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UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “ JÚLIO DE MESQUITA FILHO ” Campus de Guaratinguetá.

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1 UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “ JÚLIO DE MESQUITA FILHO ” Campus de Guaratinguetá

2 1/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS INTRODUÇÃO Abordagem Metodológica QUALITATIVA Caráter Empírico Investiga um fenômeno atual no contexto da vida real Fronteira entre o fenômeno e o contexto não são claramente definidas. Desenvolvimento de novas teorias e entendimento sobre os eventos reais e contemporâneos.

3 2/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS INTRODUÇÃO Estudo Caso Análise por meio de diversas fontes de evidência. - indústria; - universidade; - indivíduo; - Relatar, descrever situações e fatos; - Proporcionar conhecimento acerca do fenômeno estudado; - Verificar efeitos ou relações presentes no caso;

4 3/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Críticas  Limitações metodológicas na escolha do Caso;  Coleta e análise dos dados;  Conclusões suportadas.  Generalização – Validade externa.

5 4/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Argumentos contra as Críticas Há maneiras de evidenciar a validade e a confiabilidade do estudo; Pretende-se generalizar proposições teóricas (modelos) e não proposições sobre populações. Nesse sentido, os Estudos de Casos Múltiplos e/ou as replicações de um Estudo de Caso com outras amostras podem indicar o grau de generalização de proposições; Nem sempre é necessário recorrer a técnicas de recolha de dados que exigem muito tempo. Além disso, a apresentação do documento não precisa de ser uma narrativa detalhada.

6 5/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO  Definir os métodos de pesquisa, com base: - Nas questões de pesquisa; - No objetivo da pesquisa.  O estudo de caso deve atender às questões de pesquisa, proporcionando um caminho para respondê-la

7 6/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO Fonte: Miguel (2010)

8 7/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS DEFINIR UMA ESTRUTURA CONCEITUAL TEÓRICA  Mapear para localizar o tópico de pesquisa no contexto da literatura disponível;  Indicar como o tópico é influenciado pelas fontes bibliográficas existentes;  Identificar trabalhos de cunho teórico e empírico;  Identificar lacunas onde a pesquisa pode ser justificada (relevância);  Estabelecer proposições;  Delimitar as fronteiras do que será investigado;  Proporcionar suporte teórico para a pesquisa (argumentações);  Explicitar o grau de evolução (estado da arte) do tema estudado.

9 8/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS PLANEJAR OS CASOS  Escolha da(s) unidade(s) de análise;  Definição por caso único ou casos múltiplos. Seleção dos casos Os casos são escolhidos para exemplificar os conceitos pesquisados; A amostragem é teórica, ou seja, quem escolhe os casos é o próprio pesquisador. Os casos podem ser escolhidos para replicação, para análise de uma teoria emergente ou para atender necessidades de casos polares.

10 9/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS PLANEJAMENTO DOS CASOS Estudo de caso único Estudo de caso múltiplos  Apropriado quando: -Caso revelador; -Caso raro ou extremo; -Um caso decisivo ao testar uma teoria bem formulada.  Investigação aprofundada  Generalização limitada.  Pode-se conseguir maior grau de generalização;  Investigação menos aprofundada;  Consome mais recursos;  Situações extremas. 4 a 10 casos parece ser suficiente (EISENHARDT, 1989);

11 10/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS PARA COLETA DE DADOS Uso de múltiplos métodos de coleta de dados:  Entrevistas, observação direta;  Análise documental, questionários; PROTOCOLO DE PESQUISA  Roteiro da entrevista;  Indicação de procedimentos e regras gerais da pesquisa para sua condução, indicação da origem das fontes de informação:  Instrumento que melhora a confiabilidade e a validade na condução de um estudo de caso. Meios de Controle

12 11/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS CONDUÇÃO DO TESTE PILOTO Uso de múltiplos métodos de coleta de dados:  Tem por objetivo verificar se os procedimentos de aplicação baseados no protocolo, visando seu aprimoramento;  Pode-se verificar a qualidade dos dados obtidos e se eles contribuem para o atendimento dos objetivos da PESQUISA.

13 12/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS COLETA DOS DADOS  Estabelecer contato inicial com os principais informantes (com antecedência);  Importância de contatos pessoais do pesquisador: - Ex-alunos; - Colegas; - Associações de classe, etc.  Clareza dos objetivos e certeza da confidencialidade. -Estimar tempo e recursos necessários antes de a campo; -Anotar os dados e comentários sobre o que está acontecendo, envolver observação e análise; -Utilizar várias fontes de evidências (triangulação); -Criar banco de dados;

14 13/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS REGISTRO DOS DADOS  Gravador: - Melhora a precisão para análise posterior; - Pode ser intrusiva e inibir o entrevistado.  Anotações: - São extremamente relevantes; - Podem gastar muito tempo; - Devem levar em consideração todas as impressões, descrições de ocorrências e observações; - Devem ser feitas no momento em que o evento ocorre.  Buscar convergência e divergência do conjunto de dados;  Buscar esclarecimento sobre as situações vivenciadas.

15 14/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS REGISTRO DOS DADOS  Gravador: - Melhora a precisão para análise posterior; - Pode ser intrusiva e inibir o entrevistado.  Anotações: - São extremamente relevantes; - Podem gastar muito tempo; - Devem levar em consideração todas as impressões, descrições de ocorrências e observações; - Devem ser feitas no momento em que o evento ocorre.  Buscar convergência e divergência do conjunto de dados;  Buscar esclarecimento sobre as situações vivenciadas.

16 15/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS ANÁLISE DOS DADOS  O pesquisador deve produzir uma narrativa geral de cada caso: - A partir do conjunto de dados coletados; - Considerando as múltiplas fontes de evidência.  Realiza-se uma redução dos dados: - Incluir somente o que é essencial e tem estreita ligação com os objetivos e conceitos da pesquisa.  Enviar o texto preparado para os informantes revisarem.

17 16/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS ANÁLISE DOS DADOS  Análise dentro do caso (intracaso): - Descrever o caso seguindo o modelo teórico e destacando aspectos que complementam o modelo.  Análise entre os casos (intercasos): - Analisar similaridades e diferenças, procurando identificar padrões e corrigir Modelo teórico. -Buscar evidência nos casos; -Lógica entre os casos.

18 17/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS CONFIABILIDADE E VALIDADE Fonte: Adaptado de Yin (2001)

19 18/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS CONFIABILIDADE E VALIDADE Fonte: Adaptado de Yin (2001)

20 19/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS GERAÇÃO DO RELATÓRIO DE PESQUISA  Comparação com trabalhos similares;  Comparação com literatura conflitante.  Reforçando a literatura: - Similaridades e diferenças; - Validade interna (elos causais); - Validade externa (GENERALIZAÇÃO). -Gerar contribuição; -Esta deve ser destacada para que a teoria possa evoluir a partir destas novas descobertas.

21 20/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS RECOMENDAÇÃO PARA UM ESTUDO DE CASO  Construção do referencial teórico estritamente relacionado ao conteúdo do estudo de caso;  A definição do tipo de caso (exploratório ou explanatório) é um dos primeiros critérios a considerar;  Deve estar bem definida a seleção do caso a ser investigado, utilizando-se critérios robustos de seleção;  O planejamento do estudo de caso deve ser delineado com cuidado, considerando de validade que garantem o cunho científico do trabalho.  A análise de dados deve ser suficientemente robusta para possibilitar uma ligação eficaz com a teoria levando a sólidas conclusões;

22 21/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO

23 22/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO  Escolha do tema - Seis Sigma como uma abordagem para a gestão da qualidade com a finalidade de direcionar os esforços organizacionais para a obtenção da melhoria da qualidade, redução de custos e diminuição do tempo do ciclo de produção, resultando assim em uma vantagem competitiva para as organizações (Marash, 2000). - Devido à carência de literatura científica sobre o tema, surge a NECESIDADE da CONDUÇÃO de PESQUISAS científicas que possam promover uma análise do processo de implementação do Seis Sigma destacando os pontos críticos desse processo, enriquecendo dessa forma tanto o meio acadêmico quanto as organizações interessadas na implementação do Seis Sigma.

24 23/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS  Objetivos da Pesquisa - Geral: Analisar o processo de implementação do Seis Sigma em empresas do setor de manufatura que adotam essa abordagem no Brasil. - Específicos: a)Identificar e analisar a produção literária sobre o Seis Sigma, para determinar o estado da arte sobre o assunto; b)Identificar os elementos apontados que norteiam o processo de implementação dessa abordagem através da literatura disponível; c)Utilizar os elementos identificados como roteiro básico no processo de pesquisa dentro das organizações em estudo; d)Descrever a estrutura do processo de implementação do Seis Sigma; e)Identificar os principais fatores que influenciam o processo de implementação.

25 24/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Por que Estudo de caso?  O pesquisador não tem controle sobre eventos contemporâneos;  A pesquisa procura responder dentre outras perguntas, as questões de “Como o Seis Sigma deve ser implementado” e “Por que pode falhar”;  Procura-se identificar padrões e ligações de importância teórica sobre o Seis Sigma.

26 25/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Por que Estudo de caso?  O pesquisador não tem controle sobre eventos contemporâneos;  A pesquisa procura responder dentre outras perguntas, as questões de “Como o Seis Sigma deve ser implementado” e “Por que pode falhar”;  Procura-se identificar padrões e ligações de importância teórica sobre o Seis Sigma.

27 26/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Capítulo 2: Teoria relativa aos conceitos fundamentais que envolvem o Seis Sigma. Capítulo 3: Principais conceitos que fundamentam o Seis Sigma. Capítulo 4: Identificação dos elementos que norteiam o processo de implementação do Seis Sigma. Elementos esses que serviram de base para a elaboração do protocolo direcionador da pesquisa Anexo I. Proposição I: A maturidade do programa Seis Sigma está relacionada ao tempo de implementação da iniciativa. Proposição II: As implementações do Seis Sigma sempre contém todos os elementos previstos na literatura Esta pesquisa não se propõe a discutir e entrar em detalhes nas ferramentas estatísticas do Seis Sigma. Ela se limita a analisar a implementação do Seis Sigma em empresas praticantes dessa abordagem para a gestão da qualidade.

28 27/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS O parâmetro utilizado para a seleção das empresas foi a maturidade do programa Seis Sigma, sendo que uma das empresas possuía um tempo de adoção do Seis Sigma de 3 anos e 9 meses e a outra 1 ano e 11 meses. Fontes de evidência: observações diretas, observações participantes e documentos. PROTOCOLO - SEIS SIGMA O protocolo é parte do projeto de pesquisa de dissertação desenvolvido através do departamento de Engenharia de Produção da Universidade Federal de Itajubá. Esta pesquisa procura descrever as etapas que formam o processo de implementação do Seis Sigma. A lista de questões vai ser utilizada como “base para as discussões” em uma série de entrevistas com pessoas específicas da organização. Cada entrevista deve durar aproximadamente 2h 00 min e vai ser conduzida por um aluno do curso de Mestrado em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Itajubá.

29 28/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Uma validação inicial do protocolo foi realizada por professores da área que promoveram o refinamento do instrumento de pesquisa.

30 29/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Contatar as empresas Aerospace e LatAlum. Aerospace : O protocolo foi direcionado a apenas uma pessoa, devido a restrições de tempo da empresa. A entrevistada em questão foi a atual Black Belt líder na condução do processo de implementação do Seis Sigma na empresa. LatAlum: O protocolo foi respondido com participação dos gerentes da produção, qualidade e manutenção, responsáveis também, como Black Belts, pela condução do Seis Sigma em suas respectivas áreas.

31 30/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS

32 31/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Etapas de implementação entre as empresas.

33 32/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Comparativo dos elementos entre os casos LatAlum – possui menor tempo de adoção do Seis Sigma e melhor desempenho comparado a AeroSpace.

34 33/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Proposição I: Refutada. Proposição II: Refutada. Estratégia organizacional : Este elemento evidenciou que o alinhamento dos objetivos estratégicos da organização para com o Seis Sigma devem ser definidos de forma clara e prática, para que realmente possam estar presentes nos projetos de melhoria. Projetos de melhoria : A utilização de uma metodologia de melhoria bem definida demonstrou-se como principal impulsionador para o desenvolvimento desse elemento. Foco no cliente: Os clientes devem ser vistos como um dos principais focos para a impulsão dos projetos de melhoria. Dessa forma, torna-se essencial o adequado desenvolvimento desse elemento. Treinamento: Este elemento demonstrou-se forte à medida que existia uma adequada manutenção do treinamento em Seis Sigma para as pessoas. Esse elemento apresentava como finalidade a disseminação e o não enfraquecimento da abordagem na organização.

35 34/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS Comprometimento da alta administração: Este elemento pôde ser visto como impulsionador da abordagem do Seis Sigma, pois através dele os outros elementos tinham a garantia da obtenção de recursos e incentivos para o seu desenvolvimento. Cultura organizacional: A abordagem do Seis Sigma necessita de uma aceitação para que sua incorporação à organização não possua resistências. Dessa forma, o elemento cultura organizacional atuou como adaptador do antigo para o novo. A implementação do Seis Sigma não é uma tarefa simples, sendo norteada por elementos que devem ser construídos de forma consistente, para que o desenvolvimento completo desses elementos seja garantido. Observa-se que devido ao método do Estudo de Caso prover pouca base para generalização, deve-se avaliar com cautela generalizações para outros casos.

36 35/35 INTRODUÇÃO ESTRUTURAÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO CONDUÇÃO DE UM ESTUDO DE CASO RECOMENDAÇÃO PARA ESTUDO DE CASO EXEMPLO DE ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES FINAIS CONSIDERAÇÕES FINAIS O estudo de caso tem se tornado uma abordagem metodológica bastante utilizada nas pesquisas em Engenharia de Produção, no Brasil. (Miguel; 2010)


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