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Classificado como Património Mundial pela UNESCO em 2001, a região do Alto Douro Vinhateiro, caracteriza-se por uma paisagem única, que urge preservar,

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Apresentação em tema: "Classificado como Património Mundial pela UNESCO em 2001, a região do Alto Douro Vinhateiro, caracteriza-se por uma paisagem única, que urge preservar,"— Transcrição da apresentação:

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2 Classificado como Património Mundial pela UNESCO em 2001, a região do Alto Douro Vinhateiro, caracteriza-se por uma paisagem única, que urge preservar, evitando a sua lenta transformação. Constitui uma ampla região que tem como espinha dorsal o Rio Douro, dividindo-se em três sub-regiões, o Baixo Corgo, integrando os concelhos de Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Armamar e Lamego, o Cima Corgo, que integra os concelhos de Alijó, São João da Pesqueira, Tabuaço e Vila Nova de Foz Côa, e Douro Superior, já em pleno distrito de Bragança, integrando os concelhos de Carrazeda de Ansiães e Torre de Moncorvo.

3 A região distingue-se das imediatas não pela topografia do terreno, pelos cursos de água ou pelo património artístico, mas pela modelação que o homem operou nela ao longo de vário séculos, visando a sua utilização agrícola e a melhoria da qualidade de vida, como vamos poder ver nas seguintes imagens…

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5 Mesão Frio é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Vila Real, Região Norte e sub-região do Douro. É sede de um município muito pequeno, com 26,85 km² de área e subdividido em 7 freguesias. O município é limitado a norte e a leste pelo município de Peso da Régua, a sueste por Lamego e por Resende e a oeste por Baião.

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7 Peso da Régua, também conhecida apenas por “Régua”, é uma cidade do Norte de Portugal, sede de concelho, situada em Trás-os-Montes, junto ao Rio Douro, conhecida por ser a capital da região demarcada que produz o célebre vinho do Porto. As paisagens naturais da região são, pois, lindíssimas e especiais, estando o Alto Douro classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, provendo panoramas espectaculares tanto observados do próprio Rio Douro, ou no alto, nos muitos miradouros da zona, destacando-se o de São Leonardo e o de Santo António do Loureiro.

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9 Santa Marta de Penaguião é uma vila portuguesa no Distrito de Vila Real, Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de habitantes. A vila-sede de município é constituída pela freguesia de São João Baptista de Lobrigos. É sede de um pequeno município com 69,98 km² de área e habitantes (2001), subdividido em 10 freguesias. O município é limitado a norte e leste pelo município de Vila Real, a sul pelo Peso da Régua e a oeste por Amarante.

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11 Vila Real é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Vila Real, na Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de habitantes. É sede de um município com 377,08 km² de área e aproximadamente habitantes (2006), subdividido em 30 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Ribeira de Pena e de Vila Pouca de Aguiar, a leste por Sabrosa, a sul pelo Peso da Régua, a sudoeste por Santa Marta de Penaguião, a oeste por Amarante e a noroeste por Mondim de Basto. Crescida num planalto situado na confluência dos rios Corgo e Cabril, a cidade está enquadrada numa bela paisagem natural (Escarpas do Corgo), tendo como pano de fundo as serras do Alvão e, mais distante, do Marão. Ao longo de mais de setecentos anos de existência, Vila Real ganhou os contornos que tem hoje, uma cidade de belos monumentos, onde se destacam os templos e as casas nobres, com os seus brasões bem à vista, algo que levou a que, outrora, fosse conhecida como a Corte de Trás-os-Montes.

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13 Armamar é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de habitantes. É sede de um município com 112,24 km² de área e habitantes (2006), subdividido em 19 freguesias. O município é limitado a norte pelo município do Peso da Régua, a nordeste por Sabrosa, a leste por Tabuaço, a sueste por Moimenta da Beira, a sudoeste por Tarouca e a oeste por Lamego.

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15 Lamego é uma cidade portuguesa no Distrito de Viseu, Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de habitantes no perímetro urbano e cerca de no centro histórico. O município está situado na margem sul do rio Douro, a cidade fazia parte da província tradicional de Trás-os-Montes e Alto Douro e, segundo alguns, fazia parte da Beira Transmontana, da qual era a principal cidade. Considerada uma cidade monumental, sendo uma diocese portuguesa. É sede de um município com 166,71 km² de área e habitantes (2006), subdividido em 24 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Mesão Frio e Peso da Régua, a leste por Armamar, a sueste por Tarouca, a sudoeste por Castro Daire e a oeste por Resende.

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18 Alijó é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Vila Real, região Norte e sub-região do Douro, com cerca de habitantes. É sede de um município com 298 km² de área e habitantes (2006), subdividido em 19 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Vila Pouca de Aguiar e Murça, a leste por Carrazeda de Ansiães, a sul por São João da Pesqueira e a oeste por Sabrosa.

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20 S. João da Pesqueira é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de habitantes a 850 metros de altitude. É sede de um município com 267,56 km² de área e habitantes (2001), subdividido em 14 freguesias. O município é limitado a norte pelo Douro e o município de Alijó, a nordeste por Carrazeda de Ansiães, a leste por Vila Nova de Foz Côa, a sueste por Penedono, a sul por Sernancelhe, a oeste por Tabuaço e a noroeste por Sabrosa. Vila do vinho generoso (vinho do Porto), considerada o Coração do Douro Vinhateiro, na região demarcada do Douro criado pelo Marquês de Pombal que viveu na Pesqueira quando era novo.

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22 Tabuaço é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de habitantes. É sede de um município com 135,72 km² de área e habitantes (2001), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Sabrosa, a leste por São João da Pesqueira, a sueste por Sernancelhe, a sudoeste por Moimenta da Beira e a oeste por Armamar. Cerca de 25% da população trabalha no sector terciário, mas a agricultura continua a ser o sector com maior peso, cerca de 56% da população activa. Entre os produtos de maior importância económica, destaca-se o vinho e o artesanato.

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24 Vila Nova de Foz Côa é uma cidade portuguesa, pertencente ao Distrito da Guarda, Região Norte e sub- região do Douro, com cerca de habitantes. Foz Côa, Meda e Pinhel compartem vestígios de arte rupestre do Vale do Côa/Parque Arqueológico. É sede de um município com 395,88 km² de área e habitantes (2001), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Carrazeda de Ansiães e Torre de Moncorvo, a nordeste por Freixo de Espada à Cinta, a sueste por Figueira de Castelo Rodrigo e Pinhel, a sul por Meda e a oeste por Penedono e São João da Pesqueira.

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27 Carrazeda de Ansiães é uma vila portuguesa, pertencente ao Distrito de Bragança, Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de habitantes. É sede de um município com 280,91 km² de área e habitantes (2006), subdividido em 19 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Murça e de Mirandela, a nordeste por Vila Flor, a leste por Torre de Moncorvo, a sul por Vila Nova de Foz Côa, a sudoeste por São João da Pesqueira e a oeste por Alijó.

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29 Torre de Moncorvo (muitas vezes chamado simplesmente de Moncorvo), é uma vila portuguesa, pertencente ao Distrito de Bragança, Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de habitantes. É sede de um município com 532,77 km² de área e habitantes (2001), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Vila Flor, Alfândega da Fé e Mogadouro, a sueste por Freixo de Espada à Cinta, a sudoeste por Vila Nova de Foz Côa e a oeste por Carrazeda de Ansiães.

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31 Vinho do Porto

32 O produto por excelência da região é o vinho (licoroso e de mesa), introduzido na Idade Média pelas comunidades cistercienses, como aconteceu, aliás, com outras zonas demarcadas de produção vitivinícola, nomeadamente a do Dão. A qualidade do produto duriense era já reconhecida na Europa no século XVI, surgindo a denominação “Vinho do Porto” num documento de 1675, onde se Refere a sua exportação para a Holanda.

33 O reconhecimento da importância da exportação e a necessidade de regulamentação do produto ocorreriam no século XVIII, integrando as políticas económicas do período pombalino, com a demarcação da região, em Setembro de 1756, implantando-se, no terreno, 201 marcos graníticos, e a criação da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, para arbitrar o conflito de interesses entre os mercadores ingleses e os produtores locais.

34 Trabalho realizado por: Ricardo Duarte Curso: Técnico de Vendas EPAMG


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