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PADU – PROGRAMA DE ACESSO DEMOCRÁTICO À UNIVERSIDADE DISCIPLINA - HISTÓRIA.

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1 PADU – PROGRAMA DE ACESSO DEMOCRÁTICO À UNIVERSIDADE DISCIPLINA - HISTÓRIA

2 Grécia o Berço da Civilização

3 Divisão histórica da Grécia: Período Homérico: 1100 a 800 a.C criação dos poemas a Ilíada e Odisséia. Período Arcaico: 800 a 500 a.C caracterizado pela formação das cidades-estados as famosas PÓLIS. Período Clássico: V e IV a.C onde as pólis atingem seu apogeu cultural. Período Helenístico: 336 a 146 a. C decadência das pólis Gregas.

4 Período Homérico Nesse período formaram-se os clãs ou génos. Toda a produção era fruto do trabalho escravo, rendeiros e servidores. O Poder se concentrava nas mãos dos patriarcas. Em determinadas ocasiões, os génos se uniam, formando uma frátria e, em face ao perigo, as frátria se uniam formando uma tribo, liderada pelo filo-basileu (um rei supremo).

5 Período Arcaico Caracteriza-se por transformações políticas e sociais e consolidação das cidades-estados. (Atenas e Esparta). A monarquia foi sendo substituída pela oligarquia (regime político fundado no exercício do poder por parte de um grupo reduzido de pessoas, pertencentes à mesma família ou grupo). Enriquecimento da aristocracia e acentuação da desigualdade social. Sociedade torna-se escravista (guerras e dívidas).

6 Surgimento da Pólis Surgimento da Pólis As disputas entre proprietários e não-proprietários e daqueles que passam a se dedicar ao comércio, bem como os conflitos entre os vários génos resultaram na crescente instabilidade que motivou a união dos mais poderosos de vários génos, buscando um poder forte e controlador. Os novos grupos sociais, a propriedade privada e o surgimento do demos marcaram o advento da pólis (cidade-estado) grega. Ponto geográfico central a acrópole – local mais elevado da povoação, em torno da qual se desenvolveria um núcleo urbano. As cidades- estados logo seriam lideradas por um conselho de eupátridas. Cada cidade era governada por um rei, o basileu.

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8 Período Clássico: a pólis de Atenas

9 Atenas destacou-se como o maior centro cultural, político e econômico da Grécia. Cidade de origem jônica, tornou-se padrão de desenvolvimento para as cidades-Estado gregas.

10 Atenas era formada pelas seguintes camadas sociais. Eupátridas: os bem nascidos, camada aristocrática que detinha os privilégios, constituída pelos grandes proprietários de terras; Georgóis, pequenos proprietários de terras em regiões pouco férteis; Thetas: não possuíam terras. Eram trabalhadores assalariados;

11 Demiurgos: artesãos e comerciantes concentrados no litoral; Metecos: estrangeiros que moravam em Atenas dedicando-se ao comércio e ao artesanato. Não possuíam direitos políticos e nem podiam comprar terras. Escravos: prisioneiros de guerra ou por dívidas;

12 Surge os novos ricos ( EUPÁTRIDAS). A primeira reforma da aristocracia por Drácon e Sólon. Drácon escreve as leis até então orais tirando a justiça das mãos dos eupátridas e passando para o Estado. Sólon suprimiu a escravidão por dívida, também cria a ECLÉSIA uma assembleia popular que opinava sobre interesses em geral. Cria a BULÉ, conselho de 400 membros formado por 100 representantes de cada uma das 4 tribos que existiam na Ática.

13 A base da economia ateniense era o comércio. A produção agrícola ficava a cargo dos escravos. A manutenção da escravidão na cidade foi fundamental tanto para o desenvolvimento da economia, como para a consolidação da democracia, possibilitando uma situação política mais equilibrada, na medida em que as camadas populares tiveram algumas de suas reivindicações atendidas. Ao preservar o trabalho escravo, a elite econômica tinha grande disponibilidade de seu tempo para participar das Assembleias e das demais atividades políticas.

14 Politica Monarquia aristocrática: primeira forma de governo de Atenas, o poder era exercido por um rei: o basileu. Aos poucos o poder do rei foi limitado pelos eupátridas; Oligarquia: governo passou a ser exercido por um conselho de eupátridas (o Arcontado). O descontentamento popular, apoiado pelos ricos comerciantes(demiurgos) foi se fortalecendo e impondo mudanças na ordem política tradicional. Para resolver os conflitos eram necessárias reformas.

15 As tiranias. As reformas de Sólon não puseram fim as tensões. Em 560 a.C., Pisítrato tomou o poder dando início as tiranias e centralizando o poder politico. Pisítrato morreu em 527 a.C., sendo a tirania assumida por seus filhos Hípias, sendo assasinado em 524 a.C., e Hiparco cujo seu governo foi marcado por violencia. ERA DE CLISTENES: Governando a cidade de Atenas, este instituiu a isonomia.

16 Dividiu a sociedade ateniense em 10 tribos, em lugar das quatros anteriores sendo as tribos formadas por demos. O poder executivo era exercida pela BULÉ (conselho com 50 elementos de cada tribo). Fortaleceu a assembleia popular (Eclésia). Criação do ostracismo (cassação dos direitos dos cidadãos que conspirassem contra o estado. A cassação era votada pela Eclésia.

17 Invasão a Atenas por esparta (aliança dos eupátridas com Esparta).

18 ATENAS COSMOPOLITA ECONOMIA MERCANTIL EDUCAÇÃO P/ O CIDADÃO REG. POLÍTICO: DEMOCRACIA

19 Período Clássico: a pólis de Atenas

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21 Formação Fundada no século IX a.C. Pelos dórios, que logo submeteram os primeiros habitantes da região, a sociedade espartana teve um desenvolvimento semelhante aos das demais pólis gregas. Após a conquista de Messênia, o território pertencente a esparta foi dividida em lotes (kleroi) e distribuídas a seus guerreiros.

22 A propriedade em Esparta era Estatal; a terra, dividida em lotes, era doada vitaliciamente aos espartanos e trabalhadas pelos Hilotas. Era proibida a prática do comércio pelos espartanos, contribuindo para o monopólio comercial dos periecos (aqueus que habitavam a periferia). Como comerciantes, os periecos completavam a economia da pólis, favorecendo a autossuficiência espartana e a xenofobia (aversão ao estrangeiro). SOCIEDADE

23 Sociedade A sociedade espartana era formada por: Espartanos: descendentes dos dórios e os únicos detentores de terras e de poder político; Periecos: aqueus livres que não tinham direitos políticos e que deveriam participar do exército quando necessário.(comerciantes e artesãos). Hilotas: aqueus escravizados nas guerras messênicas. Não possuíam direitos políticos.

24 A partir do Século VII a.C., a monarquia espartana perde seu poder. Sendo exercida por dois reis, um com função militar outro com função religioso. As leis eram elaboradas pela Gerusia. A autoridade máxima era exercida pelo eforato. Esparta foi a primeira cidade-Estado da Grécia a permitir a participação politica dos cidadãos por meio de uma assembleia.

25 Politicamente, Esparta era baseada na oligarquia. Diarquia: formada por dois reis, com autoridade religiosa e militar; Gerúsia: também conhecida como conselho dos Anciãos, era composto por 28 esparciatas com mais de 60 anos. Fiscalizavam a administração e decidiam sobre a maior parte dos assuntos do governo; Ápela: era a Assembléia popular, formada pelos cidadãos com mais de 30 anos. Sua principal função era eleger os éforos. Politica

26 Eforado: composto por cinco éforos, com mandato de um ano. Eram os verdadeiros administradores da cidade. Fiscalizavam os reis, controlavam o sistema educacional e distribuíam a propriedade entre os esparciatas.

27 Educação O estado se encarregava da educação dos espartanos, baseada no aprimoramento físico. O espartano deveria estar sempre pronto para a revolta dos seus servos. O incentivo ao crescimento demográfico era inócuo, pois o rigor da educação eliminava a maioria dos jovens, sobrevivendo apenas os mais fortes e resistentes.

28 ESPARTA XENOFOBIA ECONOMIA AGRÁRIA AUTOSUFICIENTE EDUCAÇÃO P/ FORMAR O SOLDADO REG. POLÍTICO: OLIGARQUIA

29 Luta Grécia X Pérsia. Batalha de Termopolis. Liga de Delos; aliança militar entre as cidades livres do norte. Usurpação Ateniense.

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31 Imperialismo = +território = + escravos. Mistofório = salario politico. Guerra do Peloponeso; aliança militar formada por cidades contrarias ao domínio de Atenas e liderados por esparta. Guerra do Peloponeso: Liga de Delos e Peloponeso Conflito interno; Vitoria e tentativa de Golpe de Esparta.

32 Período Helenístico

33 Foi marcado pela transição entre o esplendor da cultura Grega e o desenvolvimento da cultura romana. A Grécia passa por constantes guerras. Conquista do território Grego pelos macedônios combinou com a decadência grega e a ascensão do Reino de Felipe II. Alexandre, filho de Felipe II assume o trono e torna-se um dos maiores Imperadores do mundo clássico.

34 CULTURA GREGA

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36 Enem 2009 Questão 58: Segundo Aristóteles, na cidade com o melhor conjunto de normas e naquela dotada de homens absolutamente justos, os cidadãos não devem viver uma vida de trabalho trivial ou de negócios esses tipos de vida são desprezíveis e incompatíveis com as qualidades morais, tampouco devem ser agricultores os aspirantes à cidadania, pois o lazer é indispensável ao desenvolvimento das qualidades morais e à prática das atividades políticas. (VAN ACKER, T. Grécia. A vida cotidiana na cidade-Estado. São Paulo: Atual, 1994).

37 O trecho, retirado da obra Política, de Aristóteles, permite compreender que a cidadania a) possui uma dimensão histórica que deve ser criticada, pois é condenável que os políticos de qualquer época fiquem entregues à ociosidade, enquanto o resto dos cidadãos tem de trabalhar. b) era entendida como uma dignidade própria dos grupos sociais superiores, fruto de uma concepção política profundamente hierarquizada da sociedade. c) estava vinculada, na Grécia Antiga, a uma percepção política democrática, que levava todos os habitantes da pólis a participarem da vida cívica.

38 d) tinha profundas conexões com a justiça, razão pela qual o tempo livre dos cidadãos deveria ser dedicado às atividades vinculadas aos tribunais. e) vivida pelos atenienses era, de fato, restrita àqueles que se dedicavam à política e que tinham tempo para resolver os problemas da cidade.

39 Resposta Letra (b) Para o filósofo grego Aristóteles, o trabalho era um empecilho para aqueles que se preocupavam com questões políticas. Desta forma, apenas os grupos mais privilegiados, podiam exercer plenamente a cidadania.


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