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(Cyber)Bullying Catarina Henriques 8 de Junho de 2011.

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1 (Cyber)Bullying Catarina Henriques 8 de Junho de 2011

2 Índice Conceitos Tipos de Bullying Tipos de Intervenientes
Cyberbullying Tipos de Bullying Tipos de Intervenientes Consequências na vítima Contexto educativo Como ajudar Sugestão de Intervenção

3 Introdução Durante os últimos 40 anos e em simultâneo com estas mudanças no comportamento comunicativo, os investigadores têm estudado o fenómeno descrito na década de 1970 como “bullying”. Foi demonstrado que, para que se possa considerar um exemplo de bullying, a situação deve ter pelo menos três condições: intenção de prejudicar a vítima, repetição do comportamento abusivo durante um período de tempo e um desequilíbrio de poder entre a vítima e o agressor.

4 Bullying Compreende múltiplas formas de violência física e/ou psicológica… intencionais e repetidas… praticadas entre pares por um indivíduo (bully) ou um grupo (bullies)… ocorre sem motivação aparente… causa sofrimento às vítimas… Relação DESIGUAL de poder

5 Consequências negativas… por vezes IRREVERSÍVEIS
Bullying Práticas de intimidação e humilhação: Meter medo e ameaçar Bater e empurrar Roubar Insultar Espalhar boatos humilhantes Enviar bilhetes ameaçadores Mentir para implicar com a vítima Excluir e rejeitar Etc. Consequências negativas… por vezes IRREVERSÍVEIS para a vítima = Traumas

6 (Cyber)bullying Considerado como um acto de agressão intencional, realizado repetidamente ou durante um período de tempo por um grupo ou indivíduo, utilizando formas de contacto electrónicas, contra alguém que não consegue defender-se facilmente.

7 (Cyber)bullying Bill Belsey afirma que o cyberbullying envolve a utilização das TIC como uma plataforma para uma conduta hostil, repetitiva e intencional por parte de um grupo ou de um indivíduo, cujo objectivo é prejudicar os outros.

8 (Cyber)bullying Práticas de intimidação e humilhação:
Criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento Publicação de fotografias/vídeos Elaboração de fotomontagens e envio por ao grupo de pares Enviar s, sms, mms humilhantes/ameaçadores “furtar” a password e utilizar a sua conta de ou redes sociais indevidamente Etc. UM FENÓMENO SEM ROSTO!

9 Tipos de Bullying Cinco tipos: Físico – recurso à violência física
Verbal – recurso à violência verbal Relacional/racial – exclusão de grupos sociais/comportamentos racistas Sexual – tecidos comentários sexuais e até contactos sexuais Cyberbullying – Difamação com recurso às novas tecnologias (e.g., redes sociais, . Telemóvel, etc.). Carlos Vilela e Sandra Diogo (2009)

10 Tipos de Intervenientes - Bullying
Agressor Reforçador - apoia o agressor Auxiliar - apoia o agressor Defensor - tenta ajudar a vítima Observador - ignora simplesmente o abuso Vítima

11 Agressor Perfil: Não são ciumentos; Alta auto-estima; Populares;
Qualquer situação serve de desculpa Perfil: Não são ciumentos; Alta auto-estima; Populares; Agressivos; Espertos/encantadores perante os adultos; Amizades baseadas no medo; Tem amigos (as) agressivos (as); Demonstram falta de empatia; Maior tendência para comportamentos desviantes;

12 Vítima Perfil: Inteligentes; Sensíveis; NEE;
Não são provenientes de famílias conflituosas; Não sabem reagir quando são provocados; Baixa auto-estiva; Levam a sério as injurias do agressor; Dificuldade em fazer amigos; Etc.

13 Consequências na vítima
Desinteresse pela escola;  Défice de concentração e aprendizagem; Quebra no rendimento escolar; Baixa auto-estima; Isolamento; Stress, os sintomas psicossomáticos; Transtornos psicológicos, depressão e suicídio;

14 Como ajudar Reconhecer e descobrir o que está a acontecer
Escolher o momento certo para conversar Ajude a criança a desabafar Reaja de forma calma Utilize técnicas de escuta activa (demonstrar que está a ouvir e a compreender) Colocar um travão (não tem que resolver tudo nesse momento) Elogie (reforço positivo). (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:45-50)

15 Como ajudar Se a criança for alvo de bullying (Vítima)
Escute os seus sentimentos de forma compreensiva/calma. Tente reunir a informação - pormenores do (s) incidente (s) Nunca culpe o seu filho por ser alvo de abusos ou intimidações (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:58)

16 Como ajudar Confira poderes ao seu filho – ajude a delinear um plano
Exposição escrita aos docentes e funcionários da escola; “Ensinar” o seu filho a proteger-se Não obrigue o seu filho a tomar um decisão para a qual não está preparado (afrontar o agressor) Recompense o seu filho por falar consigo (elogios) (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:59)

17 Como ajudar Quando o filho é o Agressor
Aceite a possibilidade de o seu filho ser agressor; Leve o assunto a sério Reprima a sua raiva - fale de forma clara e calma Mantenha a criança orientada para assumir responsabilidades “Quero ouvir o que falar daquilo que fizeste e não do que a criança te fez” Pedir à criança que se coloque na posição da vítima (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:60-61)

18 Como ajudar Quando o filho é o Agressor
Incentivar a criança a mostrar que está arrependido e a encontrar soluções Diminuir a agressividade na vida do filho Limitar a violência televisiva e os jogos de vídeo (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:61)

19 Contexto Educativo

20 Abusos na Escola O fenómeno de Bullying “pode afectar de muitas formas a capacidade do aluno aprender (…)”, influenciando os resultados escolares.

21 Abusos na Escola O corpo docente e funcionários terão os seguintes deveres: Dar exemplos de comportamento saudáveis Estar conscientes das diferentes formas de agressão e identificá-las Estar alertas quando as crianças se encontram em locais menos vigiados Assegurar o auxílio a alvos (vítimas)

22 Abusos na Escola O corpo docente e funcionários terão os seguintes deveres: Documentar os maus tratos Fazer relatório, pormenorizado, do acontecimento Manter a confidencialidade. Agir em conformidade (Director turma e Direcção) (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:134)

23 Sugestão de Intervenção
Criação de políticas Anti -(Cyber)Bullying: Trabalhar a temática nas aulas de A.P. e/ou F.C: Elaboração de trabalhos: Cartazes, folhetos, palestras, etc. Nas aulas de TIC: Pesquisa de informação; Criação de blogues; Na Biblioteca Escolar (BE) Pesquisa de informação no fundo documental; Visionamento de filmes seguido de debates; Campanha de SENSIBILIZAÇÃO Comunidade Escolar

24 Referências Bibliográficas
Haber, J. & Glatzer, J. (2009) Bullying: Manual de Anti-agressão. Lisboa: Casa das Letras Menezes, M. (2009).Vasco das Forças. Lisboa: Coisas de Ler Boletim do Gabinete de Psicologia -3 (2006) do Externato de Penafirme Vilela, C. & Diogo, S. (2009)

25 Obrigada!


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