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Rio de Janeiro Nov/2010 A GERÊNCIA DE COOPERAÇÃO E FOMENTO Depto. do Instituto Tecnológico Vale.

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1 Rio de Janeiro Nov/2010 A GERÊNCIA DE COOPERAÇÃO E FOMENTO Depto. do Instituto Tecnológico Vale

2 Índice O Departamento do Instituto Tecnológico Vale A Gerência de Cooperação e Fomento - GACFV Dinâmica de atuação da GACFV Iniciativas da GACFV Ferramentas de apoio

3 A razão da existência do DITV O DITV existe para atender a visão da Vale em superar os padrões de excelência em pesquisa e desenvolvimento A Visão Vale: Nossa visão é sermos a maior empresa de mineração do mundo e superarmos os padrões consagrados de excelência em pesquisa, desenvolvimento, implantação de projetos e operação de negócios. Estudando fontes possíveis de inovação, nós estimamos que para cada pesquisador existente na estrutura interna de P&D da empresa, existem 200 engenheiros e cientistas espalhados pelo mundo que são tão bons quanto os nossos. Isso totaliza uma rede de 1,5 milhões de talentos que precisamos utilizar a nosso favor A. G. Lafley, chairman da Proctor & Gamble Estudando fontes possíveis de inovação, nós estimamos que para cada pesquisador existente na estrutura interna de P&D da empresa, existem 200 engenheiros e cientistas espalhados pelo mundo que são tão bons quanto os nossos. Isso totaliza uma rede de 1,5 milhões de talentos que precisamos utilizar a nosso favor A. G. Lafley, chairman da Proctor & Gamble A Visão de benchmarking:

4 Modelo de Inovação FechadaModelo de Inovação Aberta O DITV marca um passo importante na trajetória de gestão de tecnologia e inovação da Vale em direção ao conceito de inovação aberta (open-innovation). Pesquisa científica e tecnológica Descentralização nas UNs Criação do Comitê de Tecnologia Formalização Institucional do DITV Criação da SUTEC SUTEC Diagnóstico da estrutura de P&D e visão do ITV Histórico do P&D na Vale

5 P&D Solução inovadora para problema existente Melhoria de processos pela introdução de nova solução Soluções tecnológicas Aporte de novos conceitos podendo mudar a rotina de gestão Desenvolve fornecedores e engenharia para viabilizar conceitos novos - prazo médio e risco médio Solução inovadora para problema existente Melhoria de processos pela introdução de nova solução Soluções tecnológicas Aporte de novos conceitos podendo mudar a rotina de gestão Desenvolve fornecedores e engenharia para viabilizar conceitos novos - prazo médio e risco médio DITV Busca do problema futuro Soluções conceituais disruptivas Mudanças fundamentais nas estruturas de negócios e dos processos Aposta em conceitos revolucionários – prazo longo e alto risco Caráter prospectivo Busca do problema futuro Soluções conceituais disruptivas Mudanças fundamentais nas estruturas de negócios e dos processos Aposta em conceitos revolucionários – prazo longo e alto risco Caráter prospectivo Objetivo do DITV O objetivo é vislumbrar tendências e se antecipar a problemas que poderão afetar os negócios da Vale. A visão de longo prazo posiciona a empresa à frente do desenvolvimento tecnológico, dando-lhe chances de aproveitar novas oportunidades de investimentos e ganhos em vantagem competitiva, preparando a organização para desafios futuros.

6 Fomento e fortalecimento das comunidades de Ciência e Tecnologia; Apoio a governança da gestão de tecnologia e inovação na Vale; Coordenação das iniciativas de tecnologia e inovação junto à comunidade de Ciência e Tecnologia Coordenação do P&D H3; Gestão centralizada dos processos corporativos de Gestão de Tecnologia e Propriedade Intelectual Propostas de valor do DITV Criar opções de futuro para a Vale por meio de pesquisa científica e desenvolvimento de tecnologias, expandindo a fronteira dos negócios de maneira sustentável

7 Estrutura organizacional do DITV em 2010 Gerência de Projetos e Qualidade Gerência de Gestão e Planejamento Econômico Gestão de Tecnologia e Propriedade Intelectual Gerência de Cooperação e Fomento Gestão de Parcerias e Recursos DITV Gestão Executiva dos ITVs

8 Comunidade de C&T Desenvol- vimento de pesquisas Formação de RH Infra- estrutura Institutos Tecnológicos Vale Locus da estratégia Define a estratégias, políticas e diretrizes de execução, monitora estrategicamente o desempenho de cada unidade do ITV Locus da excelência científica Desenvolve a pesquisa básica e a formação de recursos humanos nas ciências básicas e aplicadas Locus do conhecimento técnico e de pesquisa Executor das atividades de pesquisa, ensino e desenvolvimento de tecnologias que habilitem potenciais negócios para a Vale Pesquisas Fomento Dinamização da comunidade de C&T Colaboração em pesquisa Direcionamento estratégico e monitoramento Resultados de pesquisa e RH qualificado Como o DITV se estrutura para desenvolver suas iniciativas DITV WAY DITV Corporate Core Gestão de tecnologia e Propriedade Intelectual Gestão de Parcerias e Recursos Gestão Institutos Tecnológicos Vale ITV Pará Desenvolvimento Sustentável ITV Minas Gerais Mineração ITV São Paulo Energia

9 Principais stakeholders do DITV - Atração de recursos humanos especializados - Apoio a iniciativas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico - Maximizar o uso de fontes externas de financiamento (fundos nacionais e internacionais, leis de incentivo, etc) - Ampliação de intercâmbio e pesquisa - Contribuição para o fortalecimento do sistema de inovação - Desenvolvimento regional associado a pesquisa, inovação e tecnologia - Intercâmbio de conhecimento - Pesquisas colaborativas - Ampliar a competitividade da Vale por meio do desenvolvimento de tecnologias portadoras de futuro e que contribuem para o contínuo crescimento da empresa. - Imagem associada à pesquisa, inovação e tecnologia - Realizamos mineração do futuro e sustentável - Atrair talentos - Sinergias na área de P&D Ser percebida como empresa inovadora que investe em ciência e tecnologia Comunidade de Ciência e Tecnologia (Brasil e exterior) Novo modelo de articulação institucional para o desenvolvimento de pesquisa Pesquisadores, cientistas e outros profissionais reconhecidos na área de CT&I Instituições acadêmicas Governos e agências de promoção do Desenvolvimento de CT&I Governos e agências de promoção do Desenvolvimento de CT&I Institutos de P&D privados Investidores Imprensa (Brasil e Exterior) Imprensa (Brasil e Exterior) ONGS (Brasil e exterior) ONGS (Brasil e exterior) Empregados Vale Global Unidades operacionais de pesquisa Vale Global

10 Índice O Departamento do Instituto Tecnológico Vale A Gerência de Cooperação e Fomento - GACFV Dinâmica de atuação da GACFV Iniciativas da GACFV Ferramentas de apoio

11 Diagnóstico Vale (Brasil / 2009) Distribuição dos projetos de P&D de acordo com Grau de novidade X Benefício para o negócio

12 . Diagnóstico Vale (Brasil / 2009) Características das redes de parceiros de CT&I Carência de redes de P&D e inovação mais abrangentes, que promovam a integração de conhecimento, profundidade no tratamento de temas complexos e disseminação regional do conhecimento A maioria dos projetos envolve apenas uma instituição externa.

13 A Gerência de Cooperação e Fomento - GACFV A Gerência de Cooperação e Fomento estrutura as iniciativas de fomento à pesquisa científica e tecnológica de forma a executar a estratégia de fomento à CT&I estabelecida pelo DITV. Objetivo estratégico Dimensão estratégica do DITV Planejamento estratégico da Vale Estratégia de tecnologia - VTC Objetivo estratégico Dimensão tática do DITV Execução da estratégia de fomento à CT&I Estratégia do DITV Monitoramento do ambiente interno/ externo – tendências tecnológicas Alavancar recursos externos para financiar o desenvolvimento de pesquisa e tecnologias estratégicas para a Vale Contribuir para o desenvolvimento das políticas nacionais de CT&I Desenvolver e executar modelos de articulação institucional para etruturar e fortalecer as relações de cooperação da Vale com a comunidade de CT&I Ampliar a competitividade por meio do desenvolvimento de conhecimentos científicos inovadores e tecnologias portadoras de futuro.

14 Benefícios propostos pela GACFV InternosInternosExternosExternos CorporativoComunidade de CT&I Criação de opções estratégicas para futuros negócios Contribuição para a modernização da imagem da Vale como colaboradora do progresso da pesquisa científica e tecnológica. Acesso a recursos humanos especializados, infra- estrutura e novos conhecimentos científicos; Promoção de sinergia e coordenação das iniciativas de fomento conduzidas pela empresa; Alavancagem interna e externa de recursos para fomento à pesquisa científica e tecnológica; Compartilhamento do custo e risco do desenvolvimento de pesquisas. Unidades de negócio da Vale Complementação de capacidade de produção de pesquisa científica e tecnológica; Formação de recursos humanos especializados; Aprendizado conjunto e compartilhamento de soluções tecnológicas. Governo e Regiões Acesso a recursos humanos especializados, infra- estrutura e novos conhecimentos científicos; Promoção de sinergia e coordenação das iniciativas de fomento conduzidas pela empresa; Alavancagem interna e externa de recursos para fomento à pesquisa científica e tecnológica; Compartilhamento do custo e risco do desenvolvimento de pesquisas. Aumento da produção de pesquisas científicas e desenvolvimento econômico de base tecnológica no país; Desenvolvimento regional associado à pesquisa, inovação e tecnologia; Ampliação de intercâmbio de conhecimento e pesquisa Contribuição para o fortalecimento do sistema de CT&I nacional e internacional.

15 As ações de cooperação e fomento almejam o aprimoramento de, ao menos, um dos três pilares de desenvolvimento da comunidade de CT&I: formação de recursos humanos especializados; fomento à produção de novos conhecimentos científicos; e melhorias da infra-estrutura das instituições de CT&I. Pilares de atuação da GACFV Formação de recursoshumanosespecializadosInfraestrutura deinstituições de CT&IProdução deconhecimento de CT&I Ações de cooperação e fomento Os três pilares de desenvolvimento de CT&I são alcançados através das categorias de modalidades de fomento que são a base das iniciativas de cooperação. Desenvolvimento da comunidade de CT&I

16 Estrutura organizacional do DITV em GACFV Gerência de Cooperação e Fomento Cooperação Nacional Fomento Induzido Cooperação Internacional Cooperação Nacional Fomento Aberto

17 Agenda O Departamento do Instituto Tecnológico Vale A Gerência de Cooperação e Fomento - GACFV Dinâmica de atuação da GACFV Iniciativas da GACFV Ferramentas de apoio

18 A estratégia de fomento compreende o tipo de direcionamento que se deseja ter em cada iniciativa e depende do resultado que se espera obter com elas. Dinâmica de atuação da GACFV Estratégia das ações de cooperação e fomento A estratégia de fomento pode ser configurada por meio da combinação de três variáveis Temas de pesquisa; Âmbito geográfico; e Modalidades de fomento. Aberto Induzido Cada uma das variáveis acima pode ser tratada a partir de um continuum de possibilidades, o que acarreta em uma maior ou menor flexibilidade no desenho de cada ação, consistindo em um posicionamento de fomento mais induzido ou mais aberto

19 Projeto Programa Linhas de Pesquisa Linhas de pesquisa Macroprograma Diz respeito ao grau de especificação dos temas que serão objeto da ação de cooperação e fomento em questão. Aberto Induzido A ação de cooperação e fomento está focada em temas específicos, previamente definidos e diretamente ligados a demandas internas da empresa. a ação de cooperação e fomento não se restringe a temas específicos. A ideia é atuar de forma ampla, a fim de mapear novos temas e expertises de excelência acadêmica. Em um tratamento aberto... Em um tratamento induzido... Dinâmica de atuação da GACFV Posicionamento do fomento quanto aos TEMAS DE PESQUISA

20 Aberto Induzido A ação de cooperação e fomento está voltada para localidades/ instituições específicas e estratégicas para a empresa. a ação de cooperação e fomento é desenvolvida em âmbito nacional ou internacional, sem a definição prévia de localidades específicas. Em um tratamento aberto... Em um tratamento induzido... Dinâmica de atuação da GACFV Posicionamento do fomento quanto ao ÂMBITO GEOGRÁFICO Diz respeito à especificação da localização geográfica para onde serão direcionadas as ações de cooperação e fomento em questão. Aqui define-se a intenção de se restringir ou não a atuação do fomento a locais estratégicos para a empresa.

21 Aberto Induzido a ação de cooperação e fomento define de forma específica qual(is) modalidade(s) de fomento deverão ser priorizadas, tendo com base as demandas da empresa. a ação de cooperação e fomento é desenvolvida com base nas categorias mais amplas dos pilares de CT&I, sem definir quais modalidades de fomento serão trabalhadas especificamente. Em um tratamento aberto... Em um tratamento induzido... Dinâmica de atuação da GACFV Posicionamento do fomento quanto às MODALIDADES DE FOMENTO Diz respeito à especificação das modalidades de fomento que serão selecionadas para as ações de cooperação e fomento em questão. Define-se o nível de especificidade que se quer atuar nos pilares de desenvolvimento de CT&I: formação de RH externo especializado; produção de conhecimento científico; melhoria da infra- estrutura de instituições de CT&I.

22 A estratégia das ações de cooperação e fomento é o resultado da combinação das três variáveis e do tratamento dado a cada uma especificação das modalidades de fomento que serão selecionadas para as ações de cooperação e fomento grau de especificação dos temas que serão objeto da ação de cooperação e fomento especificação da localização geográfica para onde serão direcionadas as ações de cooperação e fomento

23 Aporte de recursos para as ações de cooperação e fomento científico e tecnológico O modelo de compartilhamento de recursos se propõe a otimizar os recursos da Vale destinados ao fomento à pesquisa científica e tecnológica. A alavancagem proposta pelo modelo pode se dar tanto externa quanto interna à Vale. Recursos externos Recursos internos Parcerias com agências e/ou órgãos de fomento governamentais (ex: FAPs, CNPq, Finep, BNDES, Banco Mundial) outras empresas; A participação ocorre por meio da disponibilização de bens e serviços ou de recursos financeiros. A lógica de aporte de recursos obedece as seguintes alternativas, de acordo com a metodologia de gestão de demandas do DITV: Recursos exclusivos do DITV; Recursos compartilhados entre UNs e DITV; Recursos provenientes de uma ou mais unidades de negócio da Vale.

24 Índice O Departamento do Instituto Tecnológico Vale A Gerência de Cooperação e Fomento - GACFV Dinâmica de atuação da GACFV Iniciativas da GACFV Ferramentas de apoio

25 Convênio Vale – FAPESPA (2008) 48 meses R$ 4,1 MM Bolsas de mestrado e doutorado Início: 2008 R$ 4,1 MM Fortalecer o sistema institucional de Pós-Graduação do Estado do Pará; Contribuir para a formação de mestres e doutores, apoiando a formação de docentes e pesquisadores em áreas específicas de conhecimento relacionadas ao setor da Mineração; Fomentar a qualificação das universidades do Pará e aumentar os esforços de pesquisa para a promoção de inovação nos Parques de Ciência e Tecnologia. A administração dos recursos é da FAPESPA

26 Convênio Vale – CNPq Consolidar linhas de pesquisa consideradas prioritárias no projeto Tendências Tecnológicas – Brasil 2015 – Geociências e Tecnologia Mineral, através do estimulo à formação de redes de pesquisa. 36 meses R$ 6,9 MM R$ 2,2 MM Itens de custeio Capital Bolsas Início: 2009 A administração dos recursos é do CNPq R$ 4,7 MM CT-Mineral

27 Convênio Vale – FAPs (Fundações de Amparo à Pesquisa) Estimular projetos de pesquisa nas macro-áreas de Ecoeficiência e Biodiversidade; Mineração; Energia, e Processos Ferrosos para Siderurgia tendo como principal objetivo a produção de CT&I de alta qualidade nas regiões envolvidas. 60 meses R$ 120 MM R$ 72 MM R$ 8 MM R$ 20 MIM R$ 20 MM Itens de custeio Capital Bolsas Edificação e obras civis Início: 2009 Comitê Vale: técnicos Vale e especialistas das áreas participam do julgamento, seleção e acompanhamento das propostas de pesquisa. Comitê Vale: técnicos Vale e especialistas das áreas participam do julgamento, seleção e acompanhamento das propostas de pesquisa. Redes

28 Convênio Vale – PUC - SP Incentivos a grupos de pesquisas na área de direito ambiental minerário. 48 meses R$ 1,1 MM PUC – São Paulo Início: 2011 R$ 1,1 MM

29 Ações já negociadas - Nacional Edital Vale – FAPESPA Atividades AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Desembolso dos Recursos Vale Relatório Técnico Científico Planejamento de apresentação dos bolsista de Taxa de Bancada Edital Vale – CNPq 2ª Fase - Projetos/oportunidades selecionados por departamentos Vale Atividades AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Contrata ç ão pelo CNPq Libera ç ão da 2 ª parcela Aguardando resultado das propostas selecionadas Aprova ç ão do or ç amento Comunicar as universidades Confec ç ão das minutas - Readequa ç ão dos projetos Iniciar os convênios

30 Ações já negociadas - Nacional Edital Vale – FAPs Atividades AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Convoca ç ão e Defini ç ão dos Ad Hoc Avalia ç ão individual do M é rito Cient í fico Organiza ç ão das propostas em Rede Imersão dos Ad Hocs Separa ç ão de propostas individualmente por macro-tema Julgamento do Comitê Vale Consolida ç ão das avalia ç ões An á lise do Comitê Gestor Aprova ç ão das propostas Contrata ç ão das propostas aprovadas Vale – PUC-SP Atividades AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Finaliza ç ão da Minuta Assinatura da Minuta

31 Convênio Vale – EPFL e USP (Internacional) Fomento a bolsas de doutorado na EPFL (École Polytechnique Fédérale) para pesquisadores da USP na área de Logística para avaliação das estruturas das pontes e das ferrovias da EFVM e EFC. 48 meses Recursos da Vale Internacional R$ 4MM Itens de custeio Bolsas Início: 2010 R$ 1 MM

32 Convênio Vale – CNPq (Internacional) Fomento a bolsas de mestrado e doutorado para alunos moçambicanos estudarem em universidades brasilieras. Os alunos foram selecionados no Seminário de Prospecção de Oportunidades de Cooperação em Ciência e Tecnologia, Avaliação e Perspectivas do Programa de Pós-Graduação CNPq/Brasil – MCT/Moçambique. 24 meses Início: 2010 A administração dos recursos é do CNPq 15 bolsas de mestrado e doutorado 15 passagens aéreas Mz-Br-Mz 15 bolsas de mestrado e doutorado 15 passagens aéreas Mz-Br-Mz 35 bolsas de mestrado e doutorado 35 passagens aéreas Mz-Br-Mz 35 bolsas de mestrado e doutorado 35 passagens aéreas Mz-Br-Mz R$ 1,7 MM R$ 600 K

33 Ações já negociadas, em andamento - Internacional Atividades AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Chegada do PhDs Vale – USP – EPFL Atividades 2011 Recebimento Relat ó rio Cient í fico Anual Recebimento Relat ó rio Financeiro Anual Vale – CNPq (Internacional)

34 Ação Vale – EMBRAPA (EM NEGOCIAÇÃO) Desenvolver pesquisas em temas de interesse da Vale e da EMBRAPA. Áreas da Vale participantes: Meio Ambiente, unidades de Ferrosos; Energia; Fertilizantes; Fundação Vale e África/Simandou Meio Ambiente; unidades de Ferrosos; Energia; Fertilizantes; Fundação Vale; África/Simandou Meio Ambiente; unidades de Ferrosos; Energia; Fertilizantes; Fundação Vale; África/Simandou Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

35 Ação Vale – Moçambique (EM NEGOCIAÇÃO) Construção da nova Biblioteca das Faculdades de Engenharia e Geologia da Universidade Eduardo Mondlane. Além da Universidade, esta ação conta com o apoio do Departamento de Biblioteconomia da UFRJ. O projeto está estimado em US$3.5MM em 3 anos. Financiamento da obra, infraestrutura e acervo técnico da Biblioteca Financiamento da obra, infraestrutura e acervo técnico da Biblioteca Licenciamento da nova Biblioteca junto aos órgãos locais Licenciamento da nova Biblioteca junto aos órgãos locais Capacitação dos funcionários da Biblioteca Capacitação dos funcionários da Biblioteca

36 Ação Vale – Omã (EM NEGOCIAÇÃO) Desenvolver pesquisas com o intuito de sanar os três problemas fitossanitários mais comuns de Omã: (a) Murcha-de-ceratocystis em mangueira; (b) Vassoura de Bruxa em limoeiro; (c) Dubas Bug em tamareira. As pesquisas deverão ser desenvolvidas em parceria com instituições científicas omanis. Financiamento das pesquisas estimadas em R$ 9MM em 4 anos Financiamento das pesquisas estimadas em R$ 9MM em 4 anos Universidade Federal de Viçosa Universidade Federal de Viçosa Apoio em Omã Ministério da Agricultura de Omã Universidade Sultan Qaboos 48 meses Início: 2010

37 Ação Vale – Queensland (EM NEGOCIAÇÃO) Estabelecer o programa de Geociências Vale-UQ, com o objetivo de ser o maior centro de conhecimento em geociências de Carvão Mineral no mundo. O programa vai desenvolver capital humano e projetos de pesquisa para solucionar problemas nas operações de carvão da Vale Austrália, ou em qualquer outra operação global de carvão da empresa. 60 meses Início: 2011 Aportará o mesmo valor que a Vale Aportará o mesmo valor que a Vale Valor divido entre DITV e Vale Austrália Valor divido entre DITV e Vale Austrália US$ 2,5 MM FAPERGS – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul US$ 1,25 MM Linhas Temáticas

38 Ação Vale – CSIRO (EM NEGOCIAÇÃO) Cooperação entre Vale, Vale afiliadas e o CSIRO, com a finalidade de desenvolver capacidades em pesquisa, nas áreas temáticas: Desenvolvimento Sustentável; Mineração; Processos Minerais e Energia. Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation 60 meses Início: 2011 US$ 2 MM Vale e Vale Afiliadas Vale e Vale Afiliadas

39 Ações em fase de negociação - Nacional Atividades AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Encontro Institucional Assinatura convênio Vale – EMBRAPA

40 Vale – UFV – OMÃ Vale - Vale Austrália - UQ Ações em fase de negociação - Internacional Atividades AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Visita omanis em UFV MOU – Evento assinatura Assinatura 2 convênios Vale-UFV Retorno da SQU Atividades AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Ida a FAPERGS In í cio dos contatos Vale - UQ - FAPERGS Assinatura Convênio Biblioteca MOÇAMBIQUE Atividades AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Aguardando proposta de diagn ó stico da Diagonal consultoria

41 Ações em fase de negociação - Internacional Vale - CSIRO Atividades AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Encontro Institucional Aguardando contibui ç ões para Carta de Inten ç ões

42 DITV – GACFV na mídia Matérias publicadas em mídias de Omã - Vale assina protocolo de intenções com Universidade brasileira para conduzir estudos na área de agricultura em Omã

43 DITV – GACFV na mídia Parceria entre Vale e Universidade Federal de Viçosa é destaque no jornal O Globo. Assinatura do Protocolo de Intenções entre Vale e Universidade Federal de Viçosa e visita dos omanis são destaque em matéria do jornal Estado de Minas.

44 DITV – GACFV na mídia Promove pesquisas que contribuem para a geração de conhecimento científico e tecnológico, contribuindo para modernizar o setor de mineração. Estabelece vínculos sólidos e duradouros com o meio acadêmico para construir uma ampla rede de conhecimentos e relacionamentos de abrangência nacional e internacional; Estimula e colabora com as estratégias de CT&I do Brasil e dos países onde a Vale mantém relações, promovendo o desenvolvimento econômico de base científica e tecnológica; Brasil Econômico, 23/12/09

45 Agenda O Departamento do Instituto Tecnológico Vale A Gerência de Cooperação e Fomento - GACFV Dinâmica de atuação da GACFV Iniciativas da GACFV em andamento Ferramentas de apoio

46 Programação do fomento Definição Objetivos é a forma estruturada do DITV programar sua atuação nas atividades de cooperação e fomento de acordo com a estratégia ditada para o período. organizar a atuação da GAFCV de forma a envolver os potenciais parceiros dentro de uma agenda; identificar o montante que será demandado para o ciclo orçamentário; gerar cumulatividade na produção de conhecimento das temáticas abordadas na estratégia do DITV. Programação das ações de cooperação e fomento científico e tecnológico do DITV Ilustrativo

47 Indicadores de impacto e desempenho das ações de cooperação e fomento científico e tecnológico Indicadores de impacto e desempenho do fomento á CT&I Definição Objetivos Ilustrativo indicadores de impacto e desempenho que auxiliarão a análise dos resultados dos investimentos da Vale junto á comunidade de CT&I, bem como monitoramento das iniciativas da GACFV. oferecer para a Vale o registro dos resultados e a mensuração dos impactos dos investimentos na comunidade de CT&I de acordo com os seus pilares de desenvolvimento; monitorar e acompanhar a implementação da estratégia de fomento do DITV.

48 Cardápio de critérios de julgamento Vale Ilustrativo Critérios de julgamento Definição Objetivos são os critérios que embasam as avaliações da Vale nas três etapas de julgamento dos projetos de pesquisa científica e tecnológica, a saber: seleção, acompanhamento, e conclusão. assegurar que os projetos financiados pela Vale estejam em consonância com os interesses e expectativas da empresa.

49 Cardápio de modalidades de fomento à pesquisa científica e tecnológica Ilustrativo Cardápio de modalidades de fomento Definição Objetivos é o cardápio que contém as modalidades de incentivo disponíveis para a formalização de acordos de cooperação científicos e tecnológicos entre a Vale a as instituições parceiras. facilitar a definição do posicionamento de fomento acerca das modalidades e a seleção das mesmas; utilizar termos e estruturas de fomento já conhecidos pela comunidade de CT&I.

50 ANEXOS

51 Mediação entre demandas e propostas de pesquisa científica e tecnológica Busca por potenciais parceiros Demandas da Vale Demandas do departamento Ofertas de potenciais parceiros Autor de pesquisasSolicitante de pesquisas DITV A Gerência de Cooperação e Fomento é responsável por instaurar um novo modelo de articulação institucional para o desenvolvimento de pesquisa, estreitando os laços da Vale com o meio acadêmico e oferecendo a oportunidade de aprendizado conjunto e compartilhamento de soluções tecnológicas. As unidades de negócio da Vale e o próprio DITV enviam demandas por pesquisas científicas e tecnológicas.

52 Mediação entre demandas e propostas de pesquisa científica e tecnológica A Gerência de Cooperação e Fomento é responsável por instaurar um novo modelo de articulação institucional para o desenvolvimento de pesquisa, estreitando os laços da Vale com o meio acadêmico e oferecendo a oportunidade de aprendizado conjunto e compartilhamento de soluções tecnológicas. Ao mesmo tempo, outros institutos da comunidade de CT&I procuram o DITV para oferecerem propostas de pesquisas. Busca por potenciais parceiros Demandas da Vale Demandas do departamento Ofertas de potenciais parceiros Autor de pesquisasSolicitante de pesquisas DITV

53 Mediação entre demandas e propostas de pesquisa científica e tecnológica A Gerência de Cooperação e Fomento é responsável por instaurar um novo modelo de articulação institucional para o desenvolvimento de pesquisa, estreitando os laços da Vale com o meio acadêmico e oferecendo a oportunidade de aprendizado conjunto e compartilhamento de soluções tecnológicas. As pesquisas viabilizadas pelo DITV podem tanto ser realizadas por parceiros que se apresentaram ao departamento ou por institutos de CT&I identificados por ele. Busca por potenciais parceiros Demandas da Vale Demandas do departamento Ofertas de potenciais parceiros Autor de pesquisasSolicitante de pesquisas DITV

54 Fomento e fortalecimento da comunidade de C&T Operacionalização, acompanhamento e controle Desenvolvimento de projetos especiais Planejamento Execução e Controle Mapeamento dos atores e das competências da comunidade de C&T Operacionalização de convênios Divulgação de convênios Encerramento e Gestão da propriedade intelectual Avaliação e seleção de candidatos / proponentes Comunicação formal da ação de fomento Desenho da ação de fomento e Captação de recursos para financiamento Modelagem e desenvolvimento de programas de fomento e apoio a comunidade de C&T Instituição de canais com atores regionais para entendimento de necessidades locais Relacionamento com comunidade acadêmica Relacionamento com agências de fomento e órgãos governamentais Relacionamento institucional com country managers Planejamento Estratégico do relacionamento da Vale com a comunidade de C&T

55 Mineração Energia Ecoeficiência e Biodiversidade Produtos Ferrosos para Siderurgia Linhas de pesquisa não exclusivas As macro-áreas de pesquisa desta Chamada de Propostas são: Tais macro-áreas estão subdivididas em subáreas e linhas temáticas não exclusivas de interesse dos parceiros para servirem como objeto aos projetos de pesquisa a serem propostos. Linhas de pesquisa discriminadas no Anexo II da Chamada de Propostas Linhas de pesquisa discriminadas no Anexo II da Chamada de Propostas

56 1.Métodos indiretos de prospecção mineral (ex.: sensoriamento remoto e geofísica) 2.Métodos alternativos aos processos de sondagem testemunhada (ex.: sonda rótulo percursiva) 3.Geometalurgia 4.Geotecnia 5.Reutilização industrial de resíduos de grandes volumes: rejeitos, estéril de mina, sucata e madeira 6.Mineração e meio ambiente 7.Espeleologia - Cavernas associadas à lateritas 8.Geociências 9.Beneficiamento 10.Hidrometalurgia 11.Automação 12.Logística 13.Lavra Subterrânea 14.Operação de Minas 15.Transporte de polpa em longa distância 16.Novas Rochas para Produção de Fertilizantes para Agricultura Mineração 1.Novas rotas de biocombustíveis 2.Melhorias e redução de investimentos na geração de energia elétrica a partir de biomassa 3.Rotas de geração de energia a partir do álcool 4.Melhorias da eficiência na geração hidrelétrica 5.Redução da perda de energia na 6.Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica 7.Melhoria do uso de energia elétrica na produção (motores/compressores/sistemas de refrigeração/combustão) 8.Sistema fechado de geração de energia em locomotivas 9.Modelos de armazenagem de energia 10.Novas formas de geração distribuída (ex.: gaseificação do carvão/células de hidrogênio) 11.Tecnologias modernas para produção de carvão vegetal 12.Tecnologia de termoconversão de biomassa (gaseificação e pirólise) Energia 1.Efeitos da drenagem ácida (biodiversidade, água, solo) 2.Sensoriamento remoto para mensuração e qualificação de impactos ambientais 3.Reabilitação de áreas degradadas 4.Restauração de ecossistemas 5.Conservação de ecossistemas 6.Aplicação da biodiversidade nos processos industriais 7.Captura e imobilização de carbono 8.Serviços ambientais dos ecossistemas 9.Contabilidade ambiental 10.Diminuição dos danos à biodiversidade nas atividades operacionais (mineração; ferrovia; portos) 11.Desmatamento evitado 12.Impactos físicos e econômicos de mudanças climáticas 13.Processos alternativos para redução, reaproveitamento e disposição de resíduos, estéreis e rejeitos 14.Identificação e tratamento de áreas contaminadas 15.Processos de redução de emissão de gases de efeito estufa 16.Avaliação e gestão de recursos hídricos 17.Descarte e recuperação de água de lastro 18.Desenvolvimento de materias ecoeficientes 19.Ciclo de vida de produtos 20.Construção sustentável com materiais e projetos adaptados à realidade local 21.Tecnologias menos agressivas na pesquisa mineral 22.Arqueologia Ecoeficiência e Biodiversidade 1.Aglomeração 2.Redução 3.Modelamento Matemático 4.Caracterização de Minérios 5.Novos Produtos Produtos Ferrosos para Siderurgia

57

58 Linhas Temáticas - Ação Vale – Queensland Projeto 01 - Origens da variabilidade espacial do gás da emenda de carvão e de comportamento da drenagem Projeto 02 - Controles geológicos da ocorrência de fósforo, enxofre e álcalis - implicações para beneficiamento Projeto 03 - Controle estrutural das condições do solo e qualidade do carvão Projeto 04 – Otimização das tecnologias de sísmica de reflexão para caracterização estrutural e geológico Projeto 05 – Influência tectônica sobre a localização e estilos de acumulação de sedimentos nas medidas de carvão Karoo, Moçambique Projeto 06 - Desenvolvimento de programa in-house de formação para engenheiros e geólogos Vale Retorno Apresentação

59 Números do edital Vale – FAPs (1/2) Submetid os MGPASPTotal Individuais 70$ 50 MM33$ 26 MM 22$ 26 MM125$ 102 MM Rede (63) 61$ 64 MM44$ 84 MM51$ 64 MM151$ 212 MM Total 131$ 114 MM77$ 110 MM73$ 90 MM281$ 314 MM

60 Números do edital Vale – FAPs (2/2) Submetidos em Rede MGPASPTotal Submetidos (64) Com mérito Interestaduais (42) Recomendados (33) R$ 33,8 MM Submetidos Individualmente MGPASPTotal Submetidos Com mérito R$ 47,7 MMR$ 10,9 MMR$ 92,4 MM

61 Análise quantitativa das propostas em rede (recomendadas) Subprojetos X Macro-áreas Subprojetos X Estados 74 subprojetos recomendados em 33 redes

62 Análise quantitativa das propostas em rede (recomendadas) Valores e quantidade de subprojetos X Estado Valores e quantidade de subprojetos X macro-área MG/PAMG/SPPA/SPMG/PA/SPTotal Energia5 Ecoeficiência e Biodiversidade14 Ecoeficiência e Biodiversidade / Mineração4 Mineração9 Energia / Mineração1 Total33 Quantidade de redes nos respectivos Estados: Quantidade de redes nas respectivos macro-áreas:

63 Análise quantitativa das propostas em rede (recomendadas) Quantidade de subprojetos X por macro-área Quantidade de subprojetos X macro-área X Estado 2 nós27 3 nós5 4 nós0 5 nós1 Total33 Quantidade de redes com: Retorno Apresentação


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