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QUEM SOMOS NÓS NESTE MOMENTO: Início das construções culturais, tecnológicas e sociológicas (linguagem, moradia, vestimenta, domesticação de plantas e.

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2 QUEM SOMOS NÓS NESTE MOMENTO: Início das construções culturais, tecnológicas e sociológicas (linguagem, moradia, vestimenta, domesticação de plantas e animais, arte e ferramentas)

3 A natureza e o sagrado se misturam. Essa compreensão vem da observação da natureza, da necessidade de entendimento dos fenômenos naturais que assombram o ser humano, ou aos quais ele deseja controlar. O homem, como parte da natureza, também é sagrado e à medida que a domina, torna-se herói.

4 Em seres superiores, heróis, figuras totêmicas ligadas às forças da natureza e aos animais. É o momento ideal para a origem do mito. É preciso explicar, pela arte, pela narrativa, pelo simbólico a experiência religiosa pessoal e grupal.

5 Politeísmo e Henoteísmo Henoteísmo: veneração de um Deus Supremo, mas não nega a existência de outros. Politeísmo: crença em vários deuses.

6 É fluída, flexível. Não há estrutura rígida, mas a presença de sacerdotes, ou místicos que dirigiam os rituais e comandam socialmente os grupos.

7 QUEM SOMOS NÓS NESTE MOMENTO: As sociedades humanas estão espalhadas por todos os continentes. Usamos ferramentas, criamos cultura e ciência e a escrita torna-se uma importante ferramenta. A maior figura literária da Idade Média foi Dante Alighieri

8 Há inovações tecnológicas e muitas guerras entre Judeus e Cristãos, Cristãos e Muçulmanos, povos dominando povos. A intolerância campeia e domina as relações humanas.

9 Predomina, nas sociedades ocidentais os Teísmos/Monoteísmos. Deus está no centro de todos os acontecimentos da vida, rege a natureza e dela é Senhor. O homem, como parte da natureza deve servir-lhe. (Teocentrismo). O homem, como parte da natureza deve servir-lhe. (Teocentrismo).

10 Não mais na natureza ou no humano. O Sagrado transcende ao humano e é representado em símbolos e rituais e são mediados por sacerdotes.

11 O sagrado está apartado do homem comum. Há um dualismo na compreensão do ser humano: o corpo é mal, a alma é boa e a vida deve ser dedicada a conquistar o outro mundo a outra vida a salvação.

12 Vem daí a noção de pecado, condenação, inferno, bem como de salvação e redenção.

13 Teísmo/monoteísmo no Ocidente, enquanto na China e Índia predomina o Politeísmo que, embora consistente não influencia tanto as relações sociais futuras no globo.

14 É a época das grandes navegações e as religiões totêmicas ou animistas de vários continentes são sumariamente ignoradas, e os povos que as cultivam massacrados.

15 Não é fluída nem flexível, mas é fortemente hierarquizada, institucionalizada. A Igreja torna-se a mediadora das relações sociais, julgando o que é bom ou mal e dominando os espaços seja pelo poder do conhecimento, seja pela imposição da força.

16 O cristianismo se impõe em face aos Islamismo e ao Judaísmo e as três religiões monoteístas se combatem mutuamente por meio de guerras e invasões. poder temporal poder espiritual Há o poder temporal personificado nos reis e o poder espiritual personificado nos papas.

17 A ciência, a escrita e a filosofia contribuem para uma reconfiguração do humano. Avançamos para a industrialização, para o trabalho operário. QUEM SOMOS NÓS NESTE MOMENTO:

18 As guerras trazem mais motivos econômicos do que religiosos. Começamos a questionar toda verdade absoluta, principalmente a verdade religiosa. O mundo e as relações sociais tornam-se ainda mais complexas. Grandes mudanças se anunciam.

19 Mesmo dentro dos monoteísmo a visão predominante é antropocêntrica. Permeada pelo advento da razão eternizado na máxima (penso logo existo). É o tempo do colapso das hierarquias, caem monarquias, papados, feudos, reis e governos em todo o mundo.

20 O homem não tinha mais senhor, não podia mais ser escravizado, muito embora fosse explorado economicamente pelo trabalho mal regulado de então. Essa compreensão muda os paradigmas religiosos.

21 A mudança se opera também no campo subjetivo e da fé. O ser humano não precisa mais de mediadores para se relacionar com o Transcendente. Ele mesmo o faz. A idéia fundante neste momento é a da SECULARIZAÇÃO.

22 Contudo há uma atenção singular em relação as religiões orientais. Mas há também uma mudança significativa: Se Deus não é mais o senhor absoluto quem o é? Nas religiões monoteístas, ainda por meio de rituais midiatizados pelos sacerdotes (padres, rabinos).

23 Com isso, as mitologias perdem força, os rituais são tidos como alienantes. Gradativamente são as relações econômicas que ganham a centralidade e a sacralidade tomada de Deus. Gradativamente, o ser humano se coloca no lugar de Deus, outorgando a si mesmo a resolução de todos os problemas relativos à vida.

24 No ocidente, o monoteísmo. No Oriente, o Politeísmo.

25 Mantém-se hierarquizada, mas não detém o poder, embora detenha muitas fontes de conhecimento. Os fiéis sentem dificuldade em manter sua fé e os rituais parecem pura repetição, sobretudo diante do anúncio da filosofia: Feuerbach, Marx e Nietzche (Deus morreu)

26 QUEM SOMOS NÓS NESTE MOMENTO: O ser humano - antes, centro de tudo, agora se vê miniaturizado frente a um universo de possibilidades. A ciência avança e a tecnologia em todas as áreas dita novas formas de relacionamento no campo individual e econômico. A ciência avança e a tecnologia em todas as áreas dita novas formas de relacionamento no campo individual e econômico. O conhecimento se torna fluido e perde sua validade muito rapidamente.

27 Surge, assim, uma nova configuração familiar. Os laços parentais perdem força e o ser humano começa a sentir o impacto de sua própria ação no mundo.

28 Levamos o planeta à beira do colapso ecológico, engendramos duas guerras mundiais, e os que tiveram sorte, sobreviveram a pelo menos 20 anos de guerra fria.

29 Ela fomentou a existência de Estados nacionalistas totalitários e tirânicos em todo o planeta com governos que conseguiram matar e aterrorizar mais que as duas grandes guerras.

30 Mundo destotalizante marcado pela complexidade, pela pluralidade e pelo intercâmbio de experiências. Complexa é a sociedade e confuso é o ser humano neste momento. Complexa é a sociedade e confuso é o ser humano neste momento.

31 A religiosidade neste momento é difusa e há uma crise nas instituições religiosas. Essa complexidade gera um subjetivismo é marcado pelo predomínio do gosto individual: cada um deseja uma religião feita ao seu modelo e por meio de recortes misturam tudo o que vêem sem preocupar-se com o desmonte de tradições seculares que guardam em si um significado mais complexo do que atender ao desejo individual.

32 O Transcendente é algo comercializável, e ao ser misturado como mercado perde sua fundamental característica: transcender. Na mídia, no consumo e no mercado que rege a vida de todos, e ao qual ninguém consegue capturar.

33 Todas ainda estão presentes em todos os continentes. Muito embora as pesquisam indiquem um declínio da presença de cristãos, (monoteísmo) a manutenção ou declínio em alguns países da presença do Judaísmo (monoteísmo), a quase extinção dos animismos (África, Oceania e América do Sul) e uma presença significativa dos politeísmos no Oriente.

34 Traz consigo as marcas de seu tempo: complexidade, pluralismo e a necessidade de responder as demandas do mercado. A principal marca é a banalização do sagrado e o sincretismo irrefletido.


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