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 Conceitos  Bullying  Cyberbullying  Tipos de Bullying  Tipos de Intervenientes  Consequências na vítima  Contexto educativo  Como ajudar  Sugestão.

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2  Conceitos  Bullying  Cyberbullying  Tipos de Bullying  Tipos de Intervenientes  Consequências na vítima  Contexto educativo  Como ajudar  Sugestão de Intervenção

3 Introdução Durante os últimos 40 anos e em simultâneo com estas mudanças no comportamento comunicativo, os investigadores têm estudado o fenómeno descrito na década de 1970 como “bullying”. Foi demonstrado que, para que se possa considerar um exemplo de bullying, a situação deve ter pelo menos três condições: intenção de prejudicar a vítima, repetição do comportamento abusivo durante um período de tempo e um desequilíbrio de poder entre a vítima e o agressor.

4 Bullying  Compreende múltiplas formas de violência física e/ou psicológica…  intencionais e repetidas…  praticadas entre pares por um indivíduo (bully) ou um grupo (bullies)…  ocorre sem motivação aparente…  causa sofrimento às vítimas… Relação DESIGUAL de poder 4cWys&feature=related

5 Bullying  Práticas de intimidação e humilhação:  Meter medo e ameaçar  Bater e empurrar  Roubar  Insultar  Espalhar boatos humilhantes  Enviar bilhetes ameaçadores  Mentir para implicar com a vítima  Excluir e rejeitar  Etc. Consequências negativas… por vezes IRREVERSÍVEIS para a vítima = Traumas

6 (Cyber)bullying Considerado como um acto de agressão intencional, realizado repetidamente ou durante um período de tempo por um grupo ou indivíduo, utilizando formas de contacto electrónicas, contra alguém que não consegue defender-se facilmente. T98fuPmI

7 (Cyber)bullying Bill Belsey afirma que o cyberbullying envolve a utilização das TIC como uma plataforma para uma conduta hostil, repetitiva e intencional por parte de um grupo ou de um indivíduo, cujo objectivo é prejudicar os outros.

8  Práticas de intimidação e humilhação:  Criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento  Publicação de fotografias/vídeos  Elaboração de fotomontagens e envio por e- mail ao grupo de pares  Enviar s, sms, mms humilhantes/ameaçadores  “furtar” a password e utilizar a sua conta de ou redes sociais indevidamente  Etc. (Cyber)bullying UM FENÓMENO SEM ROSTO!

9 Cinco tipos: 1.Físico – recurso à violência física 2.Verbal – recurso à violência verbal 3.Relacional/racial – exclusão de grupos sociais/comportamentos racistas 4.Sexual – tecidos comentários sexuais e até contactos sexuais 5.Cyberbullying – Difamação com recurso às novas tecnologias (e.g., redes sociais, . Telemóvel, etc.). Carlos Vilela e Sandra Diogo (2009) Tipos de Bullying

10 Tipos de Intervenientes - Bullying 1.Agressor 2.Reforçador - apoia o agressor 3.Auxiliar - apoia o agressor 4.Defensor - tenta ajudar a vítima 5.Observador - ignora simplesmente o abuso 6.Vítima

11 Agressor Perfil:  Não são ciumentos;  Alta auto-estima;  Populares;  Agressivos;  Espertos/encantadores perante os adultos;  Amizades baseadas no medo;  Tem amigos (as) agressivos (as);  Demonstram falta de empatia;  Maior tendência para comportamentos desviantes; Qualquer situação serve de desculpa

12 Vítima Perfil:  Inteligentes;  Sensíveis;  NEE;  Não são provenientes de famílias conflituosas;  Não sabem reagir quando são provocados;  Baixa auto-estiva;  Levam a sério as injurias do agressor;  Dificuldade em fazer amigos;  Etc.

13 Consequências na vítima  Desinteresse pela escola;  Défice de concentração e aprendizagem;  Quebra no rendimento escolar;  Baixa auto-estima;  Isolamento;  Stress, os sintomas psicossomáticos;  Transtornos psicológicos, depressão e suicídio;

14 Como ajudar Reconhecer e descobrir o que está a acontecer  Escolher o momento certo para conversar  Ajude a criança a desabafar  Reaja de forma calma  Utilize técnicas de escuta activa (demonstrar que está a ouvir e a compreender)  Colocar um travão (não tem que resolver tudo nesse momento)  Elogie (reforço positivo). (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:45-50)

15 Como ajudar Se a criança for alvo de bullying (Vítima)  Escute os seus sentimentos de forma compreensiva/calma.  Tente reunir a informação - pormenores do (s) incidente (s)  Nunca culpe o seu filho por ser alvo de abusos ou intimidações (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:58)

16 Como ajudar  Confira poderes ao seu filho – ajude a delinear um plano  Exposição escrita aos docentes e funcionários da escola;  “Ensinar” o seu filho a proteger-se  Não obrigue o seu filho a tomar um decisão para a qual não está preparado (afrontar o agressor)  Recompense o seu filho por falar consigo (elogios) (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:59)

17 Como ajudar Quando o filho é o Agressor  Aceite a possibilidade de o seu filho ser agressor;  Leve o assunto a sério  Reprima a sua raiva - fale de forma clara e calma  Mantenha a criança orientada para assumir responsabilidades  “Quero ouvir o que falar daquilo que fizeste e não do que a criança te fez”  Pedir à criança que se coloque na posição da vítima (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:60-61)

18 Como ajudar Quando o filho é o Agressor  Incentivar a criança a mostrar que está arrependido e a encontrar soluções  Diminuir a agressividade na vida do filho  Limitar a violência televisiva e os jogos de vídeo (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:61)

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20 Abusos na Escola O fenómeno de Bullying “pode afectar de muitas formas a capacidade do aluno aprender (…)”, influenciando os resultados escolares.

21 Abusos na Escola O corpo docente e funcionários terão os seguintes deveres:  Dar exemplos de comportamento saudáveis  Estar conscientes das diferentes formas de agressão e identificá-las  Estar alertas quando as crianças se encontram em locais menos vigiados  Assegurar o auxílio a alvos (vítimas)

22 Abusos na Escola O corpo docente e funcionários terão os seguintes deveres:  Documentar os maus tratos  Fazer relatório, pormenorizado, do acontecimento  Manter a confidencialidade.  Agir em conformidade (Director turma e Direcção) (Haber, J. & Glatzer, J, 2009:134)

23 Sugestão de Intervenção Trabalhar a temática nas aulas de A.P. e/ou F.C: 1.Elaboração de trabalhos:  Cartazes, folhetos, palestras, etc. Nas aulas de TIC: 1.Pesquisa de informação; 2.Criação de blogues; Na Biblioteca Escolar (BE) 1.Pesquisa de informação no fundo documental; 2.Visionamento de filmes seguido de debates; Campanha de SENSIBILIZAÇÃO Criação de políticas Anti -(Cyber)Bullying: Comunidade Escolar

24 Referências Bibliográficas Haber, J. & Glatzer, J. (2009) Bullying: Manual de Anti-agressão. Lisboa: Casa das Letras Menezes, M. (2009).Vasco das Forças. Lisboa: Coisas de Ler Boletim do Gabinete de Psicologia -3 (2006) do Externato de Penafirme Vilela, C. & Diogo, S. (2009)

25 Obrigada!


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