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Seminário de Proteção ao Meio Ambiente do Trabalho maio 2003 JOÃO CARLOS A. LOZOVEY UFPR Saúde do trabalho.

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1 Seminário de Proteção ao Meio Ambiente do Trabalho maio 2003 JOÃO CARLOS A. LOZOVEY UFPR Saúde do trabalho

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3 Meio Ambiente do Trabalho Política Nacional do Meio Ambiente Meio Ambiente é o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas. Lei 6.938/81, art. 3º, inciso I Ecossistemas naturais Patrimônio cultural Produção artificial do homem

4 Meio Ambiente do Trabalho Tudo o que cerca o ser vivo, que o influencia e que é indispensável à sua sustentação. Estas condições incluem solo, clima, recursos hídricos, ar, nutrientes e os outros organismos. O meio ambiente não é constituído apenas do meio físico e biológico, mas também do meio sócio-cultural e sua relação com os modelos de desenvolvimento adotados pelo homem. cetesb.sp.gov.br/ambiente/glossário[9/4/03] Meio Ambiente

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6 Meio Ambiente do Trabalho Circunvizinhança em que uma organização opera, incluindo água, ar, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas inter-relações. Meio Ambiente NBR ISO 14001:1996

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8 Meio Ambiente do Trabalho No enfoque global, não só o posto de trabalho ( local da prestação), mas todos os fatores que interferem no bem-estar do empregado (ambiente físico), e todo o complexo de relações humanas na empresa, a forma de organização do trabalho, sua duração, os ritmos, os turnos, os critérios de remuneração, as possibilidades de progresso etc., servem para caracterizar o meio ambiente do trabalho. Sebastião Geraldo de Oliveira, SP:LTr,1996

9 Meio Ambiente do Trabalho É a interação do local de trabalho, ou onde quer que o empregado esteja em função da atividade e/ou à disposição do empregador, com os elementos físicos, químicos e biológicos presentes, incluindo toda sua infra-estrutura ( instrumentos de trabalho), bem como o complexo de relações humanas na empresa e todo o processo produtivo que caracteriza a atividade econômica de fins lucrativos. Monica Maria Lauzid de Moraes, SP:LTr,2002

10 Meio Ambiente do Trabalho É o local onde o homem realiza a prestação objeto da relação jurídico trabalhista, desenvolvendo atividade profissional em favor de uma atividade econômica. - espaço físico - condições existentes no local

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17 Meio Ambiente do Trabalho Com o crescimento industrial, a população tem-se concentrado ao redor das indústrias, das cidades e das periferias, provocando o crescimento desordenado, sem a estrutura mínima para atender as necessidades vitais dos obreiros, como, por exemplo, saneamento básico. A busca pelo trabalho é o fator responsável pela concentração desordenada, resultando na inobservância da qualidade de vida. A indústria brasileira, longe da conscientização sobre qualidade de vida no ambiente de trabalho, compete à custa de baixos salários, da exploração predatória dos recursos naturais ( meio ambiente em sentido amplo ), com impactos fatais sobre a saúde e segurança do empregado nas empresas e, em decorrência, sobre a qualidade de vida da população da cidade e do campo.

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20 Meio Ambiente do Trabalho Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes horas de trabalho diário - proibido o trabalho noturno - lavação de paredes 2 x ao ano - ventilação obrigatória Factory Act - proibido o trabalho noturno < 18 anos - 12 h/dia e 69 h/ semana - escolas p/ < 13 anos - idade mínima 9 anos - exame médico comparativo Inglaterra

21 Ambiente ou Atividade Insalubre Doença Diagnóstico Tratamento Trabalhador Sadio MEDICINA DE FÁBRICA

22 OFICINA MECÂNICA

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24 Ambiente ou Atividade Insalubre Reconhecimento Doença Diagnóstico Tratamento Trabalhador Sadio Avaliação Controle Ambiente ou Atividade salubre Saúde do trabalho HIGIENE INDUSTRIAL

25 Promoção e manutenção do mais alto grau de bem estar físico, mental e social dos trabalhadores; Prevenção de desvios de saúde causados pelas condições de trabalho; Proteção dos trabalhadores em seus empregos, dos riscos resultantes de fatores adversos à saúde; Colocação e manutenção do trabalhador, adaptadas às aptidões fisiológicas e psicológicas; Em suma, adaptação do trabalho ao homem e de cada homem à sua atividade. (OIT/OMS, 1950)

26 O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR Para efeito desta NR consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador. Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - NR 9 Portaria nº25 de 29/12/94.

27 Agentes De Risco Reconhecimento Avaliação Controle Ambiente ou Atividade salubre LT PPRA - NR 9

28 Nº de pessoas da população ou amostra com efeito Quantidade do agente

29 Área0,8000,9000,9500,9800,9900,9950,998 z1,2821,6451,9602,3262,5762,8073,090 5 % 1 %

30 HIGIENE INDUSTRIAL É a ciência e arte dedicada ao reconhecimento, avaliação e controle de todos aqueles fatores ambientais que possam produzir doença, dano à saúde e ao bem estar dos trabalhadores e pessoas da comunidade. American Conference of Govermental Industrial Hygienists

31 TLV - THRESHOLD LIMIT VALUE LIMITE DE TOLERÂNCIA Refere-se às concentrações de agentes químicos dispersos na atmosfera, e representa condições sob as quais supõem-se que quase todos os trabalhadores possam estar expostos dia-após-dia sem efeitos adversos à saúde. ACGIH

32 Agentes De Risco Reconhecimento Trabalhador Sadio Avaliação Controle Ambiente ou Atividade salubre Controle Médico Há Agravos à Saúde? Não Sim LT PPRA - NR 9 PCMSO - NR 7 Condutas MA

33 ADAPTAÇÃO AO TRABALHO Características pessoais e cognitivasCaracterísticas pessoais e cognitivas rítmos circadianos rítmos circadianos suscetibilidade fisiológica suscetibilidade fisiológica perfil de sono perfil de sono Capacidade do trabalhadorCapacidade do trabalhador Fatores psicofisiológicos Conteúdo do trabalho Condições organizacionais Condições ambientais Fatores motivacionais Desempenho e satisfação no trabalho Fatores de trabalho Cultura e costumes

34 DETERMINANTES DE SAÚDE / DOENÇA PERFIL DAS DOENÇAS OCUPACIONAIS AS EQUIPES E SERVIÇOS DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO NOVAS PERSPECTIVAS PARA MUDANÇAS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS REDIVISÃO SOCIAL E DE TÉCNICAS DE TRABALHO REDIVISÃO SOCIAL E DE TÉCNICAS DE TRABALHO DOWN SIZING DOWN SIZING FLEXIBILIZAÇÃO FLEXIBILIZAÇÃO INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO

35 INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS 1- DETERMINANTES DE SAÚDE / DOENÇA Facilitação do trabalho por diminuição ou eliminação dos riscos, Redução dos riscos físicos e aumento dos psíquicos, aumento das exigências de qualificação, maiores dificuldades para os de maior idade.

36 INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS 2 - PERFIL DAS DOENÇAS OCUPACIONAIS Tendências à diminuição dos acidentes e doenças graves e clássicos; novas doenças - automação, ambientes fechados, etc ; câncer ocupacional por maior longevidade; efeitos por baixas doses - exemplo das manifestações neurocomportamentais;

37 INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS 3 - AS EQUIPES E SERVIÇOS DE SAÚDE DO TRABALHO Obrigação de maior atualização; trabalho em equipe interprofissional; observação e acompanhamento de longo prazo, até 30 anos, legal, INSS, etc. ; inclusão do sistema de saúde nas questões.

38 REDIVISÃO SOCIAL E DE TÉCNICAS DO TRABALHO 1 - DETERMINANTES DE SAÚDE / DOENÇA Fragmentação produtiva; Terceirização suja; Terceirização entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos; Risco excedente Ausência de EPI Baixa qualificação Problemas com registro trabalhista Perda salarial e de benefícios sociais Perda da representação sindical

39 REDIVISÃO SOCIAL E DE TÉCNICAS DO TRABALHO 2 - PERFIL DAS DOENÇAS OCUPACIONAIS Padrões de adoecimento heterogêneo, mosaico entre tipos de exposição e doenças; Terceirização e domicilização, difundindo a exposição do risco e da doença; Mistura de ocupacional e não ocupacional; Exposição da população de diferentes faixas de idade e sensibilidades.

40 REDIVISÃO SOCIAL E DE TÉCNICAS DO TRABALHO 3 - AS EQUIPES E SERVIÇOS DE SAÚDE DO TRABALHO Diluição e dispersão de responsabilidades entre empresa, contratados e prepostos; A terceirização e a domicialização do risco desorganiza a lógica dos programas de saúde pela descontinuidade do acompanhamento efetivo ( NR-7 e NR-9 ); idem para fiscalização e para sindicatos; idem para competência de municípios e estados.

41 DOWN SIZING 1 - PERFIL DAS DOENÇAS OCUPACIONAIS Potencialização ansiogênica do desemprego; Criação de mecanismos para estabilidade; Geração de conflitos nos locais de trabalho; Deterioração da auto estima dos atingidos; Deterioração da capacidade de compra e uso de recursos em QVT e saúde.

42 DOWN SIZING 2 - PERFIL DAS DOENÇAS OCUPACIONAIS Ocultação de sintomas e acidentes para preservação do emprego; Exacerbação para estabilidade; Saúde mental, dependência química, suicídio; Manifestações psicossomáticas; Doenças Autoimunes; Doenças Cardiovasculares.

43 DOWN SIZING 3 - AS EQUIPES E SERVIÇOS DE SAÚDE DO TRABALHO Expectativa de que a ST colabore com a redução do número de empregados; Situações conflituosas nos exames médicos ocupacionais; Aumento ou diminuição da demanda dos serviços de saúde do trabalho; Demissões dos profissionais da área; Terceirização das equipes de saúde.

44 INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO 1 - DETERMINANTES DE SAÚDE / DOENÇA Aumento dos ritmos do trabalho; Aumento das responsabilidades; Complexidades variáveis; Variações das jornadas.

45 INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO 2 - PERFIL DAS DOENÇAS OCUPACIONAIS Envelhecimento prematuro; Adoecimento e morte por doenças cardiovasculares; DORT/LER; Síndrome da fadiga crônica; Burn-out ( esgotamento agudo - saúde ); Morte súbita por excesso de trabalho (Karoshi - Japão ); Morte súbita inexplicada ( Singapura - Tailândia ).

46 INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO 3 - AS EQUIPES E SERVIÇOS DE SAÚDE DO TRABALHO Conflitos nas equipes, conceitos, etc; Insuficiência de profissionais; Despreparo profissional no entendimento destas mudanças.

47 NR 5 - CIPA MAPA DE RISCOS NR 7 - PCMSO NR 9 - PPRA QUÍMICO FÍSICO BIOLÓGICO ACIDENTES ERGONÔMICO RECONHECIMENTO AVALIACÃO CONTROLE QUÍMICO FÍSICO BIOLÓGICO ACIDENTES ERGONÔMICO NR 17 ERGONOMIA PROGRAMAS DE SAÚDE POR AVALIACÃO EPIDEMIOLÓGICA DO TRABALHO AMBIENTAIS PESSOAIS ESTILO DE VIDA NR 24 conforto e higiene e higiene

48 OFICINA MECÂNICA

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