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Primeiro Reinado Prof. Ive 1. Volta de D. João Proclamação Consolidação RevoltasHerança lusa Renúncia Regência Revoltas regenciais Independência ou Morte.

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1 Primeiro Reinado Prof. Ive 1

2 Volta de D. João Proclamação Consolidação RevoltasHerança lusa Renúncia Regência Revoltas regenciais Independência ou Morte 2

3 Dom João cede às pressões portuguesas e volta para Portugal, deixando o príncipe regente no Brasil. A corte passou a exigir a volta de D. Pedro. Partido português: elite lusa que queria a recolonização. Partido brasileiro: elite local que queria a independência. 3

4 D. Pedro foi apoiado pelos liberais que eram, em sua maioria, da elite, o que mostrava um grande limite esse liberalismo. Apoiado pela elite local, D. Pedro permanece no Brasil e proclama a independência oficialmente em

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6 Na época da independência o Brasil vivia muitas diferenças regionais. Algumas regiões se mostraram indiferentes aos acontecimento (vítimas do abandono e do descaso político). As elites (do RJ) viram na figura do imperador a possibilidade de afastar os radicais e garantir seus privilégios. 6

7 Prevaleceu uma monarquia constitucional de caráter autoritário. O Brasil pagou a Portugal 2 milhões de libras pela sua independência. Para garantir a unidade do país, D. Pedro contratou mercenários para sufocar as províncias leais a Portugal (BA, MA, PA). Passada a fase de agitações D. Pedro outorgou a Constituição império, elaborada por ele mesmo. 7

8 Essa Constituição era extremamente autoritária, pois determinava entre outras coisas: poder central forte, senado vitalício, voto censitário, monarquia hereditária, padroado, etc. 8

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10 A Confederação do Equador foi uma continuação da Insurreição Pernambucana de 1817, pois a decadente região não aceitou o autoritarismo do imperador. Integravam a Confederação as províncias do Pe, Ce, RN e Pb. O objetivo era a independência da região. Os radicais queriam a abolição da escravatura, fato que afastou as elites. Os rebeldes foram sufocados pelas tropas imperiais, com prisão e morte dos líderes. 10

11 A província Cisplatina pertencia a América espanhola, mas em 1820 foi integrada ao Brasil. Em 1825, rebeldes da Cisplatina se uniram a República das Províncias do Rio do Prata (atual Argentina) para se separarem do Brasil. Em 1828, após muitas mortes e dinheiro gastos no conflito, o Brasil reconheceu a independência a região que tornou-se o atual Uruguai. 11

12 O Brasil estava politicamente abalado e o economicamente em crise. Os Tratados de 1810 ainda causavam enormes prejuízos à nossa economia, em virtude das importações de produtos ingleses. Recorria-se a constantes empréstimos à Inglaterra, o que só piorava a crise. O café ainda não era um produto forte. 12

13 Em 7/4/1831, não sendo capaz de resolver a grave crise por qual passava o país, D. Pedro I renuncia a favor do seu filho, com apenas 6 anos de idade. Síntese da crise: Descontentamento das 5 regiões; Falta de mecanismos p/ controlar o país; Falta de uma identidade nacional; Desgaste pela perda da Cisplatina e pelo interesse de D. Pedro no trono português; 13

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15 Com a abdicação de D. Pedro I, o Brasil passou a ser governado por regentes eleitos pelo voto censitário. Nesse contexto destacaram-se três grupos políticos: Liberais Moderados: eram a favor de uma monarquia constitucional e viam no imperador a manutenção de seus privilégios. 15

16 Liberais Exaltados: grupo heterogêneo que ia desde monarquistas até republicanos. Eram mais à esquerda que os moderados. Restauradores: queriam a volta de D. Pedro I. 16

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18 Durante a menoridade de D. Pedro II, o Brasil foi governado por regentes. Esse período foi dominado pelos Liberais Moderados. As elites agrárias tiveram seu poder reforçado. Para manter a ordem escravocrata e reprimir as manifestações populares foi criada a Guarda Nacional, milícia civil, formada por homens livres ricos. 18

19 O exército estava reduzido a 10 mil homens. Muitos fazendeiros e chefes políticos locais receberam o título de coronel da Guarda Nacional. Foi criado também o Código de Processo Criminal, que descentralizou a justiça. Isso deu mais poder aos coronéis para agir como bem entendessem em seus municípios. 19

20 A criação do Ato Adicional deu maior autonomia às províncias e estabeleceu que o regente seria uma pessoa e não mais três, como antes e seria eleita pelo voto direto. A elite se dividiu em Regressistas, que queriam o fim do Ato Adicional, e os Progressistas, que o defendiam. Esses dois grupos darão origem aos partidos Conservador e Liberal. 20

21 Cabanos: ( ) a pobreza e a exclusão da região do Pará levou a elite e o povo a uma revolta contra o poder central. Malês: (1835) escravos se revoltam em Salvador. Farrapos: ( ) Estancieiros gaúchos se revoltaram com o centralização do poder central e lutam contra o governo. 21

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23 Diante das revoltas que se disseminaram pelas províncias, os Liberais iniciam uma campanha pela antecipação da maioridade do herdeiro do trono. Em , com 14 anos de idade, D. Pedro II torna-se imperador do Brasil. 23

24 Fim Prof. Ive 24


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