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PARTE - 1. FUNDAMENTOS DE ECONOMIA OIKONOMIA ÓIKOS = CASA NÓMOS = LEI Administração de uma casa ou estado É A CIÊNCIA QUE ESTUDA COMO O INDIVÍDUO E A.

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1 PARTE - 1

2 FUNDAMENTOS DE ECONOMIA OIKONOMIA ÓIKOS = CASA NÓMOS = LEI Administração de uma casa ou estado É A CIÊNCIA QUE ESTUDA COMO O INDIVÍDUO E A SOCIEDADE DECIDEM (ESCOLHEM) EMPREGAR RECURSOS PRODUTIVOS ESCASSOS NA PRODUÇÃO DE BENS E SERVIÇOS, DE MODO A DISTRIBUÍ-LOS ENTRE VÁRIAS PESSOAS E GRUPOS DA SOCIEDADE, A FIM DE SATISFAZER AS NECESSIDADES HUMANAS.

3 ESCOLHA ESCOLHA – ATO OU EFEITO DE ESCOLHER. PREFERÊNCIA

4 ESCASSEZ ESCASSEZ – QUALIDADE DE ESCASSO. CARÊNCIA, FALTA, MINGUA.

5 NECESSIDADES NECESSIDADES – AQUILO QUE É ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO. APERTO, APURO. POBREZA, MISÉRIA.

6 RECURSOS RECURSOS – AUXILIO, PROTEÇÃO, SOCORRO. FATORES DE PRODUÇÃO: MÃO DE OBRA TERRA MATÉRIAS-PRIMAS INSUMOS TECNOCOLOGIA CAPITAL

7 PRODUÇÃO: ATO OU EFEITO DE PRODUZIR. AQUILO QUE SE PRODUZ. OBRA REALIZAÇÃO. RECURSOS

8 Por exemplo, em 1959, se todo o salário mínimo fosse destinado à compra de carne, seriam adquiridos 85 kg do produto na capital de São Paulo; já em 1995, todo o mínimo conseguiria adquirir apenas 21 kg; e, em 2009, 37 kg", exemplifica o instituto Dieese. DISTRIBUIÇÃO

9 Dieese - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, é uma criação do movimento sindical brasileiro. Foi fundado em 1955 para desenvolver pesquisas que fundamentassem as reivindicações dos trabalhadores.

10 SISTEMAS ECONÔMICOS SISTEMA ECONÔMICO PODE SER DEFINIDO COMO A FORMA POLÍTICA, SOCIAL ECONÔMICA PELA QUAQL ESTÁ ORGANIZADA UMA SOCIEDADE. É EM PARTICULAR SISTEMA DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E CONSUMO DE TODOS OS BENS E SERVIÇOS QUE AS PESSOAS UTILIZAM BUSCANDO UMA MELHORIA NO PADRÃO DE VIDA E BEM-ESTAR. PODE SER DEFINIDO COMO A FORMA POLÍTICA, SOCIAL ECONÔMICA PELA QUAQL ESTÁ ORGANIZADA UMA SOCIEDADE. É EM PARTICULAR SISTEMA DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E CONSUMO DE TODOS OS BENS E SERVIÇOS QUE AS PESSOAS UTILIZAM BUSCANDO UMA MELHORIA NO PADRÃO DE VIDA E BEM-ESTAR. FATORES DE PRODUÇÃO PRODUÇÃO – RECURSOS HUMANOS/TECNOLÓGICOS COMPLEXO DE UNIDADES DE PRODUÇÃO EMPRESAS CONJUNTO DE INSTITUIÇÕES ESTADO

11 SISTEMAS ECONÔMICOS SISTEMA CAPITALISTA ou economia de mercado SISTEMA SOCIALISTA ou economia centralizada, ou ainda economia planificada Regido pelas forças de mercado, predominando a livre iniciativa e a propriedade privada dos fatores de produção As questões econômicas fundamentais são resolvidas por um órgão central de planejamento, predominando a propriedade pública dos fatores de produção, chamados nessas economias de meios de produção, englobando os bens de capital, terra, prédios, bancos, matérias primas.

12 Formas intermediárias Sistema de concorrência pura Prevalecia nas economias ocidentais até o início do século XX. Não havia a intervenção do Estado. Era a filosofia do liberalismo. Prevalecia nas economias ocidentais até o início do século XX. Não havia a intervenção do Estado. Era a filosofia do liberalismo. Sistema de economia mista A partir de 1930 esse sistema passou a predominar. Prevalecia as forças do mercado, mas com a atuação do Estado. A partir de 1930 esse sistema passou a predominar. Prevalecia as forças do mercado, mas com a atuação do Estado. Socialismo de Mercado No final da Cortina de Ferro, ao final dos anos 1980 os governos comunistas como a Rússia e a China, têm aberto cada vez mais espaço para a atuação da iniciativa privada. Regime político comunista com economia de mercado No final da Cortina de Ferro, ao final dos anos 1980 os governos comunistas como a Rússia e a China, têm aberto cada vez mais espaço para a atuação da iniciativa privada. Regime político comunista com economia de mercado Obs.: Cortina de Ferro foi uma expressão usada para designar a divisão da Europa em duas partes, a Europa Oriental e a Europa Ocidental como áreas de influência político-econômica distintas, no pós- Segunda Guerra Mundial conhecido como Guerra Fria.

13 CURVA DE POSSIBILIDADES DE PRODUÇÃO (CURVA DE TRANSFORMAÇÃO) CPP Expressa a capacidade máxima de produção da sociedade, supondo pleno emprego dos recursos ou fatores de produção de que se dispõe em dado momento do tempo. Capacidade produtiva da sociedade Escassez de recursos Diferentes alternativas de produção IMPÕE LIMITES FARA ESCOLHAS Produção potencial ou produto de pleno emprego Limite máximo da produção total do país

14 Alternativas de produção Máquinas (milhares) Alimentos (toneladas) A250 B2030,0 C1547,5 D1060,0 E070,0 Máquinas (milhares) Alimentos (toneladas) o o A E o B o o C D A curva ABCDE indica todas as possibilidades de produção potencial de máquinas e de alimentos numa economia hipotética Qualquer ponto sobre a curva significa que a economia irá operar no pleno emprego, ou seja, à plena capacidade. F o Nesse ponto ou em qualquer outro ponto interno a curva, podemos dizer que esta operando com capacidade ociosa ou com desemprego o Nesse ponto ou em qualquer outro ponto externo a curva, podemos dizer que é uma combinação impossível de produção, ou seja, ultrapassa a capacidade de produção potencial G

15 Custo de oportunidade O custo de oportunidade é um termo usado em economia para indicar o custo de algo em termos de uma oportunidade renunciada, ou seja, o custo, até mesmo social, causado pela renúncia do ente econômico, bem como os benefícios que poderiam ser obtidos a partir desta oportunidade renunciada ou, ainda, a mais alta renda gerada em alguma aplicação alternativa.

16 Uma fábrica de cadeiras produzia 10 cadeiras no mês num mercado que absorvia totalmente esta produção. Diante de uma oportunidade de negócios, esta fábrica resolveu iniciar uma produção de um novo produto: mesas. Porém, ao alocar recursos para tal, descobriu que terá de deixar de produzir 2 cadeiras para alimentar a demanda de 2 mesas. O custo de oportunidade está no valor perdido da venda das 2 cadeiras que deixaram de ser fabricadas. Exemplo de custo de oportunidade

17 FLUXO REAL E MONETÁRIO Mercado de bens e serviços Mercado de fatores de produção Famílias Empresas Demanda Oferta Demanda FLUXO REAL Famílias Empresas Pagamento dos bens e serviços Remuneração dos fatores de produção FLUXO MONETÁRIO

18 Mercado de bens e serviços Mercado de fatores de produção Famílias Empresas Demanda de bens e serviços Oferta de serviços dos fatores de produção Oferta de bens e serviços Demanda de serviços dos fatores de produção FLUXO CIRCULAR DE RENDA O quê e quanto produzir Como produzir Para quem produzir = Fluxo monetário (bens e serviços dos fatores de produção) = Fluxo real (bens e serviços dos fatores de produção)

19 Aspectos essenciais dos conceitos econômicos básicos. · Principais conceitos; · Curvas de possibilidade de produção; · Fluxos real e monetário; · Questões de revisão. O que foi estudado nesta apresentação?

20 Questões de revisão 1. Quais conceitos importantes que são a base e o objeto do estudo da Ciência Econômica, foram retirados da definição abaixo: Economia é a ciência social que estuda como o indivíduo e a sociedade decidem (escolhem) empregar recursos produtivos escassos na produção de bens e serviços, de modo a distribuí-los entre as várias pessoas e grupos da sociedade, a fim de satisfazer as necessidades humanas R: escolha, escassez, necessidades, recursos, produção e distribuição. 2. Complete as lacunas com a palavra correta: R: Aprendemos em economia que os recursos são escassos, enquanto que as necessidades humanas são ilimitadas 3. Levando-se em consideração os problemas econômicos fundamentais, assinale a alternativa abaixo que está totalmente correta. a)Falta de recursos, escolha de metodologias e necessidades ilimitadas. b)Onde comprar, onde vender e para quem? c)Para quem Importar, exportar e distribuir? d)O quê e quanto produzir, como produzir e para quem produzir? e)Nenhuma das alternativas

21 PARTE - 2

22 No mercado de bens e serviços formam-se: Preços dos bens e serviços No mercado de fatores de produção formam-se: Preços dos fatores de produção Salários, juros, aluguéis, lucros, royalties, etc. FLUXO BÁSICO FLUXO COMPLETO Fluxo Básico + Setor Público e o Setor Externo Efeito dos impostos e dos gastos públicos. Transações de mercadorias, serviços e o movimento financeiro com o resto do mundo.

23 Bens de capital Bens de consumo Bens intermediários Fatores de produção Utilizados na fabricação de outros bens, mas não se desgastam totalmente no processo produtivo. Ex: Máquinas, equipamentos e instalações. Bens finais Destinam-se diretamente ao atendimento das necessidades humanas. São classificados em: Duráveis (geladeiras, fogões, automóveis, etc). Não duráveis (alimentos, produtos de limpeza) São transformados ou agregados na produção de outros bens e são consumidos totalmente no processo produtivo. Ex.: insumos, matérias primas e componentes São chamados também de Recursos de produção da economia. São constituídos pelos recursos humanos (trabalho e capacidade empresarial) Ex.: Terra, capital e tecnologia

24 FATOR DE PRODUÇÃOTIPO DE REMUNERAÇÃO TrabalhoSalário CapitalJuro TerraAluguel TecnologiaRoyalty Capacidade empresarialLucro As Famílias são as proprietárias dos fatores de produção

25 Argumentos positivos Não envolvem juízo de valor, e referem-se a proposições objetivas Se A, então B. Ex.: se o preço da gasolina aumentar em relação aos outros preços, então a quantidade que as pessoas irão comprar de gasolina cairá. Argumentos normativos Envolve o juízo de valor. Contém, explícita ou implicitamente, um juízo de valor sobre alguma medida econômica. Ex: o preço da gasolina não deve subir (uma opinião expressada) O administrador de política econômica (Policymaker) dispõe de algumas opções para alcançar opções para alcançar o objetivo como por exemplo aumentar salários, combater a inflação, criar empregos.

26 INTER-RELAÇÃO DA ECONOMIA COM OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO ECONOMIA, FÍSICA E BIOLOGIA A concepções organicistas (biológicas) e mecanicistas (físicas) permitiu a construção do núcleo científico inicial da economia. Grupo organicista = a economia se comporta como um órgão vivo (órgãos, funções, circulação e fluxos. Grupo mecanicista = as leis da economia se comportam como determinadas leis da Física. (equilíbrio, estática, dinâmica, aceleração, velocidade, forças e outros. A concepção humanística – coloca em plano superior os móveis psicológicos da atividade humana. (Economia - Ciência Social) ECONOMIA, MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA É limitada pelo meio físico, diante dos recursos que são escassos, e se ocupa de quantidades físicas e das relações entre essas quantidades.

27 ECONOMIA E POLÍTICA A economia e a política são áreas bastante interligadas A política fixa as instituições sobre as quais se desenvolverão as atividades econômicas ECONOMIA E HISTÓRIA A pesquisa histórica é extremamente útil e necessária para a economia. Os fatos econômicos afetam o desenrolar da História. Ex: quebra da bolsa em NY (1929) ECONOMIA E GEOGRAFIA Permite avaliar fatores muito úteis à análise econômica, como as condições geoeconômicas dos mercados, a concepção espacial dos fatores produtivos, a localização de empresas e a composição setorial da atividade econômica. Economia regional, a economia urbana, as teorias de localização industrial e a demografia econômica. ECONOMIA, MORAL, JUSTIÇA E FILOSOFIA A revolução industrial – Sec. XVIII, a atividade econômica era vista como parte integrante da Filosofia, Moral e Ética. A economia era orientada por princípios como a lei da usura, o conceito de preço justo (discutidos, entre outros filósofos, por Santo Tomás de Aquino)

28 DIVISÃO DO ESTUDO ECONÔMICO MICROECONOMIA OU TEORIA DE FORMAÇÃO DE PREÇOS Examina a formação de preços em mercados específicos ( Consumidores e Empresas que interagem no mercado MACROECONOMIA Estuda a determinação e o comportamento dos grandes agregados nacionais, como o produto interno bruto (PIB) ECONOMIA INTERNACIONAL Analisa as relações econômicas entre residentes e não residentes do País, as quais envolvem transações com bens e serviços e transações financeiras DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Preocupa-se com a melhoria do padrão de vida da coletividade ao longo do tempo.

29 QUESTÕES DO CONTEÚDO Por que os problemas econômicos fundamentais (o quê, quanto, como e para quem produzir) originam-se da escassez de recursos de produção?

30 PARTE - 3

31 PRECURSORES DA TEORIA ECONÔMICA Aristóteles Platão Xenofonte Gerard Malynes Charles Davenant Thomas Mun François Quesnay Adam Smith David Ricardo

32 PRECURSORES DA TEORIA ECONÔMICA Antiguidade Mercantilismo Fisiocracia Grécia antiga Aristóteles ( a.C.) aparentemente cunhou o termo economia (oikonomía) em seus estudos sobre aspectos de administração privada e finanças públicas. Platão ( a.C.) e Xenofonte ( a.C.) foram encontradas algumas considerações de ordem econômica em seus escritos. Grécia antiga Aristóteles ( a.C.) aparentemente cunhou o termo economia (oikonomía) em seus estudos sobre aspectos de administração privada e finanças públicas. Platão ( a.C.) e Xenofonte ( a.C.) foram encontradas algumas considerações de ordem econômica em seus escritos. Nascimento da primeira escola econômica denominada de o mercantilismo (a partir do século XVI). Preocupações implícitas sobre a acumulação de riquezas de uma nação. (país x força e poder) Época onde foram estimuladas guerras através do nacionalismo, onde também a presença do Estado era constante (Política mercantilista). Nascimento da primeira escola econômica denominada de o mercantilismo (a partir do século XVI). Preocupações implícitas sobre a acumulação de riquezas de uma nação. (país x força e poder) Época onde foram estimuladas guerras através do nacionalismo, onde também a presença do Estado era constante (Política mercantilista). Século XVIII início da fisiocracia pela escola de pensamento francesa, com trabalhos importantes. Conceito formado: a terra era a única fonte de riqueza e que havia uma ordem natural que fazia com que o universo fosse regido por leis naturais, absolutas, imutáveis e universais, desejadas pela Providência Divina para a felicidade dos homens (a riqueza consistia em bens produzidos com a ajuda da natureza, ou seja, regras da natureza) François Quesnay (médico) autor da obra Tableau Économique (trabalho de maior destaque na época. Dividia a economia em setores e a relação entre eles. Wassily leontief – economista russo naturalizado norte americano (Harvard). Maior ênfase nas pessoas que produziam a partir da natureza e redução a um número menor possível das pessoas no comércio e nas finanças. Conhecidos como organicistas associaram conceitos da Medicina à Economia: circulação, fluxos, órgãos, funçoes. Século XVIII início da fisiocracia pela escola de pensamento francesa, com trabalhos importantes. Conceito formado: a terra era a única fonte de riqueza e que havia uma ordem natural que fazia com que o universo fosse regido por leis naturais, absolutas, imutáveis e universais, desejadas pela Providência Divina para a felicidade dos homens (a riqueza consistia em bens produzidos com a ajuda da natureza, ou seja, regras da natureza) François Quesnay (médico) autor da obra Tableau Économique (trabalho de maior destaque na época. Dividia a economia em setores e a relação entre eles. Wassily leontief – economista russo naturalizado norte americano (Harvard). Maior ênfase nas pessoas que produziam a partir da natureza e redução a um número menor possível das pessoas no comércio e nas finanças. Conhecidos como organicistas associaram conceitos da Medicina à Economia: circulação, fluxos, órgãos, funçoes.

33 Os Clássicos Adam Smith ( ) renomado Professor Precursor da moderna teoria econômica. Publicou a obra A Riqueza das Nações, em 1976 abrangente questões econômicas (leis de mercado, aspectos monetários até a distribuição do rendimento da terra, concluindo com um conjunto de recomendações políticas. Atuação da livre concorrência, sem qualquer interferência = crescimento econômico (conceito mão invisível – todos os agentes em busca de lucrar o máximo, promoviam o bem-estar de toda a comunidade) Princípio do Liberalismo – Mercado regulador das decisões econômicas, independentemente da ação do Estado. Laissez-Faire (livre iniciativa) Teoria do valor-trabalho = causa da riqueza das nações é o trabalho humano. Aumento da produção = divisão de trabalho (especialização em algumas tarefas) Ex.: Promoveu o aumento da destreza pessoal, economia de tempo e provocou condições favoráveis para o aperfeiçoamento e invento de novas máquinas e técnicas. Papel do Estado = proteção da sociedade. Adam Smith ( ) renomado Professor Precursor da moderna teoria econômica. Publicou a obra A Riqueza das Nações, em 1976 abrangente questões econômicas (leis de mercado, aspectos monetários até a distribuição do rendimento da terra, concluindo com um conjunto de recomendações políticas. Atuação da livre concorrência, sem qualquer interferência = crescimento econômico (conceito mão invisível – todos os agentes em busca de lucrar o máximo, promoviam o bem-estar de toda a comunidade) Princípio do Liberalismo – Mercado regulador das decisões econômicas, independentemente da ação do Estado. Laissez-Faire (livre iniciativa) Teoria do valor-trabalho = causa da riqueza das nações é o trabalho humano. Aumento da produção = divisão de trabalho (especialização em algumas tarefas) Ex.: Promoveu o aumento da destreza pessoal, economia de tempo e provocou condições favoráveis para o aperfeiçoamento e invento de novas máquinas e técnicas. Papel do Estado = proteção da sociedade.

34 Os Clássicos David Ricardo ( ) Partiu das ideias de Smith. Desenvolveu alguns modelos econômicos com grande potencial analítico. Aprimorou a tese de que todos os custos se reduzem a custos do trabalho Demonstrou como a acumulação do capital acompanhada de aumentos populacionais, provoca uma elevação da renda da terra A sua análise de distribuição do rendimento da terra originou muitas ideias nos pensadores do período neoclássico. Desenvolveu estudos sobre o comércio internacional – Teoria das vantagens comparativas Por que as nações negociam entre si? É melhor elas negociarem? Quais produtos devem ser comercializados? A maioria dos estudiosos indica que os estudos de Ricardo deram origem a duas correntes antagônica: A corrente neoclássica (abstrações simplificadoras) e a corrente marxista (questão distributiva e aspectos sociais na repartição da renda da terra) David Ricardo ( ) Partiu das ideias de Smith. Desenvolveu alguns modelos econômicos com grande potencial analítico. Aprimorou a tese de que todos os custos se reduzem a custos do trabalho Demonstrou como a acumulação do capital acompanhada de aumentos populacionais, provoca uma elevação da renda da terra A sua análise de distribuição do rendimento da terra originou muitas ideias nos pensadores do período neoclássico. Desenvolveu estudos sobre o comércio internacional – Teoria das vantagens comparativas Por que as nações negociam entre si? É melhor elas negociarem? Quais produtos devem ser comercializados? A maioria dos estudiosos indica que os estudos de Ricardo deram origem a duas correntes antagônica: A corrente neoclássica (abstrações simplificadoras) e a corrente marxista (questão distributiva e aspectos sociais na repartição da renda da terra)

35 Os Clássicos John Stuart Mill ( ) Foi o sintetizador do pensamento clássico Principal texto para o ensino de Economia no fim do período clássico e no início do neoclássico. Consolidou o exposto pelos seus antecessores e incorporou mais elementos institucionais quando definiu as restrições, vantagens e funcionamento de uma economia de mercado. John Stuart Mill ( ) Foi o sintetizador do pensamento clássico Principal texto para o ensino de Economia no fim do período clássico e no início do neoclássico. Consolidou o exposto pelos seus antecessores e incorporou mais elementos institucionais quando definiu as restrições, vantagens e funcionamento de uma economia de mercado. Os Clássicos Jean-Baptiste Say ( ) economista francês Retomou a obra de Adam Smith ampliando-a. Lei de Say a oferta cria sua própria procura – Ex.: a produção aumenta gerando mais renda aos trabalhadores e empresários, que será gasta na compra de outras mercadorias. Essa lei é um dos pilares da macroeconomia clássica sendo contestada apenas em meados do século XX. ( século XX) Jean-Baptiste Say ( ) economista francês Retomou a obra de Adam Smith ampliando-a. Lei de Say a oferta cria sua própria procura – Ex.: a produção aumenta gerando mais renda aos trabalhadores e empresários, que será gasta na compra de outras mercadorias. Essa lei é um dos pilares da macroeconomia clássica sendo contestada apenas em meados do século XX. ( século XX)

36 Os Clássicos Thomas Malthus ( ) Primeiro economista a sistematizar uma teoria geral sobre a população. Deu apoio a teoria dos salários de subsistência, pois assinalou que o crescimento da população dependia rigidamente da oferta de alimentos. Excesso populacional – a causa de todos os males da sociedade era que o crescimento da população era uma progressão geométrica, enquanto que a produção de alimentos era uma progressão aritmética, ou seja, o crescimento populacional excederia o crescimento da produção de alimentos. Sugeriu na época que se adiassem os casamentos, a voluntária limitação de nascimentos nas famílias pobres. Aceitava as guerras como uma solução para interromper o crescimento populacional. Thomas Malthus ( ) Primeiro economista a sistematizar uma teoria geral sobre a população. Deu apoio a teoria dos salários de subsistência, pois assinalou que o crescimento da população dependia rigidamente da oferta de alimentos. Excesso populacional – a causa de todos os males da sociedade era que o crescimento da população era uma progressão geométrica, enquanto que a produção de alimentos era uma progressão aritmética, ou seja, o crescimento populacional excederia o crescimento da produção de alimentos. Sugeriu na época que se adiassem os casamentos, a voluntária limitação de nascimentos nas famílias pobres. Aceitava as guerras como uma solução para interromper o crescimento populacional.

37 PARTE - 4

38 A teoria keynesiana: Teoria geral do emprego, dos juros e da moeda, o teórico vive na época da Grande Depressão e constrói uma teoria que acredita na crise como problema temporário, mostrando combinações políticas econômicas e soluções para a recessão. pós-keynesianos. nível de produção nacional; demanda agregada ou efetiva; fim do laissez-faire; ("deixem fazer, deixem passar, o mundo vai por si mesmo – economistas liberais monetaristas: privilegiam o controle da moeda. uso de políticas fiscais e certo grau de intervenção do Estado na economia; A teoria neoclássica (1870) Alfred Marshall: publica Princípios da economia e levanta questões do comportamento do consumidor, teoria marginalista e teoria quantitativa da moeda.

39 Período recente: mudanças na teoria econômica, principalmente, após duas crises do petróleo. Pontos: existe uma consciência maior das limitações e possibilidades de aplicações da teoria; avanço do conteúdo empírico da economia; e consolidação das contribuições anteriores Prêmio Nobel da Economia: teoria econômica como corpo científico, seus primeiros ganhadores foram Ragnar Frisch e Jan Tinbergen. Abordagens alternativas marxistas e institucionalistas: criticam a abordagem pragmática da economia e propõe enfoque analítico. marxista: O Capital de Marx, conceito de mais-valia, aspecto político, conceito de valor-trabalho. institucionalistas: Veblen e Galbraith, dirigem críticas ao alto grau de abstração da teoria econômica e ao fato de ela não incorporar em sua análise as instituições sociais.

40 Introdução: conceitos da teoria econômica são relacionados ou dependentes do quadro de normas jurídicas do país. O aumento do papel regulador do governo na economia chamado neoliberalismo visa garantir a defesa da concorrência e os direitos dos consumidores. O Direito e a teoria dos mercados: defesa do consumidor e da concorrência foco econômico: comportamento dos produtores e consumidores. foco jurídico: agentes das relações de consumo. estudo do estabelecimento comercial e do empresário: análise econômica e jurídica. imperfeições do mercado e intervenção do Estado. economias externas; agentes econômicos e suas falhas de informação. poder de monopólio; leis de defesa da concorrência; Economia e Direito

41 Clayton Act, 1914; lei Celler-Kefauver, 1950; no Brasil, Constituição Federal de 1988; Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC); Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE; controle das estruturas de mercado: quanto a concentração econômica; controle de condutas: apuração de práticas anticoncorrênciais; ação governamental: coibição e repressão dos abusos no mercado. lei Sherman contra trusts, 1890; (Sherman Act, em inglês) foi um ato de regulação que visava garantir a concorrência entre as empresas nos Estados Unidos, evitando que qualquer delas se tornasse suficientemente grande para ditar as regras do mercado em que atuava. Foi formulada por John Sherman.

42 Sherman Act, Lei Sherman Antitruste, de junho 1890 Primeira lei federal norte-americana que impede a formação de trustes e pune a existência deles. O objetivo é a criação de iguais oportunidades econômicas para todos os empreendimentos. Leis Antitruste Resumo das lei e medidas antitrustes Ida Tarbell publica o seu ataque à Standard Oil, em 1904 Cria-se um clima favorável à regulamentação ou o impedimento da expansão dos trustes, acusando-os de práticas monopolistas. T.Roosevelt abre um processo contra a Standard Oil, em 1906 Primeiro processo federal antitruste, que encerra-se em 1909 com uma sentença desfavorável à Standard Oil. A companhia recorre ao Supremo Tribunal Federal. Sentença final da Suprema Corte Federal, em 1911 Juízes determinam que a Standard Oil deva ser dividida em 39 outras empresas. Fim dos truste petrolífero. Em 1912, o patrimônio de J.D.Rockfeller dobra o seu valor com a alta das ações das empresas petrolíferas. Clayton Antitrust Act, Lei Clayton, de 1914 Complementa a Lei Sherman, detalhando as praticas e os contratos considerados ilegais. Mais tarde ela também vai ser aperfeiçoada pela Lei Celler-Kefauver (Celler-Kefauver Act), de 1950, que trata da lisura da concorrência.

43 Arcabouço jurídico das políticas macroeconômicas políticas monetária, de crédito, cambial e de comércio exterior são de competência da União. política fiscal é de competência da União, Estados e Municípios. papel da defesa do governo: aumento da demanda agregada. processo de globalização: integração econômica global sobre bases econômicas e jurídicas. O Estado promovendo o bem-estar da sociedade Ação do Estado: voltada para o bem-estar da população. John Locke: direitos naturais sob controle do governo parlamentar, cuja finalidade seria promover e ampliar direitos do homem à vida, à liberdade e à prosperidade.

44 Artigo 170 da Constiuição de 1988: A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios: I.soberania nacional; II.propriedade privada; III. função social da propriedade; IV. livre concorrência; V. defesa do consumidor; VI. defesa do meio ambiente; VII. redução das desigualdades regionais e sociais; VIII. busca do pleno emprego; IX. tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País. Parágrafo único. É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente da autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei.

45 dos princípios gerais da atividade econômica; Há ligação entre Economia e Direito também na análise: dá política urbana, agrícola e fundiária; do Sistema Financeiro Nacional; das políticas monetária, de crédito, cambial e de comércio exterior; Os governos também criam normas jurídicas que protejam o meio ambiente, como o Protocolo de Quioto. As normas jurídicas buscam regularizar as atividades econômicas buscando tornar os mercados mais eficientes e melhor qualidade de vida para a população como um todo.

46 PARTE - 5

47 Introdução à Microeconomia ou teoria dos preços MICROECONOMIA X MACROECONOMIA MICROECONOMIA MACROECONOMIA Estuda os comportamentos individuais Estuda o resultado agregado dos vários comportamentos individuais

48 A teoria microeconômica – não deve ser confundida com economia de empresas, pois tem enfoque distinto. Teoria microeconômicaEconomia de empresas Estuda o funcionamento da oferta e da demanda na formação do preço no mercado Estuda uma empresa especifica, prevalecendo a visão contábil-financeira na formação do preço de venda de seu produto Quem são os agentes da demanda? Os consumidores, juridicamente pessoa natural ou jurídica que no mercado adquire bens ou serviços como destinatário final, visando atender a uma necessidade própria.

49 Hipótese Coeteris paribus (latim) = tudo o mais permanece constante, utilizando dessa hipótese a microeconomia consegue analisa um mercado específico, ou seja, selecionamos apenas as variáveis que influenciam os agentes econômicos e produtores. ANÁLISE MICROECONÔMICA PREÇOS RELATIVOS Preços de um bem em relação aos demais PREÇOS RELATIVOS Preços de um bem em relação aos demais PREÇOS ABSOLUTOS Preços de um bem isolado PREÇOS ABSOLUTOS Preços de um bem isolado Mais Relevantes Menos Relevantes

50 A análise mais tradicional – teoria tradicional = supõe o princípio da racionalidade. O empresário sempre busca a maximização do lucro total, otimizando a utilização dos recursos de que dispõe. (homo economicus – homem econômico) Análise microeconômica para tomada de decisões Visão EmpresasPolítica econômica Avaliação de projetos de investimentos públicos Efeitos de impostos sobre mercados específicos Política de subsídios (trigo, leite, etc.) Fixação de preços mínimos na agricultura Fixação do salário mínimo Controle de preços Política salarial Política de preços da empresa Previsões de demanda e faturamento Previsões de custos de produção Decisões ótimas de produção Avaliação e elaboração de projetos de investimentos Política de propaganda e publicidade Localização da empresa Diferenciação de mercados – preços diferenciados do mesmo produto para mercados consumidores diferentes Política de tarifas públicas (água, luz e outras) Política de preços públicos (petróleo, aço) Leis antitruste (controle de lucros de monopólios e oligopólios

51 Análise da demanda Análise da oferta Análise das estruturas de mercado Análise do equilíbrio geral Oferta da firma individual Oferta de mercado – Teoria da produção – Teoria dos custos de produção – Teoria do consumidor (demanda individual) – Teoria da demanda de mercado Mercado de bens e serviços Mercado de fatores de produção -Concorrência perfeita -Concorrência imperfeita ou monopolística -Monopólio -Oligopólio -Concorrência perfeita -Concorrência imperfeita -Monopsônio – apenas 1 comprador -Oligopsônio – poucos compradores Considera a inter-relações entre todos os mercados – Teoria do bem-estar – Teoria do equilíbrio geral DIVISÃO DO ESTUDO MICROECONÔMICO


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