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Fernanda Henriques Universidade de Évora 2006/2007.

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Apresentação em tema: "Fernanda Henriques Universidade de Évora 2006/2007."— Transcrição da apresentação:

1 Fernanda Henriques Universidade de Évora 2006/2007

2 É possível relacionar a linguagem e o agir? É possível falar de um poder da linguagem?

3 Directamente Indirectamente

4 A Linguagem como Poder Somos Humanos na e pela Linguagem A linguagem, que está em nós e na qual nós somos, permanece a grande testemunha da nossa Condição porque sendo órgão-obstáculo ela constitui a experiência permanente, no decurso da qual o ser humano se confronta consigo próprio. Jean BRUN, L’Homme et le langage.

5 A Linguagem como poder Agir pela Linguagem As palavras são portadoras e geradoras de ideias, […]. Julgamos que progredimos através das ideias […], mas são ainda as próprias palavras que geram ou regeneram as ideias, que fazem o papel de “transmissores”. Jean BAUDRILLAR, Palavras de Ordem.

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7 A linguagem, que está em nós e na qual nós somos, permanece a grande testemunha da nossa Condição porque sendo órgão-obstáculo ela constitui a experiência permanente, no decurso da qual o ser humano se confronta consigo próprio. Jean BRUN, L’Homme et le langage.

8 PODER DE OCULTAR O homem, ao inventar a agricultura, iniciou um processo irremediável de ligação à terra Dentro da sala de aula havia 20 raparigas e 1 rapaz, todos eles se regozijaram por poderem participar na iniciativa proposta Os cidadãos portugueses devem cumprir o seu direito de voto Os avós ainda são um grande apoio na sustentabilidade das famílias portuguesas

9 A loja do cidadão Bilhete de Identidade de Cidadão nacional Cartão de eleitor

10 Onde estão as mulheres? Onde está o feminino?

11 PODER DE MOSTRAR

12 PODER DE INTERVIR NA REALIDADE

13 As palavras são portadoras e geradoras de ideias, […]. Julgamos que progredimos através das ideias […], mas são ainda as próprias palavras que geram ou regeneram as ideias, que fazem o papel de “transmissores”. Jean BAUDRILLAR, Palavras de Ordem.

14 Burro velho não aprende línguas Discriminação com base na idade O trabalho é bom para o preto Racismo puro Maria rapaz Estereotipo de género

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17 "O mutismo das mulheres não provém apenas da injunção milenária do silêncio, da surdez em relação ao que elas disseram e dizem. É a própria linguagem que não admite a feminilidade senão como caso particular, que a ignora ou a confunde com um masculino pensado como neutro". Gisela Breitling, 1990


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