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Articulação da Pan-Amazônia Mesa A crise e os planos do capital para a Amazônia Belém (Pa), 15-17 de julho de 2009.

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1 Articulação da Pan-Amazônia Mesa A crise e os planos do capital para a Amazônia Belém (Pa), de julho de 2009

2 Momento Histórico Complexo Necessidade de qualificarmos nossos instrumentos de análise; A crise e o fortalecimento das Instituições Financeiras Multilaterais: Banco Mundial e FMI, em especial: –Banco Mundial ganha em três frentes: financia atividades predatórias, faz a gestão de fundo global para o meio ambiente e realiza empréstimos para que os países desenvolvam boas práticas. A catástrofe ambiental se constitui em mais uma oportunidade de negócios: –Mercado de carbono: direito de poluir aos países ricos; –Venda de tecnologia limpa; –Apontam saídas técnicas, tecnológicas e individuais para problemas provocados pelo modelo de desenvolvimento – despolitização da sociedade. Avanço do ambientalismo conservador na Amazônia: –Garantir as áreas já preservadas: o resto é causa perdida; –Expansão de atividades de organizações como a USAID; –Captura de movimentos sociais e ongs da região.

3 Momento Histórico Complexo Desenvolvimentismo como a nova utopia de parcela significativa da esquerda, em especial de segmentos que chegaram ao comando de Estados Nacionais: –Desenvolvimento = crescimento econômico; –Desenvolvimento fundado na exploração intensiva dos recursos naturais; –Os padrões de produção e de consumo dos países desenvolvidos se constituem ainda como as principais referências. A centralidade dos conflitos na (Pan) Amazônia: as disputas para saber quem vai garantir o acesso, o uso e o controle dos recursos naturais da região.

4 Momento Histórico Complexo Estamos diante de um bloco de poder que desenvolve ações estratégicas bem definidas nos planos nacional e internacional para garantir o acesso, o uso e o controle dos recursos naturais existentes na (Pan) Amazônia: –Judicialização dos conflitos sociais; –Criminalização de movimentos sociais e de lideranças; –Flexibilização da legislação ambiental; –Amordaçamento do Ministério público e da Justiça Federal –Ataque aos direitos sociais.

5 Momento Histórico Complexo –Mudanças constitucionais que facilitem a expansão do capital: Diminuição da Faixa de Fronteira; Abertura das terras indígenas à exploração de mineradoras, petrolíferas e madeireiras, além do agronegócio. –Impedir a qualquer custo a demarcação de terras coletivas, parques, reservas e outros: incorporar novas terras ao mercado; –A integração econômica regional a partir da integração da infra-estrutura física – IIRSA e PAC.

6 Momento Histórico Complexo O uso da violência continua sendo algo inerente à expansão do capitalismo na Amazônia; Os modos de vida e as visões de mundo dos povos tradicionais da (Pan) Amazônia são incompatíveis com a expansão capitalista na região: –Tentativas de integração; –Transformação em algo exótico; –Extermínio.

7 De que Brasil estamos falando? Está entre os cinco maiores credores dos Estados Unidos – US$ 120 bi investidos em títulos do Tesouro estadunidense; Credor do Fundo Monetário Internacional; Disputa com a Índia e a China áreas estratégicas na África: –Expansão das atividades da Empresa Brasileira de Agropecuária – EMBRAPA; –Assistência técnica à expansão do cultivo da soja e de cana-de-açúcar no continente; –Perdão de dívidas por acesso a mercados; Menos dependente do mercado estadunidense.

8 De que Brasil estamos falando? País com crescente número de empresas multinacionais; Possui uma instituição como o BNDES que dispõe de R$ 120 bi para investimentos em 2009; –Mais de 10 vezes os recursos do Banco Mundial e BID para o país; –Financia grande parte das obras de infra-estrutura na América do Sul e parcela significativa das exportações dos países vizinhos. Possui um projeto claro de hegemonia política na América do Sul; Contribui para a estabilidade sul-americana Relações especiais com Peru, Chile e Argentina.

9 Que perspectivas? Qualquer projeto utópico de sociedade tem que enfrentar, necessariamente, questões cruciais decorrentes de três relações: –A superação das relações de exploração capital X trabalho; –A superação da dicotomia entre sociedade e natureza; –A superação das relações desiguais de gênero, racial e étnica.

10 Que perspectivas? Construir e consolidar um amplo leque de alianças na (Pan) Amazônia a partir das seguintes diretrizes: –Estruturar um bloco contra-hegemônico de poder que: Desenvolva a crítica implacável ao modelo de desenvolvimento que se baseia no uso intensivo dos recursos naturais, no consumo insustentável e no desperdício; Transforme as alternativas construídas pela sociedade civil em políticas públicas; Que fundamente sua utopia no respeito e valorização da diversidade cultural, na justiça sócio-ambiental, no combate a toda forma de discriminação, na construção e fortalecimento da democracia e no fim da exploração. –Articular as pautas de lutas atualmente existentes com temas de ponta da atualidade, como: Mudanças climáticas; Integração soberana. –Construir e fortalecer espaços coletivos que agreguem diferentes atores sociais do nosso campo.

11 Guilherme Carvalho Técnico da FASE Amazônia (91)


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