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Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar Outras amebas.

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Apresentação em tema: "Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar Outras amebas."— Transcrição da apresentação:

1 Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar Outras amebas

2 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar CLASSIFICAÇÃO CLASSE Lobosea ORDEM Amoebida FAMÍLIA Entamoebidae GÊNEROS Entamoeba, Iodamoeba, Endolimax e Dientamoeba ESPÉCIES E. histolytica / E. dispar, E. hartmanni, E. coli, E. gingivalis, Dientamoeba fragilis, I. butschlii e E. nana

3 EPIDEMIOLOGIA: Distribuição geográfica mundial (maior prevalência nas regiões tropicais e subtropicais – baixas condições sociais e sanitárias) Transmissão oral através da ingestão de cistos maduros nos alimentos e água Apesar de poder atingir todas as idades, é mais frequentes nos adultos(entre 20 e 60 anos) Algumas profissões são mais atingides (trabalhadores de esgotos,etc) Os cistos permanecem viáveis (ao abrigo da luz solar e em condições de umidade) durante cerca de vinte dias Diferentes cepas, em diferentes locais, influindo na patogenicidade.

4 Complexo: E. histolytica/E. dispar Aproximadamente durante um século E. histolytica foi considerada como única espécie. Estudos recentes baseados em: Evidências bioquímicas: diferenças no perfil isoenzi- mático; Métodos imunológicos: através de anticorpos monoclonais (Proteínas da superfície da ameba); Técnicas genêticas: através de diferenças no DNA genômico ou ribossomal dessas amebas; Diferenças nas formas clínicas da doença.

5 Complexo: E. histolytica/E. dispar A Entamoeba histolytica passou a ser considerada como parte de um complexo Entamoeba histolytica/Entyamoeba dispar.

6 * Entamoeba histolytica (Schaudinn, 1903) Apresenta diversos graus de virulência, insavisa; Apresenta diversas formas clínicas; * Entamoeba dispar (Brumpt, 1925) Pode causar erosões na mucosa intestinal, sem invasão; Maior parte dos casos assintomáticos e colite não disentérica.

7 Disenteria Doença aguda, infecciosa, específica, com lesões inflamatorias e ulcerativa das porções inferiores do intestino. Manifesta-se com diarréia intensa, cólicas, tenesmo, geralmente com eliminação de sangue e muco.

8 Complexo: E. histolytica/E. dispar O complexo E. histolytica/E. dispar foi acatada pela OMS em 1997, numa reunião, no México, para tratar do assunto.

9 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar MORFOLOGIA Trofozoíto Cisto Metacisto Pré-cisto

10 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar BIOLOGIA Locomoção Ingestão de alimentos Nutrição CICLO EVOLUTIVO Monoxênico

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14 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar HÁBITAT Os trofozoítos de Entamoeba histolytica/ dispar vivem como comensais na luz do intestino grosso Em algumas circunstâncias: ulcerações intestinais, abscesso hepático, cutâneo, pulmonar e raramente cérebro

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16 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar TRANSMISSÃO Através da ingestão de cistos com alimentos: verduras e frutas contaminadas, água, veiculadas nas patas de baratas e moscas. Falta de higiene domiciliar e os portadores assintomáticos.

17 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar PATOGENIA Período de incubação : 7 dias até 4 meses Formas assintomáticas (E. dispar) Formas sintomáticas (E. histolytica).

18 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DA AMEBÍASE: Colites não disentéricas: 2 a 4 evacuações por dia com fezes moles pastosas; desconforto abdominal e cólicas. Forma disentérica: colites amebianas: 8 a 10 evacuações por dia acompanhadas de cólicas intestinais e diarréia com evacuações mucosanguinolentas, febre moderada e dor abdominal. COMPLICAÇÕES: perfurações e peritonite, hemorragias, colites pós-disentéricas, apendicite e ameboma

19 Amebíase E. histolytica/E. dispar DISENTERIA: Doença aguda infecciosa, específica, com lesões inflamatórias e ulcerativas das porções inferiores do intestino. Manifesta-se com diarréia intensa, cólicas, tenesmo, geralmente com eliminação de sangue e muco.

20 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar AMEBÍASE EXTRA-INTESTINAL Amebíase hepática - dor, febre e hepatomegalia (Anorexia, perda de peso e fraqueza geral acompanham o quadro). Amebíase cutânea - região perianal Amebíase em outros órgãos - pulmão, cérebro, baço, rim, etc.

21 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar DIAGNÓSTICO CLÍNICO Amebíase intestinal - sintomatologia comum, retossigmoidoscopia Abscesso hepático - tríade (dor, febre e hepatomegalia),raio X, ultra-sonografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética

22 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar LABORATORIAL: (Exame de fezes, soro e exsudatos) PARASITOLÓGICO Fezes líquidas – Schaudinn, SAF e exame direto ou em 30 minutos Fezes formadas – Formol a 10%, MIF, SAF e técnicas de concentração (Faust, Rictchie e hematoxilina férrica) IMUNOLÓGICO (amebíase intest. e extra-intestinal Elisa, IFI, hemaglutinação indireta, contraimunoeletroforese e imunodifusão dupla em gel de ágar.

23 AMEBÍASE PROFILAXIA: Está intimamente ligada a engenharia e educação sanitária. Principalmente água de boa qualidade nas casas e tratamento do esgoto; Educação sanitária e educação ambiental, com a participação ativa e efetiva da comunidade; Lavagem de frutas e verduras a serem ingeridas cruas; Exame de fezes periódicos de manipuladores de alimentos e tratamento dos positivos.

24 AMEBÍASE VACINAS: Vacinas contra a Entamoeba histolytica têm sido desenvolvidas e testadas, porém até o momento nenhuma delas apresentou resultados eficientes, mas indicando que é um caminho importante e promissor.

25 AMEBÍASE Segundo a Organização Mundial de Saúde: Onde houver pequenos recursos financeiros para serem aplicados em saúde pública, todos eles devem ser dirigidos para o saneamento básico.

26 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar TRATAMENTO Intestinal Amebicida luminal (luz intestinal) Amebicidas tissulares (tecidos) Luminal e tissular Extra-intestinal Luminal e tissular e antibióticos.

27 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar TRATAMENTO Amebicida intestinal Luminal Etofamida (Kitnos) Teclosan (Falmonox) Tissular Cloridrato de Emetina Cloroquina obs: Drogas muito tóxicas, só utilizadas quando os outros tratamentos não derem bons resultados * Luminal e Tissular Derivados Imidazólicos * Tinidazol (Fasigyn) * Metronidazol (Flagyl) * Secnidazol (Secnidal) * Nimorazol (Naxogin) * Ornidazol * Extra-intestinal * metronidazol ( Droga de escolha sobretudo no abscesso hepatico)

28 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar * Amebíase intestinal Metronidazol 500 a 800 mg, 3 vezes ao dia duarante 5 dias Adultos mg/kg/dia, dividir 2 a 3 vezes ao dia, por 5 a 10 dias crianças * Efeitos colaterais Alterações gastrointestinais,vertigens * Observações Condiciona aversão ao álcool, e urticaria ao contato com este * Principais apresentações Metronidazol, Flagyl,Metronix Secnidazol Dose única de 30 mg/kg de peso para crianças Dose única de 2000mg para adulto (2 comprimidos 1000mg)

29 AMEBÍASE OBSERVAÇÃO: Devido à inibição que provoca em diversas enzimas do metabolismo do álcool, a ingestão alcoólica durante ou depois do tratamento pode causar confusão mental, perturbações visuais, cefaléia, náuseas e vômitos, sonolência e hipotenão.

30 Amebíase Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar * Amebíse extra-intestinal principalmente abscesso hepático * Metronidazol 500 a 800 mg, 3 vezes ao dia durante 5 a 10 dias * Observação: Geralmente é utilizado sob a forma de comprimido; nos casos mais graves ou severos, pode ser utilizado por via injetavel

31 Amebíase * Amebíase hepática * Secnidazol (Secnidal) 1 comprimido de 500 mg, 3 vezes ao dia, durante 5 a 7 dias. Suspensão 30 mg/Kg/dia (máximo de 2 g) durante 5 a 7 dias ou seja 1ml/Kg de peso durante 5 a 7 dias.

32 AMEBÍASE METRONIDAZOL MODO DE AÇÃO O metronidazol é metabolizado, formando derivados, incluindo radicais superóxido, que interferem com o metabolismo do DNA dos parasitas, o que causa extensas rupturas nas cadeias de DNA e a interrupção da estrutura helicoidal. Portanto, a síntese de proteínas no parasita sofre alteração.

33 OUTRAS AMEBAS Entamoeba hartmanni Entamoeba coli Iodamoeba butschlii Endolimax nana Entamoeba gingivalis Dientamoeba fragilis

34 AMEBAS DE VIDA LIVRE Acanthamoeba spp. Naegleria fowleri

35 AMEBAS DE VIDA LIVRE Acanthamoeba spp. Ameba de vida livre Cosmopolita (habitando lagos e lagoas,piscinas, solos humíferos, esgotos e cursos de água que recebem efluentes industriais, em todos os continen- tes e todos os climas). úlcerações de córnea (em usuários de lentes de contato) Meningoencefalite amebiana granulomatosa (pacientes imunodeprimidos)

36 AMEBAS DE VIDA LIVRE Naegleria fowleri Ameba de vida livre Cosmopolita Meningoencefalite amebiana primária (inicia-se subtamente, com cefaléia, e ligeira febre, dor de garganta e renite. Três dias seguintes, aumentando a cefaléia, febre e aparecendo vômitos e rigidez da nuca, apresentando desorientação e coma. Cinco ou seis dias o paciente evolui para a morte).

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38 CASO CLÍNICO Paciente I.M.A., mestiça, 3 anos, apresentando um quadro clínico de dores abdominais e várias evacuações diarréicas diárias com muco e sangue e febre moderada. Mãe leva a criança para uma consulta com o pediatra em um Posto de Saúde do P.S.F. Relatou morar em casa de taipa com 2 cômodos, na periferia de Sobral, com 8 ocupantes, sem água encanada, sem banheiro,sem tratamento de lixo, sem tratamento de esgôto. Tomava água do pote que obtinha de um poço próximo de sua casa. Relatou ainda que a criança há algum tempo atrás tinha realizado exame de fezes, sendo positivo para amebas e tinha feito tratamento com Metronidazol. Condições sócio-econômicas: renda familiar menos de 1 salário mínico, alimentação bastante precária.

39 PERGUNTAS: 1) Que parasita poderia ser incluído na suspeita ? Qual ? 2) Quais as possíveis causas de retorno da sintomatologia da criança ? 3) Se o resultado anterior apresentasse apenas amebas não patogênicas você indicaria tratamento ? Dê explicação. 4) Sob o ponto de vista epidemiológico, que medidas poderiam ser tomadas na busca de possíveis soluções deste problema ? 5) Como a carência nutricional poderá influi na prevalência das parasitoses ? 6) Descrever as formas clínicas, sinais e sintomas da amebíase.

40 Trabalho : 1) O que você entende por ruralização e urbanização das doenças ? 2) O que você entende por cinturão de pobreza nas cidades de pequeno, médio e grande porte ? Qual a relação que existe com a transmissão das parasitoses ? 3) Qual o problema surgido nessas cidades com o êxodo rural ? 4) Descrever o triângulo: infecção, desnutrição e imunodeficiencia do hospedeiro, relacionando com as parasitoses.


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