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Obesidade, diabetes e índice glicemico

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Apresentação em tema: "Obesidade, diabetes e índice glicemico"— Transcrição da apresentação:

1 Obesidade, diabetes e índice glicemico

2 Carboidrato é a principal fonte de energia para muitas funções corporais. é um componente essencial de alimentos completos para animais de estimação, com uma incidência variando de 30 a 60% da composição (Carciofi et al., 2007; de Olivera et al., 2008). Maior precursor do aumento da glicemia pós prandial (considerar qualidade e quantidade de alimento). O amido é um polissacarídeo composto de amilose e amilopectina ligados por ligações tipo alfa 1-4. estruturais: celulose, hemicelulose, lignina não estruturais (de reserva): açúcares solúveis, amido AMIDO- É o carboidrato de reserva mais comum do reino vegetal. Presente principalmente nas sementes (até 70%) Em frutos, túberos e raízes (até 30%)

3 Amido Grânulos pequenos e cheios de ramificações, facilmente atacados por enzimas digestivas por possuirem uma maior superfície de contato. Amilose Amilopectina (%) Batata 21 79 Trigo 28 72 Arroz 17 83 O grão de amido é uma mistura de dois polissacarídeos, amilose e amilopectina, polímeros de glicose formados através de síntese por desidratação (a cada ligação de duas glicoses, no caso, há a "liberação" uma mólecula de água). Com o aquecimento, sofre um processo de gelatinização e solubilização que facilita ainda mais a digestão Amilopectina- menos hidrossoluvel que a amilose. A amilopectina constitui, aproximadamente, 80% dos polissacarídeos existentes no grão de amido. A amilose é uma cadeia linear, ao passo que a amilopectina é uma cadeia ramificada. 

4 Digestibilidade do amido
Cão: 40-90%; Gato: % Batata ao microscópio O consumo excessivo e prolongado de alimentos ricos em amido causam sobrepeso, obesidade, resistência à insulina → diabetes.

5 Principais fontes de amido

6 Obesidade surge a partir de um desequilíbrio entre o consumo e o gasto energético, que provoca acúmulo de energia. varia de 22% a mais de 50% (McGreevy et al., 2005; Colliard et al., 2006; Holmes et al. 2007)

7 Fatores predisponentes
Administração escessiva de alimentos/calorias; Estilo de vida; Endocrinopatias, Falta de reconhecimento do problema pelos proprietarios.

8 Diabetes mellitus A incidência desta endocrinopatia mudou drasticamente nos últimos anos. Casos notificados em 1970 foram menores que 1 em cada 1000 gatos, em 1999 já atingiu mais de 12 casos por 1000 gatos e um estudo retrospectivo mostrou um aumento nos últimos anos (Prahl et al, 2003;. 2007). Brasil- 1 em cada 400 cães e gatos. sua prevalência em felinos vem aumentando. Os sintomas em cães e gatos são semelhantes aos apresentados por humanos. Em geral, a maior parte dos cães diabéticos apresenta diabetes do tipo 1 (insulina-dependente), enquanto que cerca de 80-95% dos gatos diabéticos apresentam diabetes do tipo 2 [3](relacionada, em humanos, com obesidade), ainda que costumem estar severamente dependentes de insulina na ocasião do diagnóstico da doença. A enfermidade é definitivamente tratável e não necessariamente determina óbito ou perda de qualidade de vida do animal.

9 1- animal saudavel, 2- aumento de peso; aumento da resistencia insulinica (obesidade), aumento do dano ás celulas beta; diminuição da insulina endógena, aumento da taxa de glicose (início diabete), 3- perda de peso; perda de energia; poliuria e polidpsia (quadro avançado de diabete), 4- morte ou inicio da terapia insulinica. 5- (diabete controlada) diminuição da taxa de toxocidade da glicose; recuperação das elulas beta; aumento da sensitividade a insulina e diminuição da saida da glicose hepatica; sem exigencia de insulina- nimal recuperado; aumento de peso X evitar a evolução da doença com dieta e exercícios! Ou aumento de danos ás celulas beta, sem insulina endógena => morte ou nível 4

10 Conceitos Importantes
Glicemia: fisiológica, altera na alimentação. Insulina: hormônio transportador da G para o interior das células – fígado G é depositada na forma de glicogênio – excesso é convertido em ac. gordurosos e triglicérides – gordura/tecido adiposo – em excesso causa resistência insulínica. A insulina é um hormônio que tem o poder de transportar o açúcar para dentro das células musculares,no fígado se deposita na forma de glicogénio. estes depósitos, entretanto, têm uma capacidade limitada, o que faz com que todo o excesso de glicose no sangue seja convertido em ácidos gordurosos e triglicerídios, que serão armazenados sob a forma de gordura. Caso o indivíduo continue ingerindo alimentos de alto IG, o seu organismo começa a adquirir resistência à insulina, uma vez que o seu corpo começa a produzir uma quantidade maior de insulina. O tecido adiposo vai liberar muito ac graxo livre que interfere na comunicação, insulina com o receptor na celula, com a liberação excessiva de insulina pelo pancreas, hiperglicemia e diabete.

11 INDICE GLICÊMICO O índice glicêmico foi proposto a princípio pelo Dr David Jenkins – Universidade de Toronto – Canadá em 1981. O IG é um fator que diferencia os carboidratos e está relacionado com o nível de açúcar no sangue. Este fator é alterado de acordo com a velocidade com que a glicose do carboidrato entra na corrente sanguínea. Quanto mais rápido a glicose entra na circulação, maior a libertação de insulina pelo pâncreas. Inicialmente a intenção era ajudar pessoas com diabetes. Alimentos com alto indice glicemico causam picos de glicemia. Representa a qualidade na quantidade fixa de CH3 disponível no alimento em relação a um alimento controle (pão branco ou Glicose) e ai classifica-los de acordo com a variação da glicemia. É usado o pão branco tem resposta fisiologica melhor que a glicose.

12 CLASSIFICAÇÃO DE ACORDO COM O IG:
O índice glicêmico (Glycemic Index) de um alimento, indica a velocidade com qual ocorre o aumento da glicemia após a ingestão de 50g de um carboidrato específico, quando comparado ao alimento controle. CLASSIFICAÇÃO DE ACORDO COM O IG: < 55 IG BAIXO ENTRE 55 E 70 IG MÉDIO > 70 IG ELEVADO A mensuração da glicemia deve ocorrer em no máximo 15 minutos.

13 Outros nutrientes que interferem na resposta glicêmica pós-prandial
Proteína/amido; Fibra dietética solúvel, consistência e teor das fibras Procedência do cultivo Forma de cocção Interação entre os diferentes ingredientes

14 Resposta insulínica pós-prandial

15 Classificação dos alimentos em função do índice glicêmico
Açucares, flocos de milho, biscoitos, pao branco, arroz, macarrao, ?, espaguete, maçã, feijões, espaguete com fibras, alface, brocoli Batata Índice Glicêmico:Doce 44;Conservas 65;Branca 70;Batata frita 75;Batata cozida 85;Purê de batata 86;Vermelha cozida 88 Cereais: Aveia 55;Farelo uva passa 61;Creme de trigo 66;Aveia 66;Crepe 67;Farelo de trigo 67;Uva passa 71;Creme de trigo instantâneo 74;Waffles 76;Flocos de arroz 82;Corn Flakes 92 Vegetais: Brócolis 10;Repolho 10;Alface 10;Cogumelos 10;Cebolas 10;Pimentão vermelho 10;Cenouras 49;Ervilha 48;Milho 60;Beterrabas 64;Abóbora 75;Nabo 97 ARROZ: Cevada 25;Arroz branco longo 44;Trigo sarraceno 54;Cuscuz 65;Fubá 68;Aborio 69;Arroz branco curto 72;Arroz branco instantâneo 87;Arroz selvagem 87 FRUTAS: Cerejas 22;Suco de uva 25;Ameixa seca 29;Damascos secos 30;Maçã 38;Pêssego, enlatado em sumo 38;Pêra fresca 38;Ameixa 39;Morangos 40;Laranja 42;Pêssego fresco 42;Pêra em lata 43;Uvas 46;Manga 51;Banana 52;Coquetel de Frutas 55;Mamão 56;Uvas passas 56;Damascos frescos 57;Kiwi 58;Figos secos 61;Damascos enlatados 64;Melão 65;Abacaxi fresco 66;Melancia 72

16 Onde encontrar valores de IG?
Primeira tabela em 1981 Canadá, continha 62 alimentos. Brasil alguns alimentos vem sendo estudados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP). Tabela de alimentos brasileiros criada em 1998, atualização em 2008 continha 41 alimentos. desde então o número de alimentos de todo o mundo, vem sendo amplamente analisados por pesquisadores do Canadá, Austrália, Nova Zelândia. Brasil - Dra. Elizabete Wenzel de Menezes?? Atualmente mais de 700 alimentos analisados pelo mundo.

17 CG = IG x teor CHO disponível na porção/100
Dr Salmeron, pesquisador da Harvard Scholl em 1997, desenvolveu o conceito da carga glicêmica(CG) CG é um produto do índice glicêmico (IG) e da quantidade de carboidrato presente na porção de alimento consumido, comparado com o alimento padrão. Mede o impacto glicêmico da dieta. CG = IG x teor CHO disponível na porção/100 O índice glicêmico é uma medida de qualidade do alimento e a carga glicêmica leva em consideração a qualidade e quantidade consumida.

18 MATERIAL E MÉTODO 6 gatos adultos castrados
(peso médio 4,65 ± 0,34 kg; ECC a 5,7 ± 0,47; idade 3,5 ± 0,1 anos) 3 alimentos completos para gatos adultos em manutenção: SP, composto da fontes de amido tradicionais (arroz e milho); N&D grain-free (hiperproteico sem cereais, com batata); N&D low grain (farro e aveia). O período experimental para cada tratamento durou um total de 30 dias ( ) 100 kcaEM/kg0,67

19 Características nutricionais dos alimentos
Dieta SP N&Dgf N&Dlg % MN PB 32 44 36 EE 15 20 ENN 34,6 16,7 26,0 EM (kcal/kg) 3606 3824 3870 ENN- Extrato Nao Nitrogenado => extrativos não nitrogenados indicam a quantidade de carboidratos.

20 Após 30 dias de consumo, foi coletado:
perfil metabólico curva glicêmica (12 pesquisas em 24 horas de observação) acesso ao alimento (50 kcalEM/kg0,67/refeição) por 30 min. O efeito da dieta foi avaliado por ANOVA pelo Proc GLM do SAS (2000). 2 refeições/dia com 50kcalEM/…

21 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Valor médio do peso e ingestão voluntária diária Dieta Peso Ingestão kg g/kg0,67 SP 4,70±0,35 26,15±2,61 N&Dgf 4,63±0,33 21,39±5,47 N&Dlg 4,60±0,39 23,66±3,56

22 Valores médios dos parâmetros bioquímicos registrados com as três dietas
Uréia Creatinina GOT GPT γ GT FA Prot glic mg/dl U.I. µmol/l SPT 50,6±3, 1 1,50±0,09 30,0±2,8 35,4 ±3,0 2,86 ± 0,22 40,4 ± 2,9 347 ± 17Aa N&Dgf 51,1±3,1 1,53±0,09 30,7±2,7 36,1 ± 3,0 2,43 ± 0,22 34,3 ± 3,1 318 ± 17Ab N&Dlg 45,3±3,3 1,32±0,10 34,0±3,0 40,0 ± 3,2 2,50 ± 0,24 36,7 ± 2,9 246 ± 18B Rif 40-70 0,5-2 < 90 < 78 < 10 Parametros normais de níveis bioquimicos, isso que esse slide quer mostrar, que mesmo com níveis elevados de proteína os níveis normais nao se alteram GOT: aspartato aminotransferasi (AST); GPT: alanina aminotransferasi (ALT); FA: fosfatasi alcalina; Prot.gli. proteine glicate. A, B: P<0,01; a,b: P<0,05

23 Resposta glicêmica pós-prandial após administração das três dietas
Super Premium- alteração brusca do teor glicemico,nível de glicose variou de sessenta e pouco para mais de 80. Grain Free teve a menor variação, se mostrou mais estavel. A Low Grain teve variação, mas bem menor do que a SP, variou de 55 o mínimo até 70 o maximo. Nível de glicose no máximo 82,6, 72,8 e 71,3 mg / dl com dietas SPT, N & N & Dlg e DGF, respectivamente.

24 Conclusões Certas condições fisiológicas, para-fisiológicas e patológicas podem alterar o controle glicêmico normal (Kahn et ai., 2001), é recomendado utilizar dietas que podem minimizar e prolongar a resposta glicémica pós-prandial. A utilização de alimentos livres de cereais ou contendo cereais alternativos ao arroz ou milho, permite o controle da resposta glicêmica pós-prandial principalmente em gatos, limitando o risco de aparecimento de resistência a insulina, diabetes, e atividade lipogênica que favorece a formação de tecido adiposo e o armazenamento de triglicérides nos adipócitos. Por inibição da hidrolise pela lipase.

25 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Ciências Farmacêuticas. Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental/BRASILFOODS (1998). Tabela Brasileira de Composição de Alimentos-USP. Versão 5.0. Disponível em:

26 Obrigada pela atenção!


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