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SESSÃO: A CRISE FINANCEIRA:ORIGENS E CONSEQUÊNCIAS José Félix Ribeiro ISCTE.

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1 SESSÃO: A CRISE FINANCEIRA:ORIGENS E CONSEQUÊNCIAS José Félix Ribeiro ISCTE

2 1. NAS ORIGENS DA GLOBALIZAÇÃO 2.PARA ENTENDER MELHOR A GLOBALIZAÇÃO - ACTORES, FUNÇÕES & FLUXOS 3. EUA : MODELO DE CAPITALISMO E PAPEL CENTRAL NA GLOBALIZAÇÃO 4. A ECONOMIA DOS EUA DO CRASH DAS DOT COM AO CRASH DO IMOBILIÁRIO 5. A RESPOSTA DAS AUTORIDADES DOS EUA Á CRISE FINANCEIRA ( E ECONÓMICA) DE 2007/9 6.A CRISE FINANCEIRA DE 2007/8 E A MUDANÇA INEVITÁVEL NA ESTRUTURA DA GLOBALIZAÇÃO ?

3 1. NAS ORIGENS DA GLOBALIZAÇÃO

4 A GLOBALIZAÇÃO QUE HOJE CONHECEMOS TEVE COMO ANTECEDENTE O FIM DO SISTEMA MONETÁRIO DE BRETTON WOODS EM 1971 E A PASSAGEM PARA O PADRÃO DÓLAR A GLOBALIZAÇÃO QUE HOJE CONHECEMOS INICIA-SE EM 1979 COM A DECISÃO DOS EUA, JAPÃO E REINO UNIDO LIBERALIZAREM OS MOVIMENTOS DE CAPITAIS A LIBERDADE DE CIRCULAÇÃO DE CAPITAIS TORNOU POSSÍVEL VAGAS MACIÇAS DE INVESTIMENTOS DE CARTEIRA E REFORÇOU OS JÁ TRADICIONAIS INVESTIMENTOS DIRECTOS NAS ORIGENS DA GLOBALIZAÇÃO

5 A GLOBALIZAÇÃO PERMITIU A CRIAÇÃO DE UM POOL MUNDIAL DE POUPANÇAS E LIBERTOU OS CAPITAIS DA ESCRAVIDÃO DAS ECONOMIAS NACIONAIS A GLOBALIZAÇÃO ORGANIZOU O SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL EM TORNO DOS MERCADOS DE CAPITAIS, ENQUANTO A FASE ANTERIOR DE INTERNACIONALIZAÇÃO FINANCEIRA SE ORGANIZAVA EM TORNO DOS BANCOS E DOS SINDICATOS BANCÁRIOS NAS ORIGENS DA GLOBALIZAÇÃO

6 A GLOBALIZAÇÃO CONSOLIDA-SE COM A ENTRADA DA CHINA NO MERCADO MUNDIAL ADOPTANDO UMA ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO ASSENTE NA EXPORTAÇÃO - TAL COMO JÁ ACONTECERA COM O JAPÃO E NIC´S ASIÁTICOS - E OPTANDO POR UM ALINHAMENTO MONETÁRIO COM O DÓLAR, TAL COMO HONG KONG, TAIWAN, SINGAPURA E COREIA DO SUL O TINHAM FEITO NAS ORIGENS DA GLOBALIZAÇÃO

7 O CRESCIMENTO ASIÁTICO DEU-SE NO CONTEXTO DE UMA RELAÇÃO ESTRATÉGICA PRIVILEGIADA COM OS EUA, INICIADA DURANTE A GUERRA FRIA E MANTIDA APÓS O COLAPSO DE URSS EM CHINA, JAPÃO E NIC`S ASIÁTICOS TODOS BENFICIARAM DA PRESENÇA MILITAR DOS EUA NO PACÍFICO E DA ABERTURA DO SEU MERCADO. EM CONTRAPARTIDA ACEITARAM RECICLAR PARTE DOS SEUS EXCEDENTES CORRENTES PARA O MERCADO DE CAPITAIS DOS EUA NAS ORIGENS DA GLOBALIZAÇÃO

8 AS DUAS FASES DA GLOBALIZAÇÃO A 1ª FASE DA GLOBALIZAÇÃO A ECONOMIA MAIS DESENVOLVIDA DA ÁSIA, O JAPÃO, ACUMULA EXCEDENTES CORRENTES EM DÓLARES E TORNA-SE EXPORTADOR LIQUIDOS DE CAPITAIS ADQUIRINDO ACTIVOS EM DÓLARES O PREÇO DO PETRÓLEO BAIXA A PARTIR DO CONTRA CHOQUE PETROLÍFERO DE 1985/6 E MANTÉM-SE ESTÁVEL EM TORNO DOS 20 DÓLARES/BARRIL DURANTE QUASE TODA A DÉCADA DE 90 ( a seguir à Guerra do Golfo em 1991) AS ECONOMIAS EMERGENTES DA ÁSIA CONTRIBUEM DECISIVAMENTE PARA MATAR A INFLAÇÃO AO FORNECEREM O CABAZ DE COMPRAS DOS EUA A PREÇOS MUITO MAIS BAIXOS

9 A 2ª FASE DA GLOBALIZAÇÃO ou AS DUAS RECICLAGENS DE DOLARES EM DIANTE AS ECONOMIAS EMERGENTES DA ÁSIA, LIDERADAS PELA CHINA, ACUMULAM EXCEDENTES CORRENTES EM DÓLARES E TORNAM-SE EXPORTADORAS LIQUIDAS DE CAPITAIS ADQUIRINDO ACTIVOS EM DÓLARES AS ECONOMIAS ASIÁTICAS COM SEDE DE ENERGIA E MINÉRIOS – E ANTES DE MAIS A CHINA- FAZEM SUBIR O PREÇO DAS COMMODITIES DEIXANDO DE TER UM IMPACTO TÃO FAVORÁVEL SOBRE A INFLAÇÃO MUNDIAL O PREÇO DO PETRÓLEO SOBE EXPONENCIALMENTE E AS ECONOMAIS DO GOLFO PÉRSICO ACUMULAM EXCEDENTES CORRENTES E RECICLAM –NOS ADQUIRINDO ACTIVOS EM DÓLARES MULTIPLICAM-SE OS SOVEREIGN WEALTH FUNDS AS DUAS FASES DA GLOBALIZAÇÃO

10 A 2ª FASE DA GLOBALIZAÇÃO

11 UMA ECONOMIA RICA CONSOME –EUA - E OUTRA ECONOMIA RICA –JAPÃO - POUPA ECONOMIAS EMERGENTES- EX: CHINA - POUPAM AS ECONOMIAS QUE POUPAM FINANCIAM O CONSUMO DA ECONOMIA RICA, PARA QUE ESTA LHES CONTINUE A COMPRAR PRODUTOS

12 2. PARA ENTENDER MELHOR A GLOBALIZAÇÃO - ACTORES, FUNÇÕES & FLUXOS

13 Extracçaõ Minérios Transformação Indústrial Processamento Informação Geração Conhecimento Extracção Energia Intermediação Financeira & conectividade digital Estrutura do Metabolismo na Economia Mundial EUA ALEMANHA ITÁLIA EUROPA LESTE CHINA JAPÃO COREIA SUL FRANÇA REINO UNIDO VENEZUELA CANADÁ INDIA ARÁBIA SAUDITA IRÃO IRAQUE RUSSIA AZERBEIJÃO CASAQUISTÃO NORUEGA NIGÉRIA ARGÉLIA ANGOLA AFRICA SUL BRASIL AUSTRÁLIA ARGENTINA CONGO Concepção de Armamento Produção Agrícola BOLIVIA Indonésia Malásia Taiwan Hong Kong PRINCIPAIS ACTORES E FUNÇÕES NA ECONOMIA MUNDIAL A TOPOLOGIA DA GLOBALIZAÇÃO

14 ECONOMIA DE SERVIÇOS E SEUS EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIAS ECONOMIAS DO CONHECIMENTO E INOVAÇÃO PÓLOS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA MUNDIAL ECONOMIAS COM COMPLEXOS MILITAR- INDUSTRIAL ECONOMIAS COM ENERGIA SOCIEDADES DE PATRIMÓNIO E CONSUMO DÉFICES CORRENTES

15 ECONOMIAS INDUSTRIAIS EXPORTADORAS ECONOMIAS DE COMPETÊNCIAS & CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS ECONOMIAS SEM ARMAS & ECONOMIAS SEM RECURSOS ENERGÉTICOS SOCIEDADES COM ELEVADAS POUPANÇAS ECONOMIAS COM EXCEDENTES CORRENTES PERMANENTES

16 ECONOMIAS ENERGÉTICAS SEM BASE INDUSTRIAL DIVERSIFICADA - MODELO OPEP ECONOMIAS QUE EXPORTAM EM DÓLARES, MOEDA EM QUE SÃO TRANSACCIONADOS O RECURSOS ENERGÉTICOS ECONOMIAS DE RENDA APROPRIADA PELO ESTADO E DISTRIBUÍDA EM DESIGUALDADE EXCEDENTES CORRENTES ELEVADOS EM FASES DE ALTA DO PREÇO DA ENERGIA; RECICLAGEM DE PETRODÓLARES

17 ECONOMIAS AGRO MINERAIS - ALGUMAS COM BASE INDUSTRIAL DIVERSIFICADA ECONOMIAS QUE EXPORTAM EM DÓLARES ECONOMIAS DE RENDA APROPRIADA PELO ESTADO E PELOS PRIVADOS, DISTRIBUÍDA COM DESIGUALDADE SOCIEDADES DE CONSUMO SALDOS CORRENTES POSITIVOS EM FASE DE EXPLOSÃO DOS PREÇOS DE MATÉRIAS PRIMAS E FREQUENTEMENTE NEGATIVOS NO RESTO DO TEMPO

18 UM HUB CENTRAL – EUA: CONHECIMENTOS, CONEXÕES & ARMAMENTO OS HUBS REGIONAIS ESTABELECIDOS – JAPÃO & ALEMANHA: INDÚSTRIA & EXPORTAÇÕES OS HUBS REGIONAIS EM ASCENSÃO – CHINA : INDÚSTRIA, EXPORTAÇÕES & ARMAMENTO OS NÓS CONECTORES – OS ESTADOS PETROLÍFEROS - OPEP

19 EUA ECONOMIAS DA ÁSIA ECONOMIAS DO GOLFO PÉRSICO AMÉRICA LATINA JAPÃO YEN A ORGANIZAÇÃO MONETÁRIA MUNDIAL ZONA DÓLAR UNIÃO EUROPEIA EURO O SISTEMA MONETÁRIO INTERNACIONAL

20 EUA ARÁBIA SAUDITA JAPÃO ECONOMIAS CHINESAS ZONA EURO POOL GLOBAL POUPANÇAS Exced entes Exce dentes Exce dent es Defices Exc ede ntes Reservas Cambiais Reservas Cambiais Reservas Cambiais Reservas Cambiais IDENTIFICANDO A ESTRUTURA DE ACTORES & FLUXOS QUE SUPORTOU A GLOBALIZAÇÃO DA ECONOMIA MUNDIAL / 2007 A ESTRUTURA BASE DA GLOBALIZAÇÃO

21 A GLOBALIZAÇÃO CONSOLIDOU-SE NA BASE DE PROFUNDOS DESEQUILÍBRIOS NAS BALANÇAS CORRENTES DAS PRINCIPAIS ECONOMIAS E AS SUCESSIVAS CRISES FINANCEIRAS E CAMBIAIS QUE OCORRERAM DESDE O FINAL DOS ANOS 80 ATÉ 2007 REFORÇARAM ESSA ESTRUTURA GERADORA DE DESEQUILÍBRIOS A INTERROGAÇÃO QUE SE COLOCA É A DE SABER SE A CRISE DE 2007 VAI FORÇAR UMA MUDANÇA NESSA ESTRUTURA A GLOBALIZAÇÃO E OS IMPRESCINDIVEIS DESEQUILIBRIOS

22 GLOBALIZAÇÃO & DESEQUILÍBRIOS EXTERNOS – SALDOS DAS BALANÇAS CORRENTES – A NÍVEL MUNDIAL ( )

23 COMPRA DE ACÇÕES E DE OBRIGAÇÕES DE EMPRESAS DOS EUA COMPRA DE OBRIGAÇÕES DO TESOURO DE LONGO PRAZO, POR INVESTIDORES INSTITUCIONAIS E GRANDES FORTUNAS DO RESTO DO MUNDO COMPRA DE OBRIGAÇÕES DO TESOURO DE CURTO PRAZO E OBRIGAÇÕES DE AGÊNCIAS FEDERAIS PELOS BANCOS CENTRAIS DAS ECONOMIAS DA ZONA DÓLAR COMPRA DE EMPRESAS E INVESTIMENTO DE RAÍZ POR PARTE DE MULTINACIONAIS DA EUROPA E DO JAPÃO COMPRA DE OUTROS ACTIVOS INOVADORES GERADOS NOS MERCADOS DOS EUA (EX ASSET BACKED SECURITIES) E COMPRA DE PARTES EM HEDGE FUNDS E PRIVATE EQUITY FUNDS DOS EUA COMO TEM SIDO FINANCIADO O DÉFICE DE TRANSACÇÕES CORRENTES DOS EUA E AS SUAS EXPORTAÇÕES LÍQUIDAS DE CAPITAIS (EMPRESAS MULTINACIONAIS & INVESTIDORES INSTITUCIONAIS)?

24 UMA PROCURA EXCEPCIONALMENTE FORTE DE ACTIVOS FINANCEIROS COM RATINGS AAA NAS ORIGENS DA CRISE FINANCEIRA

25 3. EUA: MODELO DE CAPITALISMO E PAPEL CENTRAL NA GLOBALIZAÇÃO

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27 Uma área fundamental de diferenciação: os Actores num Sistema Financeiro assente nos mercados de capitais e não na intermediação bancária

28 PRODUZIR CONHECIMENTOS & CONCEITOS DESENVOLVER TECNOLOGIAS & NOVOS SERVIÇOS RENDIBILIZAR O CAPITAL INVESTIDO DE FORMA INIGUALÁVEL E SEGURA PRODUZIR UMA VARIEDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS SUSCEPTÍVEIS DE SEREM TRANSACCIONADOS EM MERCADOS DE CAPITAIS LÍQUIDOS E PROFUNDOS TER MECANISMOS DE REGULAÇÃO SOCIAL QUE LIMITEM A DIMENSÃO DAS DESPESAS PÚBLICAS DE WELFARE POR FORMA A QUE OS EUA POSSAM TER AS DESPESAS DE WARFARE QUE LHE PERMITAM LIDERAR A COMPETIÇÃO ESTRATÉGICA MUNDIAL

29 EUAZONA EURO SISTEMA FINANCEIRO BASEADO NO MERCADO DE CAPITAIS, INVESTIDORES INSTITUCIONAIS E HOLDINGS BANCÁRIOS DIVERSIFICADOS SISTEMA FINANCEIRO BASEADO NA INTERMEDIAÇÃO BANCÁRIA COM UMA COMBINAÇÃO DE BANCOS UNIVERSAIS E BANCOS COMERCIAIS UM SISTEMA DE PENSÕES E DE COBERTURA DE RISCO INDIVIDUAL COM UMA COMPONENTE PRIVADA EM CAPITALIZAÇÃO DOMINANTE UM SISTEMA DE PENSÕES E DE COBERTURA DE RISCO PÚBLICO/SOCIAL EM REPARTIÇÃO UMA GESTÃO DO RISCO EMPRESARIAL POR ENTIDADES ESPECÍFICAS – EX:CAPITAL DE RISCO - E DISTRIBUIÇÃO DO RISCO ATRAVÉS DO MERCADO DE CAPITAIS UMA GESTÃO DO RISCO EMPRESARIAL ATRAVÉS DE CONGLOMERADOS INDUSTRIAIS OU DE CAPITAIS PÚBLICOS FAMÍLIAS COM POUPANÇA APLICADA EM ACTIVOS COM POTENCIAL DE VALORIZAÇÃO – IMOBILIÁRIO E ACÇÕES FAMÍLIAS COM FORTE POUPANÇA CANALIZADA PARA SISTEMA BANCÁRIO EM DEPÓSITOS SEM POTENCIAL DE VALORIZAÇÃO

30 OS EUA PARA CONTINUAREM A SER O CENTRO DA GLOBALIZAÇÃO PRECISAM DE: LIDERAR A COMPETIÇÃO ESTRATÉGICA MUNDIAL, SEM ESMAGAR A SUA ECONOMIA E SEM PROVOCAR A REVOLTA FISCAL DOS SEUS CIDADÃOS LIDERAR A PRODUÇÃO DE INOVAÇÕES ( DA INTERNET AO SHALE GAS) COLOCAR NO MERCADO A MAIOR QUANTIDADE E VARIEDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS EM QUE AS POUPANÇAS MUNDIAIS SE POSSAM APLICAR COM SEGURANÇA

31 4. A ECONOMIA DOS EUA DO CRASH DAS DOT COM AO CRASH DO IMOBILIÁRIO

32 A EVOLUÇÃO DO ÍNDICE BOLSISTA NASDAQ COMPOSITE DURANTE O BOOM DAS DOTCOM E NO SEU COLAPSO ( )

33 RESPOSTA DOS EUA AO CRASH DO NASDAQ(2001)E DAS DOT.COM QUEBRA PRONUNCIADA, MAS TEMPORÁRIA, NOS SECTORES DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO - RETRACÇÃO NA EMISSÃO DE ACÇÕES DÉFICES PÚBLICOS CRESCENTES – AUMENTO DAS EMISSÕES DE OBRIGAÇÕES DO TESOURO EXPANSÃO MONETÁRIA - BAIXA DAS TAXAS DE JURO CONSOLIDAÇÃO E REDUÇÃO DA DÍVIDA DASEMPRESAS – AUMENTO DAS EMISSÕES DE OBRIGAÇÕES DE EMPRESAS BOOM DE INVESTIMENTO EM CONSTRUÇÃO E IMOBILIÁRIO AUMENTO DA EMISSÃO DE OBRIGAÇÕES DAS AGÊNCIAS FEDERAIS DE GARANTIA DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO (Fannie Mac e Freddie Mac) DESENVOLVIMENTO DO MERCADO DAS HIPOTECAS SUBPRIME

34 NA ORIGEM DA ACTUAL CRISE FINANCEIRA A actual crise financeira é o resultado da redução das oportunidades de investimento de alto risco associado à inovação, na sequência do crash do NASDAQ (2001) que simultaneamente desencadeou por parte dos fundos de pensões, outros investidores institucionais e grandes investidores particulares – que sofreram o essencial das perdas com o colapso da bolha dotcom – uma corrida a investimentos de elevado retorno no curto prazo, mesmo que com elevado risco Gerando um empolamento da actividade dos hedge funds e dos private equity funds que para se financiarem recorreram aos bancos de investimento e às divisões de investimento dos grandes intermediários financeiros integrados (HOLDINGS BANCÁRIOS)

35 AS QUATRO CRISES DENTRO DA CRISE FINANCEIRA E ECONÓMICA DE 2007/9

36 CRISE BANCÁRIA CRISE IMOBILIÁRIA CHOQUE ENERGÉTICO Crise segura doras ABSORÇÃO DE RISCOS DE CRÉDITO (Credit Default Swaps) QUEDA MERCADOS BOLSISTA S Restrições Crédito às Famílias & Empresas Quebras Património das Famílias Quebra Consumo Famílias Queda forte na actividade sector automóvel & associados CRISE SECTOR AUTOMÓVEL Elevação Taxas de Juro MBS & CDO Quebra Actividades No sector Construção & associados Quebra na actividade sector de Serviços Primeiro Impacto Segundo Impacto Terceiro Impacto Legenda Recessão Profunda e Prolongada?

37 AS QUATRO CRISES DENTRO DA CRISE FINANCEIRA E ECONÓMICA DE 2007/9

38 CHOQUE ENERGÉTICO CRISE IMOBILIÁRIA E AS HIPOTECAS SUBPRIME - CRISE NO NÚCLEO CENTRAL DO SISTEMA FINANCEIRO DOS EUA - A BANCA DE NOVA IORQUE - EM TORNO DOS NOVOS INSTRUMENTOS FINANCEIROS ESTRUTURADOS GARANTIDOS POR HIPOTECAS PRIMEIRO TESTE A NOVOS INSTRUMENTOS DE COBERTURA DE RISCO - CREDIT DEFAULT SWAPS E O GRANDE PÂNICO COM A FALÊNCIA DO LEHMANN BROTHERS + REPERCUSSÃO NAS DECISÕES DAS FAMÍLIAS E EMPRESAS - QUEBRA DA PROCURA DE CRÉDITO

39 UM CHOQUE ENERGÉTICO QUE FEZ REBENTAR UMA BOLHA DO IMOBILIÁRIO NOS EUA

40 PRIMEIRO PROCESSO UM CHOQUE ENERGÉTICO, DETERMINADO PELA SITUAÇÃO ANTECIPADA DO MERCADO DO PETRÓLEO: UM DESEQUILÍBRIO DURADOURO ENTRE PROCURA E OFERTA AMPLIADO POR UMA INTENSA ESPECULAÇÃO EM TORNO DO PREÇO DO PETRÓLEO, QUE ATINGIU O CUME, APÓS O DESENCADEAR DA CRISE IMOBILÁRIA FORÇANDO A UMA ELEVAÇÃO DAS TAXAS DE JURO DE CURTO PRAZO POR PARTE DAS AUTORIDADES MONETÁRIAS, RECEOSAS DE UMA VAGA DE INFLAÇÃO

41 O preço do petróleo – da planície dos anos 90 aos cumes dos anos da Ásia à OPEP

42 EUA- QUATRO NÍVEIS DISTINTOS NA ACTUAL CRISE FINANCEIRA &ECONÓMICA SEGUNDO PROCESSO A CRISE DO CRÉDITO SUBPRIME É UMA CRISE IMOBILIÁRIA COMO OUTRAS VERIFICADAS EM DÉCADAS ANTERIORES – O CRESCIMENTO FORA DE COMUM DAS VENDAS E DOS PREÇOS ATINGE UM LIMITE QUANDO POR RAZÕES ENDÓGENAS OS PREÇOS ULTRAPASSAM O QUE A PROCURA TEM CONDIÇÕES PARA COMPRAR E/OU SE VERIFICA UMA CONTRACÇÃO E ENCARECIMENTO DO CRÉDITO QUE AO PRECIPITAR UMA VAGA DE DEFAULTS GERA CONTRACÇÃO NA CONCESSÃO DE NOVOS CRÉDITOS E, DESSE MODO, RETRAI A COMPRA DE NOVAS HABITAÇÕES LEVANDO Á ACUMULAÇÃO DE STOCKS DE CASAS POR VENDER E À QUEDA DOS PREÇOS DAS HABITAÇÕES

43 EVOLUÇÃO DOS PREÇOSDO IMOBILIÁRIO NOS EUA -UMA PERSPECTIVA SECULAR

44 EVOLUÇÃO DOS PREÇOS DO IMOBILIÁRIO RESIDENCIAL NOS EUA EVOLUÇÃO DO RITMO DE CONSTRUÇÃO RESIDENCIAL NOS EUA

45 QUATRO PROCESSOS DISTINTOS DA ACTUAL CRISE FINANCEIRA TERCEIRO PROCESSOS A ACTUAL CRISE FINANCEIRA É TAMBÉM UMA CRISE NO FINANCIAMENTO DAS ACTIVIDADES DE MAIOR RISCO – E MAIOR RETORNO - NA ECONOMIA POR CARÊNCIA DE TÍTULOS DE BOA QUALIDADE QUE PUDESSEM SER UTILIZADOS PELOS BANCOS DE INVESTIMENTO E PELAS DIVISÕES DE INVESTIMENTO DOS GRANDES INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS INTEGRADOS PARA SE FINANCIAR NO MERCADO MONETÁRIO; DAÍ A NECESSIDADE DE INVENTAR OBRIGAÇÕES ARTIFICIAIS OBTIDAS A PARTIR DO CRÉDITO SUBPRIME, JÁ QUE A EMISSÃO DE OBRIGAÇÕES A PARTIR DE CRÉDITO HIPOTECÁRIO PRIME ESTAVAM RESERVADA PARA DUAS EMPRESAS PATROCINADAS PELO GOVERNO DOS EUA – A FANNIE MAE E FREDIE MAC

46

47 QUEM ESTEVE MAIS ENVOLVIDO NA TITULARIZAÇÃO DAS HIPOTECAS SUBPRIME?

48 QUATRO NÍVEIS DISTINTOS DA ACTUAL CRISE FINANCEIRA QUARTO PROCESSO A CRISE DO SUBPRIME ACABOU POR DESENCADEAR O PRIMEIRO GRANDE TESTE A UMA INOVAÇÃO FINANCEIRA – A OBTENÇÃO DE SEGURO DE CRÉDITO,NÃO POR RECURSO A INSTITUIÇÕES ESPECIALIZADAS, MAS ATRAVÉS DA DISTRIBUIÇÃO DO RISCO POR MÚLTIPLAS ENTIDADES, ATRAVÉS DO MERCADO, GRAÇAS AOS CDS - CREDIT DEFAULT SWAPS;

49 NESSE PRIMEIRO GRANDE TESTE VIERAM À SUPERFÍCIE LIMITAÇÕES NESTE MODELO, EM PARTE RESULTANTES DAS LIMITAÇÕES IMPOSTAS AO SEU FUNCIONAMENTO SOBRETUDO PELOS BANCOS DE INVESTIMENTO - OU SEJA A RECUSA DE EXISTÊNCIA DE UMA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO QUE PERMITISSE EM CADA MOMENTO CONHECER O NÍVEL DE RESPONSABILIDADES ASSUMIDAS POR CADA INTERVENIENTE NOS CDS OU A RECUSA DE CRIAÇÃO DE UM MERCADO ORGANIZADO (EM VEZ DA SOLUÇÃO QUE DOMINOU NESTA PRIMEIRA FASE DE VIDA DOS CDS – O MERCADO OTC - OVER THE COUNTER GERIDO A PARTIR DAS REDES ORGANIZADAS PELOS BANCOS DE INVESTIMENTO E ALGUNS GRANDES INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS INTEGRADOS QUATRO NÍVEIS DISTINTOS DA ACTUAL CRISE FINANCEIRA QUARTO PROCESSO (CONT)

50 A SUCESSÃO DE REBENTAMENTOS NA CRISE 2007/8 ATÉ À FALÊNCIA DO LEHMAN BROTHERS E DA AIG

51 A BANCA ALEMÃ - FORA DOS EUA UMA DAS MAIORES COMPRADORAS DE OBRIGAÇÕES GARANTIDAS POR HIPOTECAS SUBPRIME E OUTROS PRODUTOS DERIVADOS

52 EUA:CRISES FINANCEIRAS, GUERRAS & WELFARE: O IMPACTO NA DÍVIDA PÚBLICA

53 PORQUE É QUE CRISE DE 2007/9 É GRAVE PARA OS EUA: REVELOU A DIFICULDADE EM CONTINUAR APRODUZIR O VOLUME DE ACTIVOS FINANCEIROS SEGUROS, PARA PODER CONTINUAR A ACUMULAR DÉFICES CORRENTES O NÍVEL DE ENDIVIDAMENTO EXTERNO PODE ESTAR A CHEGAR A UM PONTO EM QUE O SERVIÇO DA DÍVIDA JÁ É SUPERIOR AO RENDIMENTO DOS ACTIVOS QUE OS EUA DETÊM NO EXTERIOR O MECANISMO DE REGULAÇÃO SOCIAL ASSENTE NA VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO DAS FAMÍLIAS DA CLASSE MÉDIA E ALTA FOI MOMENTANEAMENTE INTERROMPIDO OS PROGRAMAS DE ESTÍMULO À ECONOMIA DA ACTUAL ADMINISTRAÇÃO GERARAM MAIS DÍVIDA PÚBLICA SEM TER IMPACTO DURADOURO NO NÍVEL DE ACTIVIDADE ECONÓMICA

54 5. A RESPOSTA DAS AUTORIDADES DOS EUA Á CRISE FINANCEIRA ( E ECONÓMICA) DE 2007/9

55 A actuação das autoridades dos EUA face ao desencadear da crise financeira incidiu nos seguintes objectivos: 1)Impedir o colapso do sistema financeiro, injectando liquidez na economia e capitais públicos no sector bancário e segurador (AIG) 2) Travar o desemprego, lançando pacotes de estímulo fiscal apostando no multiplicador das despesas públicas – pacotes de estímulo à economia

56 A actuação das autoridades dos EUA face ao desencadear da crise financeira incidiu nos seguintes objectivos: 3)Tentar travar a desvalorização dos activos – imobiliários e bolsistas - por forma a impedir que um efeito riqueza inverso travasse ainda mais o consumo das famílias

57 Mas os estímulos fiscais aplicados pelos EUA desde 2009 para travar a recessão foram em 80% filtrados para o exterior, quase não tendo impacto no emprego A economia americana é uma economia de serviços, de conhecimento e inovação, em que o cabaz de compras das famílias tem uma componente cada vez maior de bens importados – sobretudo da Ásia

58 Parte da produção industrial civil nos EUA está organizada por cadeias de fornecimento globais em que se sustenta a actividade das multinacionais dos EUA (metade das vendas das empresas do S&P 500 são obtidas em moeda estrangeira) O acréscimo de exportações dos EUA são cada vez mais dependentes do que os EUA possam inovar antes dos concorrentes

59 Mas os EUA- ao contrário das outras economias desenvolvidas têm um sector que pela sua dimensão e nível tecnológico pode estimular a economia sem depender do consumo privado - as indústrias da Defesa & do Espaço (nesta óptica as recentes encomendas de armamento por parte dos países árabes do Golfo constituem um estímulo muito adequado)

60 A importância decisiva da política monetária na Crise de 2007/9 nos EUA Colocar as taxas de juro de curto prazo próximas de zero por um período longo (se for necessário) para facilitar a gestão do endividamento e do serviço da sua dívida Manter as taxas de juro de longo prazo muito baixas recorrendo ao quantitative easing (compra pelo FED de títulos do tesouro e de obrigações garantidas por hipotecas) : Para reduzir os custos do serviço da dívida pública Para facilitar a subida das cotações das acções e com isso suportar os Fundos de Pensões – questão absolutamente crucial na economia dos EUA Para facilitar às famílias o refinanciamento de hipotecas

61 A importância decisiva da política monetária nos EUA O FED compra Títulos do Tesouro e os bancos fazem o mesmo - em poucos meses as compras domésticas de Títulos do Tesouro secundarizaram as aquisições feitas pela China, diminuindo a dependência para com o Banco Central da China

62 Mas uma política monetária expansiva – com uma 2ª fase de quantitative easing - inundou os mercados de dólares e incentivou os investidores a obter crédito nos EUA e a investir no exterior para obter maiores rendimentos – nomeadamente investir em activos das economias emergentes e das economias exportadoras de commodities A importância decisiva da política monetária nos EUA

63 A China, que tem controlo de capitais não receia tanto esta vaga de capitais dirigidas às economias asiáticas, mas não quer – ao contrário do que os EUA parecem querer - uma valorização rápida e significativa da sua moeda com receio de Perdas significativas nas exportações das províncias costeiras Riscos de uma política monetária expansionista, para compensar a quebra de crescimento das exportações, reacender as bolhas especulativas que se vieram a agigantar no imobiliário e na bolsa (o pavor de uma experiência do tipo Japão-1985) A RESISTÊNCIA DA CHINA AS DIFICULDADES DOS EUA PERANTE A CRISE

64 A China preferiria que os EUA recuperassem competitividade pela deflação - ou seja pela descida dos preços internos em vez o ser pela desvalorização nominal da sua moeda (ou seja pela revalorização da moeda chinesa) AS DIFICULDADES DOS EUA PERANTE A CRISE)

65 6. A CRISE FINANCEIRA DE 2007/8 E A MUDANÇA INEVITÁVEL NA ESTRUTURA DA GLOBALIZAÇÃO ?

66 A CRISE FINANCEIRA DE 2007/8 VEM PÔR EM CAUSA A REPRODUÇÃO AUTOMÁTICA DOS FLUXOS ENTRE EUA E ÁSIA PACÍFICO, QUE CARACTERIZARAM OS 30 PRIMEIROS ANOS DA GLOBALIZAÇÃO

67 OS EUA VÃO DEIXAR DE SER O CONSUMIDOR EM PRIMEIRA INSTÂNCIA DA ECONOMIA MUNDIAL- VÃO TER QUE AUMENTAR A POUPANÇA INTERNA A REDUÇÃO DO RITMO DE CRESCIMENTO DO CONSUMO DE BENS NOS EUA NÃO VAI TER GRANDES CONSEQUÊNCIAS NA ECONOMIA AMERICANA, DEVIDO À TRANSFERÊNCIA PARA A ÁSIA DE PARTE CRESCENTE DA OFERTA QUE SERVIA ESSE CONSUMO DE BENS

68 OS EXCESSOS DE CAPACIDADE INDUSTRIAL QUE A ABUNDÂNCIA DE CRÉDITO NA DÉCADA DE 1998/ 2007 PROPORCIONOU LOCALIZAM-SE NA ÁSIA E NÃO NOS EUA ORA A ÁSIA TEM POSSIBILIDADE DE, GRAÇAS AO POTENCIAL DE EXPANSÃO DO INVESTIMENTO E DO CONSUMO INTERNOS, ABSORVER ESSES EXCESSOS DE CAPACIDADE PELO QUE ESTA CRISE VAI DEMORAR MENOS TEMPO A SER REABSORVIDA DO QUE SE PODERIA PENSAR SE ESTIVESSEMOS EM ECONOMIAS FECHADAS

69 AS PRINCIPAIS ECONOMIAS EXPORTADORAS DE BENS INDUSTRIAIS, COM DESTINO ÀS ECONOMIAS DESENVOLVIDAS (EUA E EUROPA) E QUE ACUMULAM EXCEDENTES CORRENTES – CHINA, JAPÃO E ALEMANHA - NÃO VÃO TER GRANDE UTILIDADE NA SAÍDA DA CRISE POIS NÃO VÃO ESTAR PREPARADAS PARA FAZER DOS SEUS MERCADOS INTERNOS A LOCOMOTIVA MUNDIAL

70 A ALEMANHA E O JAPÃO PORQUE O ENVELHECIMENTO RÁPIDO DAS SUAS POPULAÇÕES AS ACONSELHA A MANTER ELEVADOS NÍVEIS DE POUPANÇA INTERNA PARA SUSTENTAR NO FUTURO OS SEUS (DISTINTOS) MODELOS SOCIAIS, SENDO QUE NO CASO DA ALEMANHA HÁ UM CONSENSO PARA CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTAL RIGOROSA

71 A CHINA PORQUE QUER APROVEITAR A SUA VIRAGEM – RELATIVA - PARA O MERCADO INTERNO PARA SE EQUIPAR EM INFRA- ESTRUTURAS QUE ASSEGUREM A SUA UNIDADE GEOECONÓMICA E A SEGURANÇA DE ABASTECIMENTO ENERGÉTICO E PRETENDE RAPIDAMENTE CONSTRUIR OS SECTORES PRODUTORES DOS RESPECTIVOS EQUIPAMENTOS QUE LHE ASSEGUREM UM ELEVADO MULTIPLICADOR INTERNO DO INVESTIMENTO INFRA-ESTRUTURAL

72 OS EUA PRECISAM DE EXTROVERTER MAIS O SEU APARELHO INDUSTRIAL E DE SERVIÇOS E NÃO O VÃO FAZER POR MERA MANIPULAÇÃO CAMBIAL. PODEM-NO FAZER POR DUAS VIAS: APROVEITAR UM BOOM DE PREÇOS DAS COMMODITIES – DE CUJOS EQUIPAMENTOS TÊM A LIDERANÇA MUNDIAL INOVAR RADICALMENTE – POIS A COMPETITIVIDADE DA ECONOMIA DOS EUA SÓ EXISTE NUM QUADRO DE GLOBALIZAÇÃO SE SE MANTIVER SEMPRE UMA REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA Á FRENTE FORNECER E DESENVOLVER ARMAS SOFISTICADAS AOS ALIADOS COM QUEM PODEM VIR A CONTAR NO SÉCULO XXI

73 A ECONOMIA MUNDIAL PRECISA DE UMA ECONOMIA DE GRANDES DIMENSÕES E ELEVADO POTENCIAL DE CRESCIMENTO QUE: CRESÇA GERANDO DÉFICES CORRENTES E ATRAINDO INVESTIMENTO INTERNACIONAL PARA O FINANCIAR TENHA UM ESTADO DE DIREITO MINIMAMENTE CONFIÁVEL E MERCADOS DE CAPITAIS DESENVOLVIDOS, ONDE AS POUPANÇAS DOS EUA POSSAM ENCONTAR UM COMPLEMENTO DE VALORIZAÇÃO POSSA SER ENTENDIDA PELOS EUA COMO UM ALIADO FUTURO NA ÁSIA, FACE Á CHINA E AO ISLÃO SUNITA RADICAL

74 CONCLUSÃO: UMA NOVA ESTRUTURA DA GLOBALIZAÇÃO PASSA POR UMA RELAÇÃO PRIVILEGIADA DOS EUA – COM A ÍNDIA, DESDE QUE NÃO SEJA ANTAGONIZANTE DA CHINA SERÁ POSSÍVEL?


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