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PUC Minas - Educação Ambiental Movimento ambiental: Bases Conceituais, princípios, objetivos, correntes de Educação Ambiental. Eugenio B Leite – outubro.

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1 PUC Minas - Educação Ambiental Movimento ambiental: Bases Conceituais, princípios, objetivos, correntes de Educação Ambiental. Eugenio B Leite – outubro 2007

2 Educação Ambiental - Tbilisi Categorias e objetivos: Consciência, Conhecimento, Comportamento, Habilidades e Participação EA Conhecimento - Compreensão Habilidades - Motivação Valores- Mentalidades - Atitudes Questões-Problemas Ambientais Soluções Sustentáveis desenvolver Para adquirir Necessários para lidar com Encontrar (Adaptado de DIAS, pg.100)

3 CONHECIMENTOMOTIVAÇÃOOPORTUNIDADE CONSCIÊNCIA ATITUDE AQUISIÇÃO DE HABILIDADES PARTICIPAÇÃO COMPROMISSO DE AÇÃO SENSIBILIZAÇÃO VALORES SOCIAIS VÍNCULOS AFETIVOS E A como processo

4 EA – Definição UNESCO Inclusão de uma nova ética reguladora das relações entre o ser humano e o seu meio; Aprendizagem de como gerenciar e melhorar as relações entre a sociedade e o ambiente; Preparação de pessoas para a sua vida, enquanto membros da biosfera; Aprendizado para compreender, apreciar, saber lidar e manter os sistemas ambientais na sua totalidade; Aprender ver o quadro global que cerca um dado problema que o causam e ações para saná-lo.

5 EA UNESCO (1989) Significa: aprender a empregar novas tecnologias, aumentar a produtividade, evitar desastres ambientais, minorar os danos existentes, conhecer e utilizar novas oportunidades e tomar decisões acertadas

6 Concepções de EA Educação Ambiental como adestramento ambiental: Reprodução da ideologia dominante – sociedade industrial; Inexistência da discussões filosóficas e epistemológicas; Visões utilitaristas e reducionistas para com a natureza; Raízes históricas no paradigma mecanicista.

7 Concepções de EA Educação Ambiental emancipatória Preza o conteúdo político e ético – efetiva formação/transformação do individuo; Interpreta o conteúdo e/ou o conhecimento produzido historicamente; Altera a estrutura curricular fragmentária, através da interdisciplinaridade; O homem faz parte da natureza (Paula Brugger. Educação ou adestramento ambiental. Letras conteporâneas, 1999)

8 Diversidade de correntes em EA (SAUVÉ, 2003) CorrenteConcepções Meio Ambiente Objetivos da EAEnfoques Dominantes Exemplos de estratégias Naturista NaturezaReconstruir uma ligação com a natureza Sensorial, experencial, afetivo, cognitivo, criativo/esté tico Imersão, interpretação, jogos sensoriais, atividades de descoberta. Conser- vacionista e/ou Recursista RecursoAdotar comportamentos de conservação. Desenvolver habilidades relativas à gestão ambiental. Cognitivo e pragmático Guia ou código de comportamentos, auditoria ambiental, Projeto de gestão/conser- vação Resolutiva ProblemaDesenvolver habilidades de resolução de problemas (PPP) do diagnóstico a ação. Cognitivo e pragmático Estudos de casos: análise de situação de problemas, Experiência de RP associado a um projeto.

9 Diversidade de correntes em EA (SAUVÉ, 2003) CorrenteConcepções Meio Ambiente Objetivos da EAEnfoques Dominante s Exemplos de estratégias SistêmicaSistemaDesenvolver o pensamento sistêmico: análise e síntese para visão global. CognitivoEstudo de Casos: análise de sistemas ambientais CientíficaObjeto de estudos Adquirir conhecimentos em ciências ambientais. Desenvolver habilidades relativas a experiência científica Cognitivo experimen- tal Estudo de fenômenos, observação, demonstração, experimentação, atividades de pesquisa hipotético- dedutiva HumanistaMeio de vida Conhecer o seu meio de vida e conhecer-se melhor em relação a ele. Desenvolver um sentimento de pertença. Sensorial, cognitivo, afetivo, experimen- tal, criativo e estético. Estudo do meio, itinerário ambiental, leitura da paisagem.

10 Diversidade de correntes em EA (SAUVÉ, 2003) CorrenteConcepções Meio Ambiente Objetivos da EAEnfoques Dominan- tes Exemplos de estratégias Moral / ética Objeto de valores Dar prova do eco civismo, Desenvolver sentimento de pertença Cognitivo, afetivo, moral. Análise de valores, definição de valores, crítica de valores sociais. HolisticaTotal, todo. O ser. Desenvolver as múltiplas dimensões do seu ser em interação com o conjunto de dimensões do meio ambiente. Conhecer o mundo num sentido orgânico. Holístico, Orgânico, Intuitivo, criativo. Exploração livre, visualização, oficinas de criação, integração de estratégias complementares Biorregio- nalista Lugar de pertença, Projeto comunitá- rio. Desenvolver competências em eco desenvolvimento comunitário, local ou regional. Cognitivo, afetivo, experencial, pragmático, criativo. Exploração do Meio, Projeto Comunitário, criação de ecoempresas.

11 Diversidade de correntes em EA (SAUVÉ, 2003) CorrenteConcepções Meio Ambiente Objetivos da EAEnfoques Dominan-tes Exemplos de estratégias PráxicaCadinho de ação. Reflexão. Aprender em, para e pela ação. Desenvolver competências de reflexão. PráxicoPesquisa ação. CriticaObjeto de transforma ção. Lugar de emancipa- ção. Desconstruir as realidades sócio ambientais, visando transformar o que causa problemas. Práxico, Refrlexivo, Dialogístico. Análise de discursos. Estudo de Casos. Debates. Pesquisa ação.

12 Movimento ambiental Rachel Carson: Lançamento do Livro Primavera Silenciosa Universidade de Keele - Conferência em Educação - Grã-Bretanha - Utilização pela 1a vez da expressão Environmental Education – A Educação Ambiental é parte essencial do processo educativo de todos os CIDADÃOS, em que os aspectos de conservação ou ecologia aplicada seria instrumento de ação através da biologia Fundado Clube de Roma - 30 especialistas discutem a crise mundial da humanidade Iniciou-se o uso da expressão Educação Ambiental nos EUA, sendo a 1ª nação a aprovar uma lei sobre EA.

13 Movimento ambiental Suécia países participaram da Conferência de Estocolmo - Conferência da ONU sobre Ambiente Humano. Recomendou-se um programa internacional de EA; Reconhecimento da EA como uma nova ciência para solução dos problemas ambientais mundiais (elemento crítico para o combate a crise ambiental mundial) Conferência de Belgrado Iugoslávia EA deve ter ações CONTÍNUAS, MULTIDISCIPLINARES e INTEGRADAS; Ética global: erradicar pobreza, fome, analfabetismo, poluição e dominação e da exploração humanas; foco nos modos de produção; Reutilização de materiais e tecnologias para alcançar estes objetivos; Programa Mundial de EA: desenvolver novos conhecimentos e habilidades, valores e atitudes para melhoria da qualidade ambiental e da qualidade de vida para gerações presentes e futuras.

14 Movimento ambiental ª Conferência Intergovernamental sobre EA - UNESCO/PNUMA - Conferência Tbilisi –– Geórgia Categorias e objetivos: Consciência; Conhecimento; Comportamento; Habilidades e Participação Divulgação do Our Commun Future (Nosso Futuro Comum), relatório da Comissão Mundial, ou Comissão Brundtland, sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. O Brasil foi representado pelo Prof.Dr. Paulo Nogueira Neto. Este Relatório tem sua ênfase maior no DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL e estabelece que a EA é instrumento para participação e orienta o mundo em torno deste objetivo, estabelecendo os alicerces de NOSSO FUTURO COMUM.

15 Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento - Conferência do Rio; Rio 92; ECO 92 Corroborou as recomendações de Tbilisi para a EA; Evidenciou-se a necessidade do enfoque interdisciplinar; Elaborou a Agenda 21 (um Plano de Ação para o Século XXI); Articulou a elaboração de Importantes Acordos, tratadas e convenções sobre meio ambiente; Endossou as recomendações da Conferência sobre Educação para todos realizada na Tailândia (1990) que incluiu a questão do Analfabetismo Ambiental. Formalizou a Carta Brasileira de Educação Ambiental; Fomentou o estabelecimento de redes (Ecolinks) entre as pessoas que lidam com a EA e suporte tecnológico;

16 Movimento ambiental Brasil - Constituinte - Inclusão do Artigo 225 tratando a questão ambiental; 1994 – Estabelecimento das diretrizes para a implantação Programa Nacional de Educação Ambiental - PRONEA – Política Nacional de Educação Ambiental – Lei n Regulamentação do Artigo 225 da CF com a edição da Lei Federal no 9795 de 27 de abril que dispõe sobre a EA e institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Determina a implantação da EA em todos os níveis de ensino, inclusive no 3o grau Regulamento da PNEA – Decreto n – Programa Nacional de Educação Ambiental - ProNEA

17 Movimento ambiental: Protocolo de Quioto Conseqüência de uma série de um movimento ambiental: Toronto Conference on the Changing Atmosphere, no Canadá – 1998; IPCC's First Assessment Report em Sundsvall, Suécia – 1990; Convenção – Quadro Das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (CQNUMC ou UNCCC em inglês) na Eco 92. Protocolo de Quioto foi aberto para assinaturas em 16 março de em Quioto; Data da entrada em vigor 16 de fevereiro de 2005; Condições para entrada em vigor: ratificação por cinqüenta e cinco países e que representem pelo menos 55% das emissões de gases do efeito estufa ocorrias no ano de 1990 – participação 175 países

18 Movimento ambiental: Protocolo de Quioto Calendário pelo qual os países desenvolvidos têm a obrigação de reduzir a emissão de gases do efeito estufa ( dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4), o oxido nitroso (N2O), Perfluorcarbonetos (PFC's): em, pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de 1990 no período entre 2008 e ações básicas dos países signatários: Reformar os setores de energia e transportes; Promover o uso de fontes energéticas renováveis; liminar mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins da Convenção; Limitar as emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos; Proteger florestas e outros sumidouros de carbono.

19 Movimento ambiental – Protocolo de Quioto - Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) Auxiliar o processo de redução de emissões de gases do efeito estufa - ou de captura/seqüestro de carbono; Assistência aos países para que cumpram seus compromissos quantificados de limitação e redução de emissões de gases do efeito estufa Os países que promovam redução ou captura de emissões de gases causadores do efeito estufa, obtém a Redução Certificadas de Emissões (RCEs) Os RCEs emitidos pelo Conselho Executivo do MDL, podem ser negociados no mercado global. Como os países industrializados possuem cotas de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa, estes podem adquirir os RCEs de desenvolvedores de projetos em países em desenvolvimento para auxiliar no cumprimento de suas metas.

20 Movimento ambiental – Protocolo de Quioto - Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) Tipos de projetos: Captura de gás em aterro sanitário; Tratamento de dejetos suínos e reaproveitamento de biogás; Troca de combustível; Geração de energia por fontes renováveis (biomassa, energia eólica, pequenas e médias hidroelétricas), energia solar; Compostagem de resíduos sólidos urbanos; Florestamento e reflorestamento em áreas degradadas. Setembro de 2006 a Bolsa de Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&F) leiloou 800 mil toneladas de crédito de carbono referentes a um projeto de produção de energia realizados a partir dos restos de um aterro em São Paulo. Ministério da Ciência e Tecnologia:

21 Movimento ambiental: MDL: Consultorias, elaboração de projetos... Pedido de propostas de projetos: Clique aqui para encontrar os formulários para elaborar o DCP: 02_port.pdf 02_port.pdf Recicle carbono: RWE Power A Climate Protection. Temos muito gosto em receber a sua Nota de Idéia de Projeto (project idea note - PIN) ou o seu Documento de Concepção do Projeto (project design document - PDD) em inglês ou Português por dirigido ao endereço Embrapa: Lança Livro sobre Seqüestro de Carbono em Seringais

22 Quem planeja a curto prazo, Planta cereais. A médio prazo, Planta árvores. A longo prazo, Educa pessoas

23 Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Meio Ambiente e saúde. Brasília, Secretaria de Educação fundamental.- 2ª ed. Brasília BRASIL. Ministério do Meio Ambiente dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal. Programa Nacional de Educação Ambiental – PRONEA. Brasília, Disponível na Internet: DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental - princípios e práticas. 6ªed. São Paulo. Ed. Gaia, JUNIOR, Arlindo Philipp; PELICIONI, M. Cecília Focesi. Educação Ambiental- Desenvolvimento de Cursos e Projetos. USP. Signus Ed RIBEIRO, M.A. Ecologizar: Pensando o Ambiente Humano. Belo Horizonte: Rona, CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE O MEIO AMBIENTE EDESENVOLVIMENTO. Agenda 21. 2ed. Brasília: Senado Federal, Subsecretaria de Edições Técnicas, CRESPO, Telson. Planeta Água – Um guia de Educação Ambienta para Conservação dos Recursos Hidrícos. 1ª ed. Ed. Papel & Virtual. RJ


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