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Métodos e técnicas de pesquisa José Antonio M. Nascimento.

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1 Métodos e técnicas de pesquisa José Antonio M. Nascimento

2 Abordagens de pesquisa em estudo de usuários: Estudo de caso = caráter exploratório Análise intensiva de uma situação particular. Limitação: insuficiência de precisão e objetividade. Vantagens: Investigação de um fenômeno contemporâneo dentro de um contexto verdadeiro de atuação; aplicação de métodos e técnicas heterogêneas de coleta de dados; lida com uma complexa variedade de exigências e a não manipulação de comportamentos durante a pesquisa.

3 Abordagens de pesquisa em estudo de usuários: Estudo de caso Estuda um problema em profundidade em um período limitado de tempo. Modelo de pesquisa frequente para pesquisas acadêmicas. Funciona bem com metodologias desenvolvidas especificamente para o estudo de usuários.

4 Principais críticas da abordagem quantitativa Concepção positivista de projeto – aplicação de modelos das ciências naturais às ciências sociais. Separação entre fatos e contextos da pesquisa. Exagerada ênfase no dado. Elimina avaliações políticas, morais ou ideológicas.

5 Classes de métodos e técnicas de coleta de dados Classe 1 – métodos e técnicas de análise documentária Análise documental (documentos de biblioteca), análise do discurso e análise de citações. Classe 2 – métodos e técnicas de observação Observação não participante, observação participante, análise de tarefas e resolução de problemas Classe 3 – métodos e técnicas de perguntas Questionário, entrevista, técnica do incidente crítico, técnica de DELFOS, grupos focais.

6 Classe 1 – métodos e técnicas de análise documentária Análise de citações Bibliometria: quantifica os processos da comunicação escrita. Identificar tendências e crescimento do conhecimento em uma determinada disciplina. Estudar dispersão e obsolescências dos campos científicos. Medir o impacto das publicações e dos serviços de disseminação da informação. Estimar a cobertura das revistas científicas.revistas científicas Identificar autores e instituições mais produtivos. Identificar as revistas do núcleo de cada disciplina. Adaptar políticas de aquisição e descarte de publicações etc

7 Classe 1 – métodos e técnicas de análise documentária Análise documental Indispensável referência para a compreensão do universo do usuário. Identificação da amostra de documentos. Seleção de documentos para investigação e análise. Fontes primárias e fontes secundárias. A amostra pode ser aumentada ou diminuída em função do tempo da avaliação.

8 Classe 1 – métodos e técnicas de análise documentária Análise do discurso Ênfase/frequência de vários fenômenos de comunicação; Analisa questões relacionadas com as atitudes, interesses e valores culturais de um grupo; Leitura de documentos sobre o problema abordado no estudo de usuários; Fase inicial quantitativa – levantamento de documentos Desvantagem – análise de um grande volume de dados

9 Classe 2 – métodos e técnicas de observação Capta a realidade que se pretende analisar Tipos: Observação não participante Observação participante Análise de tarefas Interação do usuário com o sistema de informação; Descrição de um processo em grupo; Flexibilidade; Cuidados: rigor metodológico, honestidade intelectual

10 Classe 3 – métodos e técnicas de perguntas Permitem a utilização de métodos quantitativos e qualitativos Tipos: Questionários Entrevistas Técnica de Delfos Técnica do Incidente Crítico Grupo Focal

11 Classe 3 – métodos e técnicas de perguntas Questionários: Vantagens: Rapidez de aplicação; baixo custo; atinge uma grande população; maior grau de liberdade ao respondente; menores distorções; obtenção de dados superficiais e detalhados (questões abertas) Desvantagens: esclarecimento de dúvidas; nem sempre reflete o problema do estudo de usuários; terminologia inadequada; índice de resposta é baixo; questionários não computados; difícil saber se a resposta foi espontânea ou direcionada.

12 Classe 3 – métodos e técnicas de perguntas Entrevista Vantagens: Capta reações, sentimentos, hábitos do entrevistado, esclarecimento de dúvidas e terminologias não compreendidas pelo entrevistado; riqueza de detalhes Desvantagens: possibilidade de afetar a resposta do entrevistado; custos maiores que o do questionário; Tipos de entrevista: não estruturada; semiestruturada e estruturada.

13 Entrevista Estruturada/semiestruturada – parte de certos questionamentos básicos, apoiados em teorias e hipóteses que interessam a pesquisa Oferecem amplo campo de interrogativas. Novas hipóteses vão surgindo à medida que se revelem as respostas dos informantes Roteiro da entrevista: deve ser concebido com base em algum referencial – teórico ou não. Eixos temáticos: evita que determinados questionamentos não sejam abordados.

14 Entrevista Eixos temáticos: cria uma estrutura para a comparação de respostas. Não induz o entrevistado a respostas simplificadas. Ambiente de realização das entrevistas: gravações e tempo de duração. Verbalização estimulada: os participantes são instigados a apresentar visões distintas dos questionamentos efetuados.

15 Entrevista – análise dos dados Técnica de condensação: permite resumir informações obtidas, garantindo que o núcleo das respostas sejam verificados mais atentamente. Transcrição literal das entrevistas Edição das entrevistas. Transcrição/edição = corpus das opiniões são resguardados.

16 Grupo Focal Pequenos grupos de pessoas reunidos para avaliar conceitos ou identificar problemas (Caplan, 1990). Muito utilizada na área educacional Entrevista de grupo focal ou grupo focal? Identifica percepções, sentimentos, atitudes, idéias dos participantes a respeito de um determinado assunto, produto ou atividade. Objetivos variam de acordo com o objeto da pesquisa.

17 Grupo Focal Interpretação de Dias (2000) Pesquisas exploratórias – gera novas idéias ou hipóteses, estimulando o pensamento do pesquisador. Pesquisas fenomenológicas/orientação – permite a percepção de como os participantes interpretam a realidade, seus conhecimentos e experiências. Entrevista de grupo focal em profundidade – identificar informações mais profundas do que as que se encontram nos relacionamentos interpessoais. Ex.: pesquisas clínicas.

18 Grupo Focal Pressuposto de Johnson (1994) Energia gerada pelo grupo resulta em maior diversidade e profundidade de respostas. Esforço de grupo produz mais informações. Riqueza de detalhes são geradas em grupos do que em respostas individuais = sinergia. Discussões – em torno de 2 horas. São conduzidas por um moderador. Reunião flexível e não estruturada. Papel do moderador

19 Grupo Focal Planejamento do grupo focal – objetivo da pesquisa; metas a serem alcançadas. A partir dos objetivos seleciona-se o moderador e uma lista de questões para discussão - guia de entrevista/eixo temático. Moderador – fundamental no grupo focal. Moderador – papel neutro, porém centrado nos objetivos da pesquisa; flexível e experiente; não envolvido com o problema em questão; evita monopólio de participantes. Moderador – elabora guia de entrevistas, discussões, análise e relato de dados.

20 Grupo Focal Planejamento do grupo focal – preparação para a realização Local apropriado. Interação entre participantes. Localização dos participantes x contato visual – mesa redonda. Recrutamento dos participantes – grupos homogêneos ou heterogêneos. Em estudos de usuários o ideal é a separação de grupos homogêneos em categorias. Ex: usuários frequentes, usuários casuais e não usuários.

21 Grupo Focal Transcrição dos resultados Etapa que exige mais atenção na aplicação do grupo focal. Guia de entrevista e objetivo da pesquisa podem ser utilizados para estruturar o relatório do grupo focal. Transcrição das opiniões. O relatório contendo a transcrição das opiniões não deve ser alterado a não ser para a correção de erros ortográficos.

22 Grupo Focal Comparação entre grupo focal e entrevista individual (Dias, 2000) Fator Grupo focal Entrevista individual Interação no grupo A interação está presente e estimula novas idéias. Não há interação no grupo, já que a entrevista se dá apenas entre o entrevistado e o entrevistador. Pressãodo grupo A pressão do grupo pode desafiar e gerar o pensamento dos participantes. Não há pressão do grupo. Competição Osparticipantes competem pelo tempo. Cada participante tem menos tempo para expor sua opinião do que em uma entrevista individual. Não há qualquer competição. O entrevistado tem todo o tempo disponível para expor suas idéias ao entrevistador. Influência As respostas podem ser “contaminadas” pela opinião de outros participantes. Não há influência de outras pessoas. Assunto controverso Alguns participantes podem se sentir constrangidos na presença de várias pessoas desconhecidas. Desde que se sinta à vontade com o entrevistador, é mais fácil falar sobre assuntos controversos com uma única pessoa. Cansaço do entrevistado r Como seu papel é mais passivo, é possível conduzir mais de uma entrevista de grupo focal sobre um único assunto. A condução de inúmeras entrevistas individuais pode ocasionar fadiga e aborrecimento. Quantidade de informações Umaquantidade relativamente grande de informações pode ser obtida em um curto espaço de tempo e a um custo relativamente reduzido. Pode-se obter uma grande quantidade de informações. Porém, isso demanda muito mais tempo e custos mais altos. Agendada reunião Pode ser difícil conciliar a agenda de tantas pessoas. É muito mais fácil agendar entrevistas individuais.

23 Método Delphi – Técnica de Delfos Variação do questionário Prospecção de natureza quantitativa a partir de perguntas remetidas a pessoas experientes no tema. Objetivo: identificação de tendências. Participantes expressam opiniões sobre determinado assunto. Opiniões anotadas, analisadas estatisticamente e as mais votadas são selecionadas e remetidas aos participantes para uma segunda rodada de escolha.

24 Método Delphi – Técnica de Delfos Rodadas de escolhas sucessivas até se obter uma lista que represente o consenso sobre as prováveis tendências. Técnica livre de influência individual. Técnica de Delphi# pré-teste de questionários.


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