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Fabrício Berton Zanchi 1,3, Humberto R. da Rocha 1, Helber C. de Freitas 1, Bart Kruijt 2, Juliano A. de Deus 3, Fernando L. Cardoso 3 Leonardo G. Aguiar.

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1 Fabrício Berton Zanchi 1,3, Humberto R. da Rocha 1, Helber C. de Freitas 1, Bart Kruijt 2, Juliano A. de Deus 3, Fernando L. Cardoso 3 Leonardo G. Aguiar 3, Paulo R. Anderson 3, Antonio O. Manzi 4. 1 IAG/USP, SP NPE, SP; 2 Alterra, Holanda; 3 UNIR, Ji-Paraná; 4 INPA, Manus Materiais e métodos de medidas de efluxos de CO 2 O sistema de medidas de efluxo do solo foi desenhado, construído e testado no IAG/USP, Laboratório de Clima e Biosfera entre 2001 a A medida do efluxo do solo é feita com um conjunto de 5 câmaras ( C1, C2, C3, C4 e C5) dinâmicas automáticas de ciclo fechado, montada com material inoxidável e alumínio (Fig. 1) acopladas a um analisador de gás por infravemelho (CIRAS-SC, PP Systems, Hitchin - UK). Cada câmara contém componentes como tampa, base de aço Inox e alumínio, molas em aço, e motores de passo com engrenagem alimentados a 12V. O sítio experimental localiza-se em uma floresta primária da Faz Itapirema, 10 o 55,6’S e 62 o 01,266’W, a 162 m de altitude, 15 Km de Ji-Paraná,RO. O cálculo do efluxo de CO 2 do solo é feito através da equação, supondo a taxa de variação da concentração de CO 2 dentro do volume de controle da câmara não nula, tal que:, onde, C n-1 = concentração de CO 2 (ppm) no tempo (n-1)  T; C n = concentração de CO 2 (ppm) no tempo n  T; P = pressão do ar (kPa); T = temperatura do ar (K); R = constante específica do gás para um ar ideal = 287,053 J kg -1 K -1 ; V = volume da câmara (m 3 ); A = área de cobertura horizontal da câmara (m 2 );  t = variação do tempo associada à variação da concentração média no evento (s); e M ar = peso molar do ar seco = 28,9645 g/mol. Maiores Informações: Fabrício B. Zanchi, Humberto R da Rocha, Helber C. Freitas, e- Medição do efluxo de CO 2 do solo com câmaras automáticas sobre floresta em Rondônia. Figura 3 - Variação média anual do efluxo, temperatura, umidade do solo, precipitação e variação mesnal para cada câmara com seu desvio padrão, Resumo Neste trabalho é explorada uma metodologia de medição do efluxo (respiração) de CO 2, utilizando-se câmaras de solo automáticas acopladas a um analisador de gás por infra- vermelho. Esta abordagem significa um relevante aperfeiçoamento em relação às medições anteriores nos ecossistemas tropicais. A análise da variabilidade de efluxo de CO 2 do solo e sua correlação com a temperatura e umidade do solo foi feita à partir de dados automáticos coletados na mesma áreas de floresta em Rondônia. O efluxo reagiu à mudança de temperatura e umidade do solo, sugerindo forte relação no ciclo diurno e sazonal. Os resultados encontrados no período seco denotaram uma supressão na emissão, e durante a incidência de chuva (per. úmido), o efluxo médio que era de ~1,5 passou a ser ~3  mol CO 2 m -2 s -1. O efluxo é melhor observado quando a umidade do solo está entre 0,1 a 0,3 m 3 m -3,`já em relação ao período seco, a temperatura foi mais significativa, porque não houveram outras variáveis que supusesse um distúrbio no solo. Figura 4 - expulsão sob influência da chuva A fig. 4 abaixo sugere uma influência direta nos eventos de precipitação que expulsa mecanicamente o efluxo em decorrência da drenagem da água no solo. Já a Fig. 5 o reflete o efluxo acumulado para cada câmara durante os 249 dias amostrados. Resultados e discussões A observação de um evento de efluxo do solo é feito quando a câmara está fechada sobre o solo e a concentração de CO 2 tende a aumentar no tempo, devido à circulação do ar no volume de controle fechado (Fig. 2). O efluxo de CO 2 do solo médio variou entre 0,5 a 5,5  mol CO 2 m -2 s -1 em todo o período, com máximos no início do período úmido (meados de setembro) quando a média atingiu de 2,5 a 5,5  mol CO 2 m -2 s -1, aproximadamente 2 a 3 semanas após o início da recuperação da umidade do solo (Fig. 3). Na Fig. 3 temos a dispersão mensal com o desvio padrão mais acentuado no final da estação seca mostrando as variações sazonais para cada medida de câmara. Conclusão A metodologia utilizada para a análise da estimativa do efluxo de CO 2 do solo, mostrou ser muito aplicável para a quantificação da emissão diária, mensal e anual. Sua forma de coleta contínua, abre grandes possibilidades na análise detalhada das fontes carbônicas do solo, e mesmo conhecer as possíveis mudanças no efluxo quando há um simples evento de chuva. O efluxo refletiu à tendências particulares da temperatura e umidade do solo, sugerindo uma forma exponencial para a temperatura e polinimial para a umidade do solo. Figura 5 - Efluxo acumulado para todas as câmaras A figura 6 sugere dois períodos importantes nos dados de efluxo. Notou-se que o efluxo depende tanto da temperatura como da umidade do solo. Figura 6 - correlação do efluxo de CO 2 do solo contra temperatura e umidade do solo Endereço: Departamento de Ciências Atmosféricas - USP/IAG/ACA Universidade de São Paulo Rua do matão, Butantã CEP: Cidade Universitária - São Paulo-SP Fone : Webmail


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