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TERCEIRA PARTE AGIR. FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA E IDENTIFICAÇÃO DE RESPONSABILIDADES Necessidade de formação da consciência ambiental Necessidade de formação.

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1 TERCEIRA PARTE AGIR

2 FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA E IDENTIFICAÇÃO DE RESPONSABILIDADES Necessidade de formação da consciência ambiental Necessidade de formação ética Caminhos para a formação da consciência e de sua fundamentação ética –Envolvimento dos meios de comunicação social, em especial a grande mídia e a mídia católica –Uso em larga escala dos meios de comunicação virtuais: sites, blogs, Orkut, youtub, tweeter, etc.

3 FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA E IDENTIFICAÇÃO DE RESPONSABILIDADES Caminhos para a formação da consciência e de sua fundamentação ética (continuação) –Promoção de cursos específicos por parte das pastorais, movimentos e paróquias; –Envolvimento dos Colégios, Escolas e Universidades; –Investir na pastoral universitária e na pastoral da educação; –Investimento em produções artísticas; –Incentivo às manifestações culturais e suas produções.

4 PROMOVER A DISCUSSÃO SOBRE OS PROBLEMAS AMBIENTAIS Necessidade de aprofundamento das questões Envolvimento de representações de todas as áreas do conhecimento na discussão Valorização da sabedoria popular Caminhos de realização –Fóruns –Seminários –Mesa Redonda –Oficina de Trabalho –Audiências públicas nos poderes legislativos em todos os níveis –Palestras

5 DRAMATICIDADE, GRAVIDADE E URGÊNCIA Importância da sensibilização sobre a dramaticidade da situação decorrente do aquecimento global Despertar sobre a responsabilidade diante dos problemas locais Fortalecer a atuação de Agentes Ambientais comunitários, municipais, regionais, estaduais e estimular o crescimento da iniciativa onde não existe, assim como em âmbito federal, com programas específicos de formação e capacitação

6 DRAMATICIDADE, GRAVIDADE E URGÊNCIA Divulgação de entidades sociais comprometidas com a questão ambiental Desenvolvimento de ações em parceria com o poder público em todos os níveis Atenção especial enfocada no Poder Judiciário Estimular a participação das organizações populares

7 DRAMATICIDADE, GRAVIDADE E URGÊNCIA Atenção a novas demandas decorrentes de catástrofes ambientais, em especial com referência a refugiados e desabrigados ambientais –Valorização das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil –Concursos –Festivais de música e teatro –Gincanas –Olimpíadas culturais –Produção de curta-metragens –Produção de documentário sobre os eventos climáticos

8 TROCA DE EXPERIÊNCIAS E BUSCA DE NOVOS CAMINHOS Muito já tem sido feito Necessidade de articulação e parcerias Troca de experiência e busca de objetivos comuns –Realização de Feiras Ambientais –Criação de um Site Ambiental Independente –Forum Nacional Ecológico precedido de processo de participação das bases –Romaria da Terra e da Água –Promoção e valorização dos Movimentos Populares

9 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS PESSOAL –Denunciar A omissão A ignorância O desperdício Consumismo 9

10 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS PESSOAL (continuação) –Propor Conversão Formação Comprometimento Austeridade –Mobilizar Agir local Pensar global 10

11 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS COMUNITÁRIA –Denunciar O descompromisso Organização Precária Individualismo Omissão profética –Em relação aos poderes públicos –Em relação às empresas e instituições degradadoras –Em relação a atos particulares e familiares 11

12 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS COMUNITÁRIA (continuação) –Propor Estimular a criação de entidades de participação Articulação com outros atores sociais Criar e empoderar Conselhos Comunitários para o Meio Ambiente, garantindo sua autonomia em relação a poderes políticos, econômicos e midiáticos 12

13 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS COMUNITÁRIA (continuação) –Mobilizar Semanas da água Semana do meio ambiente Semanas ligadas aos diversos movimentos sociais Acompanhamento dos poderes públicos locais Datas cívicas para a sociedade e não para o Estado 13

14 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS ECLESIAL –Denunciar Omissão diante de questões locais Alienação espiritualizada Falta de compromisso com as causas ambientais 14

15 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS ECLESIAL (continuação) –Propor Criar, desenvolver e fortalecer as pastorais ligadas ao meio ambiente Formação específica para o clero, religiosos e leigos Envolver escolas de fé e política e outras iniciativas semelhantes 15

16 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS ECLESIAL (continuação) –Mobilizar Romaria da terra e da água Eventos da vida eclesial Celebrações Festa de São Francisco de Assis 16

17 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS SOCIAL –Denunciar Ausência de uma política pública específica para defesa social e civil vinculada a emergências climáticas e ambientais Necessidade de redefinição de um efetivo projeto nacional voltado para as questões climáticas e ambientais que tenha como centro a valorização da vida Ingerência de grupos e interesses econômicos anti-ambientalistas nas políticas ambientais 17

18 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS SOCIAL (continuação) –Propor Controle social sobre as políticas públicas ambientais Políticas públicas com objetivos claros de prevenção e superação de situações de risco, que não visem somente a assistência em situações emergenciais pontuais Organização de uma efetiva defesa civil como projeto nacional, com controle da sociedade 18

19 AÇÕES CONCRETAS E ARTICULADAS SOCIAL (continuação) –Mobilizar Pressionar o Congresso Nacional para manter conquistas legais Pressionar os organismos competentes de controle sobre as ações do executivo em todos os níveis de governo (Município, Estado e União) Exigir das autoridades competentes dos três Poderes da República a garantia de direitos das populações menos favorecidas que garanta um processo de inclusão social Apoiar Organizações sócio-ambientais idôneas que atuam em todo o território nacional 19

20 Propostas para o Agir 1.RESGATAR O SENTIDO PROFÉTICO DO DOMINGO Reflexão bíblico-pastoral - Domingo: dia do Senhor – ação de graças pela vida – celebrar a Eucaristia – encontro pessoal e comunitária com Jesus Cristo. Lógica do capital: produção ininterrupta escravização moderna do trabalhador/a; A necessidade bio-psico-social do descanso: repouso, ócio, não fazer, lazer, convivência familiar e comunitária;

21 2. Ter consciência do Consumo Ecológico Medir a pegada ecológica pessoal (preservação/agressão a natureza) –Medir o rastro pessoal ecológico (quantidade de energia despendida pelo consumo humano global e propõe o calculo da cota de participação pessoal); –Medir os gastos energéticos (mediante cotas de energia, água, transporte, resíduos e materiais) A própria necessidade de sobrevivência impõe ininterrupta intervenção sobre o meio ambiente.

22 3. Propostas para se diminuir o consumo pessoal (20 maneiras viáveis) Usar sacolas e bolsas de algodão; Consumir produtos locais; Diminuir a temperatura de geladeiras, ar condicionado e estufas no inverno e aumentar no verão; Desligar equipamentos não utilizados (stand-by) Usar a energia solar (criar novo estilo de vida); Carro pessoal: usar combustível etanol ou gás – ou melhor caminhe! Utilizar o menos possível de transporte aéreo; Comer frutas e verduras / evitar carnes (ovinos e bovinos) Usar fraldas ecocompatíveis Conservar alimento sem vidro

23 3. Propostas para se diminuir o consumo pessoal (20 maneiras viáveis) Informar-se com inteligência sobre meio ambiente e sustentabilidade Não usar papel / aplicar a tecnologia digital Higiene pessoal: não deixar a água corrente; Usar lâmpadas econômicas Alimentar-se de comida orgânica e da agricultura familiar; Evitar alimentação de fast-food; Potencializar a utilização de objetos (evite descartáveis); Usar objetos recarregáveis; Fazer coleta seletiva de resíduos;

24 4. As cidades e o Meio Ambiente Áreas verdes: ampliar espaços de lazer, parques, jardins, recuperar o ecossistema; Fazer levantamento das necessidades ecológicas municipais e locais (Plano Diretor); Fortalecer as iniciativas já existentes nas comunidades e movimentos sociais; Criar e fortalecer o Conselho Municipal de Meio Ambiente;

25 AGRONEGÓCIO Atividade econômica que no atual contexto produz alimentos, gera empregos e divisas para suprir o déficit; Porém está baseada na monocultura, não respeita a biodiversidade, polui terras e águas; Alija os pequenos proprietários / migração para os centros urbanos; Promove o uso de sementes transgênicas, uso irresponsável de fertilizantes e demais produtos; –FORTALECER A PEQUENA PRODUÇÃO CAMPONESA –PROMOVER A VEGETAÇÃO EM ESPAÇOS URBANIZADOS PERMEABILIZAÇÃO DO SOLO /

26 Políticas Públicas Preventivas Superação de Situações de Risco Movimento em favor do desenvolvimento de um grande projeto de políticas públicas: –Trabalho preventivo às situações de risco; –Preservação das encostas e mananciais; –Plano Diretor Municipal que estabeleça o planejamento, realização e avaliação do desenvolvimento urbano/rural considerando o ecossistema local, aliado de forma complementar com as políticas públicas sociais;

27 Outras meios para Estudo Jubileu Sul Global - Jubileu Sul / Américas - Rede Brasil sobre Instituições Multilaterais - Instituto de Políticas Alternativas para o Conse Sul - PACS - Jornal Brasil de Fato - Assembléia Popular - Fórum Brasileiro do Orçamento - Campanha pela Revitalização do Rio São Francisco - =157 Fórum Social Mundial - Rede Brasileira de Justiça Ambiental - Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) - Grito dos Excluídos/as (Brasil) -

28 FUNDO NACIONAL DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE

29 O que é o FNS? Recursos do fundo; Organização.

30 Arrecadação FNS 1999 a 2007 (R$ de 2007)

31 Arrecadação da coleta da fraternidade 1999 a 2007 (Estimativa em R$ de 2007)

32 Características socioeconômicas dos beneficiários – 2002 a 2007

33 FDSFDS Fonte: formulários de informações sobre as campanhas da fraternidade - Cáritas 2007 (dados amostrais)

34 O que é o FDS? Recursos; Organização.

35 Principais atividades realizadas ao longo das campanhas

36 Dioceses com fundo e comissões (%)

37 FAS na Arquidiocese de Londrina Conselho Gestor (Arcebispo, Ecônomo, Coord. Da Ação Evangelizadora, Coord. Da CF, Representante das Pastorais Sociais e a Cáritas; Gestão do FAS: Cáritas de Londrina.

38 Prestação de Contas CF 2010

39 PISTAS DE AÇÃO Estudar o Texto Base; Organizar uma equipe responsável pela animação da CF 2011? Quais são nossas necessidades? (pessoal, familiar, pastoral e comunitária) Quais são nossas experiências/ações? (pessoal, familiar, pastoral e comunitária) Qual será nosso objetivo de ação? (gesto concreto). Que atores podem apoiar nossas ações?

40 AtividadeQuandoComoOnde Respons á vel

41 ATIVIDADE – COCHICHO O que devemos priorizar em nível Arquidiocesano? Como podemos efetivar nossas prioridades?


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