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SUPORTE NUTRICIONAL EM DIABETES MELLITUS Mick Lennon Machado.

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1 SUPORTE NUTRICIONAL EM DIABETES MELLITUS Mick Lennon Machado

2 Diabetes Mellitus Síndrome de etiologia múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade da insulina exercer seus efeitos. Caracteriza-se com distúrbios do metabolismo dos CHO, LIP e PTN.

3 Classificação Diabetes Mellitus 1.Diabetes Melito tipo 1 – pouca capacidade ou nenhuma de secreção de insulina. Auto- imune/Idiopático Sintomas: poliúria, polidipsia e polifagia e perda de peso. Pode levar à cetoacidose. 2.Diabetes Melito tipo 2 – resistência à insulina predominante com deficiência relativa de insulina. Maioria diagnosticada depois dos 40 anos de idade. Sintomas: leves; fadiga, fraqueza, tonturas, visão embaçada.

4 Classificação Diabetes Mellitus Os fatores de risco incluem: idade avançada, obesidade, história familiar de diabetes, história anterior de diabetes gestacional, homeostasia deficiente da glicose, inatividade física, etnia. 3. Diabetes Gestacional – Detectado pela primeira vez em mulheres com Tolerância à glicose diminuída durante a gravidez. Hormônios antagonistas de insulina atingem seu valor máximo no 2º e 3º trimestre.

5 Fisiopatologia Glicosúria – Quantidade de gli que entra nos túbulos renais, parte do excesso não pode ser reabsorvida e extravasa na urina. Poliúria – O efeito osmótico da glicose nos túbulos renais diminui a reabsorção tubular de líquidos. Polidipsia – tentativa de manutenção do equilíbrio. Polifagia – Alterações no metabolismo da glicose causa a perda de peso e polifagia.

6 Complicações Oftalmológicas - A Retinopatia Diabética é caracterizada por alterações vasculares. São lesões que aparecem na retina causando estreitamento e às vezes bloqueio do vaso sanguíneo, além de enfraquecimento da sua parede – o que ocasiona deformidades conhecidas como micro-aneurismas podendo causar pequenos sangramentos e, como conseqüência, a perda da acuidade visual. Estes micro-aneurismas freqüentemente rompem ou extravasam sangue causando hemorragia e infiltração de gordura na retina.

7 Complicações Cetoacidose diabética – oxidação incompleta de AG  cetonas  pH  COMA Sintomas: anorexia, náuseas, vômitos, aumento da diurese com conseqüente desidratação Tratamento: insulinoterapia, correção dos distúrbios hidroeletrolíticos. Geralmente ocorre no diabetes tipo 1.

8 Complicações Coma hiperosmolar ou estado hiperglicêmico hiperosmolar- ocorre geralmente no diabetes tipo 2 e caracterizado por desidratação profunda, hiperglicemia acentuada e ausência de acidose metabólica. Renais – Ocorre devido à hiperglicemia: alterações na microcirculação renal, alterações estruturais no glomérulo (espessamento da membrana): proteinúria  doença renal

9 Complicações Neuropatia diabética:Polineuropatia distal: uma das formas mais comuns de Neuropatia, que acomete preferencialmente os nervos mais longos, localizados nas pernas e nos pés, causando dores, formigamento ou queimação nas pernas Neuropatia autonômica: causa principalmente hipotensão postural, como a queda da pressão arterial ao levantar-se (tonturas) e impotência sexual. Outros sintomas incluem sensação de estômago repleto após as refeições, distúrbios de transpiração e outros mais raros;.

10 Complicações Pé Diabético - A neuropatia pode também envolver as extemidades, pés e mãos. Na neuropatia a falta de sensibilidade, faz com que muitas vezes a lesão não seja reconhecida. Hipertensão, Dislipidemia e DCV

11 Insulina X Metabolismo de Lipídios Falta de insulina: Enzima lipase sensível a hormônio – ativada  hidrólise dos TG armazenados  AG e Glicerol  sangue  substrato energético Excesso de AG no plasma  conversão hepática de AG em fosfolipídios e colesterol  sangue  dislipidemias em DM

12 Insulina X Metabolismo Proteínas A insulina causa o transporte ativo de aa para dentro das células  formação de ptn Inibe o catabolismo de ptn Fígado: a insulina diminui a taxa de gliconeogênese Falta de insulina: Cessa armazenamento de ptn  catabolismo  síntese ptn Aa no plasma  energia ou gliconeogênese.

13 Exames Bioquímicos Glico-Hemoglobina ou Hemoglobina Glicolisada (HbAlc) - descreve o acoplamento da glicose aos glóbulos vermelhos. Quando a glicemia está alta, a porcentagem de glicose acoplada aos glóbulos vermelhos aumenta. Este exame de sangue avalia o controle médio da glicemia nos últimos três ou quatro meses. Este tipo de exame mensura a hemoglobina Alc (HbAlc).*

14 Exames Bioquímicos Critérios diagnósticos da Associação Americana de Diabetes e endossados pela Sociedade Brasileira Diabetes. Normal: glicemia de jejum entre 70 mg/dl e 99mg/dl e inferior a 140mg/dl 2 horas após sobrecarga de glicose. Intolerância à glicose: glicemia de jejum entre 100 a 125mg/dl.

15 Exames Bioquímicos Diabetes: 2 amostras colhidas em dias diferentes com resultado igual ou acima de 126mg/dl. ou quando a glicemia aleatória (feita a qualquer hora) estiver igual ou acima de 200mg/dl na presença de sintomas. Teste de tolerância à glicose aos 120 minutos igual ou acima de 200mg/dl. *Bibliografia:* American Diabetes Association. Standards of Medical Care in Diabetes. Diabetes Care 28:suplemento 1, janeiro,2005**

16 Exames Bioquímicos Recomendado da ADA para controle de fatores de risco cardiovascular em portadores de diabetes mellitus tipo 2 - Pressão Arterial menor que 130/80 mm Hg; -LDL colesterol menor que 100 mg/dL; -Triglicérides menor que 150 mg/dL; -HDL colesterol maior que 40 mg/dL; - Hemoglobina glicada menor que 7%.

17 Tratamento  Todo tratamento deve ser individualizado e adaptado aos hábitos do paciente Dieta Insulina e/ou hipoglicemiante Atividade física Educação alimentar

18 Tratamento  Pré-diabetes: dieta  Diabetes infanto-juvenil: insulina e dieta  Diabetes da maturidade  compensado: dieta ou dieta + HO ou dieta + Insulina  Descompensado: dieta + HO ou dieta + HO +insulina ou dieta + insulina

19 Tratamento Dietoterápico  Manter a glicemia mais próximo do normal  Atingir níveis plasmáticos adequados de lipídios.  Alcançar e manter o peso corporal desejável.  Prevenir e tratar as complicações agudas – hipoglicemia e as crônicas.

20 Tratamento Dietoterápico  Avaliação estado nutricional :  Peso, Altura, IMC  Recordatório 24 h e história dietética Gasto Energético  Depende do estado nutricional e do NAF  Obesidade: nunca menos que a TMB (-250 a 500Kcal 1-10 anos: Kcal/Kg/dia (FAO/OMS) > 10 anos: Fator atividade  Sedentário: 25 Kcal/Kg/dia  Ativo: 35 Kcal/Kg/dia  Muito ativo: 45 Kcal/Kg/dia  Obesidade: restrição calórica (500 a 1000 Kcal)

21 Tratamento Dietoterápico  CHO + AG monoinsaturados: 60 a 70%  Benefícios dos mono:  glicemia, TG, VLDL e  HDL.  Ganho peso.  Sacarose: não afeta o controle glicêmico de DM 1 e 2 quando comparada a outros CHO. Pobre em nutrientes.  Frutose: < resposta glicêmica: rápida captação e utilização hepática

22 Tratamento Dietoterápico  Indice glicêmico: Aumento da glicemia após a ingestão de um determinado alimento comparado com um padrão (glicose ou pão branco). Sem consenso científico.  Atualmente mais de 1200 alimentos já foram testados, alguns alimentos fontes de amido, incluindo batatas, pães, cereais processados, e algumas variedades de arroz, produzem alto IG  Entre os alimentos com baixo IG estão as leguminosas, massas, produtos lácteos e frutas  Alimentos como sorvetes, bolos, bolachas e chocolates produzem uma resposta glicêmica moderada, provavelmente por terem em sua composição maiores quantidades de lípides e frutose

23 Tratamento Dietoterápico  Proteínas: 0,8 a 1,0 g ptn/kg peso ou de 10-15% ( Nefropatias)  Lipídios:  saturados: < 10% agrava dislipidemia, res. Insulina e aumenta LDL.  poliinsaturados: < 10%  peroxidação lipídica (série de reações químicas envolvendo a deterioração oxidativa dos ácidos graxos poliinsaturados, que pode romper as estruturas celulares e destrui- las.)

24 Tratamento Dietoterápico  W-3: 3 a 4 g dia:  TG - excesso agrava glicemia e resistência à insulina  AG trans: agrava sensibilidade à insulina, fator de risco para DM II  Colesterol: até 200 mg/dia

25 Tratamento Dietoterápico  Fibras: 20 a 35 g/dia  Insolúvel: (???)  Solúvel: torna-se viscosa quando misturada à água.Os efeitos são:reduz resposta glicêmica pós-prandial, diminui a necessidade de insulina,  lipoproteínas aterogênicas, melhor controle de peso.

26 Tratamento Dietoterápico  Álcool: 2 doses para homens e 1 dose p/ mulheres – 1 X semana – cuidado!!!!  Fracionamento: 5 a 6 refeições /dia  Produtos dietéticos ???  Adoçantes: Ciclamato/Sacarina (dietil, sucaryl, adocyl, assugrin e doce menor), Aspartame (finn, zerocal, gold, aspasweet, linea), Sucralose (splenda), Acesulfame e Estévia

27 Atividade Física  Aumenta a captação de glicose em pacientes DM compensados, melhorando o controle glicêmico  Melhora o perfil de lipídios corporais  Melhora a auto-imagem e autoconfiança  Integra o paciente ao meio  Recomendações: Não iniciar atividade física aleatoriamente Exercício de intensidade leve e moderada de média duração Relacionar o tipo, intensidade e duração  Glicemia Alimentar-se antes do exercício Quando descompensado, suspender a atividade física

28 Contagem de CHO  A partir do relatório da American Diabetes Association, em 1994, passou a ser recomendada como mais uma ferramenta nutricional;  A contagem de carboidratos pode ser utilizada por portadores de diabetes tipo 1 em terapia insulínica convencional, ou terapia intensiva com múltiplas doses, ou com bomba de infusão, e por diabéticos tipo 2 em uso de medicamentos orais ou apenas em tratamento dietético.  Tem como objetivo otimizar o controle glicêmico em função das menores variações das glicemias pós-prandiais

29 Contagem CHO Peso (kg) Unidades de insulina:g de CHO :16 49,5-58 1:15 58,5-62,5 1: :13 67,5-76 1:12 76,5-80,5 1: :10 85,5-89,5 1: ,5 1: ,5 1:7 ≥ 108 1:6 Estimativa da relação insulina:carboidrato de acordo com o peso corporal

30 Contagem CHO Grupo Carboidratos (g) Proteínas (g) Gordura (g) Amido 15 3 – Carne Vegetais Frutas Leite Gordura Conteúdo nutricional para trocas, substitutos ou escolhas

31 Contagem CHO Alimento Substituição de carboidratos Carboidratos (g) 1 copo (240ml) de leite desnatado pão francês colheres de chá de margarina 0 0 1/2 papaia 1 11 Café com adoçante (1 xícara de café) 0 0 Total 4 51

32 Hipoglicemia  Sintomas: suor excessivo, fraqueza, perturbações visuais, dores de cabeça e náuseas, podendo evoluir para a perda de consciência (coma).  < 70 mg/dl  15 g CHO  10 minutos após medir novamente  Tratamento Ingerir imediatamente bala, suco, água ou leite com açúcar Se o nível de glicose for inferior a 70 mg/dl tratar com 15 g de CHO Repetir o teste até o nível de glicose sangüínea permanecer  70 mg/ dl, tratar com mais 15 g de CHO

33 Complicações  Cetoacidose diabética: Resultado de insulina inadequada para a utilização de glicose, sendo utilizado gordura para energia, formando cetonas  Tratamento Insulina Eletrólitos Soro Durante a fase de hidratação o paciente deverá ficar em jejum, até que esteja lúcido e sem vômitos Iniciar a alimentação com líquidos (água, chá, suco de laranja e leite desnatado)

34 Reeducação alimentar


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