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NATUREZA, HOMEM E SOCIEDADE Dr.ª Rosângela Ferigollo Binotto.

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Apresentação em tema: "NATUREZA, HOMEM E SOCIEDADE Dr.ª Rosângela Ferigollo Binotto."— Transcrição da apresentação:

1 NATUREZA, HOMEM E SOCIEDADE Dr.ª Rosângela Ferigollo Binotto

2 HOMEM E NATUREZA Devemos abandonar a visão dum homem dono e senhor da natureza, não só porque conduziu a violências destrutivas e danos irreparáveis sobre a complexidade viva, mas também porque essas violências e danos retroagem de modo nocivo e violento sobre a própria esfera humana, O mito bárbaro de "conquista da natureza" longe de "humanizar" a natureza, instrumentaliza-a e degrada aquela que a degrada. (EDGAR MORIN)

3 Desde suas origens, o homem vem se organizando em sociedade para produzir suas condições de vida na inter-relação que estabelece com a natureza, transformando-a pelo trabalho social. Neste contexto, distinguiu-se dos demais seres vivos, fazendo uso de sua racionalidade para planejar, intencionalmente a reelaboração do seu meio, construindo, assim, sua história e cultura. Entretanto, ao instituir historicamente suas relações, o homem concebe-se centro do universo e a natureza como algo externo a ele mesmo. Desta forma, num processo de coisifícação, torna a natureza um objeto passível de manipulação e conquista, legitimando uma prática de domínio.

4 Os seres humanos são parte integrante da natureza, e, portanto, não são capazes de criá-la. Com o mesmo objetivo, determinadas espécies vegetais são cultivadas e espécies de animais são criadas e aperfeiçoadas para fins específicos como o abate, a produção de leite, etc. Os homens alteram, até mesmo, sua própria espécie: com a ajuda da medicina, tornam-se mais resistentes às doenças, aumentam sua expectativa de vida e diminuem as taxas de mortalidade. Todas essas ações do homem sobre a natureza têm resultados no meio ambiente, os quais são chamados de efeitos ou impactos ambientais.

5 Define impacto ambiental como: Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; as biotas; as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; e a qualidade dos recursos ambientais.

6 Os diversos tipos de poluição e de degradação ambiental passam a ameaçar a sobrevivência dos homens e de outros seres vivos rio planeta, por isso, discutir acerca de meio ambiente significa tratar questões bastante complexas, como agricultura, indústria, pobreza, injustiça, corrupção, educação e desenvolvimento. A Educação Ambiental não pode limitar-se a ensinar os mecanismos de equilíbrio da natureza. Fazer Educação Ambiental é também revelar os interesses de diversos grupos sociais em jogo nos problemas ambientais.

7 Histórico da educação ambiental Ao primeiro dia todos apontamos nossos países. Ao terceiro ou quarto dia estávamos apontando nossos continentes. Pelo quinto dia, estávamos conscientes de uma única Terra. AL SAUD

8 Em 1863, Thomas Huxley escrevia sobre as interdependências entre os seres humanos e os demais seres vivos no seu ensaio "Evidências sobre o lugar do Homem na Natureza". Marsh no seu livro O Homem e a Natureza apresentava um exame detalhado da ação do homem sobre os recursos naturais e chamava a atenção para as causas do declínio de civilizações antigas, acentuando que as civilizações modernas poderiam estar no mesmo caminho. Aldo Leopoldo (1949) em seus artigos para o periódico A Sand County Almanac chamava a atenção para a necessidade de uma ética de uso dos recursos da terra.

9 Albert Schweitzer (1954), por popularizar a ética ambiental, foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz. Iniciava-se em todo mundo um movimento que objetivava reverenciar as coisas vivas, e questionava os estilos de desenvolvimento. Na década de 60, o homem experimentou uma abrupta queda de qualidade de vida ocasionada pela rápida degradação ambiental. Em 1962, o mundo conhecia, através da linguagem simples, da jornalista Rachel Carson em seu livro Primavera Silenciosa, uma seqüência de desastres ambientais, em várias partes do mundo, causados por absoluto descuido dos setores industriais.

10 Em 1968, estes questionamentos foram sistematizados, quando trinta especialistas de várias áreas reuniram-se em Roma para discutir a crise atual e futura da humanidade. Fundava-se daí o Clube de Roma. Em 1969, foi fundada a Sociedade de Educação Ambiental na Grã-Bretanha. Iniciava-se o movimento em torno da Ecologia. Artistas, políticos e a imprensa européia dedicavam espaços crescentes ao tema. O Clube de Roma em 1972 publicava o seu relatório The Limits of Growth. Denunciava que o crescente consumo mundial levaria a humanidade a um limite de crescimento e possivelmente a um colapso.

11 Meses depois, realizava-se em Estocolmo, Suécia, a Conferência da ONU sobre o Ambiente Humano, gerando a Declaração do Ambiente Humano A conferência de Estocolmo, ao reconhecer a importância da Educação Ambiental em trazer assuntos ambientais para o público em geral. Em 1983, a ONU criou a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento. Em 1987, a Comissão publicou o relatório Nosso futuro Comum.

12 Rio – 92 Declaração do Rio Agenda 21 Convenção sobre alterações climáticas Convenção sobre conservação da biodiversidade com o mesmo número de assinaturas. Declaração sobre Florestas, que estabeleceu regras para o comércio internacional e usos múltiplos de produtos florestais.

13 EUA, Japão e Comunidade Econômica Européia - CEE: defenderam a proteção integral de todas as florestas mundiais, recaindo o ênfase principal nas florestas tropicais, em sua maior parte, localizadas em países em desenvolvimento. Países asiáticos em sua maior parte, dependem das florestas para garantir suas condições básicas de vida. Assim sendo, não concordaram com a atitude irredutível adotada pelo bloco anterior. É importante ressaltar que muitos dos princípios e normas de comportamento acordados na Rio-92 nunca haviam sido globalmente aceitos anteriormente.

14 Além da Conferência Oficial, realizou-se o Fórum Global, ou conferência da sociedade civil, que reuniu cidadãos do Norte e do Sul, índios, ambientalistas, representantes de movimentos sociais e religiosos. O Fórum Internacional de ONGs constituiu- se em um dos muitos eventos do Fórum Global que reuniu participantes de todo o mundo.

15 O QUE É EDUCAÇÃO AMBIENTAL? A Educação Ambiental deveria recuperar a responsabilidade íntima do agir humano, do dia-a-dia, pelas crises da natureza. A Educação Ambiental, num contexto de sociedade pode permitir a compreensão das características complexas do meio ambiente e interpretar a interdependência entre os diversos elementos que conformam os seres vivos, com vistas a utilizar racionalmente os recursos naturais na satisfação material e espiritual da sociedade no presente e no futuro.

16 O desafio da educação é o de criar as bases para a compreensão da realidade. A Educação Ambiental é uma forma de prática educacional sintonizada com a vida em sociedade. Tecer considerações éticas sobre o meio ambiente, sobre a Terra, não é apenas mais um item a ser acrescido a um currículo. Daqui prá frente, uma educação, que não seja ambiental, não é educação de modo algum. (ROLSTON, 1992)

17 A ética ambiental é um novo campo de estudos, uma subdisciplina ainda marginal da Filosofia e da Biologia. Fruto de um paradigma envolvendo a natureza e o homem, ela surge como uma tentativa de ir além da visão que considera a natureza como um mero objeto. Toda ética, seja ela qual for, supõe o governo das relações humanas. A ética tece considerações sobre o humano. Universidades e escolas são o local da celebração do humano. Embora a Ética tenha tradicionalmente se ocupado exclusivamente de relações inter- humanas, se chamada a responder sobre o meio-ambiente, o discurso ético tradicional certamente dirá: É errado degradar o meio ambiente, mutilar plantas, poluir o ar, solos, rios, etc. (CALLICOT, 1989).

18 "Toda a questão do valor no mundo natural requer uma combinação sem precedentes de biologia e filosofia, de ciência e consciência, uma combinação que as disciplinas das universidades e escolas, especialmente à luz do legado de uma natureza despida de valor, não estão bem preparadas para fazer". (ROLSTON, 1992). Precisamos de idéias, visões e convicções de uma comunidade global. Embora as leis possam parar nas fronteiras nacionais, a moralidade deve cruzar estas Fronteiras.

19 Objetivos da educação ambiental Assim, os objetivos básicos da Educação Ambiental são: l- Fazer com que os indivíduos ou grupos sociais tomem maior consciência dos problemas e das características ambientais locais e globais, sensibilizando-os para essas questões; 2- Contribuir para a consciência da diversidade de experiências que devem sei somadas em prol do coletivo e para a compreensão fundamental do meio ambiente e dos problemas a ele relacionados;

20 3- Contribuir para que haja comprometimento real das pessoas com os valores ambientais e sintam interesse e preocupação com a natureza, motivadas de tal modo que possam participar ativamente nos projetos coletivos locais e regionais de melhoria e de proteção da qualidade ambiental, com reflexos imediatos na qualidade de vida das pessoas; 4- Tornar consciente de que o verdadeiro objetivo do desenvolvimento é melhorar a qualidade de vida das pessoas.

21 Objetivos da Educação Ambiental

22 Categorias de objetivos em Educação Ambiental Considerando o quadro acima, é possível evidenciar alguns, objetivos básicos da Educação Ambiental, relacionados à forma de integração entre homem e natureza, dos quais podemos citar: a) Consciência: pretende ajudar os grupos sociais e os indivíduos a adquirirem consciência do meio ambiente global e ajudar- lhes a sensibilizarem-se por essas questões. b) Conhecimento: visa ajudar os grupos sociais e os indivíduos a adquirirem diversidade de experiências e compreensão fundamental do meio ambiente e dos problemas anexos.

23 c) Comportamento: permite ajudar os grupos sociais e os indivíduos a comprometerem-se com uma série de valores, e a sentirem interesse e preocupação pelo meio ambiente, motivando-os de tal modo que possam participar ativamente da melhoria e da proteção do meio ambiente. d) Habilidades: capacita que ajudemos os grupos sociais e os indivíduos a adquirirem as habilidades necessárias para determinar e resolver os problemas ambientais. e) Participação: permite proporcionar aos grupos sociais e aos indivíduos a possibilidade de participarem ativamente nas tarefas que têm por objetivo resolver os problemas, ambientais.

24 Princípios básicos da Educação Ambiental Como princípios básicos preconizados pela Educação Ambiental podemos relacionar: a) Considerarão meio ambiente em sua totalidade. b) Constituir um processo contínuo e permanente, começando pelo pré-escolar e continuando através de todas as fases de ensino formal e não-formal. c) Aplicar um enfoque interdisciplinar, aproveitando o conteúdo específico de cada disciplina, de modo que se adquira uma perspectiva global e equilibrada.

25 d) Examinar as principais questões ambientais, do ponto de vista local, regional, nacional e internacional, de modo que os educandos se identifiquem com as condições ambientais de outras regiões geográficas. e) Concentrar-se nas situações ambientais atuais, tendo em conta também a perspectiva histórica. f) Insistir no valor e na necessidade da cooperação local, nacional e internacional para prevenir e resolver os problemas ambientais. g) Considerar, de maneira explícita, os aspectos ambientais nos planos de desenvolvimento e crescimento.

26 h) Ajudar a descobrir os sintomas e as causas reais dos problemas ambientais. i) Destacar a complexidade dos problemas ambientais e, em conseqüência, a necessidade de desenvolver o senso crítico e as habilidades necessárias para resolver tais problemas. j) Utilizar diversos ambientes educativos e uma ampla gama de métodos para comunicar e adquirir conhecimentos sobre o meio ambiente, acentuando devidamente as atividades práticas e as experiências pessoais.

27 Características da educação Ambiental

28 A Educação Ambiental deve: Ter o propósito de mostrar com clareza a interdependência econômica, política e ecológica do mundo moderno e que as decisões e comportamentos dos diversos países podem ter alcance internacional. Isso contribuiria para desenvolver o espírito de responsabilidade e solidariedade entre os países e as regiões, determinando uma nova ordem internacional que garanta a conservação e melhoria do ambiente;

29 Interpretar os fenômenos que configuram o ambiente, fomentando os valores éticos, econômicos e estéticos, favorecendo comportamentos compatíveis com a preservação e melhoria do ambiente e, desenvolver competências práticas para a concepção e aplicação de soluções eficazes para os problemas ambientais; Suscitar uma vinculação mais estreita entre os processos educativos e a realidade ambiental; as atividades deveriam ser estruturadas em torno de problemas ambientais, promovendo a análise desses problemas através de uma perspectiva interdisciplinar globalizadora, que permitisse uma compreensão adequada dos problemas ambientais;

30 Ser concebida como um processo contínuo, em renovação permanente de suas orientações, conteúdos e métodos, sempre sendo adaptado às constantes mudanças das condições ambientais; Estar dirigida a todos os grupos de idade e sócio-profissionais da população. Os destinatários da educação ambiental devem ser: o público em geral. Exigir o aproveitamento de todos os meios públicos e privados que a sociedade dispõe para atingir a população, como a educação.

31 Educação ambiental nas escolas Por ser um processo que deve durar por toada a vida, a educação ambiental pode ajudar a tornar mais relevante a educação geral, a começar pelo ensino fundamental. Ela pode ser considerada como uma excelente base na qual se desenvolvam novas maneiras de viver sem destruir o meio ambiente, ou seja, num novo estilo de vida. Para conseguir que os alunos aprendam e que tais conhecimentos escolares sejam realmente úteis, o professor pode considerar alguns aspectos básicos, necessitando:

32 Tornar os conteúdos curriculares interessantes, aproximando-os de questões atuais e da vivência dos alunos; Integrar os diversos conteúdos, pois o amontoado de informações sem relação entre si, não é de fato, conhecimento; Aproximar a escola do mundo do trabalho e da comunidade, para que a escola não se transforme numa prisão, fechada em si mesma e sem vida.

33 A Educação Ambiental na escola não é uma solução "mágica" para os problemas ambientais, mas um processo contínuo de aprendizagem e de conhecimentos, bem como da prática de ser cidadão, capacitando o indivíduo para uma visão crítica da realidade e uma atuação consciente no espaço social. Não se trata de uma transferência de responsabilidades, mas a construção da responsabilidade no ambiente escolar pelas relações com a natureza, sociedade e cultura.

34 Educação voltada para a solução de problemas concretos em relação ao meio ambiente. Isto implica uma capacidade de: a) identificação de um problema ambiental: deverá ser abrangente, permitindo elaborar unidade(s) de ensino que permita(m) atingir diversos objetivos educacionais de uma ou mais séries escolares; b) delimitar o problema: reconhecer que esta delimitação é arbitraria, mas que auxilia a determinação dos trabalhos a serem desenvolvidos;

35 c) estabelecer os níveis de análise: individual e coletivo, dos problemas daquela ou daquelas séries e do grupo que realizará as tarefas; d) levantamento das necessidades: tempo, recursos materiais e humanos e planejamento das atividades; e) reconhecimento da significação social do problema e relevância para a comunidade: verificar se há motivação em torno dele ou será necessário a sensibilização e prever etapas prévias a fim de gerá-la; f) identificação dos elementos sócio- econômicos-ambientais e culturais, envolvidos;

36 g) reconhecimento dos conflitos de interesses envolvidos: explícitos ou implícitos que gravitam em torno do problema, visando a identificação de apoios e resistências da comunidade envolvida no projeto; h) cronograma: definir as escalas temporais e espaciais do problema; i) elaboração de hipóteses e/ou possibilidades para solução do problema; j) análise e interpretação dos dados: comparar com as hipóteses;

37 k) reformulação do problema: através dos dados coletados, reformular o problema e análise da situação atual; 1) reconhecimento das possíveis soluções para a situação-problema; m) identificação de possíveis alternativas de gerenciamento (gestão) do problema; n) realização de ações concretas em relação ao problema, no nível de possível gestão, encaminhando ao desejável com o grupo responsável pelo projeto.

38 A Educação Ambiental exige a constituição de equipes multidisciplinares, com profissionais de diversas áreas de formação, bem como de apoio técnico. Principais requisitos: a) constituir equipe multidisciplinar de professores; b) constituição de grupos de trabalho com alunos e comunidade escolar: visa ao desenvolvimento de uma unidade de ensino e aprendizagem que relacionem os focos de estudo, orientados pela equipe de professores.

39 Multidisciplinariedade e Interdisciplinaridade da Educação Ambiental necessita de um reforço motivador nas outras áreas do conhecimento, que não as biológicas. A Educação Ambiental, na medida em que se concentra em determinar os diversos elementos existentes em situações-problemas, poderá permitir a integração dos professores das diversas áreas do conhecimento, ou seja, na configuração atual, das disciplinas. A construção de marcos referenciais convergentes possibilitará, ao longo do processo educacional, a construção da interdisciplinariedade que, por sua vez, necessita da progressiva estimulação e envolvimento dos demais professores em um projeto educacional (escola). Esta estimulação deve ser direcionada para a progressiva e contínua aproximação das demais áreas nos problemas ambientais.

40 A Educação Ambiental na relação escola/comunidade A condição básica para que efetivamente ocorra o processo de desenvolvimento de ações educativas voltadas à comunidade no qual a escola está inserida, é a compreensão das relações recíprocas e dinâmicas da sociedade. Estas relações devem nortear todo o processo educativo que tem na prática social global o ponto de partida e de chegada.

41 A educação escolar, enquanto prática educativa que se realiza de forma sistematizada, requer uma organização do trabalho no interior da escola que considere, necessariamente, a participação da comunidade escolar (APEMEM, CPM, entre outros). O Círculo de Pais e Mestres - órgão representativo da comunidade escolar e, portanto, de suas necessidades e interesses - e um canal que permite o acesso a informações de caráter científico e cultural que pode propiciar o entendimento crítico de sua realidade social. A reflexão crítica sobre o modo de vida da comunidade viabiliza sua própria interferência na análise e busca de soluções dos problemas identificados.

42 A Educação Ambiental, na relação escola/comunidade poderá ser desenvolvida através de atividades de caráter sócio- culturais, tais como encontros, reuniões, palestras semestrais, cursos e eventos, todos com participação de especialistas das diversas áreas do conhecimento, garantindo uma abordagem de cunho científico e inseridos no calendário de eventos da escola. A Educação Ambiental deve desenvolver ações que sejam capazes de preservar a qualidade de vida e de permitir a compreensão de que "o bom-senso" é o ponto de partida para a construção de uma ponte que resgate o saber do homem popular e, em seguida, possa integrar esse homem no âmbito dos conhecimentos filosóficos e científicos" (GHIRALDELLI, 1987).


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