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SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA MBA – SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES U NIVERSIDADE F EDERAL F LUMINENSE.

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1 SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA MBA – SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES U NIVERSIDADE F EDERAL F LUMINENSE

2 LUIZ FERNANDO TABOADA ENGENHEIRO ELETRÔNICO PELA UFRJ. ESPECIALISTA NAS ÁREAS DE REGULAMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS E SERVIÇOS. TRABALHOU NA CETEL, TELERJ E EMBRATEL, OCUPANDO DIVERSOS CARGOS GERENCIAIS E EXECUTIVOS. PROFESSOR E COORDENADOR DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES DA UFF COM PÓS-GRADUAÇÃO EM FORMAÇÃO HOLÍSTICA DE BASE PELA UNIPAZ. COORDENADOR DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA UFF, MBA – SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES, ESPECIALIZAÇÃO EM COMUNICAÇÕES MÓVEIS E MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO & NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA. DOUTORANDO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS PELA UNIVERSIDADE NACIONAL DE LA MATANZA (ARGENTINA). C ONTATOS : TABOADA. TERRA. COM. BR T ELEFONES : SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA Currículo

3 Agenda 1.PARTE I - CONVERGÊNCIA 2.PARTE II - CADEIA DE VALOR DA TV ABERTA ANALÓGICA 3.PARTE III - CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE 4.PARTE IV - NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA 5.PARTE V - CONVERGÊNCIA - COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO 6.PARTE VI - TV DIGITAL MÓVEL E PORTÁTIL 7.PARTE VII - TV MÓVEL PAGA SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA

4 CONVERGÊNCIA T ECNOLÓGICA Definição CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA É UM TERMO UTILIZADO PARA DESIGNAR A TENDÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DE UMA ÚNICA INFRA-ESTRUTURA DE TECNOLOGIA PARA PROVER SERVIÇOS QUE, ANTERIORMENTE, REQUERIAM EQUIPAMENTOS, CANAIS DE COMUNICAÇÃO, PROTOCOLOS E PADRÕES INDEPENDENTES.

5 CONVERGÊNCIA Definições É UM CONCEITO QUE INTEGRA TECNOLOGIAS DE: TELECOMUNICAÇÕES. COMPUTAÇÃO, INCLUINDO INTERNET. CAPTURA E DIFUSÃO DE INFORMAÇÕES. FORNECENDO AO USUÁRIO INFORMAÇÕES E APLICAÇÕES: EM QUALQUER LUGAR. DE QUALQUER REDE DE COMPUTADORES. POR QUALQUER CANAL DE COMUNICAÇÃO, OU SEJA, UBIQÜIDADE.

6 CONVERGÊNCIA Definições O PRINCIPAL INTUITO DA CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA É FORNECER AO USUÁRIO ACESSO A SUAS INFORMAÇÕES E APLICAÇÕES EM QUALQUER LUGAR, DE QUALQUER REDE, POR QUALQUER CANAL DE COMUNICAÇÃO, ATRAVÉS DE UMA INTERFACE HOMEM MÁQUINA COERENTE (ÚNICA), COM QUALIDADE ADEQUADA E DE FORMA TRANSPARENTE, OU SEJA, TUDO QUE A SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO ATUAL NECESSITA. A CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA ALIA AS MAIS AVANÇADAS TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS DISTRIBUÍDOS COM SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES. O RESULTADO É A INTEGRAÇÃO DE VÍDEO, DADOS, VOZ, IMAGEM DE FORMA ÚNICA E TRANSPARENTE AO USUÁRIO.

7 CONVERGÊNCIA Definições ESTE CONCEITO EXIGE CAPACIDADE DE: MOBILIDADE. PORTABILIDADE DE APLICAÇÕES. PORTABILIDADE DE CONTEÚDO. INTERCONECTIVIDADE. INTEROPERABILIDADE ENTRE PLATAFORMAS. INTEROPERABILIDADE ENTRE OPERADORES.

8 CONVERGÊNCIA Definições QUALQUER APLICAÇÃO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO QUE SE POSSA IMAGINAR, COMO POR EXEMPLO: TV DIGITAL, INTERNET MÓVEL, VÍDEO CONFERÊNCIA, TELEFONIA FIXA OU MÓVEL, DIFUSÃO INTERATIVA DE CONTEÚDO, ETC, OU SEJA, TECNOLOGIAS QUE ENVOLVAM SETORES DE TELECOMUNICAÇÕES, MEIOS DE COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO CONSTITUEM ELEMENTOS QUE SUPORTAM A CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA.

9 CONVERGÊNCIA Definições CONVERGÊNCIA DE REDES: UMA MESMA REDE SUPORTA SERVIÇOS DISTINTOS. COMO POR EXEMPLO: REDE DE VOZ E DADOS. CONVERGÊNCIA DE SERVIÇOS: UM MESMO SERVIÇO ADAPTA-SE A DIFERENTES MEIOS. COMO POR EXEMPLO: TELEFONIA FIXA, CELULAR, TV A CABO E INTERNET. CONVERGÊNCIA DE TERMINAIS: UM MESMO TERMINAL FORNECENDO ACESSO A DISTINTAS REDES E SERVIÇOS. COMO POR EXEMPLO: PC E TERMINAL MÓVEL.

10 TELEVISÃO Trajetória

11 TELEVISÃO Trajetória

12 TELEVISÃO Trajetória

13 TELEVISÃO Trajetória

14 TELEVISÃO Trajetória

15 TELEVISÃO Trajetória

16 TELEVISÃO Trajetória

17 Agenda 1.PARTE I - CONVERGÊNCIA 2.PARTE II - CADEIA DE VALOR DA TV ABERTA ANALÓGICA 3.PARTE III - CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE 4.PARTE IV - NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA 5.PARTE V - CONVERGÊNCIA - COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO 6.PARTE VI - TV DIGITAL MÓVEL E PORTÁTIL 7.PARTE VII - TV MÓVEL PAGA SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA

18 TV A NALÓGICA Definição É A MANEIRA COMO SÃO CHAMADOS OS CANAIS DE TV GRATUITOS DISPONIBILIZADOS AO PÚBLICO EM GERAL. RECEBERAM ESTA DENOMINAÇÃO DEPOIS DA CHEGADA DA TV POR ASSINATURA. NO BRASIL, OS CANAIS ABERTOS SÃO AUTORIZADOS A OPERAR PELO GOVERNO FEDERAL QUE OUTORGA AS CONCESSÕES DE TELEVISÃO ABERTA. CADEIA DE VALOR NA TV ANALÓGICA

19 Entidades CADEIA DE VALOR NA TV ANALÓGICA

20 Cadeia de Valor PRODUÇÃO DE CONTEÚDO PROGRAMAÇÃO DISTRIBUIÇÃO E ENTREGA CONSUMO CADEIA DE VALOR NA TV ANALÓGICA

21 TV ABERTA ANALÓGICA Produção NA FASE DE PRODUÇÃO DO CONTEÚDO OCORRE A TRANSFORMAÇÃO DE UMA IDÉIA EM UM PRODUTO AUDIOVISUAL A SER TRATADO PELO PRÓXIMO COMPONENTE DA CADEIA DE VALOR. ESSA FASE É CONSTITUÍDA PELAS ETAPAS DE CONCEPÇÃO (CRIAÇÃO) DE PRODUÇÃO PROPRIAMENTE DITA E DE FINALIZAÇÃO (PROCESSAMENTO) DE CONTEÚDOS PARA A TELEVISÃO. DENTRO DE CADA UMA DESSAS ETAPAS, É POSSÍVEL RELACIONAR DIVERSOS PAPÉIS, COMO POR EXEMPLO, ROTEIRISTAS, DIRETORES E ARTISTAS.

22 TV ABERTA ANALÓGICA Programação A FASE DE PROGRAMAÇÃO DEFINE UM DOS PAPÉIS DE MAIOR DESTAQUE NA CADEIA DE VALOR, O DA PROGRAMADORA DE TELEVISÃO. SUA IMPORTÂNCIA RESIDE NO FATO DE QUE ELA SE ENCARREGA DA ORGANIZAÇÃO DA GRADE DE PROGRAMAÇÃO, DISTRIBUINDO OS PROGRAMAS E AS INSERÇÕES DE ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS. CABE DESTACAR QUE A PUBLICIDADE É A PRINCIPAL FONTE DE RECEITA NESSE MERCADO, QUE É FUNÇÃO DO NÍVEL DE AUDIÊNCIA POR REGIÃO E POR HORÁRIO. NESSA FASE OCORREM AS ETAPAS DE ARMAZENAMENTO DO CONTEÚDO E DA ORGANIZAÇÃO DA GRADE DE PROGRAMAÇÃO.

23 TV ABERTA ANALÓGICA Distribuição, Entrega e Consumo A PRÓXIMA FASE ABRANGE AS ETAPAS DE DISTRIBUIÇÃO DA PROGRAMAÇÃO ENTRE AS RADIODIFUSORAS QUE INTEGRAM A MESMA REDE E A RADIODIFUSÃO DOS CONTEÚDOS PARA O CONSUMO DOS USUÁRIOS, SENDO QUE A FRUIÇÃO DO CONTEÚDO PODE SE DAR NO MESMO MOMENTO DA RECEPÇÃO OU POSTERIORMENTE, EM FUNÇÃO DA POSSIBILIDADE DO USUÁRIO ARMAZENAR ESSE CONTEÚDO. A CAPILARIDADE OBTIDA PELA FASE DE ENTREGA (RADIODIFUSÃO) AGREGA VALOR SIGNIFICATIVO À CADEIA, UMA VEZ QUE AS REDES DE TELEVISÃO ALMEJAM ATINGIR PARCELAS SIGNIFICATIVAS DA POPULAÇÃO BRASILEIRA.

24 TV ABERTA ANALÓGICA Etapas e Papéis na Cadeia de Valor PAPAPAPA CRIAÇÃO PRODUÇÃO PROCESSAMEN TO ARMAZENA MENTO ORGANIZAÇÃO DISTRIBUIÇÃOENTREGARECEPÇÃOFRUIÇÃO Programadora Usuários ESTÚDIOS SERVIDORES DE CONTEÚDO TRANSMISSÃORECEPÇÃO (TV) Produtora de Conteúdo PRODUÇÃO DE CONTEÚDO Prestadora Telecom Repetidora Geradora Geradora Local Retrans- missora Distribuidora Radiodifusora PROGRAMAÇÃOCONSUMODISTR. E ENTREGA FABRICANTES DE EQUIPAMENTOS

25 TV ABERTA ANALÓGICA Comentários OBSERVA-SE QUE A CADEIA DE VALOR DO MERCADO DE TELEVISÃO ABERTA NO BRASIL É BASTANTE VERTICALIZADA, OU SEJA, OS PARTICIPANTES QUE FORMAM AS REDES DE TELEVISÃO CONCENTRAM VÁRIOS DOS PAPÉIS DA CADEIA DENTRO DE SUAS ORGANIZAÇÕES, PARTICIPANDO DAS VÁRIAS ETAPAS. DESSA FORMA, UMA REDE DE TELEVISÃO ENGLOBA UM NÚCLEO DE ATIVIDADES QUE SE ENCARREGA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDO, OUTRO QUE DECIDE A GRADE DE PROGRAMAÇÃO E AS RADIODIFUSORAS (GERADORAS, GERADORAS LOCAIS E RETRANSMIS-SORAS), RESPONSÁVEIS PELA DIFUSÃO E ENTREGA DO CONTEÚDO. OS PAPÉIS NÃO DESEMPENHADOS PELAS REDES NACIONAIS DE TELEVISÃO DIZEM RESPEITO ÀS ATIVIDADES DA FASE DE CONSUMO E DA DISTRIBUIÇÃO DE CONTEÚDO PARA AS RADIODIFUSORAS.

26 TV ABERTA ANALÓGICA Comentários A DISTRIBUIÇÃO PODE SER REALIZADA PELA REDE DE TELEVISÃO, POR MEIO DE REPETIDORAS OU DE UMA PRESTADORA DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES (PARA TRANSMISSÕES VIA SATÉLITE, CABO ÓTICO OU METÁLICO, OU AINDA VIA RADIO-ENLACE). A PRODUÇÃO DE CONTEÚDO PODE TAMBÉM SER TERCEIRIZADA, OU SEJA, A REDE DE TELEVISÃO PERMANECE COMO A RESPONSÁVEL PELA CONCEPÇÃO DO CONTEÚDO E UMA PRODUTORA INDEPENDENTE EXECUTA A PRODUÇÃO PROPRIAMENTE DITA. EXISTE TAMBÉM A AQUISIÇÃO DE CONTEÚDOS ACABADOS QUE PODEM SER OBTIDOS TANTO DE UMA PRODUTORA NACIONAL INDEPENDENTE DA REDE DE TELEVISÃO QUANTO DE UMA PRODUTORA INTERNACIONAL.

27 TV ABERTA ANALÓGICA Receita Publicitária AINDA NA FASE DE GERAÇÃO DE CONTEÚDO, EXISTE A PRODUÇÃO DE COMERCIAIS DE TELEVISÃO, NORMALMENTE REALIZADA PELAS AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE, EM FUNÇÃO DE DEMANDAS DOS ANUNCIANTES POR PLANOS DE COMUNICAÇÃO. NA FASE DE PROGRAMAÇÃO, A PROGRAMADORA REALIZA AS ATIVIDADES REFERENTE ÀS ETAPAS DE ARMAZENAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA GRADE DE PROGRAMAÇÃO. NA ORGANIZAÇÃO OCORRE A INSERÇÃO DOS COMERCIAIS, PRINCIPAL FONTE DE RECEITAS DAS REDES DE TELEVISÃO ABERTAS COMERCIAIS. O CONSUMO FINAL É FEITO NO AMBIENTE DO USUÁRIO POR MEIO DE RECEPTORES DE TV QUE PODERÃO PERMITIR OU NÃO O ARMAZENAMENTO DO CONTEÚDO PARA FRUÍ-LO EM QUALQUER MOMENTO APÓS A RADIODIFUSÃO.

28 Fluxo de Receitas TV ABERTA ANALÓGICA Produtora de Conteúdo Programadora Geradora Geradora Local Retransm. Própria Retransm. Independ. Prestadora de Telecom Anunciante Agência de Publicidade Fabricantes Governo Autores U suário Compra de Equipamentos Compra de Aparelho Compra de Equipamentos Subsídios Retorno ao Anúncio Demanda de Produção Publicitária Demanda de Campanha Publicitária Compra de Programação Veiculação de Publicidade na Grade de Programação Pagamento de Direitos Autorais Repasse de Verbas Demanda por Produção de Conteúdo ATIVIDADADES VERTICALIZADAS Contratação de Transmissão Veiculação de Publicidade na Grade de Programação Compra de Equipamentos Dotação de Orçamento

29 Outras Questões LEVANTAMENTO DA AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA (ANCINE) CONSTATOU QUE 24,1% DA PROGRAMAÇÃO DAS TVS ABERTAS NO BRASIL EM 2009 ESTAVAM DESTINADOS A TELEVENDAS E RELIGIÃO. A CNT, POR EXEMPLO, RESPONDE SOZINHA POR 29,4% DOS PROGRAMAS QUE TRATAM DESSES TEMAS EM TODA A TV ABERTA. NA SUA GRADE, O PESO SUPERA OS 50%. HÁ UMA SÉRIE DE IRREGULARIDADES NA PROGRAMAÇÃO. A LEGISLAÇÃO DETERMINA QUE O LIMITE MÁXIMO DE PUBLICIDADE É DE 25% DA PROGRAMAÇÃO. ENTENDEMOS QUE TELEVENDAS É PUBLICIDADE COMERCIAL. FERE A LEGISLAÇÃO - AFIRMOU JOÃO BRANT, MEMBRO DA COORDENAÇÃO EXECUTIVA DA INTERVOZES, ONG QUE DEFENDE O DIREITO À COMUNICAÇÃO, FORMADA POR JORNALISTAS, RADIALISTAS E PROFISSIONAIS DE COMUNICAÇÃO. TV ABERTA ANALÓGICA

30 Outras Questões OUTRO PROBLEMA, SEGUNDO BRANT, É O ARRENDAMENTO DOS ESPAÇOS. APESAR DE RECONHECER QUE NÃO HÁ UMA PROIBIÇÃO EXPLÍCITA PARA ESSE TIPO DE NEGÓCIO NAS TVS ABERTAS, QUE SÃO CONCESSÕES DO GOVERNO, ELE ACREDITA QUE HÁ SUSTENTAÇÃO JURÍDICA NESSE SENTIDO. ESSE ARRENDAMENTO É O MESMO QUE ALUGAR UM ESPAÇO PÚBLICO PARA PUBLICIDADE COMERCIAL. HÁ UMA CERTA VISTA GROSSA DO MINICOM QUE DEVERIA FISCALIZAR ESSES LIMITES. SEGUNDO O MINISTÉRIO, "COMO REGRA GERAL, NÃO HÁ, NA LEGISLAÇÃO, VEDAÇÃO EXPRESSA" AO ARRENDAMENTO. EM NOTA, O MINISTÉRIO INFORMA QUE ESTÃO "EM ANÁLISE NA CÂMARA FEDERAL PROJETOS DE LEI PARA REGULAMENTAÇÃO DO ASSUNTO. TV ABERTA ANALÓGICA

31 Agenda 1.PARTE I - CONVERGÊNCIA 2.PARTE II - CADEIA DE VALOR DA TV ABERTA ANALÓGICA 3.PARTE III - CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE 4.PARTE IV - NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA 5.PARTE V - CONVERGÊNCIA - COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO 6.PARTE VI - TV DIGITAL MÓVEL E PORTÁTIL 7.PARTE VII - TV MÓVEL PAGA SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA

32 Pesquisas Preliminares PERFIL DAS EMPRESAS E ORGANIZAÇÕES PESQUISADAS. CARACTERÍSTICAS DA CADEIA DE VALOR NA QUAL SE INSEREM. INTERAÇÕES COM OUTROS SEGMENTOS, CLIENTES, FORNECEDORES E PARCEIROS. PERCEPÇÕES GERAIS SOBRE A TV DIGITAL. AVALIAÇÃO DO IMPACTO DA INTRODUÇÃO DA NOVA TECNOLOGIA. AVALIAÇÃO DAS OPÇÕES DE SISTEMAS DE TV DIGITAL, SUAS CARACTERÍSTICAS E IMPLICAÇÕES. FORMA DE PREPARAÇÃO DOS DIVERSOS SEGMENTOS PARA O PROCESSO DE TRANSIÇÃO DA TV ANALÓGICA PARA A TV DIGITAL. AVALIAÇÃO DE ASPECTOS ESPECÍFICOS COMO ALTA DEFINIÇÃO, MULTIPROGRAMAÇÃO, MOBILIDADE E INTERATIVIDADE. COMPARAÇÃO ENTRE ALTA DEFINIÇÃO E DEFINIÇÃO PADRÃO. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

33 Cadeia de Valor COM A INTRODUÇÃO DO SBTVD-T É POSSÍVEL QUE OCORRAM MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS NA FORMA DE ATUAÇÃO DOS AGENTES PRESENTES NA CADEIA DE VALOR DO SETOR DE TELEVISÃO ABERTA. OS CENÁRIOS ELABORADOS VARIAM PELA INTENSIDADE DA INOVAÇÃO OBSERVADA NO SETOR DE TV, A PARTIR DE SUA DIGITALIZAÇÃO, PELO GRAU DE DISSONÂNCIA COM A LEGISLAÇÃO VIGENTE, BEM COMO PELO IMPACTO DAS FUNCIONALIDADES INTRODUZIDAS NOS MODELOS DE NEGÓCIO DOS AGENTES ENVOLVIDOS. OS PRINCIPAIS CENÁRIOS SERÃO DESCRITOS A SEGUIR EM LINHAS GERAIS COM SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

34 Cenário Incremental CENÁRIO EM QUE NÃO HÁ RUPTURA NA CADEIA ATUAL, CARACTERIZANDO-SE APENAS COMO NOVO PANORAMA PARA A INTRODUÇÃO DE UMA EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA. SUPORTA INTERATIVIDADE LOCAL E ALTA DEFINIÇÃO EM AMBIENTE DE MONOPROGRAMAÇÃO. A ADOÇÃO DE ALTA DEFINIÇÃO É PRATICAMENTE CERTA NESTE CENÁRIO, UMA VEZ QUE O CONTRÁRIO IMPLICA EM DESPERDÍCIO EM ESPECTRO, DECORRENTE DO USO DA MONOPROGRAMAÇÃO EM DEFINIÇÃO PADRÃO. A MOBILIDADE/PORTABILIDADE É PREVISTA, PORÉM SEM A POSSIBILIDADE DE APRESENTAR PROGRAMAÇÃO DIFERENCIADA. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

35 Cenário Diferenciação CENÁRIO EM QUE OCORRE ALGUMA RUPTURA DA CADEIA DE VALOR ATUAL AO PERMITIR A EXPLORAÇÃO DA MULTIPROGRAMAÇÃO EM RADIODIFUSÃO E, PORTANTO, REFERENTE À MESMA EMISSORA. A ÊNFASE DESTE CENÁRIO ESTÁ NA FLEXIBILIDADE CONCEDIDA À EMISSORA DE PONDERAR EM RELAÇÃO AO SERVIÇO DE ALTA DEFINIÇÃO OU DA MULTIPROGRAMAÇÃO EM DEFINIÇÃO PADRÃO. ALÉM DO QUE ESTE CENÁRIO SUPORTA A INTERATIVIDADE LOCAL, COM CANAL DE RETORNO E A MOBILIDADE/INTERATIVIDADE COM POSSIBILIDADE DE PROGRAMAÇÃO DIFERENCIADA GRAÇAS À MULTIPROGRAMAÇÃO. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

36 Cenário Convergência CENÁRIO EM QUE OCORRE UMA RUPTURA SIGNIFICATIVA NA CADEIA DE VALOR ATUAL. SUPORTA INTERATIVIDADE LOCAL, COM CANAL DE RETORNO, ALÉM DE OFERECER DIFERENTES SERVIÇOS E CONSEQUENTEMENTE OPORTUNIDADES PARA DIFERENTES PROVEDORES, BASEADOS EM INTERATIVIDADE, MOBILIDADE, PORTABILIDADE E MULTIPROGRAMAÇÃO CARACTERIZANDO UM AMBIENTE MULTISSERVIÇOS. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

37 Características dos Cenários CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE CARACTERÍSTICAS CENÁRIO INCREMENTALDIFERENCIAÇÃOCONVERGÊNCIA Formato de tela 16:9 Alta definição Interatividade Local Intermitente Permanente Mobilidade/Portabilidade Monoprogramação Multiprogramação Multisserviço Característica existente Característica possível Não se aplica

38 A NÁLISE Cenário Incremental NESTE CENÁRIO A PERSPECTIVA PREDOMINANTE É DE UMA MIGRAÇÃO CONSERVADORA PARA A TV DIGITAL, COM BUSCA POR MELHORIAS INCREMENTAIS EM RELAÇÃO AO MODELO EXISTENTE. O ASPECTO CENTRAL DO CENÁRIO É A POSSIBILIDADE DE INTRODUZIR ALGUMAS FACILIDADES NO SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO DE MODO A TORNÁ-LO MAIS ATRAENTE, SEM, CONTUDO, RECORRER A MUDANÇAS DE GRANDES PROPORÇÕES NA FORMA DE OFERECER PROGRAMAÇÃO TELEVISIVA AO USUÁRIO. ESTÃO INCLUSAS NA DEFINIÇÃO ANTERIOR O FORMATO (16:9), A ALTA DEFINIÇÃO, A INTERATIVIDADE LOCAL E A MOBILIDADE/PORTABILIDADE. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

39 A NÁLISE Cenário Incremental SE POR UM LADO OS RECURSOS CITADOS ANTERIORMENTE FAVORECEM OS SEGMENTOS DAS EMISSORAS E PROGRAMADORAS ATUAIS, PODENDO ESTIMULAR INCLUSIVE A AUDIÊNCIA, A AUSÊNCIA DA MULTIPROGRAMAÇÃO NÃO FAVORECE A ENTRADA DE NOVAS EMISSORAS. DOS TRÊS PRINCIPAIS SEGMENTOS DA CADEIA DE VALOR DO SETOR DE TV, AS PRODUTORAS INDEPENDENTES DE CONTEÚDO SERÃO AS MENOS FAVORECIDAS NESTE CENÁRIO. A MONOPROGRAMAÇÃO DEVERÁ ABRIR POUCAS OPORTUNIDADES E, POSSIVELMENTE, SERÁ MANTIDA A TENDÊNCIA DE VERTICALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO PELAS EMISSORAS, INCLUSIVE QUANTO À PRODUÇÃO DO METACONTEÚDO (DADOS INSERIDOS NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DE BASES DE DADOS POR MEIO DE TECNOLOGIAS – EX: HTML, XHTML). CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

40 A NÁLISE Cenário Incremental O SETOR INDUSTRIAL DEVE SER BENEFICIADO NESTE CENÁRIO, DADA A NECESSIDADE DAS EMISSORAS E USUÁRIOS DE SUBSTITUIR SEUS EQUIPAMENTOS ANALÓGICOS DE PRODUÇÃO, TRANSMISSÃO E RECEPÇÃO. CONTUDO, O POTENCIAL DE RECEITAS SERÁ MAIS REDUZIDO NESTE CENÁRIO COMPARATIVAMENTE COM OS DEMAIS PELO MENOR NÚMERO DE EMISSORAS ENTRANTES. DESSA FORMA AS RECEITAS DEPENDERÃO FUNDAMENTALMENTE DE DOIS ASPECTOS: VELOCIDADE DE MIGRAÇÃO DAS EMISSORAS E DEMANDA DO CONSUMIDOR. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

41 A NÁLISE Cenário Diferenciação NESTE CENÁRIO A PLATAFORMA DE TV DIGITAL SE VOLTARÁ PARA A PROCURA, POR PARTE DE CADA EMISSORA, DO MELHOR PONTO DE EQUILÍBRIO (CUSTOS- AUDIÊNCIA) ENTRE A OFERTA DA MONOPROGRAMAÇÃO EM ALTA DEFINIÇÃO E DA MULTIPROGRAMAÇÃO EM DEFINIÇÃO PADRÃO. AS EMISSORAS PODERÃO DESENVOLVER DIFERENTES ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS, TRANSMITINDO APENAS ALTA DEFINIÇÃO OU APENAS MULTIPROGRAMAÇÃO, OU UTILIZAR ORA UMA ORA OUTRA. A ALTA DEFINIÇÃO, O FORMATO 16:9 E A INTERATIVIDADE LOCAL PODERÃO SER ESSENCIALMENTE SIMILARES AO CENÁRIO INCREMENTAL. COM A PRESENÇA DA INTERATIVIDADE COM CANAL DE RETORNO É POSSÍVEL QUE SEJAM EXPLORADAS NOVAS APLICAÇÕES ENVOLVENDO A RESPOSTA DO USUÁRIO. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

42 A NÁLISE Cenário Diferenciação A MOBILIDADE/PORTABILIDADE ASSOCIADA À MULTIPROGRAMAÇÃO PODERÁ PROPORCIONAR BENEFÍCIOS A UM NOVO MERCADO BASEADO EM TERMINAIS MÓVEIS, JÁ QUE PODERÃO SER CRIADOS PROGRAMAS ESPECÍFICOS PARA ESSE AMBIENTE E SEUS USUÁRIOS. MESMO COM A TRANSMISSÃO PARA RECEPTORES FIXOS OCORRENDO EM ALTA DEFINIÇÃO, AINDA SERÁ POSSÍVEL A TRANSMISSÃO SIMULTÂNEA DE UMA PROGRAMAÇÃO PARA O TERMINAL MÓVEL COM QUALIDADE APROPRIADA. COM ESTAS FUNCIONALIDADES É POSSÍVEL QUE AS EMISSORAS/ PROGRAMADORAS BUSQUEM A DIFERENCIAÇÃO DE PROGRAMAÇÃO, EM RELAÇÃO AOS CONCORRENTES COM MAIOR INTENSIDADE. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

43 A NÁLISE Cenário Diferenciação NESTE CENÁRIO CONSIDERA-SE QUE A TV DIGITAL TRARÁ NOVOS DESAFIOS PARA O MERCADO DE EMISSORAS/PROGRAMADORAS, PODENDO ALAVANCAR NOVOS NEGÓCIOS BASEADOS EM ALTA DEFINIÇÃO, MULTIPROGRAMAÇÃO E INTERATIVIDADE. NO CASO DA ADOÇÃO DA MULTIPROGRAMAÇÃO COMO ESTRATÉGIA PODE SER CITADO, A TÍTULO DE EXEMPLO, O CASO DA BBC QUE ALÉM DAS SUAS DUAS PROGRAMAÇÕES MAIS TRADICIONAIS CONHECIDAS COMO BBC ONE E BBC TWO, CRIOU PROGRAMAÇÕES ESPECÍFICAS PARA ATENDER AOS USUÁRIOS INTERESSADOS EM NOTÍCIAS, BBC NEWS 24 E AO PÚBLICO INFANTIL (CBEEBIES, PARA O PÚBLICO MENOR DO QUE 8 ANOS E CBBC PARA AS MAIORES DO QUE 8 ANOS). CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

44 A NÁLISE Cenário Diferenciação A EXPLORAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS CULTURAIS POR MEIO DA INTERATIVIDADE PODE TRAZER NOVAS OPORTUNIDADES PARA AS PROVEDORAS DE CONTEÚDO QUE SE ESPECIALIZAREM NESSA ÁREA. ALÉM DA INTERATIVIDADE, AS PRODUTORAS PODERÃO EXPLORAR CONTEÚDOS PARA TERMINAIS MÓVEIS, PRINCIPALMENTE NO CASO EM QUE AS EMISSORAS/PROGRAMADORAS DECIDAM DIFERENCIÁ-LOS DAQUELES PRODUZIDOS PARA O TERMINAL FIXO. NO CASO DO CONTEÚDO EM ALTA DEFINIÇÃO É POSSÍVEL QUE A PRODUÇÃO CONTINUE A SER VERTICALIZADA, O QUE DEVE DIMINUIR O ESPAÇO PARA PRODUÇÕES INDEPENDENTES E PARA MODELOS DE NEGÓCIOS BASEADOS EM LUCROS E RISCOS. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

45 A NÁLISE Cenário Diferenciação PARA OS FABRICANTES DE EQUIPAMENTOS A DIVERSIDADE DE SERVIÇOS IRÁ PROPORCIONAR A EXPLORAÇÃO DA DEMANDA POR TERMINAIS DE MAIOR VALOR AGREGADO. EMBORA A EXPLORAÇÃO DE ALTA DEFINIÇÃO POSSA PREDOMINAR, A INDÚSTRIA PODERÁ SE BENEFICIAR DA DIVERSIFICAÇÃO DE TERMINAIS, PRODUZINDO DESDE OS MAIS SIMPLES, PARA ATENDER A POPULAÇÃO DE MENOR PODER AQUISITIVO ATÉ APARELHOS MAIS SOFISTICADOS. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

46 A NÁLISE Cenário Convergência NESSE CENÁRIO A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PODE SER EXPERIMENTADA EM SUA TOTALIDADE POIS A PLATAFORMA DE RADIODIFUSÃO SE CONFUNDE COM AS REDES DE TELECOMUNICAÇÕES (FIXA E MÓVEL) E A INTERATIVIDADE SUPORTA OS NÍVEIS LOCAL, INTERMITENTE E PERMANENTE. COM A PERSPECTIVA DE SE UTILIZAR O RECEPTOR DE TV COMO TERMINAL BIDIRECIONAL, FIXO OU MÓVEL, INTERCONECTADO A DIFERENTES REDES É POSSÍVEL QUE HAJA UMA PROFUNDA MUDANÇA NA CADEIA DE VALOR DA TV COMO É CONHECIDA ATUALMENTE. SENDO ASSIM, OS SERVIÇOS DE TELEVISÃO BASEADOS NA MONOPROGRAMAÇÃO E MULTIPROGRAMAÇÃO E OUTROS SERVIÇOS CONVIVEM E EXPLORAM AS FUNCIONALIDADES DO FORMATO 16:9, DA ALTA DEFINIÇÃO, DA PORTABILIDADE, DA MOBILIDADE OU DA INTERATIVIDADE PARA ATENDER ÀS DEMANDAS DO USUÁRIO E AOS INTERESSES DOS AGENTES DA CADEIA DE VALOR. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

47 A NÁLISE Cenário Convergência COM A OFERTA DE MULTISSERVIÇO, A PERSPECTIVA DE SE UTILIZAR O RECEPTOR DE TV COMO TERMINAL BIDIRECIONAL E INTERCONECTADO A DIFERENTES REDES PERMITE EXPLORAR AO MÁXIMO A CAPACIDADE DE TRANSMISSÃO DA FAIXA DE RADIODIFUSÃO. NA MEDIDA EM QUE NOVOS SERVIÇOS POTENCIALIZAM NOVAS RECEITAS PARA A TV DIGITAL, OBTIDAS DIRETAMENTE DO USUÁRIO FINAL OU JUNTO A PROGRAMADORAS PELO COMPARTILHAMENTO DE INFRA- ESTRUTURA, ESSES SERVIÇOS PODERÃO TIRAR AUDIÊNCIA DA PROGRAMAÇÃO TRADICIONAL, COMPROMETENDO A PRINCIPAL FONTE DE CUSTEIO DE UMA EMISSORA / PROGRAMADORA ABERTA, OU SEJA, A RECEITA PUBLICITÁRIA. OUTRA FUNCIONALIDADE A SER EXPLORADA É A ALTA DEFINIÇÃO COM O OBJETIVO DE AUMENTAR A ATRATIVIDADE DO CONTEÚDO. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

48 A NÁLISE Cenário Convergência A OFERTA DE INTERATIVIDADE COM CANAL DE RETORNO VIABILIZARÁ A EXPLORAÇÃO DE NOVAS FORMAS DE RECEITAS PROVENIENTE DE NOVOS SERVIÇOS COMO POR EXEMPLO O COMÉRCIO ELETRÔNICO. COM A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA PLATAFORMA MULTISSERVIÇO, OU SEJA, NA BUSCA DA CONVERGÊNCIA DAS REDES DE TELECOMUNICAÇÕES ABRE-SE UMA JANELA DE OPORTUNIDADES ONDE CONTEÚDOS ESPECÍFICOS PARA TERMINAIS MÓVEIS, SEJA PELAS PEQUENAS DIMENSÕES DA TELA OU PELAS CONDIÇÕES DIFERENTES DE ATENÇÃO DO USUÁRIO PODEM SER TRANSMITIDOS SIMULTANEAMENTE À PROGRAMAÇÃO TRADICIONAL. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

49 A NÁLISE Cenário Convergência ESTE CENÁRIO APRESENTA GRANDE FLEXIBILIDADE E É FAVORÁVEL AO APARECIMENTO DE NOVOS ATORES MOTIVADOS A EXPLORAR AS POSSIBILIDADES DE GERAÇÃO DE NOVAS RECEITAS: NOVAS PROGRAMADORAS. PROVEDORES DE SERVIÇO ELETRÔNICO: PORTAIS, JOGOS, FERRAMENTAS DE BUSCA, VÍDEO SOB DEMANDA, COMÉRCIO ELETRÔNICO PELA TV. PROVEDORES DE CONTEÚDO INTERNET. PRODUTORES DE METACONTEÚDO. GESTORES DE CONTEÚDO DIGITAL. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

50 A NÁLISE Cenário Convergência ESTE CENÁRIO É FAVORÁVEL AOS FABRICANTES DE EQUIPAMENTOS QUE PODEM EXPLORAR UMA EXPANSÃO DAS VENDAS, NÃO SE CONCENTRANDO APENAS EM UMA SUBSTITUIÇÃO DE EQUIPAMENTOS ANALÓGICOS, MAS PRINCIPALMENTE A ABERTURA DE NOVOS MERCADOS. O SETOR MAIS FAVORECIDO DEVERÁ SER O DA ELETRÔNICA DE CONSUMO, DADA A DIVERSIDADE DE TERMINAIS (FIXOS, PORTÁTEIS E MÓVEIS) QUE PODEM SER OFERECIDOS AO USUÁRIO. COMO O CENÁRIO ENGLOBA A OPÇÃO MULTISSERVIÇO, DIFERENTEMENTE DOS ANTERIORES, O SETOR PODE SE BENEFICIAR DA UTILIZAÇÃO DE MODELOS DE NEGÓCIO DESCONHECIDOS PELA TELEVISÃO ABERTA, TAL COMO O SUBSÍDIO DE TERMINAIS PELOS PROVEDORES DE SERVIÇOS, UTILIZADO HOJE PELAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS MÓVEIS. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

51 Caracterização de uma nova Cadeia de Valor CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE PAPAPAPA CRIAÇÃO PRODUÇÃO PROCESSA MENTO ARMAZENA MENTO ORGANIZA ÇÃO DISTRIBUI ÇÃO ENTREGARECEPÇÃOFRUIÇÃO PRODUÇÃO DE CONTEÚDO PROGRAMAÇÃOCONSUMODISTR. E ENTREGA EMPACOTA MENTO ACESSO PROVEDOR INTERATIVI- DADE AGREGA- DORA PRODUTORA DE CONTEÚDO REPETIDORA USUÁRIOS PROGRAMADORA GERADORA LOCAL RETRANS- MISSORA PRESTADORA TELECOM PRESTADORA TELECOM PROVEDOR SVA ARMAZENA- DORA OPERADORA DE REDE ESTÚDIOS SERVIDORES DE CONTEÚDO TRANSMISSÃO RECEPÇÃO (TV e URD) FABRICANTES DE EQUIPAMENTOS

52 Fase de Produção de Conteúdo NA FASE DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO É PREVISTO O SURGIMENTO DE UM NOVO ATOR PARA O PAPEL DE PRODUTORA DE CONTEÚDO, VOLTADO PARA A PRODUÇÃO DE METACONTEÚDO E ATUANDO FORTEMENTE NO SEU CONTEÚDO. ESSE PROCESSAMENTO CONSISTE NA INCLUSÃO DE DESCRITORES VISUAIS DE TODAS AS IMAGENS DE VÍDEO DE UMA BASE DE VÍDEO, SENDO QUE ESSES DESCRITORES SE PRESTAM NA BUSCA E OBTENÇÃO E CONTEÚDO, AO SEU GERENCIAMENTO E ATÉ À NAVEGAÇÃO DO USUÁRIO POR DIFERENTES FONTES. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

53 Fase de Programação de Conteúdo PARA ESSA FASE VISLUMBRA-SE QUE PARTE DAS ATIVIDADES DESEMPENHADAS ATUALMENTE PELA PROGRAMADORA SEJA DESLOCADA PARA DOIS NOVOS PAPÉIS: O DE AGREGADORA E O DE ARMAZENADORA. A IDENTIFICAÇÃO DO PAPEL DA AGREGADORA DECORRE DA EXPECTATIVA DE QUE HÁ ESPAÇO PARA QUE NOVOS ATORES EXPLOREM NOVAS FORMAS DE ACRESCENTAR VALOR AO CONTEÚDO, A PARTIR DO EMPACOTAMENTO DE DIFERENTES CONTEÚDOS OU SERVIÇOS COMPORTANDO- SE COMO PROVEDORES DE SERVIÇOS ELETRÔNICOS (PORTAIS, COMÉRCIO ELETRÔNICO PELA TV, FERRAMENTAS DE BUSCA). A PREVISÃO É DE QUE A POSSIBILIDADE DE ESCOLHER ENTRE DIVERSOS SERVIÇOS, NO CENÁRIO DE CONVERGÊNCIA, MODIFICARÁ RADICALMENTE A PERCEPÇÃO DE VALOR ATRIBUÍDO A CADA UMA DAS AGREGADORAS QUE DEVERÃO BUSCAR A MAXIMIZAÇÃO DA ATRATIVIDADE DE SUAS OPÇÕES. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

54 Fase de Programação de Conteúdo O SURGIMENTO DO SEGUNDO PAPEL DEVE OCORRER DEVIDO A ALGUMAS POSSIBILIDADES PREVISTAS PARA A TV DIGITAL COMO A BUSCA E RECUPERAÇÃO DE CONTEÚDOS ARMAZENADOS OU NAVEGAÇÃO NÃO LINEAR. COM ESSE TIPO DE NAVEGAÇÃO, O USUÁRIO PODERÁ VISUALIZAR AS VÁRIAS PROGRAMAÇÕES OU SERVIÇOS A PARTIR DE UMA INTERFACE GRÁFICA QUE O AUXILIARÁ ENTRE AS DIVERSAS OPÇÕES. DESSA FORMA, SERÁ POSSÍVEL TRANSPOR A PROGRAMAÇÃO LINEAR, ATUALMENTE FIXADA PELA TV ANALÓGICA, EM TEMPO REAL OU PREVIAMENTE AGENDADO, DEPENDENDO DA CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO DA URD. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

55 Fase de Distribuição e Entrega NA FASE DE DISTRIBUIÇÃO E ENTREGA SURGE UMA ETAPA ADICIONAL DE ACESSO QUE REPRESENTA A POSSIBILIDADE DE INDIVIDUALIZAR E IDENTIFICAR O USUÁRIO POR MEIO DE INTERATIVIDADE COM CANAL DE RETORNO, DE FORMA A PERMITIR O ATENDIMENTO DE SUAS SOLICITAÇÕES. A INTERATIVIDADE PROPORCIONADA POR MEIO DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PODERÁ TORNAR POSSÍVEL O SURGIMENTO DE NOVOS PAPÉIS PARA ESSA ETAPA, COMO POR EXEMPLO PROVEDORES DE INTERATIVIDADE OU DE SVA. ESSES NOVOS PAPÉIS SEGUEM UMA TENDÊNCIA DE ATIVIDADES E FUNÇÕES JÁ PRESENTES NO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES, SEM IMPLICAR EM FORTES IMPACTOS NA REGULAMENTAÇÃO VIGENTE. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

56 Novo Fluxo de Receitas CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE Produtora de Conteúdo Programadora Geradora Geradora Local Retransm. Própria Retransm. Independ. Prestadora de Telecom Anunciante Agência de Publicidade Fabricantes Autores Compra de Equipamentos Subsídios Demanda de Produção Publicitária Demanda de Campanha Publicitária Compra de Programação Veiculação de Publicidade na Grade de Programação Repasse de Verbas Compra de Equipamentos Gerenciador de Conteúdo Digital Contrat. de Transmissão Contratação de Canal de Retorno Contratação de Transmissão Demanda por Produção de Conteúdo Veiculação de Publicidade na Grade de Programação Governo Usuário Compra de Aparelho Retorno ao Anúncio Aquisição de conteúdo digital ou pagamento de direito de uso Dotação de Orçamento Contratação da Geradora Demanda por Produção Metaconteúdo Pagam. de Direitos Autorais Pagamento de Direitos Autorais

57 Transmissão em HD (High Definition), Full HD, 2K, 4K e 8K A DIVERSIDADE DE TRANSMISSÃO DE IMAGEM É MUITO GRANDE. HOJE TEMOS NO MERCADO AS TRANSMISSÕES EM HD (HIGH DEFINITION), FULL HD, 2K E 4K, QUE SÃO MAIS COMUNS NOS CINEMAS. PORÉM, MAIS RECENTEMENTE, MUITO TEM SE ESPECULADO SOBRE A TECNOLOGIA 8K, QUE PROMETE REVOLUCIONAR TUDO O QUE JÁ VIMOS QUANDO O ASSUNTO É QUALIDADE DE IMAGEM. A RESOLUÇÃO HD, DE 1280×720, É FACILMENTE ENCONTRADA EM CÂMERAS, FILMADORAS, SMARTPHONES, NOTEBOOKS E TELEVISÕES. UM POUCO MAIS A FRENTE, VEM O FULL HD, QUE TRABALHA COM A RESOLUÇÃO 1920×1080. ATÉ ENTÃO SÃO AS DUAS RESOLUÇÕES MAIS UTILIZADAS. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

58 Transmissão em HD (High Definition), Full HD CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

59 HDTV´ S ATUAIS E FUTURAS Transmissão em HD (High Definition), Full HD, 2K, 4K e 8K CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

60 Transmissão em HD (High Definition), Full HD, 2K, 4K e 8K A RESOLUÇÃO 2K É DE 2048 X 1080 E FOI INSTITUÍDA PELAS MAIORES EMPRESAS DE CINEMA DE HOLLYWOOD NO FINAL DOS ANOS 90. EM MEADOS DOS ANOS 2000 A TECNOLOGIA 2K JÁ ESTAVA EM AÇÃO NAS TELAS DE CINEMA DIGITAL. A TRANSMISSÃO 2K ESTÁ DISPONÍVEL EM POUCOS APARELHOS DE TELEVISÃO, POIS POUCAS EMISSORAS INVESTIRAM NESSA TÉCNICA. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

61 Transmissão em HD (High Definition), Full HD, 2K, 4K e 8K A TRANSMISSÃO 4K MUDA OS PARÂMETROS DE EXIBIÇÃO DE IMAGEM CLASSIFICANDO A RESOLUÇÃO EM 4096 X ISTO É, SUA QUALIDADE É QUATRO VEZES MAIOR QUE AS TVS FULL HD ATUAIS. EM 2007, A TECNOLOGIA 4K JÁ RODAVA EM SALAS DE CINEMA MUNDO AFORA, E ATUALMENTE ALGUMAS EMISSORAS INTERNACIONAIS JÁ DISPONIBILIZAM PROGRAMAÇÃO EM 4K. DENTRO DESSA CLASSIFICAÇÃO JÁ É POSSÍVEL TER ACESSO AO 4K ATRAVÉS DE SOFTWARES ESPECÍFICOS DISPONÍVEIS EM ALGUNS SITES. A SONY FOI A PRIMEIRA EMPRESA A LANÇAR OS MONITORES E TELEVISORES 4K, E NO ANO PASSADO LANÇOU CÂMERAS FILMADORAS JÁ EQUIPADAS COM ESSA TECNOLOGIA. ACREDITA-SE QUE DENTRO DE TRÊS OU QUATRO ANOS A 4K ESTARÁ DISPONÍVEL NO MERCADO. CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

62 TV 3D COM RESOLUÇÃO 4K Transmissão em HD (High Definition), Full HD, 2K, 4K e 8K CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

63 Transmissão em HD (High Definition), Full HD, 2K, 4K e 8K A TECNOLOGIA 8K OFERECE A RESOLUÇÃO 7680 X 4320 K E PROMETE REVOLUCIONAR TUDO O QUE CONHECEMOS SOBRE QUALIDADE DE IMAGEM. TAMBÉM CONHECIDA COMO UHDTV (ULTRA HIGH DEFINITION TELEVISION) ELA OFERECE 16 VEZES MAIS QUALIDADE DO QUE O RESTO DAS TRANSMISSÕES. CONTUDO, SÓ PODERÁ SER REALMENTE PERCEBIDA POR UMA TELA GRANDE. OU SEJA, NEM PENSAR USAR UMA TV DE TUBO PARA VER UMA IMAGEM DE 8K. O SEU LANÇAMENTO OFICIAL FOI FEITO PELA SHARP DURANTE A CES A EMPRESA JAPONESA DESENVOLVEU UMA TELA PROTÓTIPO DE 85 POLEGADAS PARA EXPOR AOS VISITANTES DA FEIRA, QUE SE MOSTRARAM ENTUSIASMADOS COM A QUALIDADE DE IMAGEM PROPORCIONADA PELA 8K CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

64 TV 85 POLEGADAS SHARP COM TECNOLOGIA 8 K Transmissão em HD (High Definition), Full HD, 2K, 4K e 8K CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE

65 Agenda 1.PARTE I - CONVERGÊNCIA 2.PARTE II - CADEIA DE VALOR DA TV ABERTA ANALÓGICA 3.PARTE III - CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE 4.PARTE IV - NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA 5.PARTE V - CONVERGÊNCIA - COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO 6.PARTE VI - TV DIGITAL MÓVEL E PORTÁTIL 7.PARTE VII - TV MÓVEL PAGA SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA

66 DEFINIÇÃO Cauda Longa A CAUDA LONGA REFERE-SE A PROPRIEDADES QUE UMA PARCELA MAIOR DA POPULAÇÃO RESIDE NA CAUDA DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADES DO QUE AS OBSERVADAS NO ÂMBITO DE UM "NORMAL" OU DISTRIBUIÇÃO DE GAUSS. O TERMO GANHOU POPULARIDADE NOS ÚLTIMOS TEMPOS COMO ESTRATÉGIA DE VAREJO DE VENDER UM GRANDE NÚMERO DE ITENS EXCLUSIVOS EM QUANTIDADES RELATIVAMENTE PEQUENAS - EM GERAL, ALÉM DE VENDER ITENS MENOS POPULARES EM GRANDES QUANTIDADES. A CAUDA LONGA FOI POPULARIZADA POR ANDERSON EM OUTUBRO DE 2004 COM ARTIGOS, ONDE ELE CITA A AMAZON.COM E A NETFLIX COMO EXEMPLOS DE EMPRESAS QUE APLICAM ESSA ESTRATÉGIA. ANDERSON ELABOROU O CONCEITO EM SEU LIVRO A CAUDA LONGA: POR QUE O FUTURO DOS NEGÓCIOS É VENDER MENOS DE MAIS. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

67 C ARACTERÍSTICAS Cauda Longa NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

68 R EGRAS E F ACILITADORES Cauda Longa REGRAS DISPONIBILIZE TUDO. AJUDE O CLIENTE A BUSCAR. FACILITADORES DEMOCRATIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS DE PRODUÇÃO. DEMOCRATIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS DE BUSCA E DE CONEXÃO ENTRE A OFERTA E A DEMANDA. DEMOCRATIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS DE DISTRIBUIÇÃO E ENTREGA. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

69 C ANAIS DE V ENDAS A PROPRIADOS Cauda Longa NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA Ponto de Vendas Físico Ponto de Vendas Híbrido Ponto de Vendas Virtual

70 Projeto Infinity COMCAST ANUNCIA (2008) O PROJETO INFINITO: ESTRATÉGIA DE ENTREGAR EXPONENCIALMENTE MAIS ESCOLHA DE CONTEÚDO NA TV. COMCAST VIABILIZA AOS CONSUMIDORES MAIS DE OPÇÕES EM HD E ANUNCIA NOVOS FILMES COM EM HD. A ESTRATÉGIA DO PROJETO INFINITO PLANEJA POSSIBILITAR A ENTREGA ON DEMAND DE: MAIS HD, MAIS ESPORTES, MAIS FILMES, MAIS PROGRAMAS INFANTIS, ETC. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

71 Novos Conceitos e Novos Hábitos PRECISAMOS COMPREENDER QUE A PRÓXIMA GERAÇÃO DE PESSOAS ACESSANDO NOTÍCIAS, INFORMAÇÕES E CONTEÚDO TERÁ UM CONJUNTO DE EXPECTATIVAS DIFERENTE SOBRE O QUE ELES ASSISTIRÃO, INCLUINDO COMO E QUANDO ELES ACESSARÃO AS INFORMAÇÕES E DE QUEM ELES A OBTERÃO. RUPERT MURDOCH NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

72 Novos Conceitos e Novos Hábitos CONTROLE O CONSUMIDOR QUER DECIDIR COMO, QUANDO E ONDE VAI ACESSAR O CONTEÚDO. INTERATIVIDADE O CONSUMIDOR DESEJA CADA VEZ MAIS PARTICIPAÇÃO. ELE QUER INTERAGIR, QUER PRODUZIR E COMPARTILHAR SEU CONTEÚDO, QUER CRIAR COMUNIDADES. VARIEDADE O CONSUMIDOR QUER VARIEDADE DE CONTEÚDO; AS EMPRESAS DEVEM FICAR ATENTAS AO SURGIMENTO DAS NANO-AUDIÊNCIAS, DA IMENSA POSSIBILIDADE QUE O ESPAÇO VIRTUALMENTE ILIMITADO DO MUNDO DIGITAL ABRE PARA A OFERTA E CONTEÚDO DE NICHO. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

73 Serviços over-the-top OVER-THE-TOP É A EXPRESSÃO UTILIZADA PARA SE REFERIR A UM SERVIÇO QUE USUFRUÍMOS SOBRE UMA REDE QUE NÃO É OFERTADA POR AQUELE OPERADOR DE REDE. É CHAMADO OVER-THE-TOP" PELO MOTIVO DESSES SERVIÇOS TRAFEGAREM NO TOPO DO SERVIÇO QUE JÁ POSSUÍMOS, E NÃO EXIGIR QUALQUER ENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA OU DE NEGÓCIO COM O NOSSO OPERADOR DE REDE. NESSE SENTIDO, O SKYPE PODE SER CONSIDERADO UM SERVIÇO OVER-THE-TOP PARA LIGAÇÕES TELEFÔNICAS LOCAIS, INTERURBANAS E INTERNACIONAIS. OBSERVAR QUE ESSAS LIGAÇÕES SÃO EFETUADAS ATRAVÉS DE LINHAS DE OUTRAS OPERADORAS. ASSIM SENDO, PODEMOS CHAMAR DE OVER-THE-TOP TELEPHONY. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

74 Serviços over-the-top MUITAS VEZES, EXISTEM SEMELHANÇAS ENTRE O SERVIÇO QUE O NOSSO OPERADOR DE REDE OFERECE E O SERVIÇO PRESTADO PELAS PROVEDORAS DE SERVIÇOS OVER-THE- TOP. OS SERVIÇOS OVER-THE-TOP PODERÃO DESEMPENHAR UM PAPEL BEM IMPORTANTE NA DISSEMINAÇÃO DE INTERNET TVS E DAS TVS CONECTADAS (BROADBAND TVS). ESTÁ CRESCENDO O USO DE TERMOS COMO OVER-THE- TOP TV, OVER-THE-TOP VIDEO E OVER-THE-TOP INTERNET VIDEO, ENTRE OUTROS. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

75 What I Want Where I Want It U M NOVO CONCEITO : DE BROADCASTING PARA BROADERCASTING. W HENEVER, WHEREVER, ALL MY TV PROGRAMS. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

76 TV Everywhere TV EVERYWHERE É UM SISTEMA DE AUTENTICAÇÃO PELO QUAL CERTOS CONTEÚDOS PREMIUM (PROGRAMAS DE TV, FILMES, ETC) ESTÃO DISPONÍVEIS ONLINE - MAS SÓ SE VOCÊ PODE PROVAR (OU "AUTENTICAR") QUE TEM UMA ASSINATURA DE UM OPERADOR MULTISSERVIÇOS (POR EXEMPLO, CABO, SATÉLITE, TELCO TV). AS COMPANHIAS DE CABO TÊM DITO REPETIDAMENTE QUE OS ASSINANTES NÃO SERÃO COBRADOS POR SERVIÇOS DE AUTENTICAÇÃO, COMO TV EVERYWHERE, CONTUDO, MUITAS COMPANHIAS DE CABO TAMBÉM SÃO PROVEDORES DE INTERNET. COMCAST E TIME WARNER ANUNCIARAM A TV EVERYWHERE DURANTE UMA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA EM 2008, MOSTRANDO QUE ELES ESTAVAM TRABALHANDO EM UM CONJUNTO DE "PRINCÍPIOS GERAIS. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

77 TV Broadband O ESFORÇO DOS FABRICANTES PARA VENDER TVS CONECTADAS DARÁ RESULTADO. NOS ESTADOS UNIDOS, ONDE, A PARTIR DESTE ANO DE 2011, APENAS BROADBAND TVS ESTARÃO À VENDA, O NÚMERO DE DOMICÍLIOS COM PELO MENOS UMA TV CONECTADA DEVE PASSAR DOS 2 MILHÕES, REGISTRADOS NO INÍCIO DE 2010, PARA MAIS DE 43 MILHÕES, O EQUIVALENTE A UM TERÇO DAS RESIDÊNCIAS NORTE-AMERICANAS. ATÉ O ANO DE A ESTIMATIVA É PARTE DO ESTUDO HOW TO MAKE CONNECTED TVS THE FUTURE OF TV, DA FORRESTER RESEARCH. CERCA DE 40% DOS NORTE-AMERICANOS DONOS DE TVS CONECTADAS IGNORAM A FUNCIONALIDADE E NÃO UTILIZAM NENHUM APLICATIVO EMBARCADO. E PIOR, 14% DESSES DONOS DE BROADBAND TVS NUNCA SEQUER CONECTARAM A TV À INTERNET. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

78 TV Broadband O VICE-PRESIDENTE DA FORRESTER (MCQUIVEY) AVALIA QUE QUEM COMPRA TVS CONECTADAS O FAZ MAIS PORQUE SÃO OS MELHORES MODELOS DE TV DISPONÍVEIS NO MERCADO DO QUE POSSIBILIDADE DE CONEXÃO À INTERNET EM SI. A EXCEÇÃO SÃO OS ASSINANTES DO SERVIÇO NETFLIX, QUE PARA MCQUIVEY É A APLICAÇÃO DE MAIOR VALOR PARA TVS CONECTADAS NOS EUA. OUTRO FATOR QUE ESTÁ IMPULSIONANDO O USO DE APLICAÇÕES EM TVS CONECTADAS NOS EUA É A GOOGLE TV, UMA PLATAFORMA DE CONTEÚDOS PREMIUM DE TV E SIMILARES. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

79 TV Broadband NO CASO DO BRASIL, HÁ ALGUNS ELEMENTOS QUE DEVEM SER CONSIDERADOS SOBRE ESTA TECNOLOGIA. DENTRO DOS PARÂMETROS TÉCNICOS, BASTA QUE A BANDA LARGA BRASILEIRA CHEGUE A UMA MAIOR PARCELA DA SOCIEDADE E MAIS BARATA PARA QUE OS CONTEÚDOS COMECEM A APARECER NO DISPLAY CONECTADO. HÁ INCLUSIVE VANTAGENS PARA AS PRODUTORAS DE CONTEÚDO, INCLUSIVE AS EMISSORAS DE TV ABERTA, DE CONHECER MELHOR O HÁBITO DE CONSUMO DOS ESPECTADORES DE UMA FORMA MUITA MAIS AMPLA DO QUE AS MEDIÇÕES TRADICIONAIS (IBOPE OU PESQUISAS DE RECEPÇÃO). NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

80 TV Broadband DO PONTO DE VISTA DO MODELO DE NEGÓCIOS HÁ QUESTÕES IMPORTANTES A SEREM OBSERVADAS. QUANTO AO USO DA TECNOLOGIA NO BRASIL, ELA SEGUE UMA TENDÊNCIA JÁ OBSERVADA NA INTERNET, O CONSUMO CATCH UP, OU SEJA, OS USUÁRIOS ASSISTEM A PROGRAMAS QUE FORAM EXIBIDOS NA TELEVISÃO ABERTA, OU POR REVER NOVAMENTE, OU PORQUE NÃO CONSEGUIU VER NO HORÁRIO EM QUE FOI EXIBIDO NA GRADE DE PROGRAMAÇÃO. PORÉM, OS FABRICANTES ESTÃO REALIZANDO PARCERIAS COM PORTAIS DE CONTEÚDOS E PRODUTORES DE AUDIOVISUAL PARA DISPONIBILIZAREM PRODUTOS (SHOWS, FILMES, VIDEOCLIPES, ETC.) NA TV CONECTADA, AUMENTANDO O CONTEÚDO CONSUMIDO NESTE TIPO DE PLATAFORMA. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

81 TV Broadband O OUTRO LADO, NO QUE DIZ RESPEITO AO MODELO DE NEGÓCIOS, A TV CONECTADA ESTÁ SENDO UM DESAFIO PARA OS RADIODIFUSORES, POIS É UM OUTRO NEGÓCIO NO QUAL AS EMISSORAS DE TV ABERTA NÃO ESTÃO PREPARADAS PARA COMPETIR. DURANTE OS 50 ANOS DE HISTÓRIA DA TV ANALÓGICA, O MODELO DE NEGÓCIOS VEIO SE ESTRUTURANDO POR MEIO DE ERROS E ACERTOS E SE CONSOLIDOU NOS NÚMEROS DA AUDIÊNCIA. MAIOR A AUDIÊNCIA, MAIOR O VALOR DO COMERCIAL E MAIOR O SUCESSO DO PROGRAMA. ACONTECE QUE NA ERA DA CONVERGÊNCIA, PASSAMOS DA COMUNICAÇÃO DE MASSA PARA A COMUNICAÇÃO DE GRUPOS. CADA GRUPO É TÃO SINGULAR QUE POSSUI CARACTERÍSTICAS PRÓPRIAS. É A COMUNICAÇÃO EM REDE. ESTAR NA REDE NÃO É APENAS TER UM SITE E DISPONIBILIZAR CONTEÚDO. ESTAR NA REDE É SEGUIR A LÓGICA DESTE TIPO DE COMUNICAÇÃO. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

82 TV Broadband CASTELLS, PESQUISADOR ESPANHOL, AFIRMA QUE A REDE É COMPOSTA DE VÁRIOS NÓS, PONTAS DE CONTATO CRIADAS POR UM FLUXO CONSTANTE DE INFORMAÇÃO. HOJE NÃO BASTA ESTAR NA INTERNET. EMPRESAS DE COMUNICAÇÃO DEVEM ESTAR EM CADA PONTO, EM CADA NÓ DA GRANDE REDE (FACEBOOK, TWITTER, ETC), MAS O MAIS IMPORTANTE, DINAMIZANDO O FLUXO DAS INFORMAÇÕES. DISPONIBILIZAR O CAPÍTULO DA NOVELA É APENAS UMA PARTE DESTE FLUXO. SE A EMISSORA FIZER APENAS ISSO, UMA OUTRA PLATAFORMA DE DISTRIBUIÇÃO PODERÁ DISTRIBUIR ESTE CAPÍTULO E O NÓ PELO QUAL A EMISSORA X ESTAVA CONECTADA SE DESINTEGRARÁ. CASTELLS TAMBÉM AFIRMA QUE AS REDES PODEM SE CONFIGURAR E AUTOCONFIGURAR QUANDO OS OBJETIVOS DO GRUPO QUE FAZEM PARTE DESSA REDE SE ALTERAM. O CALA BOCA GALVÃO, É UM BOM EXEMPLO DESSA POSSIBILIDADE. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

83 TV Broadband ASSIM, AS POSSIBILIDADES DE NEGÓCIO NA TV CONECTADA ESTÃO DEIXANDO DE SER APROVEITADAS PELAS EMISSORAS, POIS NA TV ABERTA, POR LEI, ELA DEVE SER GRATUITA E SUAS OPÇÕES DE NEGÓCIOS SÃO BEM LIMITADAS. MAS NA INTERNET QUASE TUDO É PERMITIDO. É POSSÍVEL VINCULAR ANÚNCIOS COM AS MATÉRIAS JORNALÍSTICAS, LINKS PATROCINADOS, ETC, QUE NÃO ESTÃO SENDO UTILIZADOS PELAS EMISSORAS. O GRANDE DESAFIO PARA AS EMISSORAS DE TV ABERTA NO BRASIL É COMPREENDER E ACEITAR O FATO DE QUE O PRIVILÉGIO DA DISTRIBUIÇÃO NÃO É MAIS EXCLUSIVO A ELAS. HOJE EXISTEM MAIS DISTRIBUIDORES. MAS, EXISTEM POUQUÍSSIMAS EMPRESAS QUE PODEM CRIAR CONTEÚDO COMO AS EMISSORAS DE TV ABERTA NO BRASIL. NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

84 Netflix NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

85 Tv a Cabo - EUA NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA x 10 6

86 Agenda 1.PARTE I - CONVERGÊNCIA 2.PARTE II - CADEIA DE VALOR DA TV ABERTA ANALÓGICA 3.PARTE III - CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE 4.PARTE IV - NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA 5.PARTE V - CONVERGÊNCIA - COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO 6.PARTE VI - TV DIGITAL MÓVEL E PORTÁTIL 7.PARTE VII - TV MÓVEL PAGA SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA

87 Cadeia de Valor – TV por Assinatura COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO PRODUÇÃO PROGRAMAÇÃO E MPACOTAMENTO DISTRIBUIÇÃO C ONTEÚDO C ANAL P ACOTE CANAL DE PROGRAMAÇÃ O P ACOTE

88 Participantes COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO PRODUÇÃO PROGRAMAÇÃO E MPACOTAMENTO DISTRIBUIÇÃO P RODUTORAS C ANAIS TV S POR ASSINATURA O PERADORES DE R EDE

89 Tecnologias de Distribuição A TÉ 2011, CADA TECNOLOGIA TINHA AS SUAS LEIS, NORMAS E REGULAMENTOS PRÓPRIOS. COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO CABO LEI DO CABO (LEI 8.977/65) NORMA DE TV PAGA (NORMA 13/96) REGULAMENTO DO CABO (DECRETO 2.206/97) DTH REGULAMENTO STS (DECRETO 2.195/97) REGULAMENTO DE SERVIÇOS ESPECIAIS (DECRETO 2.196/97) NORMA DO DTH (NORMA 008/97) MMDS NORMA MMDS (NORMA Nº 002/94 – VER/97) REGULAMENTO DE SERVIÇO ESPECIAIS (DECRETO 2.196/97)

90 O BJETIVOS Lei da Comunicação Audiovisual de Acesso Condicionado ESTABELECER UM MARCO REGULATÓRIO DAS TELECOMUNICAÇÕES JÁ CONSIDERANDO O CENÁRIO DE CONVERGÊNCIA DIGITAL. ELIMINAR BARREIRAS DE COMPETIÇÃO PERMITINDO QUE EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕES POSSAM PRESTAR SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO DE CONTEÚDOS AUDIOVISUAIS PAGOS OU DE TV POR ASSINATURA VIA CABO. ESTABELECER O CONCEITO DE REGULAÇÃO POR CAMADAS. CRIAR UM AMBIENTE DE COMPETIÇÃO QUE ESTIMULE A PRODUÇÃO NACIONAL. ESTABELECER UMA POLÍTICA DE COTAS RACIONAL ADERENTE A REALIDADE BRASILEIRA. COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO

91 UNIFICAÇÃO Lei da Comunicação Audiovisual de Acesso Condicionado COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO CABO DTH MMDS OUTRAS TECNOLOGIAS A NTIGO PLC 116 COM A NOVA LEI, TODAS TECNOLOGIAS SEGUIRÃO A MESMA REGULAMENTAÇÃO.

92 DEFINIÇÃO Serviço de Acesso Condicionado COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES PRESTADO NO REGIME PRIVADO PARA ASSINANTES E DESTINADO À DISTRIBUIÇÃO DE PACOTES COM: CANAIS OBRIGATÓRIOS, ABERTOS E PAGOS. CANAIS À-LA-CARTE. CANAIS PAY-PER-VIEW. POR MEIO DE QUALQUER TECNOLOGIA CABO DTH MMDS OUTRAS TECNOLOGIAS

93 DEFINIÇÕES Lei da Comunicação Audiovisual de Acesso Condicionado PRODUÇÃO: ATIVIDADE DE ELABORAÇÃO, COMPOSIÇÃO, CONSTITUIÇÃO OU CRIAÇÃO DE CONTEÚDOS AUDIOVISUAIS EM QUALQUER MEIO DE SUPORTE. PROGRAMAÇÃO: ATIVIDADE DE SELEÇÃO, ORGANIZAÇÃO OU FORMATAÇÃO DE CONTEÚDOS AUDIOVISUAIS APRESENTADOS NA FORMA DE CANAIS DE PROGRAMAÇÃO, INCLUSIVE NAS MODALIDADES AVULSA DE PROGRAMAÇÃO E AVULSA DE CONTEÚDO PROGRAMADO. EMPACOTAMENTO: ATIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO, EM ÚLTIMA INSTÂNCIA, DE CANAIS DE PROGRAMAÇÃO, INCLUSIVE NAS MODALIDADES AVULSA DE PROGRAMAÇÃO E AVULSA DE CONTEÚDO PROGRAMADO, A SEREM DISTRIBUÍDOS PARA O ASSINANTE. COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO

94 DEFINIÇÕES Lei da Comunicação Audiovisual de Acesso Condicionado DISTRIBUIÇÃO: ATIVIDADES DE ENTREGA, TRANSMISSÃO, VEICULAÇÃO, DIFUSÃO OU PROVIMENTO DE PACOTES OU CONTEÚDOS AUDIOVISUAIS A ASSINANTES POR INTERMÉDIO DE MEIOS ELETRÔNICOS QUAISQUER, PRÓPRIOS OU DE TERCEIROS, CABENDO AO DISTRIBUIDOR A RESPONSABILIDADE FINAL PELAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE COMERCIALIZAÇÃO, ATENDIMENTO AO ASSINANTE, FATURAMENTO, COBRANÇA, INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE DISPOSITIVOS, ENTRE OUTRAS. COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO

95 DEFINIÇÕES Lei da Comunicação Audiovisual de Acesso Condicionado SERVIÇO DE ACESSO CONDICIONADO: SERVIÇO DE TELECOMUNICA-ÇÕES DE INTERESSE COLETIVO, PRESTADO NO REGIME PRIVADO, CUJA RECEPÇÃO É CONDICIONADA À CONTRATAÇÃO REMUNERADA POR ASSINANTES E DESTINADO À DISTRIBUIÇÃO DE CONTEÚDOS AUDIOVISUAIS NA FORMA DE PACOTES, DE CANAIS NAS MODALIDADES AVULSA DE PROGRAMAÇÃO E AVULSA DE CONTEÚDO PROGRAMADO E DE CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO OBRIGATÓRIA, POR MEIO DE TECNOLOGIAS, PROCESSOS, MEIOS ELETRÔNICOS E PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO QUAISQUER. COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO

96 Participação Societária COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO PRODUÇÃO PROGRAMAÇÃOEMPACOTAMENTO DISTRIBUIÇÃO CONCESSIONÁRIAS DE RADIODIFUSÃO, PRODUTORAS E PROGRAMADORAS NÃO PODEM DETER MAIS DO QUE 50% DO CAPITAL DAS PRESTADORAS DO SERVIÇO DE TELECOM. PRESTADORAS DO SERVIÇO DE TELECOM NÃO PODEM DETER MAIS DO QUE 30% DO CAPITAL DE CONCESSIONÁRIAS DE RADIODIFUSÃO, PRODUTORAS E PROGRAMADORAS. RESTRIÇÃO DE CAPITAL RADIODIFUSORAS, PRODUTORAS E PROGRAMADORAS NÃO PODEM EXPLORAR DIRETAMENTE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES DE INTERESSE COLETIVO. TELCOS NÃO PODERÃO (PARA SAC OU RADIODIFUSÃO) ADQUIRIR OU FINANCIAR DIREITOS DE EXPLORAÇÃO DE EVENTOS DE INTERESSE NACIONAL, CONTRATAR TALENTOS OU DIREITOS DE OBRAS DE AUTORES NACIONAIS.

97 Tempo Máximo de Publicidade nos Canais COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO DEFINIÇÕES IGUAL AO LIMITE DA RADIODIFUSÃO, HOJE DE 25% DA PROGRAMAÇÃO DIÁRIA (EXCETO EM CANAIS DO MUST CARRY E CANAIS EXCLUSIVOS DE PUBLICIDADE COMERCIAL, VENDAS E INFOMERCIAIS). INFOMERCIAIS CONTARÃO DENTRO DO LIMITE DE 25%. PROGRAMADORAS NÃO PODERÃO OFERTAR CANAIS QUE CONTENHAM PUBLICIDADE EM LÍNGUA PORTUGUESA, LEGENDADA EM PORTUGUÊS OU DE QUALQUER FORMA DIRECIONADA AO PÚBLICO BRASILEIRO, COM VEICULAÇÃO CONTRATADA NO EXTERIOR, SENÃO POR AGÊNCIA DE PUBLICIDADE NACIONAL.

98 Espaço Qualificado COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO DEFINIÇÕES ESPAÇO TOTAL DO CANAL DE PROGRAMAÇÃO, EXCLUINDO-SE CONTEÚDOS RELIGIOSOS OU POLÍTICOS, MANIFESTAÇÕES E EVENTOS ESPORTIVOS, CONCURSOS, PUBLICIDADE, TELEVENDAS, INFOMERCIAIS, JOGOS ELETRÔNICOS, PROPAGANDA POLÍTICA OBRIGATÓRIA, CONTEÚDO AUDIOVISUAL VEICULADO EM HORÁRIO ELEITORAL GRATUITO, CONTEÚDOS JORNALÍSTICOS E PROGRAMAS DE AUDITÓRIO ANCORADOS POR APRESENTADOR. SÉRIES FILMES DOCUMENTÁRIOS INFANTIL VARIEDADES OBS: Pelo menos metade dos conteúdos deve ter sido produzida nos 7 anos anteriores à sua veiculação (art. 20, inciso I); A vigência dessa previsão terá início 4 anos após a promulgação da Lei (art. 40).

99 Canal de Espaço Qualificado COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO DEFINIÇÕES C ANAL QUE, NO HORÁRIO NOBRE *, VEICULE MAJORITARIAMENTE CONTEÚDOS DE ESPAÇO QUALIFICADO. * H ORÁRIO NOBRE DEFINIDO PELA A NCINE : PERÍODO DE 6 HORAS (7 HORAS PARA CANAIS INFANTIS ). SÉRIES FILMES DOCUMENTÁRIOS INFANTIL VARIEDADES

100 Canal de Espaço Qualificado COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO DEFINIÇÕES 3 H 30 ( SEMANAIS ) DE C ONTEÚDO BRASILEIRO DE ESPAÇO QUALIFICADO NO HORÁRIO NOBRE, DAS QUAIS 50% PRODUZIDO POR PRODUTORA BRASILEIRA INDEPENDENTE. 3 H 30 (8%) DE C ONTEÚDO BR DE E SPAÇO Q UALIFICADO POR SEMANA NO HORÁRIO NOBRE C ONTEÚDO BR DE E SPAÇO Q UALIFICADO C ONTEÚDO BR DE E SPAÇO Q UALIFICADO DE PRODUTORA BRASILEIRA INDEPENDENTE (1 H 45) H ORÁRIO NOBRE = 42 H / SEMANA

101 Canais à La Carte e Canais Pay per View COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO DEFINIÇÕES P ARA OS CANAIS À LA CARTE DEVERÁ SER DADO O MESMO TRATAMENTO DOS CANAIS DE ESPAÇO QUALIFICADO. P ARA OS CANAIS PAY - PER - VIEW (M ODALIDADE A VULSA DE C ONTEÚDO P ROGRAMADO ) 10% DO CONTEÚDO DO ESPAÇO QUALIFICADO DEVERÁ SER BRASILEIRO.

102 Canal Brasileiro de Espaço Qualificado COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO DEFINIÇÕES S ER PROGRAMADO POR PROGRAMADORA BRASILEIRA. V EICULAR MAJORITARIAMENTE, NO HORÁRIO NOBRE, CONTEÚDO BRASILEIRO DE ESPAÇO QUALIFICADO – METADE DESTE CONTEÚDO DEVE SER PRODUZIDO POR DE PRODUTORA BRASILEIRA INDEPENDENTE. M AIS DE 3 HORAS DE C ONTEÚDO BR DE E SPAÇO Q UALIFICADO M ETADE PRODUZIDO POR PRODUTORA BRASILEIRA INDEPENDENTE HORÁRIO NOBRE DIÁRIO (6H)

103 Programadora Brasileira Independente COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO DEFINIÇÕES NÃO SER CONTROLADORA, CONTROLADA OU COLIGADA A EMPACOTADORA OU DISTRIBUIDORA. NÃO MANTER VÍNCULO DE EXCLUSIVIDADE QUE A IMPEÇA DE COMERCIALIZAR, PARA QUALQUER EMPACOTADORA, OS DIREITOS DE EXIBIÇÃO OU VEICULAÇÃO ASSOCIADOS AOS SEUS CANAIS DE PROGRAMAÇÃO.

104 Cota de Canais Brasileiros de Espaço Qualificado COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO DEFINIÇÕES A CADA 3 C ANAIS DE ESPAÇO QUALIFICADO, 1 DEVERÁ SER C ANAL BRASILEIRO DE ESPAÇO QUALIFICADO. P ELO MENOS 1/3 DOS C ANAIS BRASILEIROS DE ESPAÇO QUALIFICADO DEVERÁ SER PROGRAMADO POR PROGRAMADORA BRASILEIRA INDEPENDENTE. T ETO : 12 C ANAIS BRASILEIRO DE ESPAÇO QUALIFICADO EM UM PACOTE (3 C ANAIS BRASILEIROS DE ESPAÇO QUALIFICADO PARA TECNOLOGIAS COM CAPACIDADE DE ATÉ 31 CANAIS NO PACOTE ).

105 Cota de Canais Brasileiros de Espaço Qualificado COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO DEFINIÇÕES DOS CANAIS BRASILEIROS DE ESPAÇO QUALIFICADO NOS PACOTES, PELO MENOS 2 DEVERÃO VEICULAR 12 H/DIA (3H EM HORÁRIO NOBRE) DE CONTEÚDO BRASILEIRO PRODUZIDO POR PRODUTORA BRASILEIRA INDEPENDENTE. PELO MENOS 1 DESTES CANAIS NÃO PODERÁ SER DE PROGRAMADORA CONTROLADORA, CONTROLADA OU COLIGADA A CONCESSIONÁRIA DE RADIODIFUSÃO.

106 Cota de Canal de Jornalismo COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO DEFINIÇÕES P ACOTE COM 1 CANAL DE JORNALISMO DE PROGRAMADORA BRASILEIRA DEVERÁ TER MAIS 1 CANAL DE JORNALISMO DE OUTRA PROGRAMADORA BRASILEIRA NO MESMO PACOTE OU À L A C ARTE.

107 ATRIBUIÇÕES Ancine CREDENCIAR, REGULAR E FISCALIZAR AS ATIVIDADES DE PROGRAMAÇÃO E EMPACOTAMENTO. AVALIAR CUMPRIMENTO DAS COTAS PELAS OPERADORAS E PROGRAMADORAS. APLICAR SANÇÕES, DESDE ADVERTÊNCIA ATÉ O DESCREDENCIAMENTO. DEFINIR O HORÁRIO NOBRE. ADMINISTRAR AUMENTO DE ARRECADAÇÃO CONDECINE. FISCALIZAR AS PROGRAMADORAS E EMPACOTADORAS. FISCALIZAR CUMPRIMENTO DO ART. 24 (PUBLICIDADE). COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO

108 ATRIBUIÇÕES Programadoras MANTER ATUALIZADA A IDENTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS (GESTÃO, RESPONSABILIDADE EDITORIAL, ATIVIDADES DE SELEÇÃO E DIREÇÃO RELATIVAS A PROGRAMAÇÃO E EMPACOTAMENTO), OS DOCUMENTOS E ATOS SOCIETÁRIOS (INCLUSIVE OS REFERENTES À ESCOLHA DOS DIRIGENTES E GESTORES) DAS PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS ENVOLVIDAS NA SUA CADEIA DE CONTROLE. PUBLICAR EM SEUS SITES, A LISTAGEM DOS CONTEÚDOS AUDIOVISUAIS E CANAIS DE PROGRAMAÇÃO. MOSTRAR CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA ANTES DA EXIBIÇÃO DE QUALQUER CONTEÚDO. APRESENTAR À ANCINE (CASO SOLICITADOS), OS DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE QUE O CONTEÚDO EXIBIDO É BRASILEIRO, INCLUINDO O CERTIFICADO DE PRODUTO BRASILEIRO. COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO

109 Novo Modelo COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO INCORPORAÇÃO DA INDÚSTRIA AUDIOVISUAL NA NOVA PROPOSTA DE COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO. REVOGAÇÃO DA LEI DO CABO E SUA REFERÊNCIA NA LGT (ARTIGO 212). ALTERAÇÃO DOS CONTRATOS DE STFC. ELIMINAÇÃO DAS RESTRIÇÕES DE PRESTAÇÕES DE TV A CABO POR CONCESSIONÁRIAS DO STFC E OPERADORAS DE CAPITAL ESTRANGEIRO. ESTABELECIDA POLÍTICA DE COTAS DE CONTEÚDO NA PROGRAMAÇÃO, FICANDO A FISCALIZAÇÃO A CARGO DA ANCINE. Serviços de Televisão Paga (TVC, DTH, MMDS, TVA) Produção, Programação, Empacotamento e Distribuição Telecomunicações Radiodifusão (Produção, Programação, Empacotamento e Distribuição Radiodifusão (Produção, Programação, Empacotamento e Distribuição Telecomunicações Serviço de Comunicação Audiovisual de Acesso Condicionado (Distribuição) Indústria Audiovisual (Produção, Programação, Empacotamento) SITUAÇÃO ANTERIORSITUAÇÃO ATUAL

110 Viabilização de Novas Modalidades COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO IPTV

111 Agenda 1.PARTE I - CONVERGÊNCIA 2.PARTE II - CADEIA DE VALOR DA TV ABERTA ANALÓGICA 3.PARTE III - CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE 4.PARTE IV - NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA 5.PARTE V - CONVERGÊNCIA - COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO 6.PARTE VI - TV DIGITAL MÓVEL E PORTÁTIL 7.PARTE VII - TV MÓVEL PAGA SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA

112 MODELOS DE EXPLORAÇÃO AS FORMAS DE USO, OU MODELO DE EXPLORAÇÃO DA TV MÓVEL SÃO CONSTITUÍDAS PELOS MODELOS DE SERVIÇO E DE NEGÓCIO QUE SÃO SUSTENTADOS PELOS SISTEMAS TECNOLÓGICOS. O MODELO DE SERVIÇOS CORRESPONDE AO LEQUE DE SERVIÇOS E APLICAÇÕES QUE SÃO DISPONIBILIZADOS POR UM SISTEMA DE TV MÓVEL. OS SERVIÇOS ENVOLVEM UM CONJUNTO DE MEIOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS, FUNCIONALIDADES E PROCEDIMENTOS QUE HABILITAM O SEU PROVIMENTO. MUITOS DOS RECURSOS E TECNOLOGIAS HABILITADORAS SÃO COMUNS A VÁRIOS SERVIÇOS, TAIS COMO TAXA DE TRANSMISSÃO, CANAL DE RETORNO, PADRÃO DE TRANSMISSÃO, TECNOLOGIA DA COMPRESSÃO, ETC. Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

113 MODELOS DE EXPLORAÇÃO O MODELO DE NEGÓCIO DIZ RESPEITO À FORMA DE REMUNERAÇÃO DOS AGENTES ENVOLVIDOS NUM DADO MODELO DE SERVIÇOS. O MODELO DE NEGÓCIO É INTERDEPENDENTE COM O INTERESSE DE CONSUMO, A SENSIBILIDADE DO PREÇO APRESENTADA PELOS USUÁRIOS E COM A ESTRATÉGIA DE ALIANÇAS E CAPACIDADE DE ATENDIMENTO (LADO DA OFERTA), OU SEJA, DE TODOS OS AGENTES QUE PARTICIPAM. Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

114 M ODELOS DE S ERVIÇOS A DEMANDA E O CONSUMO DE NOVOS SERVIÇOS EM MULTIMÍDIA SÃO DIFERENCIADOS PELAS CIRCUNSTÂNCIAS EM QUE SÃO UTILIZADOS. TORNAM-SE RELEVANTES O AMBIENTE, SE DENTRO PARA FORA DOS EDIFÍCIOS; A MOBILIDADE, EM VEÍCULOS RÁPIDOS, LENTOS, OU PARADOS; OUTRAS VARIÁVEIS, TAIS COMO PERSONALIZAÇÃO, IMEDIATISMO, CONVERGÊNCIA DE PLATAFORMAS E DE MÍDIAS. PARA ATENDER TAIS REQUISITOS SÃO CONSIDERADOS DOIS MODELOS DE SERVIÇOS PARA A ENTREGA DE CONTEÚDO DE VÍDEO COM MOBILIDADE: VÍDEO MÓVEL. TV MÓVEL. Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

115 M ODELOS DE S ERVIÇOS VÍDEO MÓVEL. O SERVIÇO DE VÍDEO MÓVEL CARACTERIZA-SE PELA OFERTA DE VÍDEOS DE CURTA DURAÇÃO E SOB DEMANDA, POR TRANSMISSÃO UNICAST, SOBRE A REDE DAS OPERADORAS CELULARES E CUJA REMUNERAÇÃO SE FAZ TIPICAMENTE POR EVENTO. Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

116 C ARACTERÍSTICAS TAMBÉM DENOMINADA DE PONTO A PONTO, CARACTERIZA-SE PELA COMUNICAÇÃO ÚNICA ENTRE FONTE E DESTINATÁRIO. Transmissão Unicast TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

117 C ARACTERÍSTICAS NA FIGURA ANTERIOR O CONSUMO DE BANDA PARA TRANSMISSÃO DE UM DADO CONTEÚDO DE VÍDEO É IGUAL A SOMA DA BANDA CONSUMIDA POR CADA UM DOS USUÁRIOS DO SERVIÇO, QUE ESTÃO RECEBENDO NO MESMO INSTANTE DE TEMPO. ATRAVÉS DO UNICAST STREAM, COM ENVIO DO CONTEÚDO DE VÍDEO EM TEMPO REAL E PONTO A PONTO, HÁ A NECESSIDADE DE SE ENVIAR UM FLUXO DE VÍDEO PARA CADA USUÁRIO INDIVIDUALMENTE. COM A MASSIFICAÇÃO DO SERVIÇO PODERÃO HAVER IMPACTOS NEGATIVOS NAS REDES CELULARES, POIS HAVERÁ O COMPARTILHAMENTO DE RECURSOS ESCASSOS, O QUE LEVARÁ A UMA DISTRIBUIÇÃO DE VÍDEOS DE BAIXA QUALIDADE, DE CURTA DURAÇÃO E QUE DEMANDEM MENORES TAXAS. Transmissão Unicast TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

118 C ARACTERÍSTICAS TODAVIA, PARA OBTER A MAXIMIZAÇÃO DA DISPONIBILIZAÇÃO DO SERVIÇO, IMPLEMENTA-SE UMA VARIAÇÃO DESSA CONFIGURAÇÃO, DENOMINADA UNICAST DOWNLOAD, QUE É CARACTERIZADA PELO ENVIO DO CONTEÚDO DE VÍDEO PONTO A PONTO, SEM SER EM TEMPO REAL, COMO NO CASO ANTERIOR. O CONTEÚDO É CARREGADO (BAIXADO) PRIMEIRAMENTE NO DISPOSITIVO RECEPTOR PARA FUTURA EXIBIÇÃO. ESSE MODO DIFERENTE DE TRANSMISSÃO DO CONTEÚDO PERMITE A UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DA REDE CELULAR 3G, TAL COMO NO UNICAST STREAM. CONTUDO, ELE APRESENTA UM MELHOR GERENCIAMENTO DE BANDA, POIS O CONTEÚDO SOMENTE É ENVIADO QUANDO OS RECURSOS DE REDE NECESSÁRIOS ESTÃO DISPONÍVEIS. ESSA ALTERNATIVA NÃO PERMITE A VISUALIZAÇÃO IMEDIATA DO VÍDEO, POIS O USUÁRIO PRECISARÁ ESPERAR O TÉRMINO DO CARREGAMENTO COMPLETO DO CONTEÚDO. Transmissão Unicast TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

119 M ODELOS DE S ERVIÇOS TV MÓVEL. O SERVIÇO DE TV MÓVEL CARACTERIZA-SE PRINCIPALMENTE PELA OFERTA DE VÍDEOS DE MÉDIA DURAÇÃO, ATRAVÉS DE UMA GRADE DE PROGRAMAÇÃO, UTILIZANDO TRANSMISSÃO MULTICAST/BROADCAST SOBRE A REDE DE RADIODIFUSORES OU OPERADORAS CELULARES 3G, E SUA REMUNERAÇÃO SE FAZ TIPICAMENTE POR PUBLICIDADE, PACOTES DE ASSINATURA MENSAL OU AMBAS. Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

120 M ODELOS DE S ERVIÇOS AS TECNOLOGIAS DE REDE E OS TIPOS DE TRANSMISSÃO DOS CONTEÚDOS A SEREM EMPREGADOS NA DISPONIBILIZAÇÃO DESSES SERVIÇOS SÃO PEÇAS-CHAVE NA ELABORAÇÃO DOS MODELOS DE EXPLORAÇÃO. NA TRANSMISSÃO BROADCAST, OU PONTO-MULTIPONTO, A COMUNICAÇÃO ENTRE FONTE E DESTINOS DOS PROGRAMAS TERÁ O NÚMERO DE CANAIS IGUAL AO NÚMERO DE PROGRAMAS TRANSMITIDOS SIMULTANEAMENTE. NA TRANSMISSÃO MULTICAST, DE FONTE ÚNICA PARA DIVERSOS DESTINATÁRIOS, O PROGRAMA É ENVIADO POR UM ÚNICO CANAL SIMULTANEAMENTE PARA TODOS OS USUÁRIOS, QUE DE ALGUMA FORMA SE CADASTRARAM EM UM GRUPO ESPECÍFICO PARA RECEBER O PROGRAMA (USUÁRIOS COM INTERESSE COMUM). Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

121 M ODELOS DE S ERVIÇOS Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

122 M ODELOS DE S ERVIÇOS A FIGURA ANTERIOR APRESENTA UM DIAGRAMA ESQUEMÁTICO DA TRANSMISSÃO BROADCAST/MULTICAST, ATRAVÉS DE UMA REDE CELULAR. NESSA CONFIGURAÇÃO, A TRANSMISSÃO BROADCAST/MULTICAST, QUE É REALIZADA DENTRO DA CÉLULA, PODE UTILIZAR A MESMA FAIXA DE FREQUÊNCIA DA TRANSMISSÃO DE TELEFONIA MÓVEL CELULAR OU UMA OUTRA. NESSA FORMA DE TRANSMISSÃO, A LARGURA DE BANDA UTILIZADA NA REDE SERÁ IGUAL À SOMA DA BANDA NECESSÁRIA PARA A TRANSMISSÃO DE TODOS OS CONTEÚDOS DISPONIBILIZADOS SIMULTANEAMENTE. UMA DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DESSA FORMA DE TRANSMISSÃO É O ENVIO DO CONTEÚDO DE VÍDEO EM TEMPO REAL E PONTO-MULTIPONTO – O CONTEÚDO É ENVIADO SIMULTANEAMENTE PARA DIVERSOS USUÁRIOS. Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

123 M ODELOS DE S ERVIÇOS É POSSÍVEL, TAL COMO NA FORMA UNICAST STREAM, A UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DA REDE CELULAR 3G, MAS SEM A NECESSIDADE DE ENVIAR UM FLUXO DE VÍDEO PARA CADA USUÁRIO INDIVIDUALMENTE. NESSA FORMA DE TRANSMISSÃO, A LARGURA DE BANDA UTILIZADA NA REDE SERÁ IGUAL À SOMA DA BANDA NECESSÁRIA PARA A TRANSMISSÃO DE TODOS OS CONTEÚDOS DISPONIBILIZADOS SIMULTANEAMENTE. UMA DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DESSA FORMA DE TRANSMISSÃO É O ENVIO DO CONTEÚDO DE VÍDEO EM TEMPO REAL E PONTO-MULTIPONTO – O CONTEÚDO É ENVIADO SIMULTANEAMENTE PARA DIVERSOS USUÁRIOS. Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

124 M ODELOS DE S ERVIÇOS UMA VANTAGEM DESSA CONFIGURAÇÃO É A DISPONIBILIZAÇÃO DE VÍDEOS COM MENOR COMPROMETIMENTO NA QUALIDADE DOS SERVIÇOS TRADICIONAIS. PORÉM, TAL ESTRATÉGIA IMPLICA A DIMINUIÇÃO DA CAPACIDADE DE OFERTA DOS OUTROS SERVIÇOS, PELA NECESSIDADE DE RESERVAR BANDA PARA A TRANSMISSÃO DOS VÍDEOS, QUANDO SE UTILIZA O MESMO CANAL DE FREQUÊNCIA. UMA VARIAÇÃO POSSÍVEL DESSA CONFIGURAÇÃO É A DISPONIBILIZAÇÃO DE UMA REDE BROADCAST EXCLUSIVA PARA O SERVIÇO DE TV MÓVEL, TRANSMITINDO EM UMA FREQUÊNCIA DIFERENTE DA UTILIZADA PELA REDE DO SERVIÇO DE TELEFONIA CELULAR. NESSA CONFIGURAÇÃO NÃO HÁ IMPACTO NOS SERVIÇOS TRADICIONAIS, POIS NÃO SE COMPARTILHA A MESMA INFRAESTRUTURA DE REDE. Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

125 M ODELOS DE S ERVIÇOS COM A ADOÇÃO DE UMA REDE DEDICADA, POSSIBILITA-SE MAIOR DISPONIBILIDADE DE PROGRAMAS E MELHOR QUALIDADE. A REDE DE TELEFONIA DA OPERADORA CELULAR PODE SER UTILIZADA PARA SERVIÇOS COMPLEMENTARES, COMO, POR EXEMPLO, A EFETIVAÇÃO DO CANAL DE RETORNO DA PROGRAMAÇÃO DE TV MÓVEL, OU PARA SERVIÇOS DE ENTREGA DE VÍDEO ON- DEMAND, NESTE CASO, EM UNICAST STREAM. Formas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

126 DOIS PONTOS IMPORTANTES A SEREM AVALIADOS PARA A EXPLORAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENTREGA DE VÍDEO COM MOBILIDADE SÃO: FORMA DE TRANSMISSÃO: UNICAST X BROADCAST. FATURAMENTO DOS SERVIÇOS. PROPÕEM-SE ANÁLISES PRELIMINARES DOS PONTOS CITADOS, A FIM DE SUSCITAR O ENTENDIMENTO BÁSICO DAS PRINCIPAIS VARIÁVEIS ENVOLVIDAS NO PROCESSO. O PLAYER INTERESSADO NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DEVE EMPREENDER ANÁLISES MAIS ELABORADAS EMFUNÇÃO DE SEUS OBJETIVOS DE NEGÓCIO, DE SEUS CUSTOS, DA INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA E DOS SERVIÇOS EXISTENTES, ALÉM DOS INVESTIMENTOS PREVISTOS. Modelos de Negócios TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

127 C ENÁRIOS NA TRANSMISSÃO BROADCAST A ALOCAÇÃO DE ESPECTRO SE MANTÉM CONSTANTE EM FUNÇÃO DO CRESCIMENTO DO NÚMERO DE USUÁRIOS, ENQUANTO NA TRANSMISSÃO UNICAST A ALOCAÇÃO DE ESPECTRO NECESSÁRIO AUMENTA EM FUNÇÃO DO CRESCIMENTO DO NÚMERO DE USUÁRIOS. NO UNICAST A CAPACIDADE CRESCE EM SALTOS, OU DEGRAUS, À MEDIDA QUE SE OBTÉM MAIS ESPECTRO, COM UMA MAIOR DISPONIBILIZAÇÃO DE BANDA. ALGUNS CENÁRIOS PODEM SER CONSTITUÍDOS EM FUNÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS RELEVANTES E DA SINERGIA ENTRE OS PRINCIPAIS AGENTES ENVOLVIDOS NA EXPLORAÇÃO DOS SERVIÇOS. ESSES CENÁRIOS VARIAM, CONFORME O ENVOLVIMENTO DA OPERADORA CELULAR E DO RADIODIFUSOR, DE UM MODELO LIDERADO PELA OPERADORA CELULAR ATÉ UM MODELO LIDERADO PELO RADIODIFUSOR. Modelos de Negócios TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

128 C ENÁRIOS Modelos de Negócios TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

129 C ENÁRIOS NESTE CENÁRIO, A OPERADORA CELULAR EXERCE O PAPEL DE PROVEDORA DO SERVIÇO E: POSSUI OU CONTRATA AS REDES DE TRANSMISSÃO BROADCAST E CELULAR. COMPRA CONTEÚDOS OU COMPARTILHA RECEITAS COM PRODUTORES INDEPENDENTES OU RADIODIFUSORES E É REMUNERADA PELAS AGÊNCIAS PUBLICITÁRIAS PELA TRANSMISSÃO DE CONTEÚDO PUBLICITÁRIO. COBRA DOS USUÁRIOS, A ASSINATURA MENSAL OU POR EVENTO, PELO CONSUMO DOS CONTEÚDOS. A INTERAÇÃO DOS USUÁRIOS COM RELAÇÃO A CONTRATAÇÃO, PAGAMENTO E MANUTENÇÃO DO SERVIÇO OCORRE COM A OPERADORA CELULAR, QUE MANTÉM O RELACIONAMENTO E A BASE DE DADOS DOS CLIENTES. Exclusivo da Operadora Celular TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

130 C ENÁRIOS NESTE CENÁRIO, A OPERADORA CELULAR EXERCE O PAPEL DE PROVEDORA DO SERVIÇO E: POSSUI OU CONTRATA AS REDES DE TRANSMISSÃO BROADCAST E CELULAR. COMPRA O CONTEÚDO OU COMPARTILHA RECEITAS COM PRODUTORES INDEPENDENTES E TRANSMITE O CONTEÚDO PRODUZIDO PELOS RADIODIFUSORES E É REMUNERADA POR AGÊNCIAS PELA TRANSMISSÃO DE CONTEÚDO PUBLICITÁRIO. COBRA DOS USUÁRIOS, NA FORMA DE ASSINATURAS MENSAIS OU POR EVENTO, PELO CONSUMO DE CONTEÚDOS. A OPERADORA CELULAR POSSUI CONTROLE PARCIAL SOBRE COMO, QUANDO E O QUE VAI SER TRANSMITIDO PARA OS SEUS CLIENTES. A INTERAÇÃO DOS USUÁRIOS COM RELAÇÃO A CONTRATO, PAGAMENTO, MANUTENÇÃO DO SERVIÇO OCORRE COM A OPERADORA CELULAR, QUE MANTÉM O RELACIONAMENTO E A BASE DE DADOS DE CLIENTES. Liderado pela Operadora Celular TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

131 C ENÁRIOS NESTE CENÁRIO, SÃO EXPLORADAS AS PRINCIPAIS POTENCIALIDADES DA OPERADORA CELULAR E DO RADIODIFUSOR. A OPERADORA CELULAR COMPARTILHA COM O RADIODIFUSOR O PAPEL DE PROVEDOR DE SERVIÇO: É DETENTORA OU CONTRATA A REDE DE TRANSMISSÃO CELULAR. COMPARTILHA COM O RADIODIFUSOR A REDE DE TRANSMISSÃO BROADCAST, COMPRA CONTEÚDOS OU COMPARTILHA RECEITAS COM PRODUTORES INDEPENDENTES OU RADIODIFUSORES. TRANSMITE CONTEÚDO PUBLICITÁRIO ATRAVÉS DE REMUNERAÇÃO POR AGÊNCIAS PUBLICITÁRIAS E RECEBE DOS USUÁRIOS ASSINATURAS MENSAIS E PAGAMENTO POR EVENTO, PELO CONSUMO DOS CONTEÚDOS E PELO USO DA REDE CELULAR COMO CANAL DE RETORNO DO CONTEÚDO DOS RADIODIFUSORES. Complementar TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

132 C ENÁRIOS NESTE CENÁRIO, A OPERADORA CELULAR POSSUI CONTROLE PARCIAL SOBRE COMO, QUANDO E O QUE VAI SER TRANSMITIDO PARA OS SEUS CLIENTES. A OPERADORA CELULAR E O RADIODIFUSOR COMPARTILHAM RECURSOS E RECEITAS UTILIZANDO OS SEUS RECURSOS DO MODO MAIS EFICIENTE. A INTERAÇÃO DOS USUÁRIOS COM RELAÇÃO A CONTRATAÇÃO, PAGAMENTO E MANUTENÇÃO DO SERVIÇO OCORRE COM A OPERADORA CELULAR, QUE MANTÉM O RELACIONAMENTO E A BASE DE DADOS DOS CLIENTES. Complementar TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

133 C ENÁRIOS NESTE CENÁRIO, O RADIODIFUSOR EXERCE O PAPEL PRINCIPAL. O RADIODIFUSOR: É DETENTOR OU CONTRATA A REDE DE TRANSMISSÃO BROADCAST. PRODUZ OU COMPRA CONTEÚDO DE PRODUTORES INDEPENDENTES. É REMUNERADO PELA TRANSMISSÃO DE CONTEÚDO PUBLICITÁRIO. A OPERADORA CELULAR É REMUNERADA PELOS USUÁRIOS PELO USO DA REDE CELULAR COMO CANAL DE RETORNO DO CONTEÚDO DOS RADIODIFUSORES. NESTE CENÁRIO, OS RADIODIFUSORES POSSUEM O CONTROLE TOTAL SOBRE COMO, QUANDO E O QUE VAI SER TRANSMITIDO PARA OS SEUS USUÁRIOS. Liderado pelo Radiodifusor TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

134 AS OPERADORAS DE TELECOM JÁ POSSUEM UMA BASE DE CLIENTES SÓLIDA E PODEM OFERECER A TV DIGITAL MÓVEL INTERATIVA COMO MAIS UM DE SEUS SERVIÇOS AOS SEUS CLIENTES, SEM CONTEÚDO DA TV TRADICIONAL. PARA A TV DIGITAL MÓVEL INTERATIVA SER OFERECIDA AS REDES DE TV, OPERADORAS DE TELEFONIA CELULAR E PROVEDORES DE SERVIÇOS DEVERÃO TRABALHAR EM CONJUNTO. Modelos de Negócio TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

135 Plataformas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

136 POSSIBILIDADE DE DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES E SERVIÇOS: INFRA-ESTRUTURA; DESENVOLVIMENTO E MANUTENÇÃO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE USUÁRIO, BILLING, SERVIDORES DE CHAT, JOGOS, E-COMMERCE, APLICATIVOS NO CLIENTE. DISPONIBILIZAÇÃO PELOS FABRICANTES DAS API´S PARA ACESSO A DADOS ORIUNDOS DO CANAL DE TV MÓVEL (GUIA DE PROGRAMAÇÃO, STREAMINGS DE APLICAÇÕES, ETC) O QUE POSSIBILITA DESENVOLVER: NOVAS INTERFACES, CUSTOMIZAÇÃO DE APLICAÇÕES, INOVAÇÕES EM FUNCIONALIDADES, ETC. Modelos de Negócio TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

137 SUGESTÃO DE UM APLICATIVO SITUAÇÃO: UMA PESSOA ESTÁ VIAJANDO DE CARRO. AO CHEGAR NA CIDADE DESTINO, LIGARÁ SUA TV MÓVEL DIGITAL INTERATIVA. AUTOMATICAMENTE, O APARELHO É INICIADO NO CANAL DE TV LOCAL. ESTE CANAL EXCLUSIVO CONTERÁ INFORMAÇÕES CRUCIAIS PARA UM TURISTA: FARMÁCIAS, HOSPITAIS, HOTÉIS E RESTAURANTES MAIS PRÓXIMOS DE SUA LOCALIZAÇÃO, COM SEUS RESPECTIVOS ENDEREÇOS, TELEFONES E TAMBÉM UM MAPA DE COMO CHEGAR LÁ DE ONDE ESTOU. Modelos de Negócio TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

138 T IPOS DMB-T (DIGITAL MULTIMEDIA BROADCAST-TERRESTRIAL) E DMB-S (SATÉLITE). DVB-H (DIGITAL VIDEO BROADCAST-HANDHELD) E DVB-SH (SATELLITE & HANDHELD). ISDB-T – ONE SEG (USADO NO BRASIL DESDE 02 DE DEZEMBRO DE 2007). MBMS - MULTIMEDIA BROADCAST AND MULTICAST SERVICES: SUPORTADO PELO 3GPP (3RD GENERATION PARTNERSHIP PROJECT), FOI CRIADO EM 1998 PELO ETSI (EUROPA), ARIB (JAPÃO), CCSA (CHINA), ATIS (USA) E TTA (CORÉIA DO SUL). MEDIA FLO – QUALCOMM. Padrões de TV Digital Móvel TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

139 SERVIÇO COMERCIAL NO JAPÃO TERMINAIS DISPONÍVEIS SERVIÇO COMERCIAL NA ITÁLIA, FINLÂNDIA, ÁFRICA DO SUL, ETC TERMINAIS DISPONÍVEIS. S ERVIÇO C OMERCIAL NA C ORÉIA T ERMINAIS DISPONÍVEIS S ERVIÇO C OMERCIAL NOS EUA. T ERMINAIS DISPONÍVEIS. S ERVIÇO C OMERCIAL EM VÁRIOS PAÍSES T ERMINAIS DISPONÍVEIS TESTES DE CAMPO NA EUROPA. NÃO EXISTEM TERMINAIS DISPONÍVEIS N ORMA E VOLUTIVA DO DVB-H PARA B ANDA S ATELITE Sistemas TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

140 Faixas de Frequências TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

141 S ISTEMAS T ERRESTRES DMB-T (Digital Multimedia Broadcasting) É UM SISTEMA DE TRANSMISSÃO DE RÁDIO DIGITAL QUE ENVIA SINAIS DE (RADIO, TV, E DATACASTING) PARA CELULARES E OUTROS PORTÁTEIS. ESSA TECNOLOGIA, TAMBÉM CONHECIDA COMO "TV PORTÁTIL", É UM DIGITAL AUDIO BROADCASTING QUE FOI ORIGINALMENTE CRIADO COMO UM PROJETO PARA A UNIÃO EUROPÉIA (EUREKA PROJECT NÚMERO EU147). O DMB FOI FEITO NA CORÉIA DO SUL, ORIGINALMENTE COMO A PRÓXIMA GERAÇÃO DA TECNOLOGIA DIGITAL PARA SUBSTITUIR O RÁDIO FM. O PRIMEIRO SERVIÇO DE TV PORTÁTIL COMEÇOU NA CORÉIA DO SUL EM MAIO DE TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

142 S ISTEMAS T ERRESTRES DVB-H (Digital Video Broadcasting - Handheld) O PADRÃO DVB-H FOI DESENVOLVIDO COM BASE NO PADRÃO DVB-T, PADRÃO DE TRANSMISSÃO TERRESTRE UTILIZADO NA EUROPA, COM A PREMISSA DE BAIXO CONSUMO DE ENERGIA. A VARIÁVEL DVB-H É FACILMENTE IMPLEMENTADA EM REDES DVB-T, POIS AS REDES DVB-T E DVB-H COMPARTILHAM PARTE DA MESMA INFRAESTRUTURA.. ESTE PADRÃO TAMBÉM UTILIZA MODULAÇÃO COFDM. A FAIXA DE FREQUÊNCIA DEFINIDA, A SER UTILIZADA NA EUROPA, COINCIDE COM OS CANAIS DE UHF NA FAIXA ENTRE 470 E 862 MHZ. NOS ESTADOS UNIDOS HÁ UMA ALOCAÇÃO ENTRE E MHZ E OUTRA POSSIBILIDADE A PARTIR DE 700 MHZ. O SISTEMA ADMITE CANAIS COM LARGURA DE 5, 6, 7 E 8 MHZ. FOI DEFINIDO COMO PADRÃO PARA A TV MÓVEL NA UNIÃO EUROPEIA. TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

143 S ISTEMAS T ERRESTRES FLO (Forward Link Only) A TECNOLOGIA FLO FOI DESENVOLVIDA PELA QUALCOMM, ESPECIFICAMENTE PARA TRANSMITIR SERVIÇOS EM MULTIMÍDIA PARA CELULARES. NÃO É DERIVADA DE QUALQUER OUTRO PADRÃO TERRESTRE EXISTENTE. COMO DECORRÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO E NEGÓCIOS, FOI CRIADA UMA SUBSIDIÁRIA DA QUALCOMM ESPECIALMENTE PARA FORNECER SERVIÇOS EM MULTIMÍDIA PARA CELULARES HANDHELDS. NOS ESTADOS UNIDOS HÁ UMA REDE NACIONAL DA QUALCOMM OPERANDO NA FAIXA DE 720 MHZ, MAS A TECNOLOGIA É ADAPTÁVEL EM OUTRAS FAIXAS ESPECTRAIS. NA IMPLANTAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS E NO JAPÃO ESTÃO DISPONÍVEIS ENTRE 50 E 100 CANAIS, SENDO QUE 15 CANAIS APRESENTAM PROGRAMAÇÃO AO VIVO. TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

144 S ISTEMAS T ERRESTRES ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting) O PADRÃO ISDB-T É O PADRÃO DE TELEVISÃO DIGITAL DESENVOLVIDO NO JAPÃO, NA DÉCADA DE 90, PRIVILEGIANDO A RECEPÇÃO MÓVEL E PORTÁTIL. A BANDA É SEGMENTADA EM 13 SUB-BANDAS DE 429 MHZ, EM QUE APENAS O SEGMENTO CENTRAL É ALOCADO PARA OS SERVIÇOS EM MULTIMÍDIA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS (ONE-SEG). ESTE PADRÃO FOI ADOTADO PELO BRASIL PARA A TV DIGITAL ABERTA TERRESTRE. TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

145 S ISTEMAS S ATÉLITES DMB-S (Digital Multimedia Broadcasting Satellite) O PADRÃO DMB-S É DERIVADO DO PADRÃO DMB-T, COM O OBJETIVO DE SIMPLIFICAR A INFRAESTRUTURA DE TRANSMISSÃO. A TRANSMISSÃO POR SATÉLITE EXIGE VISIBILIDADE DIRETA ENTRE ANTENAS E, POR ISSO, APRESENTA DIFICULDADES NA RECEPÇÃO EM LUGARES FECHADOS, HAVENDO A NECESSIDADE DE RETRANSMISSORES LOCAIS (GAP FILLERS). TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

146 S ISTEMAS S ATÉLITES DVB-SH (Digital Multimedia Broadcasting Satellite Handheld) O PADRÃO DVB-SH COMPLEMENTA O PADRÃO DVB-H E CARACTERIZA-SE PELA ENTREGA VIA SATÉLITE DE CONTEÚDO MULTIMÍDIA UTILIZANDO PROTOCOLO IP. SE NÃO EXISTIR VISADA DIRETA ENTRE O SATÉLITE E O TERMINAL, DEVEM SER EMPREGADOS GAP FILLERS TERRESTRES. PROJETADO PARA FREQUÊNCIA ABAIXO DE 3 GHZ, TIPICAMENTE NA BANDA S, O PADRÃO POSSUI DOIS MODOS DE OPERAÇÃO: SH A – COFDM NOS ENLACES SATELITAL E TERRESTRE (MODO SFN). SH B – TDM NO ENLACE SATELITAL E COFDM NO TERRESTRE. TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

147 S ISTEMAS C ELULARES MBMS (Multimedia Broadcast and Multicast Service) O PADRÃO MBMS É O PRINCIPAL PADRÃO UTILIZADO E APLICA TECNOLOGIA QUE PERMITE A ENTREGA DE SERVIÇOS DE VÍDEO MULTICAST/BROADCAST VIA REDES CELULARES EXISTENTES, GSM E UMTS, EM IP DATACAST (IPDC). O MBMS ESTABELECE O MELHOR USO DO ESPECTRO PARA A ENTREGA DE VÍDEOS QUANDO COMPARADO COM O MODO UNICAST. SE UTILIZADO COM BANDA DE 5 MHZ, ENTREGA ENTRE 6 E 9 PROGRAMAS, COM UMA TAXA DE TRANSMISSÃO DE 256 KBIT/S PARA CADA UM. TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

148 PADRÃO ADOTADO PELA CORÉIA DO SUL. BASEADO NO PADRÃO DAB (DIGITAL AUDIO BROADCAST). VÍDEO: MPEG-4 AVC, H.264. AUDIO: MPEG-4 BSAC, MPEG-4 AAC, MPEG-4 HE. MODULAÇÃO: OFDM. Tecnologia DMB-T TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

149 Classificação dos Receptores DMB-T RESOLUÇÃOPIXELS CIF – COMMON INTERMEDIATE FORMAT352 X 288 QCIF – QUARTER COMMON INTERMEDIATE FORMAT 176 X 144 QVGA – QUARTER VIDEO GRAPHICS ADAPTER320 X 240 WDF – WIDESCREEN FORMAT384 X 224 TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

150 Combinação de Redes DMB e GSM/UMTS para Serviços Interativos TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

151 S AMSUNG B200 E B250 S AMSUNG B100 Terminais DMB-T TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

152 Padrão Europeu – Arquitetura Básica TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

153 UMTS Broadcast Networks (DAB, DVB-H) S ATELLITE GSM / GPRS Wireless LANs Padrão Europeu – Visão Ilustrada com o DVB-H e DVB-SH TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

154 Arquitetura Básica do DVB-H / DVB-SH Padrão Europeu – Arquitetura Básica do DVB-H e DVB-SH TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

155 É UM DOS TRÊS PADRÕES PRINCIPAIS DE TV MÓVEL. É UMA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA SERVIÇOS DE BROADCAST OFERECIDOS A DISPOSITIVOS MÓVEIS. O DVB- H FOI FORMALMENTE ADOTADO COMO UM PADRÃO ETSI EM NOVEMBRO DE 2004 E FOI DEFINIDO A PARTIR DE MARÇO DE 2008 COMO O PADRÃO PREFERENCIAL DA UNIÃO EUROPÉIA. SEUS COMPETIDORES PRINCIPAIS SÃO O SISTEMA QUALCOMMS MEDIAFLO E O SISTEMA CELULAR 3G BASEADO NO PADRÃO MBMS TV MÓVEL. O DVB-SH (SATELLITE SERVICES TO HANDHELDS) AGORA E DVB-H2 NO FUTURO SÃO MELHORIAS POSSÍVEIS NO DVB- H, COM GANHOS NA EFICIÊNCIA ESPECTRAL E MELHOR FLEXIBILIDADE DA MODULAÇÃO. Tecnologia DVB-H TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

156 DVB-H: NORMA EUROPÉIA: DVB-H É BASEADO NA ESPECIFICAÇÃO DO DVB-T, ADICIONANDO-LHE UM CONJUNTO DE CARACTERÍSTICAS TENDO EM CONTA AS ESPECIFICAÇÕES DOS TERMINAIS MÓVEIS. VANTAGENS PARA A EUROPA: REUTILIZAÇÃO DA ESTRUTURA EXISTENTE. SINAIS DVB-T E DVB-H SÃO MULTIPLEXADOS E TRANSMITIDOS JUNTOS. TIME SLICING: TÉCNICA QUE PERMITE REDUZIR O CONSUMO DE ENERGIA NOS TERMINAIS EM ATÉ 90%. O STREAMING DE ÁUDIO E VÍDEO É AGRUPADO E TRANSMITIDO EM RAJADAS DENTRO DE UM INTERVALO DE TEMPO. Tecnologia DVB-H TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

157 MODULAÇÃO: COFDM COM 2K, 4K E 8K. ÁUDIO: MPEG-4 AAC, MPEG-4 HE AAC, MPEG HE AAC V2, AMR-WB+, AC3, ENHANCED AC3. VÍDEO: H.264/AVC, VC-1. TRANSPORTE: MPEG 2 TS. STREAMINGS DE ÁUDIO E VÍDEO SÃO ENCAPSULADOS EM PACOTES IP (IPDC – INTERNET PROTOCOL DATACASTING) E APÓS ISSO EM PACOTES MPEG 2. Tecnologia DVB-H TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

158 TIPO DE RECEPTO R DVB RESOLUÇÃO DE VÍDEO TAXA DE TRANSFERÊN CIA APLICAÇÕES TÍPICAS A QCIF – QUARTEL COMUM INTERMEDIATE FORMAT. 180 X 144 PIXELS 128 KBIT/S CELULARES 3G B CIF – COMMON INTERMEDIATE FORMAT. 360 X 288 PIXELS 384 KBIT/S PDA, CELULARES 3G C CIF – COMMON INTERMEDIATE FORMAT. 360 X 288 PIXELS 2 MBIT/S RECEPTOR PORTÁTIL Classificação dos Receptores DVB-H TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

159 N OKIA M OTOROLA S AMSUNG S IEMENS /B EN Q N OKIA S AGEM P ACE D I B COM /D ELL N OKIA Terminais DVB-H TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

160 TV NO L AR – HDTV OU SDTV TV P ORTÁTIL – LDTV TV S D IGITAIS TIPO DE BOLSO, APARELHOS CELULARES, EM G AMES, USB P EN D RIVES, GPS, E TC …. F ULL HD, HDTV OU SDTV M ÓVEL P ORTÁTIL ( LDTV ) F IXO E M ALGUMAS CIDADES DO B RASIL JÁ SE TRANSMITE HOJE VÍDEO, ÁUDIO E SERVIÇOS DE DADOS PARA T ERMINAIS F IXOS (HDTV OU SDTV), M ÓVEIS (V EICULARES ) E P ORTÁTEIS. Tecnologia ISDB-T TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

161 PADRÃO JAPONÊS: NO ISDB-T, O CANAL DE RF DE 6 MHZ É DIVIDIDO EM 13 SEGMENTOS DE 429 KHZ C AMADA CC AMADA A C AMADA B SDTV RECEPÇÃO MÓVEL HDTV RECEPÇÃO FIXA LDTV RECEPÇÃO PORTÁTIL Tecnologia ISDB-T TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

162 Tecnologia ISDB-T 1–SEG É BASEADO NO ISDB-T (INTEGRATED SERVICES DIGITAL BROADCASTING TERRESTRIAL). O NOME É UMA REFERÊNCIA AO FATO DE QUE O SISTEMA DE TV DIGITAL JAPONÊS DIVIDE O SINAL EM 13 SEGMENTOS: 12 DE ALTA DEFINIÇÃO E O 13º DE BAIXA DEFINIÇÃO, PARA DISPOSITIVOS PORTÁTEIS. (UM SINAL SIMILAR AO THUMBNAIL DE FOTOGRAFIA.). A INTERATIVIDADE É BASEADA EM UM CONCEITO DE TELA SEPARADA (SPLIT SCREEN). TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

163 Tecnologia ISDB-T DIFERENTEMENTE DOS OUTROS SISTEMAS PARA RECEPÇÃO DE TV MÓVEL COMO O PADRÃO EUROPEU (DVB-H), E O MEDIAFLO, DESENVOLVIDO PELA QUALCOMM, O PADRÃO JAPONÊS NÃO EXIGE CANAIS ADICIONAIS PARA A TRANSMISSÃO DE TV PORTÁTIL. PARA OS OUTROS PADRÕES ESTA CARACTERÍSTICA GERA A NECESSIDADE DE LICITAÇÕES ADICIONAIS DE CANAIS NO ESPECTRO E, CONSEQUENTEMENTE, IMPÕE A TARIFAÇÃO AO CONSUMIDOR FINAL, UMA VEZ QUE NÃO EXISTE RECEITA PUBLICITÁRIA PARA ARCAR COM OS CUSTOS DE TRANSMISSÃO, COMO NA TV ABERTA TRADICIONAL. TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

164 Tecnologia ISDB-T 1–SEG NO BRASIL USA MPEG4 PARA ÁUDIO E VÍDEO. LANÇADO EM SP EM DEZEMBRO DE A PARTE DE TV É FORNECIDA PELOS OPERADORES DE TV E É SUPORTADA PELA PUBLICIDADE. ÁUDIO: MPEG-2 AAC. VÍDEO: MPEG-2 HDTV. TRANSPORTE: MPEG-2. MODULAÇÃO: COFDM. TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

165 1 S EGMENTO => PARA S ERVIÇOS M ÓVEIS ISDB-T (I NTEGRATED S ERVICE D IGITAL B ROADCASTING - T ERRESTRIAL ) => PADRÃO DE DTV (DIGITAL TV) BROADCAST NO JAPÃO 1 CH DE RF COM BW= 6 MH Z É = 13 S EGMENTOS V ÍDEO E Á UDIO L IMPOS, S EM R UÍDO S ERVIÇO I NTERATIVO TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

166 T AXA DE B IT : 64 KBPS C ODEC DE A UDIO : HE-AAC Á UDIO T AXA DE B IT T OTAL : 416 KBPS TAXA DE BIT: 192 KBPS RESOLUÇÃO: 320 X 240 CODEC DE VIDEO: H.264 V IDEO T AXA DE B IT : 128 KBPS M ARKUP L ANGUAGE : BML (B ROADCAST M ARKUP L ANGUAGE ) D ADOS TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

167 Terminais ONE-SEG TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

168 AOC C ONNECT TV D IGITAL AIKO DT-0818 P EN TV T ELESYSTEM L EADERSHIP TV D IGITAL USB T ECTOY M OB TV F ULL -S EG P IXELVIEW X-MICRO SE ASSEMELHAM A PEN DRIVES. SE FAZ NECESSÁRIO A INSTALAÇÃO DE UM SOFTWARE PROPRIETÁRIO FORNECIDO PARA A SUA UTILIZAÇÃO. APRESENTAM DIFERENÇAS ENTRE OS MODELOS. DEVE-SE EFETUAR COMPARATIVO COM BASE NAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE CADA PRODUTO E BUSCAR DETALHES DE EXPERIÊNCIAS PRÁTICAS JÁ OBTIDAS POR OUTROS USUÁRIOS. Terminais USB de TV Digital one seg e full seg TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

169 PSP 2000 COM PSP-S310 NINTENDO DS COM RX ONE SEG PLAY STATION PSP 2000 PSP-S310 Recepção TV Digital one-seg em Console de Games TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

170 EDUCAÇÃO, INFORMAÇÃO E ENTRETENIMENTO PARA OS BRASILEIROS AO LONGO DO CORRER DAS 24 HORAS DE TODOS OS DIAS! TV Móvel em carros, ônibus, vans e etc TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

171 Aparelho GPS Gorilla Sony com Receptor de TV ISDB one-seg TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

172 TV Móvel - Terminal GPS + TV Digital ITENS INCLUSOS: APARELHO; CANETA; CABO USB; CARREGADOR AUTOMOTIVO. DISPOSITIVO DE FIXAÇÃO COM SUPORTE COM VENTOSA. MANUAL EM PORTUGUÊS; CD DE INSTALAÇÃO; SOFTWARE NDRIVE JÁ INSTALADO. BATERIA 850MAH LI-ION E GARANTIA. TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

173 TV Móvel Veicular – Forte apelo na Copa do Mundo TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

174 Visão de Problemas e Soluções – Áreas de Cobertura TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

175 INTERATIVIDADE É FEITA RECORRENDO A UMA REDE 3G. TRANSMISSÃO EM BROADCAST PONTO A PONTO. LARGURA DE BANDA: 450MHZ (50 A 100 CANAIS DE TV MÓVEL). RESOLUÇÃO DE TELA: QVGA. MODULAÇÃO: OFDM. VÍDEO: AVC/H.264. AUDIO: AAC+/HE-AAC. Tecnologia MediaFLO TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

176 A REDE 3G PERTENCE AO OPERADOR WIRELESS ( OU OPERADORAS ) E SUPORTA SERVIÇOS INTERATIVOS PARA PERMITIR QUE APARELHOS MÓVEIS SE COMUNIQUEM COM O NOC. Tecnologia MediaFLO TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

177 NOC FATURAMENTO. DISTRIBUIÇÃO. GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO. GERENCIAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA PARA A REDE. GERÊNCIA VÁRIOS ELEMENTOS DA REDE. SERVE COMO UM PONTO DE ACESSO NACIONAL E LOCAL PARA PROVEDORES DE CONTEÚDO DISTRIBUIR CONTEÚDO PARA UMA VASTA ÁREA GERENCIA AS ASSINATURAS DE SERVIÇOS DE USUÁRIO. O FORNECIMENTO DE ACESSO. CRIPTOGRAFIA CHAVE. FORNECE INFORMAÇÕES DE FATURAMENTO PARA OPERADORAS CELULARES. Tecnologia MediaFLO TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

178 O MBMS É DEFINIDO PELO 3GPP (3RD GENERATION PARTNERSHIP PROJECT) E TEM COMO OBJETIVO POSSIBILITAR A TRANSMISSÃO EFICIENTE DE DADOS DE UMA FONTE PARA VÁRIOS USUÁRIOS EM SIMULTÂNEO ATRAVÉS DA REDE MÓVEL. 3GPP É UM PROJETO CRIADO EM DEZEMBRO DE 1998 POR CINCO EMPRESAS DE TECNOLOGIA MÓVEL, A ETSI (EUROPA), ARIB/TTC (JAPÃO), CCSA (CHINA), ATIS (AMÉRICA DO NORTE) E TTA (CORÉIA DO SUL) VISANDO PADRONIZAR A CRIAÇÃO, ENVIO E REPRODUÇÃO DE ARQUIVOS MULTIMÍDIA (VÍDEOS) EM TELEFONES CELULARES E OUTROS APARELHOS WIRELESS (SEM FIO) GSM. Tecnologia MBMS (Multimedia Broadcast/Multicast Service) TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

179 EVOLUÇÃO DO WCDMA. MBMS ESTÁ DISPONÍVEL TANTO PARA GSM/EDGE QUANTO WCDMA. MBMS É UM TIPO DE SERVIÇO BASEADO EM IPDC QUE PODE SER OFERECIDO VIA REDES GSM E UMTS. Tecnologia MBMS (Multimedia Broadcast/Multicast Service) TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

180 TECNOLOGIA MBMS OS SERVIÇOS UTILIZADOS TIPICAMENTE SÃO OS DE STREAMING DE VÍDEO E ÁUDIO E DOWNLOAD DE ARQUIVOS. MODO BROADCAST NÃO NECESSITA DE SUBSCRIÇÃO, NÃO NECESSITA DE AUTORIZAÇÃO, DISPONÍVEL PARA TODOS NA ÁREA DO SERVIÇO. MODO MULTICAST NECESSITA DE SUBSCRIÇÃO, NECESSITA DE AUTORIZAÇÃO, DISPONÍVEL PARA GRUPOS DE USUÁRIOS, INFORMAÇÃO CODIFICADA. Tecnologia MBMS (Multimedia Broadcast/Multicast Service) BROADCAST MULTICAST TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

181 S ERVIÇOS P OTENCIAIS Tecnologia MBMS (Multimedia Broadcast/Multicast Service) TV MÓVEL TV AO VIVO TV INTERATIVA VOTAÇÃO COMERCIAIS WEB 2.0 BLOGS VÍDEOS JOGOS VÍDEO CONFERÊNCIAS LOCALIZAÇÃO INFORMAÇÃO TURÍSTICA PUBLICIDADE ALERTAS TRÂNSITO TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

182 Tecnologia MBMS – Fluxo de Informações TRÊS USUÁRIOS ESTÃO ASSISTINDO TRÊS CANAIS DIFERENTES (VERMELHO, VERDE E AZUL). O SERVIDOR FORNECE APENAS UM FLUXO POR CANAL. O FLUXO DE DADOS PARA CADA CANAL NO NÚCLEO E NA REDE DE RADIOTRANSMISSÃO É REPLICADO SOMENTE QUANDO NECESSÁRIO. NESTE EXEMPLO O SERVIDOR DE STREAMING DEVE TRATAR APENAS TRÊS FLUXOS SIMULTANEAMENTE. OS RECURSOS DA RADIOTRANSMISSÃO NA CÉLULA MAIS BAIXA SÓ PRECISA SER ATRIBUÍDO A TRÊS TRANSMISSÕES BROADCAST EM PARALELO. TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

183 Tecnologia MBMS – Fluxo de Informações GGSN: G ATEWAY GPRS S UPPORT N ODE U M G ATEWAY GPRS S UPPORT N ODE (GGSN) É UM NÓ DE REDE QUE ATUA COMO UM GATEWAY ENTRE UMA REDE GPRS DE DADOS SEM FIO E DE OUTRAS REDES COMO A I NTERNET OU REDES PRIVADAS. SGSN: SERVING GPRS SUPPORT NODE UM SERVIÇO GPRS SUPPORT NODE (SGSN) É RESPONSÁVEL PELA ENTREGA DOS PACOTES DE DADOS E PARA AS ESTAÇÕES MÓVEIS DENTRO DA SUA ÁREA GEOGRÁFICA DE SERVIÇO. TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

184 INTERNET PROTOCOL DATACASTING. IPDC É UMA COMBINAÇÃO DE RADIODIFUSÃO DIGITAL, IP E SERVIÇOS BASEADOS EM CONTEÚDOS MULTIMÍDIA. PROMOVE A CONVERGÊNCIA DA COMUNICAÇÃO DE DADOS EMPACOTADOS EM IP COM TRANSMISSÃO EM BROADCAST VIA RÁDIO FREQUÊNCIA. IPDC TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

185 POSSIBILITA DISTRIBUIÇÃO DE CONTEÚDO MULTIMÍDIA A BAIXO CUSTO PARA UM GRANDE NUMERO DE USUÁRIOS. PARA FORNECER UMA VARIEDADE DE SERVIÇOS COM A UTILIZAÇÃO DE IPDC, VÁRIAS ORGANIZAÇÕES DEVEM COOPERAR NA ELABORAÇÃO E NA GESTÃO DOS SERVIÇOS PARA OS USUÁRIOS. O PADRÃO DVB-H UTILIZA IPDC PARA ENCAPSULAR OS STREAMINGS DE ÁUDIO E VÍDEO E SOMENTE DEPOIS CRIA OS PACOTES MPEG2. IPDC TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

186 DVB-H com IPDC TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

187 Padrões de TV Digital Móvel Adotados pelos Países TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

188 F ONTE : R ETHINK R ESEARCH A SSOCIATES - UK Estimativa de Total de Aparelhos com TV Móvel no Mundo (Milhões) TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

189 PAÍSLANÇAMENTO MOBILE TV HANDSETS MOBILE TV HANDSETS MOBILE TV HANSETS TECNOLOGIA Brasil ISDB-T China CMMB/STiMi Alemanha DVB-H Itália DVB-H Japão ISDB-T Holanda DVB-H Rússia DVB-H Coréia Sul S-DMB Coréia Sul T-DMB EUA MediaFLO OutrosVários Vários Fonte: Rethink Research Associates - UK Situação do Mercado TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

190 LIDERANÇA ABSOLUTA DO JAPÃO COM MAIS DE 70% DE MARKET-SHARE NO MUNDO. A CORÉIA DO SUL COM CERCA DE 23% VEM EM SEGUNDO LUGAR COM UMA UM NÚMERO MUITO EXPRESSIVO E COM POTENCIAL DE CRESCIMENTO BASTANTE ELEVADO. COM RELAÇÃO À EUROPA OBSERVA-SE UM AVANÇO PROGRESSIVO MAS AINDA EM PROPORÇÕES MUITO INFERIORES AOS OBSERVADOS NA ÁSIA. ESTE CRESCIMENTO TAMBÉM ESTÁ RESTRITO A ALGUNS PAÍSES. QUALCOMM CONTINUA EMPENHADA EM FLO TV E MEDIAFLO, À LUZ DE POSSÍVEL VENDA. Comentários TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

191 OS BRASILEIROS SÃO OS CONSUMIDORES QUE MAIS USAM DISPOSITIVOS MÓVEIS - PC, SMARTPHONE OU LAPTOP - PARA VER TV NA AMÉRICA LATINA, ALCANÇANDO UM ÍNDICE DE 34%. NA ARGENTINA, O PERCENTUAL É DE 25%, E, NO MÉXICO, 19%. O VALOR GLOBAL PARA ESSE HÁBITO É DE 37%, REVELA A TERCEIRA EDIÇÃO DO BARÔMETRO DE ENGAJAMENTO DE MÍDIA, ESTUDO GLOBAL CONDUZIDO PELA MOTOROLA MOBILITY COM 9 MIL CONSUMIDORES EM 16 MERCADOS, DIVULGADO EM 13/02. O ESTUDO VISA IDENTIFICAR OS HÁBITOS DE CONSUMO DE VÍDEO DOS TELESPECTADORES E DAR UMA COMPREENSÃO DOS TIPOS DE SERVIÇOS DISPONÍVEIS AOS CONSUMIDORES E SUAS RESPECTIVAS PREFERÊNCIAS. ENTREVISTADOS DE: ARGENTINA, AUSTRÁLIA, BRASIL, CHINA,EUA, FRANÇA, ALEMANHA, JAPÃO, MÉXICO, RÚSSIA, CINGAPURA, COREIA DO SUL, SUÉCIA, TURQUIA, EMIRADOS ÁRABES E REINO UNIDO. Pesquisas de Mercado TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

192 O RESULTADO MOSTRA OS GRANDES TEMAS QUE ESTÃO REDEFININDO O ECOSSISTEMA RESIDENCIAL E A EXPERIÊNCIA DE ENTRETENIMENTO DO CONSUMIDOR, COMO O AUMENTO DA PROCURA POR TV MÓVEL, TV SOCIAL, SERVIÇOS DE CASA CONECTADA (AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL) E SERVIÇOS EM NUVEM PERSONALIZADOS. OS NÚMEROS AINDA DEMONSTRAM UMA ALTA DEMANDA PARA O CRESCIMENTO DA TV SOCIAL NO PAÍS, QUE É UM GRANDE NICHO DE OPORTUNIDADES, TANTO PARA AS OPERADORAS QUANTO PARA SEUS ANUNCIANTES. O ESTUDO REFORÇA A QUESTÃO DE QUE AS REDES SOCIAIS MUDARAM A EXPERIÊNCIA DE VER TELEVISÃO. Pesquisas de Mercado TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

193 SEGUNDO AINDA O LEVANTAMENTO, OS BRASILEIROS GASTAM SEIS HORAS POR DIA EM REDES SOCIAIS, NÚMERO SEMELHANTE À MÉDIA GLOBAL E DE OUTROS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA. DESSES, 43% JÁ USARAM AS MÍDIAS SOCIAIS PARA RECOMENDAR UM PROGRAMA A OUTRA PESSOA E 82% RESPONDERAM QUE USARAM A TV SOCIAL EM 2011, O QUE DEMONSTRA UM AUMENTO DE 18%, NA COMPARAÇÃO COM ALÉM DISSO, 76% PREFEREM USAR AS TVS SOCIAIS PARA COMENTAR UM PROGRAMA. COMPARADO COM A ARGENTINA, POR EXEMPLO, ONDE 25% DOS ENTREVISTADOS USAM UM DISPOSITIVO MÓVEL PARA ASSISTIR TV, O PAÍS É CONSIDERADO O DE MAIS ALTO POTENCIAL PARA ESSE MERCADO NA REGIÃO. Pesquisas de Mercado TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

194 NO BRASIL, OS LAPTOPS AINDA SÃO O MEIO MAIS UTILIZADO PARA ASSISTIR TV, ENTRE OS EQUIPAMENTOS MÓVEIS CITADOS NA PESQUISA, COM QUASE 60% DOS ENTREVISTADOS. PORÉM, OS SMARTPHONES ESTÃO GRADATIVAMENTE GANHANDO ADEPTOS E JÁ OCUPAM A SEGUNDA POSIÇÃO ENTRE OS MAIS ACESSADOS NO PAÍS PARA ASSISTIR A SEUS PROGRAMAS PREFERIDOS DE FORMA REMOTA. AINDA COM FOCO NAS NOVAS DEMANDAS DE SISTEMAS TELEVISIVOS, A PESQUISA TAMBÉM EXPLOROU A QUESTÃO DA AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL, MERCADO QUE ESTÁ EM CONSTANTE CRESCIMENTO E QUE CADA VEZ MAIS É CONHECIDO PELOS CONSUMIDORES. O ESTUDO MOSTROU QUE 78% DOS ENTREVISTADOS BRASILEIROS ESTAVAM INTERESSADOS NESSE TEMA, ACIMA DA MÉDIA MUNDIAL (66%). MAS 37% DISSERAM QUE PRECISARIAM SER CONVENCIDOS DO VALOR DE UM SERVIÇO ANTES DE PAGAR POR ELE. Pesquisas de Mercado TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

195 NO BRASIL, A PREOCUPAÇÃO É QUANDO O ASSUNTO É PAGAR A MAIS POR ALGO. A PESQUISA INDICA QUE A POPULARIZAÇÃO DOS SERVIÇOS É NECESSÁRIA PARA QUE O CONSUMIDOR OS ENCARE COMO DESEJO. A PESQUISA DA MOTOROLA AINDA MOSTRA QUE OS SERVIÇOS DE NUVEM TAMBÉM COMEÇARAM A SE POPULARIZAR MAIS ENTRE OS CONSUMIDORES, EM EVIDÊNCIA PRINCIPALMENTE NO MERCADO DE DISPOSITIVOS MÓVEIS. PESQUISAS DE MERCADO PROJETAM QUE AS RECEITAS DESSE MERCADO ALCANÇARÃO US$ 6,5 BILHÕES ATÉ NO BRASIL, 75% DOS CONSUMIDORES TÊM INTERESSE EM UM SERVIÇO QUE PERMITA ACESSO AOS SEUS DADOS PESSOAIS EM QUALQUER DISPOSITIVO, DE QUALQUER LUGAR. ESSE CRESCIMENTO SERÁ IMPULSIONADO POR SERVIÇOS DE VÍDEO E MÚSICA. DO TOTAL, 64% TIVERAM DE APAGAR OS DADOS ANTIGOS DE SEUS APARELHOS, PORQUE ESTAVAM FORA DO ESPAÇO DE ARMAZENAMENTO. Pesquisas de Mercado TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

196 TV Móvel e Tv Portátil (PenTV + Acesso a Banda Larga) TV MÓVEL E TV PORTÁTIL

197 Agenda 1.PARTE I - CONVERGÊNCIA 2.PARTE II - CADEIA DE VALOR DA TV ABERTA ANALÓGICA 3.PARTE III - CENÁRIOS PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE 4.PARTE IV - NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA 5.PARTE V - CONVERGÊNCIA - COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO 6.PARTE VI - TV DIGITAL MÓVEL E PORTÁTIL 7.PARTE VII - TV MÓVEL PAGA SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA

198 NÃO EXISTE MARCO REGULATÓRIO NO BRASIL PARA A PRESTAÇÃO DO SERVIÇO. ALGUMAS PRESTADORAS DE SERVIÇO MÓVEL CELULAR (DETENTORAS DE OUTORGAS DE SMP) VEM OFERECENDO O SERVIÇO COM SVA (SERVIÇO DE VALOR ADICIONADO). PELA LGTA DEFINIÇÃO DE SVA É A ATIVIDADE QUE ACRESCENTA A UM SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES, QUE LHE DÁ SUPORTE E COM O QUAL NÃO SE CONFUNDE, NOVAS UTILIDADES RELACIONADAS AO ACESSO COM ARMAZENAMENTO, MOVIMENTAÇÃO OU RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÕES, NÃO SE CONSTITUINDO EM SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES, CLASSIFICANDO SEU PROVEDOR COMO USUÁRIO. ESTE SERVIÇO, CONSEQUENTEMENTE, NÃO PRECISA DE LICENÇA DA ANATEL PARA SER PRESTADO. A IMPOSTAÇÃO SOBRE O MESMO TAMBÉM SERÁ DIFERENTE. Características TV MÓVEL PAGA

199 APESAR DA BOA RECEPTIVIDADE DO BRASILEIRO PARA VER TELEVISÃO NA TELA DO CELULAR, A AUSÊNCIA DE UMA REGULAMENTAÇÃO QUE PERMITA O USO DE FREQUÊNCIAS UHF PARA A CRIAÇÃO DE REDES PARALELAS PARA A OFERTA DO SERVIÇO E A CAPACIDADE LIMITADA DAS ATUAIS REDES 3G - ONDE A TRANSMISSÃO DE VÍDEO ACONTECE NA REDE IP E CONSUMINDO A MESMA BANDA DOS PRODUTOS DE BANDA LARGA E VOZ - EMPERRAM O NEGÓCIO DE TV PAGA MÓVEL E EXIGE CRIATIVIDADE POR PARTE DOS FOMENTADORES DO PRODUTO. AS OPERADORAS DE TELECOM UTILIZAM A TRANSMISSÃO DE DADOS EM SUAS CÉLULAS, OU SEJA, A OFERTA DE SERVIÇO É BASEADA EM JANELAS DE TEMPO. Características TV MÓVEL PAGA

200 Tendências A BERTO C ONTEÚDO PAGO SOB DEMANDA H ÍBRIDO DESCRIÇÃOIMPLICAÇÕES T ODOS OS CANAIS DE TV D IGITAL P ORTÁTIL SERIAM ABERTOS E DE LIVRE ACESSO. M ODELO GERENCIADO PELO SETOR DE MÍDIA. O SERVIÇO SERIA PRESTADO SOMENTE EM REGIME PAGO. CONVIVÊNCIA DE CANAIS DE TV DIGITAL PORTÁTIL ABERTOS E CONTEÚDO SOB DEMANDA. ACESSO GRATUITO AO SERVIÇO. MODELO COMERCIAL BASEADO EM RECEITAS PUBLICITÁRIAS. RECEITAS LIMITADAS DIFICULTAM A RECUPERAÇÃO DOS INVESTIMENTOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE TV DIGITAL PORTÁTIL. CUSTO DO TERMINAL TENDE A SER MAIS ELEVADO PELA FALTA DE INTERESSE DA INDÚSTRIA DE TELECOM EM SUBSIDIÁ-LO. MODELO COMERCIAL MAIS ROBUSTO BASEADO EM PUBLICIDADE E CONTEÚDO PAGO SOB DEMANDA. RESTRIÇÃO DO ACESSO LIMITA A DISSEMINAÇÃO DO SERVIÇO ENTRE AS CLASSES DE MENOR RENDA. A INEXISTÊNCIA DE CANAIS ABERTOS GRATUITOS RESTRINGE O CONTATO DO PÚBLICO COM O NOVO SERVIÇO E CRIA DIFICULDADE PARA A SUA ADOÇÃO EM LARGA ESCALA. MODELO DESCARTADO POR ESTAR DESALINHADO À REALIDADE BRASILEIRA. ACESSO A CANAIS DE FORMA GRATUITA É PRESERVADA. MODELO COMERCIAL MAIS FLEXÍVEL PERMITE GERAR MAIORES FLUXOS DE RECEITAS COM A ADEQUADA SEGMENTAÇÃO DA AUDIÊNCIA ENTRE CANAIS DE INTERESSE GERAL (ABERTOS) E ESPECÍFICO (CONTEÚDO PAGO SOB DEMANDA). FLUXO DE RECEITA DE MENOR RISCO FACILITA A AMORTIZAÇÃO DOS INVESTIMENTOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE REDES E SUBSÍDIO PRIVADO DOS TERMINAIS QUE PERMITAM TODOS OS SERVIÇOS.

201 TV MÓVEL PAGA Cadeia de Valor Convergente dos Setores de Telecom e Mídia COMP ETÊNCI AS A TIVOS ADAPTAÇÃO DE CONTEÚDO AUDIOVISUAL PARA O FORMATO MÓVEL. PRODUÇÃO DE CONTEÚDO ESPECÍFICO PARA O MÓVEL. GERENCIAMENT O DE DIREITO AUTORAL. PRODUÇÃO DE CONTEÚDO P ROG./ EMPACOT. DE CONTEÚDO D IST. CONTEÚDO O PER. DE REDE OPERAÇÃO DE SERVIÇOS A TENDIMENTO AO CLIENTE INSERÇÃO DE PROPAGANDA. MONTAGEM DE GRADE DE PROGRAMAS DE CURTA DURAÇÃO. G ERENCIAMENTO DE CONTINUIDADE E QUALIDADE DO SINAL. GARANTIA DE QUALIDADE FIM- A-FIM DO SERVIÇO. CONTROLE DE ACESSO A CONTEÚDO PAGO SOB DEMANDA. INTEGRAÇÃO DE CANAL DE RETORNO (INTERATIVIDAD E). GESTÃO DO RELACIONAMEN TO COM O CLIENTE. ARRECADAÇÃO E COBRANÇA. COMERCIALIZAÇ ÃO DE TERMINAIS MÓVEIS PORTÁTEIS. D IREITOS AUTORAIS SOBRE O CONTEÚDO. DIRETO DE TRANSMISSÃO DE CONTEÚDO (EXCLUSIVIDADE ). REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE TV DIGITAL PORTÁTIL. S ISTEMA DE BILHETAGEM PARA CONTEÚDO PAGO SOB DEMANDA. S ISTEMAS DE PROVISIONAMENTO DE SERVIÇO. SISTEMAS DE RELACIONAMEN TO COM O CLIENTE E CENTRAIS DE ATENDIMENTO. SISTEMA DE FATURAMENTO. REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE TERMINAIS MÓVEIS PORTÁTEIS.

202 TV MÓVEL PAGA Contribuição dos Atores na Cadeia de Valor Convergente P RODUTOR I NDEPENDENTE C RIATIVIDADE EM TEMAS E FORMATOS PARA O MÓVEL. E NTENDIMENTO DA NECESSIDADE E LINGUAGEM DE PÚBLICOS ESPECÍFICOS. PRODUÇÃO DE CONTEÚDO P ROG./ EMPACOT. DE CONTEÚDO D IST. CONTEÚDO O PER. DE REDE OPERAÇÃO DE SERVIÇOS A TENDIMENTO AO CLIENTE R ADIODIFUSOR O PERADORA M ÓVEL FABRICANTE DE ELETRO- ELETRÔNICO S MARCAS E CONTEÚDOS CONSAGRADOS PELA AUDIÊNCIA. EXPERIÊNCIA E RECURSOS PARA A PRODUÇÃO DE CONTEÚDO. EXPERIÊNCIA NA OPERAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE SINAIS ABERTOS PARA TV TERRESTRE E PORTÁTIL. INVESTIMENTO EM REDE DE TV DIGITAL PORTÁTIL. I NVESTIMENTO EM REDE DE TV DIGITAL PORTÁTIL UTILIZANDO PARTE DA INFRA - ESTRUTURA JÁ MONTADA. INVESTIMENTOS NA EXPANSÃO DOS SISTEMAS DE BILHETAGEM. EXPERIÊNCIA NA GESTÃO DE SERVIÇOS E INTEGRAÇÃO DE REDES.. OPERAÇÃO DE ATENDIMENTO. GESTÃO E FATURAMENTO DE CLIENTE JÁ MONTADA. REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE TERMINAIS MÓVEIS PORTÁTEIS. T ERMINAIS MÓVEIS PORTÁTEIS ADAPTADOS À REALIDADE BRASILEIRA QUE RECEBAM TANTO O CONTEÚDO ABERTO COMO O SOB DEMANDA. ENTENDIMENTO DAS PREFERÊNCIAS DO PÚBLICO CONHECIMENTO DO MERCADO PUBLICITÁRIO E NTENDIMENTO DO PERFIL DE CONSUMO DO CLIENTE MÓVEL.

203 TV MÓVEL PAGA Contribuição dos Atores na Cadeia de Valor Convergente AGÊNCIAS DE PUBLICIDAD E P RODUTOR I NDEPENDENTE R ADIODIFUSOR OPERADOR DE REDE DE DISTRIBUIÇÃ O DE TV DIGITAL PORTÁTIL O PERADORA M ÓVEL F ABRICANTE DE T ERMINAIS P ORTÁTEIS C LIENTE R ECEITA COM P UBLICIDADE DIVISÃO DE RECEITA P AGAMENTO C ONTEÚDO E D IREITOS A UTORAIS C ANAL DE R ETORNO ( INTERATIVIDADE PARA TODOS OS SERVIÇOS ) C ANAIS A BERTOS C ONTEÚDO P AGO SOB D EMANDA C ONTEÚDO M ULTIMÍDIA C OMPLEMENTAR DIVISÃO DE RECEITA P AGAMENTO DE C ONTEÚDO SOB D EMANDA C ONTROLE DA R EDE PODERIA SER : R ADIODIFUSOR. O PERADORA M ÓVEL. C ONSÓRCIO. S UBSÍDIO DE T ERMINAIS M ÓVEIS P ORTÁTEIS

204 Exemplo de Pacote oferecido pela OI (já descontinuado) TV MÓVEL PAGA

205 30 MINUTOS TRINTA MINUTOS DA MELHOR PROGRAMAÇÃO DE TV NO SEU OI. VOCÊ PODE ASSISTIR A QUALQUER CANAL DURANTE ESTE PERÍODO. O TRÁFEGO DE DADOS É GRÁTIS. 02 HORAS DUAS HORAS DA MELHOR PROGRAMAÇÃO DE TV NO SEU OI. VOCÊ PODE ASSISTIR A QUALQUER CANAL DURANTE ESTE PERÍODO. O TRÁFEGO DE DADOS É GRÁTIS. 24 HORAS 24 HORAS DA MELHOR PROGRAMAÇÃO DE TV NO SEU OI. VOCÊ PODE ASSISTIR A QUALQUER CANAL DURANTE ESTE PERÍODO. O TRÁFEGO DE DADOS É GRÁTIS. Modalidades TV MÓVEL PAGA

206 O QUE É PRECISO PARA ASSISTIR AOS CANAIS DA OI TV MÓVEL? R.ANTES DE TUDO, VOCÊ PRECISA TER UM DOS APARELHOS COMPATÍVEIS COM O SERVIÇO E SER CLIENTE PÓS-PAGO NOS ESTADOS DE GOIÁS, TOCANTINS, MATO GROSSO, MATO GROSSO DO SUL, ACRE, RONDÔNIA, PARANÁ, SANTA CATARINA, RIO GRANDE DO SUL, DISTRITO FEDERAL. DEPOIS, VOCÊ SÓ PRECISA BAIXAR O APLICATIVO DA TV MÓVEL PARA O SEU OI E COMEÇAR A USAR. BASTA ENVIAR UMA MENSAGEM DE TEXTO COM A PALAVRA: TV PARA O NÚMERO 670 E SEGUIR O PASSO A PASSO PARA A INSTALAÇÃO. COMO FAÇO PARA INCLUIR CRÉDITOS E PODER ASSISTIR A TV MÓVEL? R.VOCÊ PODE INCLUIR CRÉDITOS DIRETO NO SEU OI. SÃO TRÊS OPÇÕES: 30 MINUTOS, 2 OU 24 HORAS CORRIDAS DE PROGRAMAÇÃO, E VOCÊ NÃO PAGA PELO TRÁFEGO DE DADOS. TV MÓVEL PAGA FAQ (Pacote OI)

207 O QUE ACONTECE SE ALGUÉM ME LIGAR QUANDO ESTIVER ASSISTINDO A TV MÓVEL? R.A LIGAÇÃO SERÁ DIRECIONADA PARA A SUA CAIXA POSTAL. CASO VOCÊ ESTEJA UTILIZANDO A REDE 3G E UM APARELHO COMPATÍVEL COM 3G, VOCÊ PODERÁ RECEBER LIGAÇÕES ENQUANTO ASSISTE A TV MÓVEL. A QUALIDADE DA IMAGEM NÃO É IGUAL À TV. POR QUE? R.A TV CONVENCIONAL E A TV ATRAVÉS DO CELULAR UTILIZAM FORMAS DE TRANSMISSÃO DIFERENTES. DURANTE A TRANSMISSÃO, PODEM EXISTIR PICOS DE USO E A IMAGEM FICAR UM POUCO "PICOTADA", DE FORMA PARECIDA COM A TRANSMISSÃO DE VÍDEOS PELA INTERNET. SE ISSO OCORRER, AGUARDE UM POUCO. CASO O PROBLEMA CONTINUE, DESCONECTE E TENTE ACESSAR NOVAMENTE. TV MÓVEL PAGA FAQ (Pacote OI)

208 COMO FAÇO E QUANTO CUSTA PRA ASSISTIR AOS CANAIS? R.VOCÊ PODE ESCOLHER ENTRE TRÊS OPÇÕES: 24 HORAS CORRIDAS, POR R$ 7,90, 2 HORAS CORRIDAS, POR R$ 4,90 OU 30 MINUTOS CORRIDOS POR R$ 1,90. A CONTRATAÇÃO É FEITA DIRETAMENTE PELO OI. APÓS A CONTRATAÇÃO, VOCÊ PODERÁ ASSISTIR QUALQUER CANAL DURANTE O PERÍODO DE TEMPO CONTRATADO. POR EXEMPLO, SE VOCÊ COMPROU 2 HORAS ÀS 16H DA TARDE, VOCÊ PODERÁ ASSISTIR A QUALQUER CANAL ATÉ ÀS 18H. VOCÊ PODERÁ FECHAR A OI TV MÓVEL E VOLTAR A ABRÍ-LO QUANTAS VEZES QUISER, QUE SUA ASSINATURA CONTINUARÁ VALENDO ATÉ ÀS 18H. O MESMO ACONTECE SE VOCÊ CONTRATAR O PERÍODO DE 24 HORAS OU 30 MINUTOS. PRA ASSISTIR, VOCÊ NÃO PAGA PELO TRÁFEGO DE DADOS. OU SEJA, VOCÊ SÓ PAGA O VALOR DO PERÍODO, NADA MAIS. TV MÓVEL PAGA FAQ (Pacote OI)

209 ESTOU ASSISTINDO, MAS A PROGRAMAÇÃO NÃO É A MESMA QUE ESTÁ PASSANDO NA TV. POR QUÊ? R.A PROGRAMAÇÃO DOS CANAIS DE TV TRANSMITIDA PELA TV MÓVEL SÃO AS MESMAS, PORÉM EM HORÁRIOS DIFERENTES. POR MOTIVOS TÉCNICOS, CADA CANAL DA TV MÓVEL TEM UMA PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA SER TRANSMITIDA PARA O SEU OI. TV MÓVEL PAGA FAQ (Pacote OI)

210 Trabalho PESQUISE NA INTERNET O TEMA LICITAÇÃO E DESTINAÇÃO DA FAIXA DE 700MHZ (NÃO MAIS DE TRÊS PÁGINAS), APRESENTANDO UM RESUMO DO ASSUNTO: GRUPOS DE NO MÁXIMO DUAS PESSOAS. PRAZO DE ENTREGA: 30 DE SETEMBRO. SERVIÇOS E NEGÓCIOS DE TELEVISÃO EM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA

211 FIM Obrigado!


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