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Fotografia Aula 2 Prof. Fabio Aguiar. Elementos básicos da Fotografia Fotometria – Abertura e Velocidade Após dominar o foco e o enquadramento, precisamos.

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1 Fotografia Aula 2 Prof. Fabio Aguiar

2 Elementos básicos da Fotografia Fotometria – Abertura e Velocidade Após dominar o foco e o enquadramento, precisamos aprender a medir a luz da nossa fotografia: a fotometria. Este processo envolve os conhecimentos de abertura do diafragma e da velocidade do obturador. Abertura do diafragma: Este recurso consiste no controle da quantidade de luz que ultrapassa a objetiva. A abertura funciona como a iris do nosso olho. A abertura do diafragma é representada por uma escala numérica denominada de nº F. 2

3 Quando alguém pronuncia um número antecedido pela letra F, está se referindo à uma abertura do diafragma: ex.: F2,8, F5,6. Cada nº F corresponde a uma abertura específica e é importante lembrar que, quanto maior o número F, menor a abertura correspondente. Sua escala é inversamente proporcional. Quando abrimos ou fechamos1 ponto do diafragma, dizemos que alteramos a exposição em 1 ponto ou 1 FSTOP. Outro ponto importante para saber é que, cada ponto de diafragma que fechamos, reduzimos pela metade a quantidade de luz da abertura anterior. Ou seja, se temos uma abertura F4 e fechamos para F5,6, a 2ª abertura deixará passar a metade da luz da 1ª. 3

4 Nas câmeras mais antigas, a escala da abertura era marcada de 1 em 1 ponto de diafragma. Hoje com as câmeras digitais, essa escala varia em incrementos de 1/3 ou 1/2 ponto de abertura. Com essa variação mínima da abertura conseguimos resultados mais precisos na medição da luz, o que reduz significativa-mente a incidência de erros na hora de fotografar. 4

5 F2F8 F16 5

6 A escala completa das aberturas do diafragma é: f1.2, f1.4, f1.8, f2, f2.8, f4, f5.6, f8, f11, f16, f22, f32, f45, f90. As objetivas costumam apresentar uma escala de aberturas menor, onde a abertura máxima (luminosi-dade da objetiva) oscila entre f3.5 e f4 e a abertura mínima, entre f16 e f22. 6

7 Com relação à abertura máxima da objetiva, é impor-tante saber que, quanto mais luminosa for a objetiva, mais cara ela será. Por esse motivo que as objetivas pro-fissionais costumam ser mais luminosas (f2.8 ou menos). Esse fator é importante pois as objetivas mais luminosas permitem fotografar em condições onde há pouca luz onde as objetivas menos luminosas não permitem fotografar. As indicações das características da objetiva vem marcadas na parte frontal da objetiva. 7 Abertura máxima (luminosidade) Distância focal

8 Velocidade do obturador: Este recurso consiste no controle do tempo em que a câmera ficará aberta para permitir a passagem da luz até atingir o sensor e registrar a imagem. Como no caso da abertura do diafragma, a velocidade do obturador também é representada por uma escala numérica e cada uma delas representa o tempo de exposição da fotografia. Nas câmeras mais antigas de filme, a escala de velocidades era instalada em um dial na parte superior da câmera próximo ao disparador, onde também selecionávamos o ISO do filme. 8

9 A escala de velocidade do obturador é representada na câmera apenas pela fração do tempo. Não podemos esquecer que o número que aparece na escala corresponde a uma fração de segundo, onde na câmera aparece 250 no dial de velocidade, a velocidade real é 1/250 (1 segundo dividido por 250). No exemplo do slide anterior, a velocidade da câmera varia de 1 segundo a 1/1000. Nas câmeras digitais profissionais essas veloci- dades atingem até 1/8000. É importante saber que cada velocidade também corresponde a 1 ponto de exposição ou 1 FSTOP como na abertura. Outra informação im- portante é que, quanto maior o número referente à velocidade, menor será o tempo em que a câmera ficará aberta. 9

10 A escala da velocidade é: 1/1000, 1/500, 1/250, 1/125, 1/60, 1/30, 1/15, 1/8, 1/4, 1/2, 1 e B, onde B significa BULB e é um recurso da câmera que permite fazer exposições mais longas. Este recurso funciona da seguinte maneira: enquanto se mantém o disparador pressionado, o obturador se mantém aberto deixando passar luz para atingir o sensor e, ao soltar o disparador, o obturador se fecha finalizando a exposição. Existem dois tipos de obturador que equipam as câmeras: o obturador de plano focal e o obturador central. O mais comum nas câmeras digitais é o de plano focal. 10

11 O obturador central é montado na objetiva da câmera logo atrás do diafragma, daí o nome central (no centro da objetiva) e o obturador de plano focal é montado no corpo da câmera logo na frente do sensor (plano do foco). Ambos possuem suas vantagens de acordo com o tipo de fotografia: o central é mais indicado para as fotografias de estúdio, pois permite o uso do flash em velocidades mais altas (até 1/800). O de plano focal é mais indicado para fotojornalismo e esportes, pois permite atingir velocidades maiores (até 1/8000). Porém, este tipo de obturador possui limitação de velocidade para o uso do flash (até 1/250). Acima desta velocidade a imagem será iluminada parcialmente (erro de sincronismo). 11

12 O obturador de plano focal também é chamado de obturador de cortina, pois ele é formado pela junção de duas cortinas (de tecido nas câmeras mecânicas e de lâminas metálicas nas câmeras eletrônicas). Ao apertar o disparador abre-se a 1ª cortina e, ao terminar o tempo de exposição, a 2ª cortina se fecha no mesmo sentido de deslocamento da 1ª. O obturador central é formado por lâminas metálicas que se abrem do centro para a extremidade num movimento semelhante ao diafragma, com a diferença que elas se fecham por completo para impedir a passagem da luz. 12

13 13 Obturador de plano focal de tecidoJunção das cortinas Obturador durante a exposição Obturador de plano focal Obturador eletrônico

14 14 Obturador central

15 A importância da velocidade do obturador: A escolha correta da velocidade do obturador é importante para reproduzir o efeito desejado na fotografia estática. É a velocidade do obturador que conseguimos registrar a sensação de movimento na fotografia. Uma velocidade alta congela os objetos na imagem mas, se optarmos por usar uma velocidade mais baixa, alguns elementos da imagem que estiverem em movimento aparecerão borrados, transmitindo assim a sensação de que estão se movendo na cena. Desta maneira, se quisermos uma imagem totalmente nítida, devemos optar por uma velocidade alta. Para transmitir movimento, devemos optar por uma velocidade baixa. A escolha da velocidade correta para cada tipo de foto varia de acordo com a velocidade de movimento do objeto, das condições de luz e do ISO (sensibilidade à luz). 15

16 As imagens abaixo mostram como a escolha da velocidade altera o resultado da fotografia com relação à sensação de movimento. 16 Velocidade altaVelocidade baixa

17 A fotometria: Para a correta fotometria (medição da luz) na fotografia, nós utilizamos a combinação entre uma abertura do diafragma e uma velocidade do obturador. Esta escolha não se faz aleatoriamente. A fotometria é um ajuste preciso e é determinado por um instrumento localizado dentro da câmera chamado fotômetro (existem os fotômetros de mão). O fotômetro se baseia no ajuste do ISO que determina a sensibilidade do sensor para a quantidade de luz do ambiente. Quanto maior for o ISO menos luz é necessário para produzir a fotografia. Para a fotografia de estúdio priorizamos o ISO baixo (reproduz imagens mais nítidas). Para o fotojornalismo priorizamos o ISO mais alto (pede o uso de velocidades mais altas com menos luz e reproduz pequena perda na nitidez – ruído). 17

18 Para agilizar o processo de fotometria, costumamos adotar o seguinte método: escolhemos uma velocidade de obturador suficiente para o ambiente e o tema que vamos fotografar e consultamos as informações que o fotômetro nos passa e alteramos a abertura do diafragma até a correta combinação com a velocidade escolhida para o correto registro da imagem. Vale lembrar que para cada ponto de abertura que alteramos, devemos compensar com um ponto de velocidade. Ex. Se escolhemos uma velocidade de 1/60 e o fotômetro indicou uma abertura de f8, se alterarmos a velocidade para 1/125, devemos alterar a abertura para f5.6 (aumentamos 1 ponto de velocidade e abrimos 1 ponto de abertura). Isso deve ser feito para manter a mesma quantidade de luz que atingirá o sensor, o que chamamos de EV (valor de exposição). As duas combinações acima possuem o mesmo EV. 18

19 A seguir, segue uma tabela com as aberturas do diafragma e as velocidades do obturador. É importante notar que as escalas são inversas: as aberturas vão das maiores para as menores e as velocidades vão das mais altas para as mais baixas. Dessa forma fica mais fácil de entender como proceder na hora de alterar as combinações entre eles. 19

20 O fotômetro de mão: O fotômetro da câmera só mede a luz ambiente ou luz contínua. Além deste tipo de luz, existe também a luz de flash que é um circuito eletrônico e produz uma luz de relâmpago que permanece acesa em sua total potência durante apenas um centésimo de segundo(1/100). Para medir a luz de flash, necessitamos de outro equipamento que é o fotômetro de mão. Existem fotômetros que só medem luz contínua e outros mais completos que também medem a luz de flash. Estes são chamados de flashmeter. Os fotômetros de mão medem a luz de duas maneiras: luz refletida e luz incidente. Os fotômetros das câmeras só medem a luz refletida. É importante saber que a medição da luz incidente é mais precisa do que a medição da luz refletida. 20

21 A medição da luz incidente é mais precisa pois analisa a inten-sidade da luz que vem diretamente da sua fonte. A medição da luz refletida sofre alterações da leitura do fotômetro de acordo com o objeto a ser fotografado: se o objeto for de cor clara, o fotômetro interpretará como se o ambiente estivesse mais claro e, se o objeto for de cor escura, interpretará como se o ambiente estivesse mais escuro. 21 Luz ambienteLuz de flash sem cabo Luz de flash com cabo Sensor do fotômetro (com dômus)

22 Na medição de luz refletida (esquerda), o fotômetro da câmera ou de mão é colocado na posição da câmera voltado para o objeto. A luz que incide sobre o objeto reflete na direção da câmera e o fotômetro mede a sua intensidade. Na medição de luz direta (direita) o fotômetro é colocado sobre o objeto e voltado para a fonte de luz. Este tipo de medição não sofre influência do objeto, sendo assim, mais precisa. 22

23 23 Velocidade do obturador Abertura do diafragma Sensibilidade ISO Indicador do fotômetro Modo de exposição: Programa Ajuste de branco Resolução da imagem Modo do drive Modo de fotometria Modo de foco

24 Profundidade de campo: A profundidade de campo é um recurso da fotografia diretamente relacionada com o uso do diafragma da objetiva. Ela é responsável pelo controle da extensão do foco na imagem. Quando focamos um objeto pelo visor da câmera a uma distância de 3 metros, teoricamente somente este objeto ficaria em foco na fotografia. Na prática, porém, existe uma área antes e depois dessa distância do foco onde os elementos da foto aparecem em foco. Isto ocorre pela utilização das aberturas do diafragma: quanto menor for a abertura (nº F maiores), maior será a extensão desta área onde o foco se estende. Veremos a seguir um exemplo na prática. 24

25 25 Foco Fora de foco

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