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Aula 7: Composição: forma, cor e tipologia.. Forma Podemos classificar os elementos do desenho bidimensional em 3 grandes grupos:  Conceituais: ponto.

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1 Aula 7: Composição: forma, cor e tipologia.

2 Forma Podemos classificar os elementos do desenho bidimensional em 3 grandes grupos:  Conceituais: ponto linha e plano São “percebidos” pelo homem.  Visuais: formato, tamanho cor e textura. São “percebidos” e “somados” pelo homem.  Relacionais: posições, direção espaço e peso (gravidade) São “percebidos”, “somados” e “somados” pelo homem. Formando o tridimensional. (profundidade)

3 Como percebemos a forma?  Linha (seu contorno)  Peso e Tamanho (quantitativo e qualitativo)  Textura (original e representada)  Valor tonal (acromáticos e cromáticos)  Posição espacial (na gôndola) Tudo isso influencia na forma, por exemplo, tamanho + cor, conhecendo as cores e a influencia do tamanho poderemos criar um frasco de xampu mais vertical com cores claras para dar a impressão que existe mais produto dentro do frasco.

4 Conceitos compositivos  Configuração: é o conjunto de relações organizacionais que define os objetos no campo visual, isto é, é a percepção da imagem como um todo: figura principal, o fundo, as figuras secundárias, a cor, a textura.

5 Equilíbrio visual  Do ponto de vista da física, o equilíbrio é o estado no qual as forças que agem sobre um corpo se compensam mutuamente, ele é obtido por meio de duas forças de igual resistência em direções opostas.  O equilíbrio e a proporção fazem parte da natureza e quando o equilíbrio não é de forças iguais, o nosso olho se encarrega de sentir o equilíbrio ou o desequilíbrio.  No caso da embalagem, a relação de proporção, precisa haver um predominância visual daquilo que queremos realçar, ou a marca em destaque, ou o apptite apple.

6 Equilíbrio visual  O equilíbrio visual sempre possui um centro de gravidade, e é a partir dele que devemos nos basear.  O equilíbrio é um estado de pausa, tranqüilidade.

7 Equilíbrio visual Assim classificamos o equilíbrio visual, em 4 tipos: 1. Axial simétrico 2. Axial assimétrico 3. Oculto 4. Radial

8 Equilíbrio visual

9 1. Centralizado em algum eixo que estará centralizado em relação ao espaço 2. centralizado num eixo, mas não centralizado no espaço, assim uma parte pode ter uma forma maior que a outra. 3. Sem eixos explícitos. As partes apesar de não serem exatamente iguais, se equivalem, levando em conta o tamanho dos objetos, seu valor tona e sua posição no campo visual 4. É determinado pela rotação de um ponto no espaço e pela expansão no campo visual em forma radial e progressiva.

10 Tensão espacial É o grau de força que os objetos contidos no campo visual projetam uns nos outros.  O tamanho, o valor tonal e a posição no espaço interferem nesta relação.  AltaMediaBaixa

11 Peso  É a força de atração que a terra exerce sobre todo corpo que possui massa.  Quanto maior o objeto, mais ele parecerá pesado.  Ao adicionarmos cor também influenciamos no peso visual dos objetos.

12 Peso  As cores claras ampliam e as cores escuras diminuem.  Nas luzes das cores:  O magenta e o verde equilibram-se 50%  O amarelo e o violeta: 1/3 e 2/3 respectivamente  O laranja e o cian: 2/5 e 3/5 respectivamente.

13 Peso  O local onde o objeto se situa também influencia no peso. Os objeto na parte inferior geralmente pesam mais do que aqueles que estão na parte superior, pois a força central é menor do que em outras áreas.  Acostumados com a linha do horizonte, percebemos uma paisagem como duas áreas horizontalmente divididas, em que a inferior tende a ser vista como figura e o superior como fundo.

14 Planos: Figura/fundo e profundidade  As cores escuras tendem a ser vistas como fundo e as claras como figura em primeiro plano, mas podemos induzir o olhar para enxergarmos o inverso

15 Planos: Figura/fundo e profundidade  Os splashes são convexos pois costumam atrair para si a atenção na sua forma.

16 Planos: Figura/fundo e profundidade  Os primeiros planos são mais pesados que os demais, pois a medida que se afastam vão diminuindo o tamanho, mas aumento o seu peso, compensado e equilibrando a composição.  O isolamento tem um peso visual muito maior. Em muitas embalagens cleans, com poucas informações visuais, apresentam uma força atrativa impressionante.

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18 Planos: Figura/fundo e profundidade  A profundidade do objeto determina qual é seu grau de importância na composição visual.  A sobreposição também é uma ferramenta usada para representar profundidade. A da frente é o plano principal e o objeto de trás é o secundário.

19 Direção  Ao representar os objetos em uma direção diagonal, percebemos um movimento direcional.  O peso conseguido por intermédio da cor pode ser balanceado pela localização, dando uma direção.

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21 O significado das formas  Verticais: altitude, força, dignidade, solenidade e segurança  Triângulos: permanência segurança, estabilidade e altitude  Horizontais: repouso, tranqüilidade, comodidade e paz.  Curvas: graça, movimento e direção  Espirais: ação, excitação, força, poder e rotação.

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23 O significado das formas  Círculos: Movimento, igualdade, eternidade, centro, imensidão.  Ovais: direção, ação e choque. Os elementos curvos tem sempre a sensação de movimento.  Ângulos, setas: direção ação e choque.  Radiação: expressa impacto atenção.  Linhas obliquas: caos, confusão, combate e choque.

24 COMPOSIÇÃO E DIAGRAMAÇÃO É a arte de dispor os elementos visuais compondo unidades informativas e significantes. Os elementos periféricos devem sempre trabalhar para elevar e colocar em destaque o elemento central, evitando competir com ele e reduzir sua força de comunicação.

25 O que é cor?  A cor de um material é determinada pelos comprimentos de onda dos raios luminosos que as suas moléculas constituintes refletem. Um objeto terá determinada cor se não absorver justamente os raios correspondentes à freqüência daquela cor.

26 Teoria das cores  Sistema RGB - (Red-Green-Blue) – Aditivo ou cor Luz  Utilizados em monitores, televisão, Sol, etc. em que a adição de diferentes comprimentos de onda das cores primárias de luz Vermelho + Azul + Verde = Branco.  Sistema CMYK – (Cyan- Magenta- Yellow- Black) - subtrativo ou cor pigmento  Este sistema corresponde ao "CMYK" das impressoras e serve para obter cor com pigmentos (tintas e objetos não emissores de luz).  Classificação das cores (processo substrativo)

27 Influência das cores  Branco – paz, pureza, asseio, leveza, higiene, frio, harmonia, inocência, invisibilidade e o infinito. Próxima a tons de azul, possui efeito refrescante e antisséptico.  Preto – escuro, compacto, sujeira, morte, elegância, principalmente combinado com ouro, prata ou cobre.  Cinza - Indecisão, falta de energia, medo, monotonia, depressão, serenidade, inverno. Depende muito do contexto.  Vermelho – vivacidade, virilidade, dinamismo, calor, paixão, excitação fogo, mulher, força, energia, impulsividade, dignidade.

28 Influência das cores  Marrom – Utilidade, realidade, se for escuro, possui os mesmos atributos do preto.  Rosa – Doce, romântico, suave, feminilidade, delicadeza, intimidade.  Laranja – Ação comunicação generosidade, calor, euforia, alegria, apetite, senso de humor.  Amarelo –sol, calor, alegria, luz, verão, Jovialidade, vivacidade. Ótima força de contraste. Sua luminosidade tornam as coisas mais amplas.

29 Influência das cores  Verde – primavera, natureza, campo, folhas, mar, vida, bem-estar, tranqüilidade, segurança, liberdade, firmeza, coragem, esperança. Quanto mais claro, mais descontraído.  Azul – Profundo, relaxante, fresco como a água. Solene e profundo se mais escuro. Limpo e higiênico se mais claro.  Violeta – mistério, meditação, místico. Pode ser triste, ou fantasiosa.  Pastéis - Moderação e suaviza o matiz  Modernos e excêntricos - Exclusividade.

30 Influência das cores  Chocolate – marrom (claro ou escuro), vermelho, alaranjado, ocre, rosa.  Café – dourado, marrom-escuro, laranja, verde, amarelo, vermelho ou areia.  Leite – branco, azul-claro, amarelo, verde – às vezes toques de vermelho.

31 Influência das cores  Massas – vermelho, dourado, azul-celeste, branco  Chá e mate – vermelho, marrom, amarelo, verde (dependendo do sabor do chá)

32 Influência das cores  Desinfetantes – vermelho, azul- marinho, branco, verde  Cervejas – dourado, prateado, azul-prateado, vermelho  Produtos para bebês – azul- claro, rosa, creme, tons suaves em geral

33 A COR Provoca estímulo visual como nenhum outro. Trata-se talvez da decisão mais importante num projeto de design.

34 Tipologia  A função do tipo é transmitir uma informação codificada por meio do texto, ou seja deve ser legível. Por isso toda a beleza e toda a harmonia devem ser construídas ao redor deste princípio, preservando o conforto da leitura.

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36 O que torna a fonte legível?  Espaço entre as letras  Espaço entre as linhas  Peso  Cor (contraste para obter a legibilidade)

37 Conclusão  As regras de composição são basicamente as mesmas para qualquer trabalho de design, mas como a leitura, ou melhor, a percepção da embalagem precisa ser rápida, compomos em blocos as informações principais.

38 Bibliografia Design de embalagem Do marketing a produção Celso Negrão e Eleida Camargo


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