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A Paz do Senhor!. Estamos na DÉCIMA lição da revista JESUS CRISTO - quarto trimestre de 2009. Nosso comentarista é o Pastor José da Silva Oliveira O tema.

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1 A Paz do Senhor!

2 Estamos na DÉCIMA lição da revista JESUS CRISTO - quarto trimestre de Nosso comentarista é o Pastor José da Silva Oliveira O tema da semana é: JESUS CRISTO E OS VALORES DO SAL E DA LUZ

3 Sejam todos muito bem vindos! Insistimos em afirmar que este Plano de Aula Expositiva (PAE) não tem a pretensão de ser uma proposta final. Trata-se apenas de um auxílio!

4 Fiquem a vontade para incluir novos textos, figuras, animações, etc. Se entenderem a necessidade, por favor, podem excluir ou alterar, tanto a formatação quanto os textos aqui apresentados. (só não podem fugir do conteúdo da revista, que é à base desta apresentação).

5 Mais uma vez antecipamos os nossos sinceros agradecimentos a todos os colaboradores voluntários do Norte ao Sul, do Leste ao Oeste, que em obediência ao chamado do Senhor, juntam-se a nós mais uma vez, na Escola Bíblica Dominical.

6 “Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos”. Salmos 126:6

7 Muito Importante!!! Peça ao Espírito Santo para fazer a diferença em sua aula!

8 Ore, Leia a Bíblia, Estude a Lição, Complete os Exercícios Propostos no PIL - Estejam Preparados. Tenham todos uma boa semana! Nosso é: Equipe Betel

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10 LIÇÃO DE DEZEMBRO DE 2009 “JESUS CRISTO E OS VALORES DO SAL E DA LUZ ”

11 TEXTO ÁUREO “Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo” Fp 2.15.

12 VERDADE APLICADA Nossa vida santa deve atuar como sal para deter a corrupção que a cada dia se alastra ao nosso redor.

13 OBJETIVOS DA LIÇÃO 1) Mostrar a importância da influência cristã no mundo em que habitamos; 2) Alertar que fomos chamados para atender uma expectativa divina; 3) Ensinar que Jesus nos comparou a Ele, ao dizer que somos a luz do mundo.

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15 INTRODUÇÃO Ao comparar seus discípulos como sal e luz, Jesus os alertava sobre suas responsabilidades e influência perante a sociedade que os observavam como exemplos e os ouviam como fonte de esperança.

16 1. JESUS E SEU DISCURSO SOBRE OS VALORES DO SAL O crente como sal da terra e luz do mundo tem o dever de demonstrar, em todo o lugar, para todos, que tem uma nova vida, um novo proceder, como salvo em Cristo Jesus.

17 Uma das maiores utilidades do sal é preservar certos alimentos da putrefação. Do mesmo modo, os crentes em Cristo têm a responsabilidade de preservar a sociedade humana da putrefação moral e espiritual.

18  Como o sal era visto pelos antigos (comente)

19  O sal não cura a corrupção, mas influi na sua prevenção (comente)

20  Nem todos podem ser considerados como sal (comente)

21 A única esperança da sociedade é a vinda do Reino de Deus ao coração humano. A vida do crente deve revelar o que Ele é no íntimo, do mesmo modo que a luz revela o que está oculto pelas trevas. Fomos chamados como um povo especial, com a finalidade de (...)

22 (...) mostrar a glória de Deus através de um comportamento exemplar em todas as relações. Em relação ao mundo teremos que exercer o papel de sal e luz, dar sabor e dissipar as trevas. Em relação à comunidade cristã, viver no mais profundo amor e (...)

23 (...) com uma verdadeira unidade, como um corpo sadio e bem tratado. Ser sal da terra é ter sabor agradável de uma vida pura e santa, é crucificar a carne com suas paixões, isto é o que Jesus espera de cada um de nós.

24 2. JESUS AFIRMOU QUE O SAL PODE PERDER SEU SABOR O sal usado pelos antigos era a gema, e o dos lagos de água salgada. Era um sal impuro, que possuía sua parte exterior sem sabor, por isso esse sal muitas vezes tinha que ser jogado fora, (...)

25 (...) como coisa inútil. Jesus disse que uma vez esgotado esse poder de salgar, a existência do sal fica comprometida e se perde seu real valor. Pois não prestará mais para nada.

26  E se o sal for insípido, com que se há de salgar? (comente)

27  Sal que não tempera só presta para se jogado fora (comente)

28  O sal não pode ter apenas aparência tem que agir (comente)

29 Quando o sal torna-se insípido, vira monturo, não sendo possível diferenciá- lo de um monte qualquer. Para ser sal, tendo sentido e significação, torna-se necessário manter o conteúdo imaculado. A diferença está relacionada com as demais dimensões da vida, (...)

30 (...) começando com as de natureza mais privada e indo para aquelas mais públicas. O que estará pesando na balança será o nosso caráter, o espírito de justiça, de verdade, de bondade, que se traduz em comportamento bondoso, que jamais se torna frouxo, (...)

31 (...) e de uma liberalidade humana que jamais se torna libertina, mas que mantém um conteúdo de verdade, a qual não se transforma num "justicismo" executor, mas de uma verdade vivida em amor.

32 Ser sal da terra, nesse contexto, significa ser gente para os desumanizados; significa trazer esperança de Deus àqueles cujos horizontes são limitados. Há pessoas que vivem uma vida tão limitada que não conseguem perceber que um dia nasceram e que um dia vão morrer.

33 (...) Mas há pessoas que nem lembram que nasceram e que um dia vão morrer, até que vem Jesus invadindo tais vidas, ajudando-as a olhar para trás e dizer: “Eu nasci para um propósito". O que Jesus queria que entendêssemos é que sendo Seus representantes aqui na terra, fomos gerados com o mesmo propósito.

34 3. JESUS DESTACOU AS FUNDAMETAIS IMPORTÂNCIAS DO SAL Jesus conhecia o valor do sal quando afirmou: “Bom é o sal, mas, se o sal se tornar insulso, com o que o adubareis? Tende sal em vós mesmos e paz uns com os outros”.

35 (...) A Palavra de Deus firma que o sal que se torna insípido perde três coisa principais: 1) perde o sabor: “Se o sal for insípido com o que se há de salgar?” (Mt 5.13); 2) perde o seu valor: “Para nada mais presta” (Mt 5.13); 3) perde o seu lugar: “Para se lançar fora” (Mt 5.13).

36  O sal preserva (comente)

37  O sal é valioso e importante (comente)

38  O sal deve atender a uma expectativa divina (comente)

39 Deveria haver um silêncio em muitas conversas quando da nossa chegada. Ser sal é ser santo, é ser diferente e contagiante. Sendo nós uma luz, algumas pessoas deveriam ser impactadas ao ponto de se sentirem reprovadas e perdidas.

40 Conta-se que Charles Finney ao passar de trem por uma determinda cidade, a unção que estava em sua vida comoveu os homens que bebiam em um bar. Atônitos, eles correram até uma igreja, onde chorando copiosamente, entregaram suas vidas ao Senhor. Ele apenas passou de trem.

41 Uma coisa que tem sido observada e criticada entre as pessoas em nossos dias é o farisaísmo cristão. Pessoas que vivem apenas de aparência, que todos os vêem como sal, mas são inúteis e improdutivos. Um belo exemplo é Ló.

42 A Bíblia o chama de Justo, mas era um tipo de justo que nada influenciou, que teve sua luz apagada e que ainda deu trabalho na hora de se salvar, pois estava atrapalhando o serviço dos anjos (Gn ,16,22). Sua esposa representa o sal que para nada mais presta, apenas para ser pisado pelos homens.

43 4. JESUS AFIRMOU QUE SEUS DISCÍPULOS ERAM A LUZ DO MUNDO O mundo vive constantemente sob o domínio das trevas, o deus deste século cegou “os entendimentos” dos incrédulos para que não lhes resplandeça a “luz” do evangelho da (...)

44 (...) glória de Cristo (2Co 4.4). Parece incrível, mas Jesus nos comparou com uma qualidade inerente de Si mesmo, pois Ele é a luz do mundo (Jo 8.12). Será que não deveríamos valorizar tal declaração?

45  A luz foi feita para iluminar (comente)

46  Os crentes são refletores, não estrelas (comente)

47  Sal e luz uma combinação perfeita (comente)

48 Uma lâmpada é um corpo escuro, não pode irradiar luz se não for acesa. Do mesmo modo não podemos de forma alguma dar luz se não tivermos recebido a divina graça e iluminação do Espírito de Deus.

49 A lua é uma luminária, não tem luz própria, ela reflete a luz que vem do sol. O que temos nunca foi nosso, nós o recebemos. Só poderemos brilhar em virtude de sermos de Cristo. Tolo é aquele que acha que vence por seus próprios esforços.

50 CONCLUSÃO Disse Jesus: “Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus” (Jo 3.21). “nem se acende uma candeia e se coloca debaixo do alqueire” (Mt 5.15).

51 Será que a ausência dessa maravilhosa luz está associada a uma vida de trevas? E é por esse motivo que algumas pessoas não vem para a luz? De outro modo, existem pessoas que se colocam debaixo do alqueire do comodismo, da indiferença da falta de fé e da ação. Pessoas que se apagam pela ausência do oxigênio da presença de Deus.

52 Fontes: Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel Revista Jesus Cristo – Editora Betel - 4º Trimestre 2009 – Lição 10


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