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PSICOLOGIA COGNITIVA Prof. Liércio Pinheiro de Araújo.

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1 PSICOLOGIA COGNITIVA Prof. Liércio Pinheiro de Araújo

2 MATERIAL DE REFERÊNCIA

3 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo PSICOLOGIA COGNITIVA CAP. 1 Robert J. Sternberg

4 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Psicologia Cognitiva é o estudo de como as pessoas percebem, aprendem, lembram-se e pensam sobre a informação. Um psicólogo cognitivo poderá estudar como as pessoas percebem várias formas, porque se lembram de alguns fatos e se esquecem de outros, ou mesmo porque aprendem uma língua. PSICOLOGIA COGNITIVA

5 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Antecedentes Filosóficos da Psicologia: Racionalismo versus Empirismo

6 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo O Empirismo orienta diretamente à investigação empírica da Psicologia. Ao contrário, o Racionalismo é muito importante no desenvolvimento da fundamentação teórica. As teorias racionalistas, sem qualquer ligação com a observação, não podem ser, portanto, válidas. Entretanto, grandes quantidades de dados empíricos, sem uma estrutura teórica organizadora, também podem não fazer sentido.

7 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Estruturalismo Uma das primeiras dialéticas na história da Psicologia ocorreu entre o Estruturalismo e o Funcionalismo. O Estruturalismo foi a primeira grande escola de pensamento na Psicologia, que busca entendera estrutura (configuração dos elementos) da mente e suas percepções pela análise dessas percepções em seus componentes constitutivos. Consideremos, por exemplo, a percepção de uma flor. Os estruturalistas analisam essa percepção em termos de cor, forma geométrica, relações de tamanho e assim por diante. Antecedentes Psicológicos da Psicologia Cognitiva

8 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Antecedentes Psicológicos da Psicologia Cognitiva O Funcionalismo busca entender o que as pessoas fazem e por que o fazem. Esta pergunta principal estava em desacordo com os estruturalistas, que queriam saber quais eram os conteúdos elementares (estruturas) da mente humana. Os funcionalistas sustentavam que a chave para o entendimento da mente humana e dos comportamentos era o estudo dos processos de como e por que a mente funciona como funciona, em vez de estudar os conteúdos e os elementos estruturais da mente. Funcionalismo:

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10 Como os funcionalistas acreditavam no uso de qualquer método que melhor respondesse às perguntas de um determinado pesquisador, parece natural que o Funcionalismo tenha levado ao Pragmatismo. Os pragmatistas acreditam que o conhecimento só pode ser validado por sua utilidade: o que se pode fazer com isto? Estão interessados não apenas em saber o que as pessoas azem, mas também querem descobrir o que podemos fazer com o nosso conhecimento sobre o que as pessoas fazem. Por exemplo, eles acreditam na importância da Psicologia do Aprendizado e da Memória. Por quê? Porque pode nos ajudar a melhorar o desempenho das crianças na escola. O Pragmatismo também pode nos auxiliar a lembrar o nome de pessoas que conhecemos, mas do qual nos esquecemos rapidamente.

11 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Associacionismo O Associacionismo, assim como o Funcionalismo, foi menos uma escola sistemática de Psicologia e mais uma forma de pensar influente. O Associacionismo investiga como os eventos e as ideias podem se associar na mente propiciando a aprendizagem. Por exemplo, as associações podem resultar da contiguidade (associar informações que tendem a ocorrer juntas ou quase ao mesmo tempo), da similaridade (associar assuntos com traços ou propriedades semelhantes) ou do contraste (associar assuntos que parecem apresentar polaridades, como quente/frio, claro/escuro, dia/noite).

12 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Psicologia da Gestalt A Psicologia da Gestalt afirma que se compreende melhor os fenômenos psicológicos quando se olha para eles como todos organizados e estruturados. Se gundo essa visão, não se pode compreender totalmente o comportamento quando se desmembram os fenômenos em partes menores. Por exemplo, os behavioristas têm a tendência de estudar a resolução de problemas buscando o processamento subvocal – eles buscam o comportamento observável por meio do qual a resolução do problema pode ser compreendida. Os gestaltistas, ao contrário, estudam o insight, buscando entender o evento mental não observável por meio do qual alguém vai do ponto em que não tem idéia de como resolver um problema até o ponto em que entende completamente em um simples instante de tempo.

13 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo O Surgimento da Psicologia Cognitiva Uma abordagem mais recente é o Cognitivismo, ou seja, a crença de que grande parte do comportamento humano pode ser compreendida a partir de como as pessoas pensam. O Cognitivismo é, em parte, uma síntese das formas anteriores de análise, como o Behaviorismo e o Gestaltismo. Da mesma forma que o Gestaltismo, a Psicologia Cognitiva utiliza uma análise quantitativa precisa para estudar como as pessoas aprendem e pensam.

14 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo PSICOLOGIA COGNITIVA CAP. 3 Robert J. Sternberg Percepção

15 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Processos perceptivos e cognitivos

16 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Processos perceptivos e cognitivos

17 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo GESTALT Processos perceptivos e cognitivos

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19 Possibilidade de erros Verdade X Realidade Processos perceptivo e cognitivo

20 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Processos perceptivos e cognitivos Objeto Características: - cor - textura - tamanho - formato - profundidade Captação pelo Sistema Sensorial Cérebro Estrutura s corticais Sistema Cognitivo Processo Perceptivo Processos Cognitivos Interpretação e Integração das características do objeto aos conhecimentos do sujeito RESPOSTASRESPOSTAS Memória Categorização Atenção Resolução de Problemas: tipos de raciocínio Linguagem

21 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Cognição Conjunto de atividades e processos pelos quais um organismo adquire informação e desenvolve conhecimentos. Mecanismos mentais que agem sobre a informação sensorial, buscando a sua interpretação, classificação e organização

22 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Cognição Situada Centrada na Atividade Particularização de conhecimentos Conhecimento criado pela ação e para ação

23 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Cognição Compartilhada Conhecimento relativo ao coletivo do trabalho Representações compartilhadas sobre as atividades desempenhadas Não é uma somatória de conhecimentos Estruturadora das ações e interações no grupo

24 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Representação para Ação Representações mentais que atuam como elo entre sujeito e o contexto Apreensão de elementos de um contexto Modelos mentais incompletos, pessoais e instáveis Norteia a ação do indivíduo

25 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo PSICOLOGIA COGNITIVA CAP. 4 Robert J. Sternberg Atenção e Consciência

26 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo A Natureza da Atenção e da Consciência Atenção é o meio pelo qual se processa ativamente uma quantidade limitada de informação a partir da enorme quantidade de informação disponível por meio dos sentidos, da memória armazenada e de outros processos cognitivos

27 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Há muitas vantagens em se ter processos de atenção de algum tipo. Parece que há, pelo menos, alguns limites para os nossos recursos mentais. Também há limites quanto ao volume de informação na qual se podem concentrar aqueles recursos mentais em um determinado momento. Os fenômenos psicológicos da atenção possibilitam o uso dos recursos mentais limitados de maneira sensata. Ao diminuir a atenção sobre muitos estímulos externos (sensações) e internos (pensamentos e lembranças), podemos focar os estímulos que mais nos interessam. Este foco acentuado aumenta a probabilidade de resposta rápida e precisa aos estímulos que interessam. A atenção acentuada também abre caminho para os processos de recordação. E mais provável que o indivíduo se recorde de informações às quais prestou atenção do que aquelas que ignorou.

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29 Processamento pré-consciente: Algumas informações que atualmente ficam fora da consciência ainda podem estar disponíveis na consciência ou, pelo menos, nos processos cognitivos. As informações disponíveis para o processamento cognitivo, mas que, atualmente, estão fora da consciência, existem no nível pré- consciente da consciência. A informação pré-consciente inclui recordações armazenadas que não estão sendo usadas em um determinado momento, mas que podem ser acessadas quando necessário. Por exemplo, sempre que estimulado, o indivíduo pode se lembrar de como é o próprio quarto; no entanto, não fica pensando conscientemente a respeito do quarto (a menos, talvez, se estiver se sentindo extremamente cansado). Da mesma forma, as sensações também podem ser trazidas da pré-consciência para a consciência. Por exemplo, antes de ler esta sentença, o leitor pode dizer se estava bastante consciente das sensações em seu pé direito? Provavelmente, não. Entretanto, essas sensações estavam disponíveis.

30 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Como é possível estudar coisas que, atualmente, estão fora da consciência? Os psicólogos resolveram esse problema estudando um fenômeno conhecido como priming (ativação). O priming ocorre quando o reconhecimento de determinados estímulos é afetado pela apresentação anterior dos mesmos estímulos (Neely, 2003). Suponha, por exemplo, que alguém esteja lhe dizendo o quanto gosta de ver televisão desde que comprou uma antena parabólica. Ele faz um discurso sobre as vantagens desse tipo de antena. Mais tarde, você ouve a palavra antena e é provável que pense que se trata de uma parabólica e não de uma antena comum de televisão. Isto é completamente diferente para outra pessoa que não tenhao uvido a conversa sobre as antenas parabólicas.

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32 PSICOLOGIA COGNITIVA CAP. 7 & 8 Robert J. Sternberg

33 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Capítulo 7 Representação e Manipulação do Conhecimento na Memória: Imagens e Proposições Capítulo 8 Representação e Organização do Conhecimento na Memória: Conceitos, Categorias, Redes e Esquemas

34 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES

35 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Representação do Conhecimento Forma mental pela qual as pessoas conhecem as coisas, idéias, eventos, etc, que existem fora de suas mentes.

36 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Abordagem Racionalista: Uma das formas utilizadas para entender como as pessoas representam o conhecimento. Dividida em 2 classes de estruturas do conhecimento: Conhecimento declarativo: fatos que podem ser declarados, ou seja, informações reais que as pessoas conhecem sobre objetos, idéias e eventos. Exemplo: data de seu nascimento, nome do esposo/esposa ou a maneira como um gato mia. Conhecimento procedural: Procedimentos que podem ser executados Exemplo: as etapas envolvidas para dirigir um carro.

37 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Representação do conhecimento declarativo: palavras X figuras Algumas idéias são representadas de modo melhor e mais facilmente em figuras e outras em palavras. Qual a forma de um ovo de galinha? Você pode achar mais fácil desenhar um ovo que descrevê-lo. O que é justiça? Por mais difícil que seja descrever esse conceito abstrato em palavras, seria ainda mais difícil fazer isso pictoricamente.

38 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES

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40 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Tipos de representação externa do conhecimento: Analógica (figuras): forma de representação que preserva as principais características perceptivas de tudo o que está sendo representado. Exemplo: parte da figura de um gato Simbólica (palavras): forma de representação que foi escolhida arbitrariamente para representar algo e que não se assemelha perceptivamente a tudo o que está sendo representado. Exemplo: a palavra gato

41 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Tipo de representação interna do conhecimento: Imaginação: representação mental das coisas que presentemente não estão sendo percebidas pelos órgãos sensoriais. A imaginação mental pode representar coisas que jamais haviam sido observadas pelos seus sentidos em algum momento. Pense em sua aparência se você tivesse um terceiro olho no centro de sua testa.

42 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Representação das imagens em nossa mente – Principais Hipóteses: Hipótese do código dual: Existem 2 códigos mentais separados para representar o conhecimento: Imaginário (analógico) e não verbal: imagens Exemplo: face de uma pessoa Código verbal (simbólico): palavras e outros símbolos Exemplo: verdade Baseia-se nas diferenças individuais quanto à representação mental.

43 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Representação das imagens em nossa mente – Principais Hipóteses: Hipótese Proposicional: Tanto as imagens como as palavras são representadas em uma forma proposicional. Uma proposição é o significado subjacente a uma relação particular entre conceitos. A forma proposicional de representação mental não está nas palavras, nem nas imagens, mas, certamente, em uma forma abstrata de representar os significados subjacentes do conhecimento. Podemos usar proposições para representar qualquer tipo de relação, inclusive ações, atributos, posições espaciais, categorias classificatórias ou praticamente qualquer outra relação conceitual.

44 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES

45 Limites para a representação analógica: Determinar formas integrantes que fazem parte de uma figura interna: uso de um código proposicional (estrela de Davi ou 2 triângulos superpostos, um dos quais está invertido). Figura ambígua: pode ser interpretada em mais de uma maneira. São usadas para determinar se as representações mentais de imagens são verdadeiramente analógicas às percepções de objetos físicos.

46 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Formas integrantes

47 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo Figuras Ambígua

48 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Hipótese da equivalência funcional: As imagens podem envolver tanto a forma análoga como a proposicional de representação do conhecimento. Embora a imaginação visual não seja idêntica a percepção visual, elas são funcionalmente equivalente. Algo do que sabemos sobre imagens é representado em uma forma análoga à percepção, enquanto outras coisas que conhecemos sobre elas são representadas em uma forma proposicional.

49 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Rotações Mentais: Demora-se mais para fazer a rotação de objetos em maiores ângulos de rotação e pouco importa se os objetos rotam no sentido horário, anti-horário ou na terceira dimensão da profundidade. Gradação da Imagem: Fenômenos relacionados ao tamanho da imagem. Na percepção visual, há limitações sobre a resolução ou a clareza com que percebemos detalhes no que observamos. Em geral é mais fácil ver detalhes de aspectos de grandes objetos do que de objetos pequenos, e respondermos mais rapidamente a questões sobre objetos grandes do que objetos pequenos.

50 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Perscrutação da Imagem: Exploração da imagem perseguindo um determinado objetivo. As imagens como representações espaciais, podem ser perscrutadas, quase do mesmo modo que os perceptos físicos podem ser perscrutados. Exemplo: na percepção demora-se mais para perscrutar ao longo das grandes distâncias do que ao longo das menores. Mapas Cognitivos: Representações mentais do ambiente físico, centralizando-se nas relações espaciais entre os objetos no ambiente.

51 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Tolman demonstrou que os ratos estavam aprendendo Um mapa cognitivo, uma representação interna do labirinto, durante os experimentos comportamentais.

52 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO: IMAGENS E PROPOSIÇÕES Os humanos parecem utilizar 3 tipos de conhecimento durante a formação e o uso de mapas cognitivos: Conhecimento por pontos de referência: informações sobre as características particulares de um local; Conhecimentos rota-estrada: envolve caminhos específicos para mover- se de um lugar para outro; Conhecimento por levantamento: envolve as distâncias estimadas entre os pontos de referência. Exemplo: distâncias especificadas numericamente As pessoas tendem a distorcer seus próprios mapas mentais de forma que uniformizam muitos aspectos dos mapas, tais como tender a imaginar ângulos retos, limites verticais ou horizontais (não oblíquos), formas simétricas, figuras e objetos bem-alinhados.

53 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO E PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO Escreva rápido e legível quanto possível, sua assinatura normal desde a primeira letra até a última letra. Agora escreva sua assinatura de trás para frente. Agora compare ambas as assinaturas. Qual delas foi produzida com mais facilidade e perfeição? Para ambas as assinaturas, você dispunha de conhecimentos declarativo das letras que precediam ou seguiam umas as outras; mas para a primeira tarefa, você também podia recorrer ao conhecimento de procedimento (procedural), baseado nos anos de conhecimento de como assinar seu nome.

54 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO E PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO Representação do conhecimento declarativo: Pode ser expresso em palavras e outros símbolos (saber o que). Exemplo: conhecimento de fatos sobre a história mundial Conceitos e Esquemas: A unidade fundamental do conhecimento simbólico é o conceito – uma idéia sobre alguma coisa. Os conceitos podem ser organizados em esquemas (estruturas mentais para representar o conhecimento, abrangendo uma série de conceitos inter- relacionados em uma organização significativa) que podem incluir outros esquemas, variar em aplicação e em abstracionismo, e incluir informações sobre as relações entre conceitos, atributos, contextos e conhecimento geral, bem como informações sobre relações causais.

55 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO E PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO Os esquemas podem incluir informações sobre relações, como: conceitos: relação entre caminhões e automóveis atributos dentro dos conceitos: altura e o peso de um elefante atributos em conceitos relacionados: vermelhidão de uma cereja e a de uma maçã conceitos e contextos particulares: peixe e o oceano conceitos específicos e o conhecimento básico geral: conceitos sobre presidentes brasileiros específicos e o conhecimento geral sobre o governo e a história do Brasil

56 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO E PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO Modelo de Rede Semântica: Um modelo alternativo para representar o conhecimento declarativo é uma rede semântica, a qual é um conjunto de elementos interconectados, denominados nós, que representam conceitos. economia cognitiva: o sistema deve ser planejado em um modo que permita o mínimo de redundância e o máximo de uso eficiente da capacidade. Exemplo: Modelo de rede computadorizado: Se você sabe que cães e gatos são mamíferos, você armazena tudo o que sabe sobre mamífero (tem pêlos, amamentam, etc) no nível de mamíferos, sem ter de repetir essas informações no nível para cães e gatos.

57 Prof. Liércio Pinheiro de Araújo REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO E PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO Modelo de Rede Semântica:

58 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO E PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO Representação do conhecimento de procedimento (procedural): Conhecimento sobre como seguir vários passos de procedimentos (procedurais) para desempenhar as ações (saber como). Exemplo: como andar de bicicleta Modelos mais antigos: pesquisas sobre I.A (Inteligência Artificial) e de simulação computadorizada. Um meio no qual os computadores podem representar o conhecimento procedural é sob a forma de conjunto de regras que governam uma produção (geração e resultados de um procedimento). Exemplo: SE seu carro está desviando para o lado esquerdo da estrada, ENTÃO voc6e deverá guiá-lo em direção ao lado direito da estrada.

59 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO E PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO Modelos baseados no cérebro humano: O cérebro humano usa um tratamento paralelo (múltiplas operações acontecem juntas) da informação, diferente dos computadores que o tratamento da informação é em série. Um modelo para a representação do conhecimento e para o processamento da informação humana, é o modelo paralelo (PDP) ou modelo conexionista. A ideia é que podemos ser capazes de tratar as informações tão eficientemente quanto o fazemos, porque podemos manipular uma quantidade muito grande de operações cognitivas ao mesmo tempo.

60 REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO E PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO Modelos baseados no cérebro humano: Sempre que usamos o conhecimento mudamos nossa representação dele. Assim, a representação do conhecimento não é realmente um produto final, mas, sim um processo. Frequentemente, podemos usar as limitadas informações disponíveis para gerar informações adicionais. Exemplo: denomine o seguinte objeto: ele tem coluna vertebral, respira, mia, tem pêlos, tem 4 pés e come carne animal. Uma vez que você tenha gerado o padrão para esse objeto, provavelmente o usará para acrescentar detalhes a essas informações, imaginando por exemplo, o tamanho do objeto, locais em que pode ser encontrado.


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