –utilização da teoria estatística das probabilidades estatístico – utilização da teoria estatística das probabilidades estruturalista – caminha do concreto para o abstrato e vice-versa, dispondo de um modelo para analisar a realidade concreta dos diversos fenômenos.

49 Tema PlanejamentoObjetivos dados informações idéias alimentados texto pensado Conjunto de idéias produzido pelo pesquisador Produção do conhecimento

50 Escolha do tema – originalidade, relevância e viabilidade. Escolha do tema – originalidade, relevância e viabilidade. Seleção e delimitação do assunto – Escolha do pedaço que se quer ou precisa estudar, a fim de estudá-lo com profundidade. Seleção e delimitação do assunto – Escolha do pedaço que se quer ou precisa estudar, a fim de estudá-lo com profundidade. Levantamento bibliográfico ou revisão de literatura- etapa fundamental da pesquisa. Revisão sobre a literatura referente ao assunto. Levantamento bibliográfico ou revisão de literatura- etapa fundamental da pesquisa. Revisão sobre a literatura referente ao assunto. Problematização – consiste em especificá-lo, com detalhes precisos. A pergunta é a expressão gráfica do problema. Problematização – consiste em especificá-lo, com detalhes precisos. A pergunta é a expressão gráfica do problema. Construção das hipóteses – caracterizada como a solução possível para um problema. Construção das hipóteses – caracterizada como a solução possível para um problema. PLANEJAMENTO DA PESQUISA CIENTÍFICA

51 Formulação do objetivo geral – o objetivo geral é a espinha dorsal da pesquisa. É preciso que expresse claramente o que o pesquisador pretende conseguir com a sua investigação. Formulação do objetivo geral – o objetivo geral é a espinha dorsal da pesquisa. É preciso que expresse claramente o que o pesquisador pretende conseguir com a sua investigação. Formulação dos objetivos específicos – subdivisão do objetivo geral. Formulação dos objetivos específicos – subdivisão do objetivo geral. Escolha dos procedimentos de coleta de dados – trata-se das atividades práticas necessárias para a aquisição dos dados. Escolha dos procedimentos de coleta de dados – trata-se das atividades práticas necessárias para a aquisição dos dados. Previsão dos recursos – assegurar com maior detalhamento possível, a existência dos itens necessários para a aquisição das informações desejadas. Previsão dos recursos – assegurar com maior detalhamento possível, a existência dos itens necessários para a aquisição das informações desejadas. Produção escrita do planejamento ou projeto científico – montagem escrita do projeto de pesquisa. Produção escrita do planejamento ou projeto científico – montagem escrita do projeto de pesquisa.

52 CLASSIFICAÇÃO DA PESQUISA CIENTÍFICA Objetivos Procedimentos técnicos utilizados Fonte de dados / objeto ExploratóriaDescritivaExplicativa Fontes papel Fontes de papel De De Campo De Campo De Laboratório Bibliográfica Ex post facto Pesquisa-ação Estudo de caso

53 De acordo com os objetivos De acordo com os objetivos a)pesquisa exploratória : possibilitar maior familiaridade com o problema, de forma a torná-lo mais explícito. possibilitar maior familiaridade com o problema, de forma a torná-lo mais explícito. Explorar é fazer a primeira aproximação de um tema e visa a criar maior familiaridade em relação a um fato/fenômeno/processo. Explorar é fazer a primeira aproximação de um tema e visa a criar maior familiaridade em relação a um fato/fenômeno/processo. (quase sempre – levantamento bibliográfico, entrevistas com pessoas experientes, visitas a websites) (quase sempre – levantamento bibliográfico, entrevistas com pessoas experientes, visitas a websites)

54 b ) pesquisa descritiva: os fatos são observados, registrados, analisados, classificados e interpretados, sem que o pesquisador interfira neles. os fatos são observados, registrados, analisados, classificados e interpretados, sem que o pesquisador interfira neles. Geralmente, desenvolvida em forma de levantamentos ou observações do fato/fenômeno/processo. Geralmente, desenvolvida em forma de levantamentos ou observações do fato/fenômeno/processo. (estudo descritivo, estudo de caso, pesquisa documental, pesquisa de opinião etc.) (estudo descritivo, estudo de caso, pesquisa documental, pesquisa de opinião etc.)

55 c) pesquisa explicativa (pesquisa analítica): c) pesquisa explicativa (pesquisa analítica): tipo de pesquisa que se ocupa com o porquê dos fatos/fenômenos/processos. tipo de pesquisa que se ocupa com o porquê dos fatos/fenômenos/processos. Pesquisa mais complexo Pesquisa mais complexo Além de registrar, analisar e interpretar os fenômenos estudados procura identificar seus fatores determinantes, as suas causas. Além de registrar, analisar e interpretar os fenômenos estudados procura identificar seus fatores determinantes, as suas causas. Não significa que a pesquisa exploratória e a pesquisa descritiva tenham menos valor. Não significa que a pesquisa exploratória e a pesquisa descritiva tenham menos valor.

56 De acordo com os procedimentos técnicos utilizados De acordo com os procedimentos técnicos utilizados forma pela qual se obtêm dados necessários ao estudo forma pela qual se obtêm dados necessários ao estudo a) pesquisa de fontes de papel: a.1) pesquisa bibliográfica – utiliza-se de fontes secundárias (livros de leitura corrente, dicionários, enciclopédias, jornais, revistas, websites, anais de congressos etc.,). a.2) pesquisa documental – baseia-se em documentos primários, originais. (dados estatísticos, documentos históricos, documentos conservado de órgãos públicos etc.)

57 b) pesquisa de campo: Baseia-se na observação dos fatos da forma como ocorre na realidade. Baseia-se na observação dos fatos da forma como ocorre na realidade. A coleta de dados é feita em campo, no local da ocorrência dos fatos. A coleta de dados é feita em campo, no local da ocorrência dos fatos.

58 Procedimentos técnicos (variações) Procedimentos técnicos (variações) Ex post facto – significa a partir de depois do fato – o fato/fenômeno/processo já aconteceu sem o controle do pesquisador. Tenta explicar ou entender o fato ou fenômeno já ocorrido. Ex post facto – significa a partir de depois do fato – o fato/fenômeno/processo já aconteceu sem o controle do pesquisador. Tenta explicar ou entender o fato ou fenômeno já ocorrido. Pesquisa-ação – ocorre quando há um interesse coletivo na resolução de um problema ou suprimento de uma necessidade. Há um envolvimento no trabalho de pesquisa de modo participativo ou cooperativo, tanto pelos pesquisadores como dos participantes Pesquisa-ação – ocorre quando há um interesse coletivo na resolução de um problema ou suprimento de uma necessidade. Há um envolvimento no trabalho de pesquisa de modo participativo ou cooperativo, tanto pelos pesquisadores como dos participantes Estudo de caso – consiste em selecionar um objeto de pesquisa restrito, tendo como objetivo aprofundar os aspectos característicos. Estudo de caso – consiste em selecionar um objeto de pesquisa restrito, tendo como objetivo aprofundar os aspectos característicos.

59 De acordo com as fontes de dados / objeto De acordo com as fontes de dados / objeto a)pesquisa de campo recolhe os dados in natura, da forma como o percebido pelo pesquisador. recolhe os dados in natura, da forma como o percebido pelo pesquisador. (observação direta, levantamento ou estudo de caso) (observação direta, levantamento ou estudo de caso)

60 b ) pesquisa de laboratório quando os mecanismos naturais de observação mostram insuficientes em alcance e acuidade. quando os mecanismos naturais de observação mostram insuficientes em alcance e acuidade. (pesquisador provoca, produz e reproduz fenômenos em condições de controle no laboratório). (pesquisador provoca, produz e reproduz fenômenos em condições de controle no laboratório).

61 PROJETO DE PESQUISA Qualquer que seja o modelo adotado, o projeto de pesquisa deve responder a: o que pesquisar? por que pesquisar? por que pesquisar? para que pesquisar? para que pesquisar? como pesquisar? como pesquisar? quando pesquisar? quando pesquisar? com que recursos? com que recursos? pesquisado por quem? pesquisado por quem?

62 PROJETO DE PESQUISA IntroduçãoIntrodução Justificativa Justificativa Delimitação do problema Delimitação do problema Revisão de literatura Revisão de literatura Objetivos Objetivos Procedimentos metodológicosProcedimentos metodológicos Definição do tipo de pesquisa Definição do tipo de pesquisa Definição das perguntas da pesquisa Definição das perguntas da pesquisa Método da coleta dos dados Método da coleta dos dados Análise dos resultados Análise dos resultados Limitação da pesquisa Limitação da pesquisa Cronograma de execução e orçamentoCronograma de execução e orçamento ReferênciasReferências

63 REFERÊNCIAS ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Apresentação de trabalhos acadêmicos. Rio de Janeiro, BARROS, Aidil de Jesus Paes de & LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 10ª ed. Petrópolis-RJ, Vozes, BEUREN, I.M. at al. Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: teoria e prática. Atlas, CANONICE, Bruhmer C. F.; PREVIDELLI, J.J. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos, monografias, TCCs, trabalhos de estágio, projetos de iniciação científica. Maringá: Unicorpore, CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto. Metodologia Científica. São Paulo Pearson Prentice Hall, GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3 ed. São Paulo: Atlas, KOCHE, J.C. Fundamentos de Metodologia científica; teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 20 ed. Petrópolis: Vozes, LUCKESI, C. et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. São Paulo: Cortez, LUNA, S. V. Planejamento de pesquisa: uma introdução: elementos para uma análise metodológica. São Paulo: Educ, MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed., 3 reimpressão. São Paulo: Atlas, OLIVEIRA, A.B. da Silva et.al.Métodos e técnicas de pesquisa em contabilidade. São Paulo: Saraiva, RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4 ed. São Paulo: Atlas, SILVA, Antonio Carlos Ribeiro de. Metodologia da pesquisa aplicada à contabilidade: orientação de estudos, projetos relatórios, monografias, dissertações, teses. São Paulo: Atlas, 2003.


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