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Boletim n o. 8 DUVIDAR É VÁLIDO! Raimundo APRESENTAÇÃO Na virada do ano de 2006, aproveitando que eu estava na cidade de Santos, decidi convidar dois.

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2 Boletim n o. 8 DUVIDAR É VÁLIDO! Raimundo APRESENTAÇÃO Na virada do ano de 2006, aproveitando que eu estava na cidade de Santos, decidi convidar dois amigos queridos para gravarem. Com a Lucidalma, tenho amizade desde 1991, tempo todo esse que inúmeras vezes executou tarefas em apoio ao nosso trabalho. Gravou durante bastante tempo e acabou parando por problemas no micro e impossibilidade de atualização dos equipamentos. O Alexandre sonhava com a possibilidade de uma gravação não por ele, mas por ver o sofrimento da mãe, depois da partida de seu pai, por volta de 3 anos atrás. Levei meu “kit de viagem” para gravar, que descrevo no Boletim 9 e sem muita delonga gravamos. Os objetivos eram: Atualizar os conhecimentos da Lucidalma e para fazer isso, tentaríamos contato com o marido de Lucia. Os resultados seguem aqui. Um abraço forte de Sonia Rinaldi IPATI – Instituto de Pesquisas Avançadas em TCI Lucia e Sonia em Santos – SP Janeiro 2007 Presentes à reunião estavam a Lucidalma, Alexandre e Lucia. Iniciamos com a Lucia enfatizando que não acreditava em nada, nem em deus, nem na sobrevivência após a morte, nem na possibilidade de contatos. Praticamente, estava ali para não desagradar o filho, que já conhecia e respeitava muito nosso trabalho. Mas, tinha com ela, que seria uma perda de tempo. Em nada esse ponto de vista nos incomoda. Confiamos de tal forma nos Amigos do Outro Lado que tínhamos certeza de que provas seriam dadas, que a surpreenderia. Deixei-a a vontade, sem contestar seu ceticismo. Ela tinha esse direito.

3 Para contrabalançar, a amiga Lucidalma mantinha o otimismo, pois dezenas de vezes presenciou gravações desse tipo. Como ambas vieram juntas, Lucidalma tentou demover a Lucia de seu ponto de vista endurecido pelo sofrimento. Mas, foi inútil – Lucia não cedia. Sentia-se injustiçada pela partida prematura do marido. Já Alexandre preferia confiar, pois avaliava que caso sua mãe obtivesse alguma prova, seu coração seria aliviado. Admito que é muito difícil para o geral das pessoas compreenderem que a morte não é algo casual, que pode ser alterado, tanto por um pedido mágico, quanto por quem vai partir e não deseja isso. Se assim fosse, manipularíamos todos os falecimentos de acordo com nossos desejos. Mas, jamais vimos isso ocorrer. Em várias oportunidades perguntamos aos amigos espirituais se as datas das partidas estão pré-fixadas, e sempre isso foi confirmado. Podem retardar ou antecipar por horas, mas nunca por anos, como todos nós gostaríamos. Assim, há que se aprender a aceitar que a partida de nossos queridos tem motivos que desconhecemos e não nos é permitido alterar isso. Devemos aceitar e enfrentar, no mínimo em respeito ao que partiu, que por ainda estar ligado amorosamente a nós, sentirá nossas vibrações. Sempre me ocorre que a preparação para a morte, ou seja, para as futuras separações, deveria ser tema nas escolas, ao invés de ensinarem certas bobagens religiosas sem sentido e sem comprovação científica. Se tal ocorresse, no futuro essas crianças enfrentariam a partida de seus familiares, com dor, sim, mas sem desespero e sem revolta. A morte faz parte da vida e insistimos em achar que somos donos de nossos destinos, e que podemos alterá-lo como quisermos. Até somos, pelo livre-arbítrio, de piorar nossa trajetória, ou melhorá-la se batalharmos pelo bem, mas sobre a partida de alguém, nem nós nem quem partirá, tem poder. Por mais dilacerante que seja a dor que enfrentamos. Infelizmente. Lucidalma

4 O PROCESSO: Ante de iniciarmos as gravações mostramos bem claramente o que faríamos e como faríamos, para que todos tivessem certeza da transparência das ações. Deixamos claro que usaríamos dois tipos de ruído de fundo: num 2 vozes somadas falando alemão fluentemente, serviria para nos por em contato com o líder da Estação, que nossos leitores já sabem, que chamamos de Sr. Alemão. Valeria como resposta exclusivamente frases gravadas por ele em português, ou seja, todos os transcontatos, não importa o que se use como ruído de fundo, devem vir em português. Na segunda gravação, usaríamos voz de “senhor”, para que a Lucia pudesse falar com o marido. No ruído de fundo, a composição de fonemas e texto desmontado (ver explicações no livro “Gravando Vozes”, de nossa autoria, página 22). GRAVAÇÕES: Usando o ruído de fundo com língua alemã, eis as respostas dadas, em claro português: 1.Voz de homem, diferente da voz do Sr. Alemão: -”Amigo, cê pode!” Referia-se ao Alexandre, ali presente, e a possibilidade dele gravar em sua casa com o pai. 2.Voz do alemão: -”Muito apegado!” Nesse momento a Lúcia comentou que o filho Alexandre sempre foi muito apegado ao pai. Já achamos isso positivo. 3.Voz do Alemão: -”Mira, que vai usar!” referindo-se à Lucidalma que estava ali para aprender as novas técnicas – pois está combinado que a Lucy aprendera para me ajudar a atender as pessoas que me procuram. 4.Comentamos que pediríamos contato do Sr. Álvaro, falecido marido da Lúcia, e o Sr. Alemão confirma: -”Tá vendo, vão pedir!” Como todo bom alemão ele comete erros gramaticais em português, erros típicos de alemão, como falar -”Está vendo” ao invés de “estou vendo”. Fora a troca constante de palavras femininas e masculinas, como por exemplo dizer: -”O menina vai sairrrr”.

5 Mas é importante fazer nosso leitor observar que, embora tivéssemos o ruído de fundo em puro alemão, há que se admitir que essas são frases coerentes com a situação e complexas, ou seja, se a comunicação não é possível, como imaginava nossa Lúcia, COMO tais frases estavam ali gravadas? 6.Como eu preparei apenas 2 minutos de ruído de fundo, nesse ponto, ele acabou... ficamos sem som. Como Continuamos a gravar, a Lucidalma sugeriu que interrompêssemos, dizendo: -”é melhor parar ali também, né?...” Sonia: -”Vamos por de novo!” Voz do alemão: -”Tá gostando!!!” referia-se a perceber que a Lúcia estava se impressionando e gostando. 7.Voz do Alemão para a Lucidalma: -”Há que provar!” é um reconhecimento de que nosso trabalho de investigação e busca da autenticação é muito importante. Lucidalma: -”Boa tarde senhor Alemão...” 8.E ele responde ao cumprimento dela dizendo: -”Tá aqui!” (de novo ao invés de dizer “Estou aqui!”) 9.Aqui, como é comum, o alemão responde antes da fala da Lucidalma: -”Eu te esperei!” Lucidalma: -”saudações do povo santista...” 10- Nossa amiga estava falando lentamente, talvez com o objetivo de ser clara, mas ele a corrige: Alemão: -”Tem que ir falando!” 11.Uma voz masculina diz, dirigindo-se à Lúcia, a quem passaríamos a palavra: -”Avante de sua sorte!” entendemos que refere-se à oportunidade que estava tendo diante de si. 12.Dirijo-me ao falecido Álvaro, marido falecido da Lúcia, mas ele se antecipa dizendo: -”Tem dó!” (devem ter dó da Lúcia pelo sofrimento). Sonia: -”Oi Sr. Álvaro, o senhor está nos ouvindo?”

6 13.A voz masculina confirma que eles têm conhecimento do ceticismo de nossa visitante, pois diz: -”Só fato vai pedir!” 14.Aqui ocorreu o contato mais importante, curiosamente logo depois de terem dito que ela queria fatos concretos. Uma voz com forte sotaque de português de Portugal, entra de forma inesperada, e me responde antes da pergunta: -”Tá acostumado! Cá vê!!!” Sonia brincando: -”A Lúcia é dura na queda, não é não? Ao notar o sotaque perguntei se eles tinham algum parente português e de pronto a Lúcia confirmou que seu sogro tinha tal sotaque e que seria o jeito dele falar. Pela coerência da resposta antecipada e pela surpresa de um que sequer fora pedido, Lúcia começava a admitir a autenticidade do fenômeno, explicando, com gosto, como era o seu sogro. 15.E já prevendo o que ia no coração da esposa, uma voz masculina confirma: -”Gostou de ficar!!!!” Ou seja, que ela estava satisfeita de estar conosco gravando. 16.Outro ponto que lhe chamou a atenção foi a voz ter dito: -”Eu te ligo!” e Lúcia confirmou que inúmeras vezes o telefone toca e não é ninguém. 17.Na seqüência entrou um áudio que figurará na coluna sobre “Um contato hilário!” que diz: -”Amigo cê pode!” 18.Aqui entendemos ser uma declaração de amor à esposa: Lúcia: -”Fala comigo, que eu tô com saudades, ai!” Voz masculina: -”Olá, somente a vi!!!” (como quem diz, só tive olhos para você!).

7 19.Voz paranormal: -”Filho, lá me testo!” Alexandre: -”Oi pai...!” Bela colocação filosófica, pois significa que para o pai, estar distante dos amados familiares também é um teste e um exercício de superação... Trata-se de importante confirmação pois costumamos, aqui na Terra, achar que os que partem ficam felizes no paraíso. Isso é mais uma informação enganosa apregoada, sobretudo pelo catolicismo. No mínimo não é lógico, aquele que parte, fique feliz estando distante daqueles com quem conviveu uma vida toda. Temos que aprender que os falecidos também sofrem pela separação e há que se respeitar e compreender que a batalha da superação da dor ocorre dos dois lados. Também é curioso notar que o Comunicante disse “LÁ” me testo. Porque? Porque inúmeras vezes eles fazem referencia a que para nos contactar eles “descem” ao nosso plano. Portanto, o Sr. Álvaro fez menção de que “Lá” seu plano dimensional, ele se aprimora. Não seria onde ele estaria naquele momento que seria AQUI e não LÁ. 20.E finalmente, uma voz diz, quando desligamos o ruído de fundo: -”Tem da tia!” referindo-se que era um contato de uma tia recém falecida. UM CONTATO HILÁRIO: No dia seguinte ao da gravação, Alexandre escreveu-nos um relatando algo que na hora da reunião ele não teve coragem de mencionar: Escreveu: -”Tenho o hábito de beber água o dia todo, o que claro, gera uma inevitável vontade ou necessidade de ir ao banheiro. Em determinado momento da análise da gravação (da qual eu, naturalmente, não queria me afastar por nenhum instante), pensava eu com meus botões, já meio em desespero: -“Nossa, será que ficaria chato eu pedir para ir ao banheiro justo agora em que a Sonia se debruça sobre a gravação que mais me interessa?“ Na seqüência veio a resposta que ninguém entendeu, exceto eu: - "Amigo, cê pode!!!“ era notório que os Amigos espirituais estavam a par da minha aflição !!!

8 DEPOIMENTO DOS PARTICIPANTES: Do enviado pelo Alexandre no dia seguinte: “(...) Tenho certeza de que uma de suas missões, possivelmente a mais significativa, é a de trazer conforto e esperança para as pessoas e você cumpre este papel, com extrema bondade e competência. Sou eternamente grato a você por me proporcionar uma tarde tão fantástica na companhia de minha mãe, que certamente jamais poderá ignorar o que aconteceu... Fique a vontade para abordar o caso do “sotaque português” e que minha mãe, que entrou incrédula, confirmou que seu falecido sogro, pai de seu esposo, era um português de sotaque carregado, o que definitivamente, foi surpreenden- te, uma vez que você não conhecia minha origem. Sobre o Sr. Alemão, confesso que fiquei abismado com a fluência, concisão e clareza das respostas, especialmente porque a existência dos fonemas, em tese, dificultaria a formação das frases em português. Só em tese: "está vindo, vão pedir" e a incrivelmente clara "tem que ir falando" são provas indeléveis de que há muito mais do que podemos compreender...” Lucidalma pediu que registrássemos seu pensamento: -”É incrível como o ser humano não se flagra com uma coisa dessa importância que é a Transcomunicação! A gente fica abobalhada diante das vozes que simplesmente surgem do nada!!!! Mas... o contato 7 que diz “Há que provar” resume o ponto-chave: uma vez comprovado a veracidade desse fenômeno incrível, quem sabe, toda a Humanidade mude de rumo!!!”


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