A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Aluno: Hugo Leonardo Campos Ferreira Orientadora: Maria Augusta Vieira Nelson.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Aluno: Hugo Leonardo Campos Ferreira Orientadora: Maria Augusta Vieira Nelson."— Transcrição da apresentação:

1 Aluno: Hugo Leonardo Campos Ferreira Orientadora: Maria Augusta Vieira Nelson

2 Contextualização Problema Objetivo geral Objetivos específicos Revisão bibliográfica Metodologia Estudo de caso Experimentos e resultados

3

4 O telefone celular é um dos bens de consumo mais bem sucedidos do mundo (OPEN HANDSET ALLIANCE, 2007) 1,5 bilhão de aparelhos de televisão 1 bilhão de pessoas têm acesso à Internet quase 3 bilhões de pessoas têm um telefone celular A tendência é que as aplicações corporativas passem a executar também sobre a plataforma móvel (LECHETA, 2009)

5 Aplicações corporativas, em geral, trabalham ou utilizam o conceito de sessão Sessão: O intervalo decorrido entre o início de execução do aplicativo utilizado pelo usuário e sua finalização (THE CRYPTHING INITIATIVE SIGNTHING PERSONAL EDITION, 2008). Espaço de tempo compreendido entre o início e o fim da navegação de um usuário na Internet (UOL, 2010).

6 Tipos de aplicativo quanto à sessão: Sem estado da sessão Visualização de produtos em um site Com estado da sessão Carrinho de compras de um site e-commerce Impossibilidade de se ter apenas servidores sem estado da sessão

7 Sessões com estado podem ser Autenticadas Não autenticadas Toda sessão precisa ser encerrada em um determinado momento Solicitação do cliente Inatividade da sessão É uma medida de segurança e para liberação de recursos

8

9 Verificar o suporte que a API da plataforma móvel Android oferece ao desenvolvimento de aplicativos online com estado da sessão Verificar os pontos fortes e fracos ao se implementar as diferentes abordagens do padrão de Estado da Sessão descritos por Fowler (2006) nessa plataforma

10 Avaliar a implementação de aplicativos online com gerenciamento de estado da sessão na plataforma do sistema operacional móvel Android

11 Compreender os padrões arquiteturais referentes ao gerenciamento do estado da sessão Verificar como a API do Android oferece recursos ao gerenciamento de estado da sessão Selecionar e definir a aplicação alvo do estudo Definir alguns critérios de avaliação para submeter as aplicações desenvolvidas Desenvolver duas implementações da aplicação alvo: uma utilizando a abordagem de Gerenciamento de Estado da Sessão no Cliente e, a outra, no Servidor Avaliar e comparar as duas implementações tendo com base os critérios definidos

12 Oferecer serviços online em plataformas móveis será um diferencial para as corporações Necessário garantir segurança dos dados desempenho adequado baixo custo de operação desses serviços Um dos mecanismos que devem ser bem projetados é o controle das sessões.

13 Interesse pessoal pelo sistema Android por parte dos envolvidos no trabalho Tem sido difundido com muita força durante os últimos dois anos É um sistema operacional mantido pela Google Inc. Recebe atualizações e melhorias com frequência Tem uma API livre para o desenvolvimento de aplicações

14 A plataforma Android

15 É uma plataforma para desenvolvimento de sistemas em dispositivos móveis Foi concebida em 2007 pela Open Handset Alliance OHA: um grupo de gigantes das comunicações (operadoras de telefonia, empresas de comercialização e fabricantes de aparelhos móveis, de dispositivos semicondutores e de software) HTC, Motorola, ASUS, Samsung, Sony, Vodafone, Telefônica, nVidia, dentre outras, encabeçadas pela Google

16 Componentes: Um sistema operacional baseado no Linux Diversas bibliotecas (gerenciador de banco de dados, segurança, gráficos 3D, etc.) Um framework para desenvolvimento de aplicativos Linguagem de desenvolvimento é a linguagem Java Uma máquina virtual que executa os aplicativos (Dalvik) Ambiente de desenvolvimento Diversas aplicações nativas

17 Fonte: Android Developers (2007)

18 Estados da Sessão

19 De acordo com Fowler (2006) existem 3 abordagens diferentes para o gerenciamento de estado da sessão: Estado da Sessão no Cliente Estado da Sessão no Servidor Estado da Sessão no Banco de Dados

20 Armazena os dados de sessão no cliente Meios de armazenar os dados: Em apresentações Web: Codificados na URL Cookies Serializados em um campo escondido Em apresentações ricas: Em objetos no cliente Serializados em um campo escondido É quase sempre utilizado em conjunto com outras abordagens para a identificação da sessão

21 Pontos positivos Permite implementar servidores sem estado Servidores mais baratos Facilita implementação de migração da sessão Alta tolerância a falhas do servidor Pontos negativos A contra-indicação dessa abordagem cresce de acordo com o volume de dados Segurança: os dados da sessão no cliente os deixam vulneráveis à leitura e alteração por espiões e usuários mal intencionados Ex. Dados de controle que ficarem na sessão podem ser acessados pelo usuário

22 Armazena os dados de sessão em um sistema no lado servidor Meio de armazenamento dos dados Na memória primária do servidor Serializado na memória secundária do servidor Em um banco de dados

23 Pontos positivos É a abordagem mais fácil de ser implementada Economia de largura de banda da rede Maior segurança Maior agilidade na recuperação da sessão Pontos negativos Necessita de servidor mais poderoso Apresenta dificuldades para implementar migração da sessão em clusters de computadores

24 Armazena os dados de sessão no banco de dados Facilita a clusterização da aplicação Demanda grande esforço para isolar as os dados de sessão dos registros de dados Indicado quando é necessário haver recuperação automática de falhas e utilização de clusters

25 Serviços RESTful

26 REST: Transferência de Estado Representacional* O termo foi introduzido e definido em 2000 por Roy Fielding em sua tese de doutorado É um estilo de arquitetura de software para sistemas distribuídos como a World Wide Web Define um pequeno conjunto de restrições Serviços Web que são implementados de acordo com suas restrições são chamados RESTful

27 Cliente-servidor Sem estado Cacheable (capacidade de se fazer cache) Sistema em camadas Código sob demanda (opcional) Interface uniforme

28

29

30 Não foi encontrado em Android Developer's Guide (2010) uma forma definida para a implementação de estado da sessão Todo o projeto de gerenciamento dos dados de sessão ficam a cargo da equipe técnica Neste trabalho foi utilizado um objeto para armazenar os dados da sessão

31

32

33

34 Aplicação cliente-servidor em 3 camadas: Cliente Android Aplicação Web (Java Servlets + Tomcat) Banco de dados relacional (JPA + PostgreSQL)

35 OperaçãoInterface Listar tarefasGET/tasks Criar uma tarefaPOST/tasks Obter uma tarefaGET/tasks/{id_da_tarefa} Modificar uma tarefaPUT/tasks/{id_da_tarefa} Apagar uma tarefaDELETE/tasks/{id_da_tarefa}

36

37

38

39 Aparelho móvel Samsung Galaxy S Android versão 2.2 (Froyo) Processador de 1GHz 512MB de memória RAM 8GB de memória interna e 2GB de memória externa Conexões Wi-Fi b/g e 3G

40 Servidor de aplicação e banco de dados Windows 7 Professional 32bits 3GB de memória RAM Processador Intel core 2 duo 2.10GHz PostgreSQL 8.4 Tomcat 6.0

41 Experimentos e resultados

42 Busca comparar a quantidade de memória do dispositivo móvel que cada sistema desenvolvido consome Foram criados 10 usuários, cada um com uma quantidade diferente de tarefas, escalando de 10 até Foi utilizada perspectiva DDMS (Dalvik Debug Monitor Server)*

43 Para cada usuário: Iniciar o aplicativo Efetuar login / listar todas as tarefas do usuário Executar a ação Cause GC no DDMS para obter as informações sobre alocação na heap do processo do aplicativo O script foi executado uma vez para a aplicação com o estado da sessão no servidor e uma vez para a aplicação com estado da sessão no cliente

44 Abrir planilha

45 Baixa diferença de utilização de recursos de memória do dispositivo móvel à medida que a quantidade de dados na sessão aumenta Os dados da sessão não estão contribuindo para o aumento no consumo de memória O consumo de memória aumenta devido à quantidade de objetos gráficos que são criados na tela Aplicações com estado da sessão no cliente podem ser viáveis em clientes Android*

46 Experimentos e resultados

47 Objetivo Tentar, de alguma forma, violar o acesso seguro às informações do sistema Utilizado o Microsoft Network Monitor 3.4 ferramenta que auxilia a análise de protocolos de redes TCP/IP HTTP FTP

48 Microsoft Network Monitor escutando as requisições à interface de rede do servidor Cada aplicativo foi utilizado da seguinte forma: Logar com o usuário hugo Criar uma tarefa Concluir a tarefa criada Apagar a tarefa criada e concluída

49

50

51

52 Foi avaliado o consumo de recursos de hardware do aparelho móvel e a segurança dos dados A aplicação com estado da sessão no servidor demonstrou ser mais segura Pela inexistência de dados de credenciais de usuário nos cabeçalhos HTTP das requisições Contém apenas os cookies identificadores da sessão Foi possível obter os cookies a partir dos pacotes HTTP desta aplicação, mas não foi possível apropriar da sessão de usuário existente Credenciais incluídas no cabeçalho HTTP do aplicativo com estado da sessão no cliente: aumento do risco

53 Utilização de recursos de hardware do aparelho móvel diferença pequena de comportamento entre os dois aplicativos Constatação viabiliza a escolha da implementações de serviços Web sem estado Aumento de escalabilidade a um custo menor Preocupação maior com a segurança dos dados do usuário

54 Medir outros fatores que influenciam na escolha da arquitetura de um sistema Tamanho, quantidade e frequência dos dados trafegados Escalabilidade do servidor Robustez Performance

55 Comparar uma aplicação com estado da sessão no cliente desenvolvida sob a arquitetura REST com uma aplicação com estado da sessão no servidor desenvolvida sob a arquitetura SOA


Carregar ppt "Aluno: Hugo Leonardo Campos Ferreira Orientadora: Maria Augusta Vieira Nelson."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google