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Curvar-se diante do inexistente: a ideologia do aquecimento global Daniela Onça Mudanças climáticas globais e implicações atuais Segundo semestre de 2008.

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2 Curvar-se diante do inexistente: a ideologia do aquecimento global Daniela Onça Mudanças climáticas globais e implicações atuais Segundo semestre de 2008

3 “Há uma diferença entre acreditar em algo porque você quer ou porque você tem boas razões para isso” Larry Laudan

4 Advertência Esta pesquisa não recebeu qualquer espécie de patrocínio de empresas cujos interesses são contrariados pelo Protocolo de Kyoto.

5 Irena SendlerAl Gore

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7 Nosso problema “o descontrole decorrente de nossas atitudes atuais só terá solução na mudança de atitudes, no reexame de nossos valores, na redefinição de progresso e desenvolvimento. Longe de abandono puro e simples de ciência e tecnologia, necessitamos de ciência com ética. Daí surgirão novas formas de tecnologia, de tecnologia menos agressiva, mais sustentável (...) O esquema educacional, em todas as suas facetas, terá que se esforçar por conseguir uma revolução filosófica que consistirá na entronização do princípio ético fundamental enunciado por Albert Schweitzer: O PRINCÍPIO DA REVERÊNCIA PELA VIDA, em todas as suas formas e em todas as suas manifestações! Daí decorrerá todo um sistema de valores diametralmente oposto ao atual” José Lutzenberger, 1977

8 No entanto... “Então tenho abandonado esta argumentação em favor de outra. Quem entende a importância deste processo biológico já está do nosso lado, e de nada adianta ficar pregando para convertidos. Precisamos de decisões, decisões imediatas, e estas só podem vir dos governantes, dos tecnocratas. Entre estes, infelizmente, idealistas são exceção, e o conhecimento científico, raro. Por isto precisamos de outro argumento que sacuda com as suas convicções. Este é o argumento climático”

9 “conscientemente, estamos bagunçando todos os mecanismos de controle climático – com dióxido de carbono demais, metano, óxidos de nitrogênio, óxidos de enxofre, freons, hidrocarbonetos, desmatamento e desertificação. Por quanto tempo poderemos abusar do sistema? Quanto tempo demorará Gaia para ficar com febre? Será mesmo necessário que conheçamos todos os detalhes para começarmos a agir?”

10 Os debates antigos “Assumindo, portanto, que esta afirmação esteja correta, de que a Europa está se tornando mais quente do que antes, como podemos considerá- la? Basicamente por nenhuma outra maneira que não supor que a terra no presente é muito melhor cultivada, e que os bosques foram retirados, os quais antigamente lançavam uma sombra sobre a terra e impediam os raios solares de penetrarem nela. Nossas colônias do norte da América tornaram-se mais temperadas, na proporção em que os bosques foram derrubados” David Hume, 1750

11 “Os fazendeiros do rio Connecticut araram suas terras, conforme eu vi em fevereiro de 1779, e os pessegueiros floriram na Pensilvânia. E daí? Os invernos são todos amenos na América? De jeito nenhum; justamente no ano seguinte, não apenas nossos rios, mas nossas baías, e o próprio oceano, na nossa costa, foram rapidamente cobertos pelo gelo” Noah Webster, 1799

12 “As afirmações tão freqüentemente avançadas, apesar de não apoiadas pelas medições, de que desde os primeiros assentamentos europeus na Nova Inglaterra, Pensilvânia e Virgínia, a destruição de muitas florestas nos dois lados dos Alleghanys [Apalaches] tornou o clima mais homogêneo – com invernos mais suaves e verões mais amenos – são agora desacreditados de maneira geral. Nenhuma série de observações de temperatura digna de confiança estende-se por mais de 78 anos nos Estados Unidos. Descobrimos a partir de observações na Filadélfia que de 1771 a 1814 a temperatura média anual mal se elevou em 2.7, um aumento que pode ser largamente creditado à extensão da cidade, sua maior população, e a numerosas máquinas a vapor...” Alexander von Humboldt, 1850

13 ”Será visto que a climatologia racional não oferece bases para a largamente apregoada influência sobre o clima de um país produzida pelo crescimento ou destruição de florestas, construção de estradas de ferro ou telégrafos, e cultivos sobre vastas extensões da planície. Qualquer opinião relacionada aos efeitos meteorológicos da atividade humana deve se basear ou em registros de observações ou em raciocínio teórico a priori... O verdadeiro problema para o climatólogo a ser consolidado no século atual não é se o clima tem mudado ultimamente, mas o que é nosso clima presente, quais são suas características bem definidas, e como elas podem ser mais claramente expressas em números” Cleveland Abbe, 1889

14 Os cálculos de Arrhenius (1896)

15 “Freqüentemente ouvimos lamentos de que o carvão estocado na Terra está sendo desperdiçado pela geração presente sem pensamento algum sobre o futuro... [Entretanto]... Através da influência do crescente percentual do ácido carbônico na atmosfera, podemos ter a esperança de desfrutar de eras com climas mais uniformes e melhores, especialmente no que diz respeito às regiões mais frias da Terra, eras em que a terra trará colheitas muito mais abundantes que no presente, para benefício de uma humanidade em rápida propagação” Svante Arrhenius, 1906

16 Guy Stewart Callendar, entre as décadas de 1930 e 1940, dará maior destaque ao CO 2 e afirmará que o homem se tornou um agente de mudanças globais. “Se ao final deste século, as medições mostrarem que as quantidades de dióxido de carbono na atmosfera subiram apreciavelmente e ao mesmo tempo a temperatura continuou a subir pelo mundo, estará firmemente estabelecido que o dióxido de carbono é um importante fator de mudanças climáticas” (Gilbert N. Plass, 1956)

17 Virgil Partch, 1953

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19 “mesmo um aumento de um fator 8 na quantidade de CO 2, o que é altamente improvável nos próximos milhares de anos, produzirá um aumento na temperatura de menos de 2K. No entanto, o efeito sobre a temperatura da superfície de um aumento no conteúdo de aerossóis na atmosfera pode ser significativo. Um aumento de fator 4 na concentração de equilíbrio de material particulado na atmosfera global, possibilidade que não pode ser descartada dentro do próximo século, poderia reduzir a temperatura média da superfície em até 3,5K. Caso mantido por um período de vários anos, tal decréscimo de temperatura seria suficiente para desencadear uma glaciação!” Stephen Schneider, 1971

20 A histeria contemporânea Discurso de James Hansen em 23 de junho de 1988 (curva “alhos com bugalhos”) Fleming (1998)

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22 A elevação das temperaturas (“T-rex”) IPCC (2007)

23 Curva de Keeling (“cobrinha”)

24 Tendências de temperatura, 1901 a 2005 IPCC (2007)

25 Tendências de temperatura, 1979 a 2005 IPCC (2007)

26 IPCC (2001)

27 Atribuição de causas Forçamentos naturais e antropogênicos (IPCC, 2007)

28 Forçamentos naturais (IPCC, 2007)

29 IPCC (2001)

30 Projeções de aumento de temperatura e nível do mar IPCC (2007)

31 IPCC (2001)

32 IPCC (2007)

33 O sistema climático global IPCC (2007)

34 Balanço radiativo terrestre IPCC (2007)

35 Causas terrestres Alterações na concentração de gases Dióxido de carbono (CO 2 ) Concentrações pré-industriais: ppm Concentrações atuais: 379 ppm Principais fontes naturais: oceanos, solos, respiração animal e vegetal

36 Fluxos: - atmosfera e biosfera terrestre: 120 Pg/ano - atmosfera e oceanos: 90 Pg/ano Principais fontes antropogênicas: queima de combustíveis fósseis (80%) e mudanças no uso da terra (20%) Emissões: 4,1±0,1 Gt/ano ( ) 55% das emissões permaneceram na atmosfera (variações anuais) Sorvedouros: oceanos e fotossíntese

37 Metano (CH 4 ) Concentrações pré-industriais: 700 ppb Concentrações atuais: 1774 ppb Principais fontes naturais: pântanos, oceanos, florestas e térmitas Principais fontes antropogênicas: rizicultura, ruminantes e lixo Principais sorvedouros: hidroxila (OH - ) e solos Equilíbrio entre fontes e sorvedouros

38 Óxido nitroso (N 2 O) Concentrações pré-industriais: 270 ppb Concentrações atuais: 319 ppb Principais fontes naturais: oceanos e solos florestais Principais fontes antropogênicas: fertilizantes Principais sorvedouros: fotodissociação

39 Clorofluorcarbonos (CFCs) Somente fontes antropogênicas Forçamento muito elevado Formação do buraco na camada de ozônio 1987: Protocolo de Montreal

40 Aerossóis Atuam como núcleos de condensação e absorvedores / refletores de radiação Grandes dificuldades na quantificação das fontes, tempos de residência e propriedades ópticas Principais tipos: sulfatos, poeira mineral, sal, biogênicos, compostos de carbono

41 Vulcanismo Fonte de material particulado, sulfatos e cloro para atmosfera Resfriamento em curto prazo (6 meses a 2 anos) O dogma do ozônio: somente a explosão do Pinatubo forneceu 6 vezes mais cloro para a estratosfera que os CFCs em um ano!!

42 Mecanismos de realimentação Podem ser positivos ou negativos Vapor d’água e nuvens Albedo do gelo Fertilização por carbono Gases dissolvidos nos oceanos

43 Modos de variabilidade IPCC (2007)

44 “Se o desequilíbrio de pode ser atribuído a alguma causa, ou é meramente parte de uma variabilidade natural é uma questão difícil (...). Devido aos oceanos serem simultaneamente afetados por muitos forçamentos climáticos, inclusive os gases estufa, existe grande dificuldade em separar a verdadeira causa de alguma mudança observada. Em geral, haverá múltiplos forçamentos contribuindo para qualquer mudança observada em diferentes quantidades” Kevin Trenberth, 1990

45 Causas astronômicas IPCC (2007)

46 Excentricidade: varia de 0 a 0,06 com periodicidade de e anos Obliqüidade: varia de 21,5 o a 24,5 o com periodicidade de anos Precessão: variação na direção do eixo da Terra, com periodicidade de anos

47 Causas extraterrestres Hipótese das manchas solares Leroux (2005)

48 Hoyt; Schatten (1997)

49 Fato 1 Existem muitos outros fatores de mudanças climáticas além da composição atmosférica, tais como vulcanismo, albedo planetário, parâmetros orbitais e atividade solar.

50 Geleiras de Vostok Barnola et al (1987)

51 As variações no dióxido de carbono ao longo dos últimos 420 mil anos seguiram amplamente a temperatura antártica, tipicamente de vários séculos a um milênio (IPCC, 2007, p. 444) “Concluindo, a explicação para as variações glaciais e interglaciais de CO 2 permanece como um difícil problema de atribuição. Parece provável que uma gama de mecanismos agiram em conjunto. O desafio futuro não é explicar somente a amplitude das variações glaciais-interglaciais de CO 2, mas a complexa evolução temporal entre o CO 2 atmosférico e o clima consistentemente” (IPCC, 2007, p. 446)

52 Fato 2 A correlação entre o dióxido de carbono e a temperatura não é tão simples quanto parece.

53 Derretimento de geleiras IPCC (2001)

54 Atraso na resposta do gelo (até séculos!!) O número ínfimo de geleiras monitoradas Concentração dos estudos em montanhas menores e mais simples Variabilidade interanual e falta de concordância de métodos IPCC 2007 valoriza as retrações da última década

55 Antártida (IPCC 2001): é pouco provável que a calota ocidental derreta nos próximos séculos, mesmo sob os cenários mais pessimistas. Já o derretimento da calota oriental exigiria uma elevação das temperaturas de pelo menos 20 o C, o que não ocorre há pelo menos 15 milhões de anos.

56 No Kilimanjaro, observamos um comportamento excepcional: uma retração contínua do platô durante o século XX e, na escarpa, uma forte retração no início do século e uma desaceleração mais recentemente. Tal retração é interpretada como uma resposta a uma mudança dramática de um regime úmido para outro seco por volta de 1880, e uma subseqüente tendência negativa na umidade da média troposfera no leste da África (IPCC, 2007, p. 360)

57 Fato 3 Não há evidências seguras sobre o degelo dos glaciares. O número de glaciares monitorados por mais de 20 anos (um tempo muito curto) é ínfimo diante da quantidade de glaciares existentes. Inferir seu derretimento a partir das supostas mudanças climáticas ocorridas em suas regiões e daí inferir a elevação do nível do mar é uma faraônica petição de princípio.

58 A elevação do nível do mar Leroux (2005)

59 Fato 4 Não há evidências seguras sobre a elevação do nível do mar. Existem variações interanuais e decadais, além de regionais, demandando séries de dados longas para se atingir qualquer consenso a respeito. Os dados de satélite são ainda muito curtos para esta empreitada e não demonstram tendências de elevação alarmantes se desconsiderarmos os eventos El Niño.

60 O papel do vapor d’água “é claramente inútil lidar com a mudança climática sem conhecimento e compreensão apropriados do comportamento dessa substância vital. Está igualmente claro que nosso conhecimento atual sobre o comportamento do vapor d’água é inadequado para esta tarefa” Richard Lindzen, 1991

61 Spencer (2008)

62 “É importante enfatizar que as mudanças no vapor d’água na troposfera são vistas como um mecanismo de realimentação ao invés de um agente de forçamento” IPCC, 2001 “na atmosfera do IPCC não há água!” Marcel Leroux, 2005

63 Bandas de absorção dos gases Vianello; Alves (1991)

64 Hipótese íris (Lindzen) Lindzen (1990)

65 Mas... E as nuvens?? “Em muitos modelos climáticos, detalhes na representação das nuvens podem afetar substancialmente as estimativas sobre o mecanismo de realimentação e a sensitividade das nuvens. Além disso, a amplitude de possibilidades nas estimativas de sensitividade climática entre os modelos atuais surge primordialmente de diferenças inter-modelos nos mecanismos de realimentação das nuvens. Portanto, os mecanismos de realimentação das nuvens permanecem como a maior fonte de incertezas nas estimativas de sensitividade climática” (IPCC, 2007, p. 636)

66 Fato 5 O gás estufa mais importante no sistema climático não é o dióxido de carbono, mas sim o vapor d’água. Seu papel, apesar de essencial para a pesquisa climática, é escassamente conhecido, impossibilitando, até o momento, a elaboração de cenários e previsões suficientemente confiáveis.

67 A querela do taco de hóquei IPCC (1990)

68 “Concluímos que apesar das grandes limitações na quantidade e na qualidade dos dados históricos de temperatura disponíveis, a evidência aponta consistentemente para um aquecimento real, porém irregular, durante o último século. É quase certo que um aquecimento global de maior magnitude ocorreu ao menos uma vez desde o fim da última glaciação sem qualquer incremento apreciável de gases estufa. Como nós não compreendemos os motivos desses eventos passados de aquecimento, ainda não é possível atribuir uma proporção específica do pequeno e recente aquecimento a um aumento nos gases estufa” (IPCC, 1990, citado por HOLLAND, 2007, p. 954).

69 Curva de Mann (“taco de hóquei”) IPCC (2001)

70 “evidências atuais não apóiam períodos globais e sincrônicos de aquecimento e resfriamento anômalo ao longo desse intervalo, e os períodos convencionados ‘Pequena Idade do Gelo’ e ‘Optimum Climático Medieval’ parecem ter utilidade limitada na descrição de tendências de mudanças de temperaturas médias hemisféricas ou globais nos séculos passados. Com os dados indiretos mais disseminados e reconstruções multi- indiretas de mudanças de temperaturas atualmente disponíveis, o caráter espacial e temporal dessas reputadas épocas climáticas pode ser reavaliado” (IPCC, 2001, p. 135).

71 O problema da divergência Holland (2007)

72 McIntyre; McKitrick (2003)

73 “Nenhum desses erros afeta nossos resultados anteriormente publicados” (MANN; BRADLEY; HUGHES, Nature, 1 de julho de 2004, p. 105).

74 McKitrick (2005)

75 Sheep Mountain e Mayberry Slough McKitrick (2005)

76 Graybill; Idso (1993)

77 “Conseqüentemente, a detecção da mudança no crescimento radial das árvores em resposta à fertilização por dióxido de carbono pode ser significativamente obscurecida nas árvores full-bark, enquanto é prontamente evidente nos espécimes strip-bark” (GRAYBILL; IDSO, 1993, p. 89).

78 A pasta “BACKTO_1400-CENSORED” Faltavam 20 das 212 séries empregadas no estudo: série Gaspé e 19 séries de Sheep Mountain!!!!

79 McKitrick (2005)

80 “Algumas das cronologias das mais altas elevações do oeste dos Estados Unidos efetivamente parecem, no entanto, terem exibido aumentos no crescimento em longo prazo que são mais dramáticos do que pode ser explicado pelas tendências de temperaturas instrumentais nessas regiões” (MANN; BRADLEY; HUGHES, 1999, p. 760)

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82 “Espaguete” IPCC (2007)

83 Fato 6 A afirmação de que a década de 1990 em diante apresentou temperaturas anômalas no contexto do último milênio é simplesmente um resultado artificial obtido através de uma série de erros de cálculo e seleções de dados propositais.

84 Temperaturas recordes??? Onze dos últimos doze anos (1995 a 2006) foram os mais quentes desde 1850 – a exceção seria 1996 (IPCC, 2007, p. 237)

85 Será mesmo???

86 O monitoramento por satélites Singer (1999)

87 Spencer; Christy (1990)

88 Global

89 Hemisfério norte

90 Hemisfério sul

91 Trópicos

92 Fato 7 Não há evidências seguras sobre o aumento da temperatura média global. Grande parte dos registros de temperatura de superfície está contaminada pelo aquecimento característico das áreas urbanas. Registros de satélites e radiossondagem não denunciam um aquecimento significativo nas últimas décadas.

93 Eventos extremos “raciocínio da gaussiana” A crescente vulnerabilidade humana Maior cobertura dos meios de comunicação Grande variabilidade interdecadal Falta de registros homogêneos Dificuldades de modelagem Dificuldade na identificação de tendências

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95 Fato 9 As afirmações sobre aquecimento global divulgadas pela mídia são grotescamente diferentes daquelas contidas nos Summaries for Policymakers do IPCC, que por sua vez são grotescamente diferentes daquelas contidas nos relatórios completos.

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97 Fato 10 O IPCC elabora cenários e não profecias. Para tanto, emprega modelos matemáticos de computador operados por seres humanos e não bolas de cristal.

98 Conclusão “A climatologia está na verdade desperdiçando seu tempo ao tentar demonstrar, a todo custo, um aquecimento inexistente”. Marcel Leroux, 2005

99 “É extremamente frustrante, para um cientista, ver na mídia que cada desastre meteorológico está sendo acusado de ‘mudança climática’ quando, na verdade, esses eventos fazem parte da variabilidade natural do sistema climático” John Christy, 1997

100 “Infelizmente existe uma tendência geral entre o público leigo de aceitar sem discussão qualquer informação gerada por um computador suficientemente potente” Richard Lindzen, 1992

101 E o próximo inimigo será... As conseqüências potenciais do aumento de emissões de hidrogênio incluem a redução da capacidade de oxidação da atmosfera – o uso em larga escala de veículos movidos a hidrogênio reduziria significativamente as emissões de NOx, reduzindo o OH - entre 5 e 10% – e o aumento na formação de vapor d’água, que pode aumentar a formação de cirros na troposfera e de nuvens polares na estratosfera (IPCC, 2007, p. 547)

102 A reação dos céticos

103 As nove inverdades convenientes

104 Here comes the sun... Svensmark; Calder (2007)

105 Friis-Christensen; Lassen (1991)

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112 “Eu acho a proposta desses dois extremamente ingênua e irresponsável cientificamente” Bert Bolin, 1996

113 “deve-se ser paciente com esses cientistas da Terra que ainda imaginam que o terceiro planeta de uma estrela indistinta é grandioso demais para ser influenciado de alguma maneira significativa por tolas particulazinhas do espaço sideral” Henrik Svensmark e Nigel Calder, 2007

114 O princípio da precaução “O princípio da precaução é uma fera muito interessante. É usado basicamente para promover uma ideologia e um programa particular. É sempre usado em apenas uma direção. Fala dos riscos do uso de uma tecnologia em particular – combustíveis fósseis, por exemplo – mas nunca sobre os riscos de não usá-la” Paul Driessen, 2007

115 Oportunidades de negócios!! As emissões da Rússia são hoje 35% menores que as registradas em 1990, pouco antes do colapso soviético. Ela poderá, então, vender bilhões de dólares em créditos de carbono e ainda assim continuar dentro da meta de Kyoto!!!!

116 British Petroleum Comprou a Amoco Corporation em 1998 por 55 bilhões de dólares. No ano seguinte, comprou a Arco, por 36 bilhões de dólares. Em 2002, anunciou que estava gastando 6,75 bilhões pelo controle de 50% da prospecção de uma importante reserva petrolífera russa, e que gastaria outros 20 bilhões nos próximos cinco anos neste e em outros campos do mundo.

117 Nesse meio tempo (seis anos), instalou painéis solares em 200 de suas estações, ao custo de 200 milhões de dólares, exatamente o mesmo valor que gastou em dois anos em campanhas publicitárias que destacavam sua “responsabilidade ambiental”, ou 0,2% do que gastou para comprar a Amoco, ou 1,3% do que gastará nos próximos 15 anos só no Golfo do México!

118 Em busca da (in)eficiência energética Uma única termoelétrica a gás na Califórnia, que ocupa m 2 e produz 3,5 bilhões de kWh por ano a 72% de sua capacidade produz mais energia que toda a fazenda eólica deste estado, com turbinas de 61 metros de altura que ocupam uma área de 400 km 2.

119 “Seria um tanto desastroso para nós descobrir uma fonte de energia limpa, barata e abundante por causa do que nós faríamos com ela. Devemos procurar por fontes de energia adequadas às nossas necessidades, mas que não nos dêem os excessos de energia concentrada com os quais podemos causar danos à Terra ou aos outros” Amory Lovins, 1977 “Dar à sociedade energia barata e abundante seria o equivalente a dar uma arma a uma criança idiota” Paul Ehrlich, 1978

120 Projetos políticos disfarçados de ciência Aquecimento global e eugenia: qualquer semelhança não é mera coincidência!!!!

121 “Para capturar a imaginação do público, devemos oferecer cenários amedrontadores, fazer afirmações simplificadas e dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter. Cada um de nós deve decidir qual é o balanço correto entre ser eficiente e ser honesto” Stephen Schneider, 1987

122 “Quando se verifica, em uma propaganda em causa própria, o menor indício de reconhecer um direito à parte oposta, cria-se imediatamente a dúvida quanto ao direito próprio... Qualquer digressão que se faça não deve nunca modificar o sentido do fim visado pela propaganda, que deve acabar sempre afirmando a mesma coisa... Só assim a propaganda poderá agir de uma maneira uniforme e decisiva... Todo anúncio, seja ele feito no terreno dos negócios ou da política, tem o seu sucesso assegurado na constância e continuidade de sua aplicação” Adolf Hitler, 1924

123 “Não existe nenhuma linha reta que conduza a humanidade da barbárie à civilização. Mas existe uma linha reta que conduz do estilingue à bomba de megatons” Theodor Adorno, 1966

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125 O louvor aos modos de vida tradicionais “As meninas e as mulheres passam horas todos os dias no penoso trabalho de cortar lenha ou de se embrenhar em fezes e urina de animais para coletar, secar e estocar o esterco para uso como combustível para cozimento, aquecimento ou iluminação, ao invés de freqüentar a escola ou desenvolver uma atividade econômica mais satisfatória ou produtiva” Barun Mitra, 2002

126 “A pobreza é o pior poluente” Indira Gandhi

127 Quem pode se preocupar com o meio ambiente? É o conforto material de uma civilização que torna possível uma preocupação séria com os valores ambientais. As idéias ambientalistas refletem primordialmente as preocupações, preferências e visões de mundo de uma minoria de políticos, burocratas, acadêmicos, ONGs e fundações econômicas de países altamente desenvolvidos, que apontam a si próprios como defensores dos interesses da humanidade.

128 “Não se trata de supor que os dominantes se reúnam e decidam fazer uma ideologia, pois esta seria, então, uma pura maquinação diabólica dos poderosos. E, se assim fosse, seria muito fácil acabar com uma ideologia. (...) Os ideólogos são aqueles membros da classe dominante ou da classe média que, em decorrência da divisão social do trabalho em trabalho material e espiritual, constituem a camada dos pensadores ou dos intelectuais. Estão encarregados, por meio da sistematização das idéias, de transformar as ilusões da classe dominante em representações coletivas ou universais” Marilena Chauí, 1980

129 “Repudio qualquer sentimento de superioridade em relação à população rural. Sei que ninguém tem culpa por nascer na cidade ou se formar no campo. Mas registro apenas que provavelmente no campo o insucesso da desbarbarização foi ainda maior. Mesmo a televisão e os outros meios de comunicação de massa, ao que tudo indica, não provocaram muitas mudanças na situação de defasagem cultural. Parece-me mais correto afirmar isto e procurar uma mudança do que elogiar de uma maneira nostálgica quaisquer qualidades especiais da vida rural ameaçadas de desaparecer” Theodor Adorno, 1965

130 A hipótese do aquecimento global representa hoje uma ideologia perpetuadora da desigualdade e, assim, acobertadora do capitalismo em crise de legitimação.

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132 “O que a climatologia não é, é uma desculpa para manipulações em nível planetário; nem é uma história de terror, uma fonte de material sensacionalista para jornalistas sem pauta, ou uma fornecedora de filmes de desastres. (...) O destino da climatologia não é ser uma recreação, fonte de itens de notícias e catástrofes: seu destino, como ciência da Natureza, é resolver objetivamente, desinteressadamente e com responsabilidade alguns dos problemas fundamentais da humanidade”. Marcel Leroux, 2005

133 A ciência da ecologia sempre esteve marcada pelo desejo de encontrar constância e estabilidade nos sistemas naturais. No entanto, por onde quer que procuremos, sempre descobrimos que a natureza, mesmo livre da ação humana, não é constante seja na forma, na proporção ou na estrutura, mas essencialmente mutável em todas as escalas de espaço e de tempo. Muitos eventos interpretados hoje como catástrofes são completamente naturais e comuns e não há justificativa para fixarmos uma determinada configuração ambiental como “normal” ou “preferível”.

134 O meio ambiente natural deve ser estudado de acordo com aquilo que observamos, e não com o que desejamos; é importante compreender a estase como ela existe, e não como as condições de nossa herança filosófica clássica nos levam a concebê-la.

135 Não podemos descobrir as melhores razões? “Vários bilhões de anos de trabalho criativo, vários milhões de espécies de vida abundante foram entregues aos cuidados da espécie recém- chegada, na qual floresceu a mente e emergiu a moral. Não deveria essa espécie moral única fazer algo com menor interesse próprio do que contabilizar a produtividade de ecossistemas como pregos de uma nave espacial, recursos disponíveis na despensa, materiais de laboratório, ou divertimento para seus passeios? Tal atitude não parece ser biologicamente enformada, muito menos adequada eticamente” Holmes Rolston III, 1995

136 “Um comportamento que esteja orientado para essa emancipação, que tenha por meta a transformação do todo, pode servir-se sem dúvida do trabalho teórico, tal como ocorre dentro da ordem desta realidade existente. Contudo ele dispensa o caráter pragmático que advém do pensamento tradicional como um trabalho profissional socialmente útil” Max Horkheimer, 1937

137 “A proteção da Natureza e a luta contra a poluição não necessitam de falsas premissas climáticas para embasá-los: sua necessidade é auto-evidente” Marcel Leroux, 2005

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139 Obrigada!!!!


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