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Curso de Pedagogia – Gestão e Tecnologia Educacional.

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Apresentação em tema: "Curso de Pedagogia – Gestão e Tecnologia Educacional."— Transcrição da apresentação:

1 Curso de Pedagogia – Gestão e Tecnologia Educacional

2 Introdução Vivências Música Marcante Fato Significativo Considerações Finais

3 Voltar Este diário é resultado de um trabalho interdisciplinar, foco principal do curso, entre as disciplinas Estudos Independentes III (Ana Carolina) e Informática Aplicada (Gilca). Onde serão apresentadas vivências realizadas ao longo do semestre, além de uma estrutura baseada em nosso conhecimento em informática. Portanto este é um trabalho que visa a relação entre as disciplinas, como forma de aumentar nossos conhecimentos.

4 Quem sou eu? Confiança e Amizade Conhecimento mútuo Zepelim O presente Escravos de Jó Voltar

5 QUEM SOU EU? Descrição Metodologia Considerações pessoais Voltar

6 QUEM SOU EU? Descrição: Facilitadores : Josy, Marielle, Sarah Objetivos :Possibilitar aos participantes uma reflexão acerca de si, retrospectiva de sua maneira de ser e características do dia-a- dia. Duração : Aproximadamente 50 minutos. Número de participantes : Aproximadamente 20 pessoas. Voltar

7 QUEM SOU EU? Metodologia : 1 Momento: Aquecimento Posicionar os colchonetes em círculos, para que o ambiente fique desobstruído. Pedir que os participantes caminhem devagar e descontraidamente pela sala em silêncio. Sugerir que cada um observe a sua maneira de caminhar, seus movimentos, bem como os das demais pessoas –Qual a imagem que você tem de cada uma delas?... Olhe para cada uma, toque-as, mas não fale nada... ande silenciosamente. Solicitar que tirem os sapatos.

8 2 Momento: Técnica Formar um grande círculo e conduzir uma seqüência de esvaziamento (alongamentos, aceleração de movimentos, grito, autopercepção, automassagem, relaxamento) Colocar uma seqüência musical suave, de modo que as pessoas fiquem bem a vontade. Durante esse momento, procure não falar nem conversar com ninguém – é um momento seu você com você... portanto, usufrua dele o melhor possível. 3 Momento: Ação Conduzir a seqüência de relaxamento, até o momento de sugerir que todos se deitem no chão ou fiquem o mais confortável possível, ainda sem falar com ninguém.

9 Procure apenas curtir esse tempo ai no chão... ouça a musica, fique com você um pouco Tente visualizar, mentalmente, como você é no dia-a-dia... quais as pessoas que convivem com você, o que você faz, como normalmente você é. Monitorar as informações, para a reflexão, de forma espaçada, permitindo um tempo para cada pessoa processar o que ouviu e o que vai refletir. Será que você se lembra de COMO VOCÊ ERA há... cinco anos? Que tipo de pessoa você era? O que você fazia? Quem convivia com você? Enfim, como era você a cinco? Dar um tempo para cada um pensar sobre isso.Vamos mais longe: Será que você se lembra de como você era há dez anos? Quais eram os seus projetos naquela época? Que lugar lugares você freqüentava? Que pessoas faziam parte da sua vida? Tente ir o mais longe possível nas suas lembranças: você, bem mais jovem... você, adolescente... quem sabe, você, criança –quais eram as suas brincadeiras prediletas? Quem eram seus amigos? Quem foram os adultos da sua infância? Quais os seus lugares preferidos? Enfim... como você era quando criança?.

10 Dar um tempo para este momento, também. Agora, venha, aos poucos, retornando, trazendo as suas lembranças até agora... Efetue o balanço de tudo – seus altos e baixos erro e acertos - e faça a seguinte pergunta pra você: Quem sou eu? Quem sou eu?. Durante esse momento reflexivo final, com todos ainda no chão, colocar a música O Moço Velho(interpretação Silvio Cezar) ou Caçador de Mim(Milton Nascimento). Vá acordando aos poucos, espreguice-se, levante e fiquem sentados em círculos. Permaneça, ainda, em silêncio. 4 Momento: Socialização Quais as emoções e sentimentos experimentados durante essa vivência? Como foi o momento de retornar CINCO, DEZ ou mais anos? Como você está se sentindo agora? 5 Momento: Reflexão

11 Portanto, ser pessoa é estar num processo dimânico, experimentar mais da vida, encontrar em vivenciar novos sentimentos, sofrer, alegrar-se... estar diferente. Em ouras palavras, se você me conheceu ontem, não pense que eu sou a mesma pessoa, hoje. É certo que mudei. É certo que tenho coisas novas a lhe oferecer e você a mim. Já dizia Exupéry: O essencial é invisível para os olhos, uma vez que se vê bem melhor com o coração. Por outro lado, tenho uma expressão popular que ilustra o quanto é difícil alguém conhecer alguém. Eu consigo conhecer uma determinada pessoa, no momento em que terminar um saco de sal com ela. A simples pergunta quem sou eu? Gera em nós os mais diversos sentimentos. Um deles é o conflito. Todas as pessoas, vez por outra, sentem-se hostis, interiores, sovinas, culpadas, generosas, amorosas, deprimidas ou felizes. E esses sentimentos, muitas vezes, são ignorados. (...)

12 Uma pessoa precisa esforçar-se para desenvolver auto-aceitação e um equilibrado amor a si mesmo. Quem não se ama adequadamente, não pode amar a Deus, a outra pessoa ou a si mesmo. Só pra lembrar: O intelecto é imprescindível, racional, lógicos e crus, também. Os sentimentos, porém, são os que nos faz lembrar que somos gente. Albigenor e Rose Militão - texto escrito em fevereiro/97 Voltar

13 QUEM SOU EU? Considerações Pessoais : Esta vivência foi muito importante para mim pois foi ela a 1º a ser apresentada pelo meu grupo, marcando o início de novos conhecimentos. Com esta vivência consegui melhorar um pouco a técnica de falar em público, mesmo sabendo que é necessário melhorar mais. Acredito que através destes trabalhos aprendemos não só a técnica mas também aprendemos a lidar com o outro, a falar quando necessário mas principalmente a ouvir que é o fundamental, para um bom relacionamento com grupo.Como foi marcante este momento resolvi colocá-lo em primeiro para descrever a satisfação de ter realizado um trabalho como este, que é essencial para o nosso desenvolvimento e crescimento como futuros pedagogos. Voltar

14 Dinâmica da confiança e da amizade Descrição Metodologia Considerações pessoais Voltar

15 Dinâmica da confiança e da amizade Descrição : Facilitadores: Ana, Kaessa e Rose Objetivo: Não desejar ao próximo o que não deseja a si próprio. Duração: 20 minutos. Material: Tarjetas de papel. Voltar

16 Metodologia : Desenvolvimento : Cada um escreverá em uma tarjeta de papel o que o seu vizinho da direita deverá fazer perante o grupo. Depois que todos tiverem escrito, cada um vai fazer aquilo que propôs para o seu companheiro. O facilitador analisará, com o grupo, como a vida pode trazer surpresas e nossas atitudes diante disso; o que é idéia preconcebida e como ela influencia em nossas ações. Dinâmica da confiança e da amizade

17 Processamento : 1-O que o levou a escolher a tarefa para o outro? 2-Como se sentiu realizando a atividade que havia escolhido para outro? 03-Qual foi o seu sentimento em relação ao que o outro escolheu para você? Voltar

18 Dinâmica da confiança e da amizade Considerações Pessoais : Através desta vivência percebi o quanto é importante olhar para as outras pessoas, se colocar no lugar do outro, ou seja, não escolher para o próximo aquilo que não queremos para nós mesmos. Dentro do grupo percebi que houve uma ajuda mútua, todos contribuíram na realização das tarefas, o que prova a confiança, a amizade, o respeito e a união de todos do grupo. Voltar

19 Conhecimento mútuo DescriçãoMetodologia Considerações pessoais Voltar

20 Conhecimento mútuo Descrição : Facilitadores: Fabiana, Renata e Vanessa Objetivos: Oportunizar um maior conhecimento de si mesmo e facilitar melhor relacionamento e integração interpessoal. Material : Lápis e uma folha de papel em branco para todos os participantes. Voltar

21 Conhecimento mútuo Metodologia : Desenvolvimento: 1º - Aquecimento : Os participantes deverão permanecer em silencio por três minutos enquanto os facilitadores conduzirão uma reflexão. 2º - Técnica: Os facilitadores propõem aos participantes que se imagine em um local onde se sintam tranqüilos, cada um devera fazer uma analise de algumas qualidades e defeitos, e de algumas características de si próprio.

22 3º - Ação: Em continuação os facilitadores pedem que cada um escreva, na folha em branco, alguns dados de sua vida (características individuais), fazendo isso anonimamente e com letra de fôrma, levando para isso seis a sete minutos. A seguir, os facilitadores recolhem as folhas, redistribuindo-as, cabendo a cada qual ler em voz alta a folha que recebeu, uma por uma. Socialização: Caberá ao grupo descobrir de quem é, ou a quem se refere o conteúdo que acaba de ser lido, justificando a indicação da pessoa. Avaliação: Após um espaço de discussão sobre alguns aspectos da autobiografia de cada um, seguem- se os comentários sobre o sentimento de cada um após serem descobertos ou não.

23 Fechamento: A arte de ser feliz Acorde todas as manhãs com um sorriso. Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz. Seja seu próprio motor de ignição. O dia de hoje jamais voltará. Não o desperdice, pois você nasceu para ser feliz! Enumere as boas coisas que você tem na vida. Ao tomar consciência do seu valor, você será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança! Trace objetivos para cada dia. Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez. Seja paciente. Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é o seu trabalho que o mantém alerta, em constante desenvolvimento pessoal e profissional, além disso, o ajuda a manter a dignidade.

24 Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente. Se nos deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias... Conscientize - se que a verdadeira felicidade está dentro de você. A felicidade não é ter ou alcançar, mas sim dar. Estenda sua mão. Compartilhe. Sorria. Abrace. A felicidade é um perfume que você não pode passar nos outros sem que o cheiro fique um pouco em suas mãos.O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida, ter o desejo de mostrar o que tem de melhor, é que isso produz maravilhosos efeitos colaterais. Não só cria um espaço feliz para o que estão redor como também encoraja outras pessoas a serem mais positivas. O tempo para ser feliz é agora. O lugar para ser feliz é aqui! Voltar

25 Conhecimento mútuo Considerações pessoais : Considero as vivências interpessoais importantes pois possibilitam uma maior interação do grupo, em que cada um tem a oportunidade de falar de suas características (qualidades e defeitos), possibilitando um conhecimento maior por parte do grupo com relação a cada componente e também proporciona um auto conhecimento. Adorei esta vivência pois através destas oportunidades, melhoramos o relacionamento com o grupo que se dá a partir do respeito ás diferenças. Voltar

26 Zepelim Descrição Metodologia Considerações pessoais Voltar

27 Zepelim Descrição: Facilitadoras: Beatriz, Eliz, Michele Tema: A associabilidade dos grupos juntamente com a solidariedade Objetivo: A percepção de si no grupo, solidariedade, exercício da amizade. Voltar

28 Zepelim Metodologia : AQUECIMENTO:Chegada –Brincadeira da batata quente- onde todos estarão em formato de círculo, sendo assim passado um objeto na mão de todos, que se deslocara no sentido horário enquanto estiver tocando a música, ao parar a música o individuo que estiver segurando o objeto, escolhera uma pessoa para ficar no centro do grupo. Assim até que sobre uma pessoa. AÇÃO OBJETIVO: Exercitar negociação, poder de persuasão, consenso, equilibro emocional. DINÂMICA 01 Dividir os participantes em grupos de até seis pessoas.

29 Distribuir uma cópia do texto-situação para cada grupo Texto-situação O ZEPELIM Vocês estão dentro de um balão zepelim, que está perdendo altura e se chocará com um edifício, dentro de cinco minutos. Havendo o choque, todos morrerão. Se permanecerem apenas três pessoas no balão, ele ganhará, novamente, altura, e o choque será evitando, salvando-se, assim, essa três pessoas. Diante disso, duas pessoas terão que saltar do balão.... e não há pára-quedas. QUAIS OS ARGUMENTOS PARA PERMANECER NO BALÃO? Dizer que cada, grupo terá trinta minutos para discutir a situação (conforme texto-situação) e decidir, por consenso, quem se salvará, a partir dos argumentos apresentados.

30 DINÂMICA 02 Após a discussão, reunir os grupos de volta e ouvir os resultados e argumentos de cada um. SOCIALIZAÇÃO ( trocar emoções sentimentos despertado no processo vivenciado) * Quais os sentimentos que sentiram durante as vivências? * Que sentimentos de deixar o balão? * Se foi fácil ou difícil escolher o colega para sair do balão? * Ao ter que sair do balão o que sentiram? * Qual sentimento dos que ficaram no balão. * Como você se percebeu no grupo? * Como percebeu seus colegas no grupo? * O que descobriu de novo a respeito do grupo? PROCESSAMENTO – MENSAGEM DE REFLEXÃO

31 AVALIAÇÃO DO PROCESSO VIVIDO NESTA DINÂMICA Dividir em quatro parte o papel sulfite, e distribuir para cada participante onde todos colocaram as notas, depois somara dividindo pelo numero de participante para obter as medias Os olhos de quem vê Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres. O objetivo era convencer o filho da necessidade desvalorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro. Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo.

32 Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho: - E aí, filhão, como foi a viagem para você ? - Muito boa, papai, respondeu o pequeno. - Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza ? - Sim pai ! Retrucou o filho, pensativamente. - E o que você aprendeu, com tudo o que viu nesses dias, naquele lugar tão paupérrimo ? O menino respondeu: - É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu. Nosso quintal vai até o portão. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu. Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários em uma gaiola eles têm todas

33 as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas! Portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários em uma gaiola eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas ! O filho suspirou e continuou: - E além do mais papai, observei que eles rezam antes de qualquer refeição, enquanto que nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios, dólar, eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto ! No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos televisão e dormimos. Outra coisa, papai, dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós. Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.

34 Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefato, sem graça e envergonhado. O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou: - Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres! MORAL DA HISTÓRIA Não é o que você é, o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então... Você tem tudo! Autor desconhecido Voltar

35 Zepelim Considerações pessoais : Através desta vivência percebi que em situações de risco, devemos tomar decisões sábias que beneficiem todos do grupo,ou seja, devemos olhar não só para nós, mas também para o outro de forma que possamos tomar decisões que vise o sucesso do grupo e não sua destruição. Portanto este foi um dos momentos que a sala pode verificar o quanto somos unidos e o quanto nos preocupamos uns com os outros e é através disso, que cultivamos cada vez mais a confiança e o respeito com todos do grupo. Voltar

36 O presente Descrição Metodologia Considerações pessoais Voltar

37 O presente Descrição: Facilitadores: Lucilaine, Mônica, Rafael Objetivo: trabalhar a alteridade, o respeito, confiança e a responsabilidade social que o ser humano deve mostrar ao seu próximo, promover a reflexão sobre a necessidade de valorizar as características do outro. Número de participantes: 20 pessoas. Duração: 1 h. Material: Papel Sulfite (meia folha para cada participante),canetinhas, som com CD,texto de apoio, caixa de bombom.Power Point. Voltar

38 O presente Metodologia: 1º Momento: será utilizado o CD com música para realizar o aquecimento. Em seguida as pessoas deverão ficar em dupla e irão percorrer a sala, sendo que um componente deverá está com os olhos fechados e o outro irá conduzi-lo. Depois será necessário inverter as funções dos participantes, pois, ficará um integrante estará guiando e o outro será guiado.

39 Neste momento será necessário perguntar para as pessoas o que sentiram durante o processo do aquecimento. Se as pessoas confiaram nos guiadores e se elas sabiam aonde estavam quando estavam sendo conduzidas. 2º Momento: as pessoas irão se separar e formar novamente um círculo e cada um precisará receber uma folha sulfite e precisará escrever o próprio nome, estas folhas serão recolhidas ao final do momento. 3º Momento: As pessoas irão receber as folhas sulfite e deverá desenvolver um presente. Então será entregue uma folha sulfite ao qual o participante deve escrever o que quer pra si próprio, o que deseja pra sua vida, cada participante também ganhará um doce aleatório

40 4ºMomento: Os integrantes receberão a folha sulfite do segundo momento com o nome de uma participante aleatório a partir daí vem a escolha de dar o presente ( o doce mais o desejo ) ou escolher ficar com o presente ou ainda recusar presentes. Além de explicar o que pensou durante o processo da criação do presente. Sendo assim: Aquele que deu o presente, quem dá o presente sem preocupação de receber, não se prendeu ao que deseja pra si e soube compartilhar o que tem, a pessoa interagiu com seu próximo, tende a ver oportunidades na vida. Aquele que recusou o presente fez sua escolha não por considerar que o presente do outro como melhor ou pior que o seu mais porque sabe o que quer. Aquele que manteve seu presente individualizou-se, exclui-se e esqueceu que nunca está sozinho, por mais que o desejo seja bom, nunca será alcançado sem o outro.

41 Neste momento os integrantes deverão expor o que sentiu, o que desejou e o que recebeu foi o que esperava. 5º Momento: Será apresentado uma história que dá o exemplo da vivência, que demonstra a necessidade de valorizar o próximo e a dificuldade de decidir o que quer pra si e a coragem de escolher ou rejeitar o que não quer receber como presente. 6º Momento: Será discutido sobre o objetivo da vivência que era valorizar o outro, demonstrar a confiança, o respeito e a responsabilidade que os integrantes precisam ter no outro. E os sentimentos que cada um possui e que foi expressado na criação do presente e na entrega do presente. Voltar

42 O presente Considerações pessoais: Adorei esta vivência pois é muito bom presentear as pessoas, principalmente aquelas que gostamos. Eu dei o presente para Eliz, uma pessoa que tive pouco tempo de convivência, mas foi muito bom dar ela este presente pois senti que naquele momento estaria desejando a ela aquilo que sonhei para mim. Isto me fez refletir de como é importante desejar para os outros aquilo que queremos para nós mesmos, e além disso estes momentos são únicos para que possamos compartilhar com os outros, nossos sonhos. Voltar

43 Dinâmica do "Escravos de Jó" Descrição Metodologia Considerações pessoais Voltar

44 Dinâmica do "Escravos de Jó" Descrição: Facilitadoras: Daniely Kelly, Monalisa Objetivos: Proporcionar de forma descontraída e motivadora o autoconhecimento e o conhecimento mútuo do grupo; melhorar o relacionamento intergrupal; aproximar as pessoas através da identificação de diferenças e semelhanças; exercitar o ouvir e o falar. Numero de participantes : 20 pessoas. Duração: 40 minutos. Material: Bexigas coloridas,papeletas com frases incompletas, colchonete, cd,som,texto de apoio Voltar

45 Dinâmica do "Escravos de Jó" Metodologia: Desenvolvimento: 1° Momento(Aquecimento): Pedir que os integrantes façam um circulo, sentando-se em colchonete. Cada um deles receberá uma bexiga e a seguinte orientação vocês deverão encher as bexigas sem se preocuparem com as papeletas contidas no seu interior 2° Momento (Técnica): Depois de cheias, convidá-los a jogar escravos de Jó (pode-se sugerir ao grupo um treino inicial para que todos joguem uniformemente) Anexo I. Ao termino do jogo estourar a bexiga que estiver em sua mão e resgatar a papeleta contida em seu interior.

46 3° Momento (Ação): O participante deverá ler e refletir, individualmente, por aproximadamente 10 minutos, sobre as três frases incompletas escritas no papel, sendo que, duas delas (Adoro... e Detesto...) serão comuns a todos. 4° Momento (Socialização) Depois desse tempo, é solicitado que algum integrante do grupo inicie o relato das frases escritas e de sua reflexão sobre elas, seguindo em seqüência até o último participante. Finalizando, faz se uma discussão sobre a experiência vivida. Voltar

47 Dinâmica do "Escravos de Jó" Considerações pessoais: Gostei muito desta vivência, desde o inicio com o aquecimento até o final com a reflexão. É muito bom quando temos oportunidade de falar para o grupo que convivemos aquilo que adoramos e aquilo que detestamos. Esta foi a oportunidade que gerou em mim muita satisfação em completar as duas frases em que falei que adoro a minha mãe e que destesto falsidade e inveja. Voltar

48 Considerações Finais Foi extremamente importante a criação deste diário. Através dele relembrei algumas vivências, o que me possibilitou um contato maior com a técnica de cada uma. Portanto esta foi uma forma de aumentar meus conhecimentos, para que em trabalhos futuros, eu possa desenvolver cada vez mais a minha capacidade de aplicar estas técnicas de forma mais eficaz. Considero este trabalho como uma forma diferenciada e inovadora, que possibilita a construção e a transmissão de novos saberes. Voltar


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