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Cooperação Internacional Experiência da Embrapa Gado de Leite Brasília, outubro 2013.

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Apresentação em tema: "Cooperação Internacional Experiência da Embrapa Gado de Leite Brasília, outubro 2013."— Transcrição da apresentação:

1 Cooperação Internacional Experiência da Embrapa Gado de Leite Brasília, outubro 2013

2 Breve Histórico Articulador Internacional OS CNPGL 52/98 (Mário Martinez)1998 UD membro da International Farm Comparison Network (IFCN)2001 UD inicia realização anual do Congresso Internacional do Leite2001 UD inicia realização anual do Curso Internacional com a FEPALE2001 Articulador Internacional OS CNPGL 65/08 (Leônidas)2008 UD membro da Global Dairy Platform (GDP)2009 UD membro da Diretoria da International Dairy Federation (IDF)2010 Comissão Demandas Internacionais OS 83/11 (Não precisou)2011 UD historicamente cedeu pesquisadores para vários escritórios internacionais da Embrapa: Coordenador Labex USA (Airdem), 2 Pesquisadores Labex USA (Renaldi e Therezinha), Coordenador Labex Europa (Arcuri), Coordenador Embrapa África (Leovegildo), Coordenador Embrapa Moçambique (Bellini) e o Articulador da Europa (Arcuri)

3 Estrutura da Articulação Internacional Plano Estratégico de 5 Anos – macro questões Demandas da Chefia da Unidade e Pesquisadores Demandas da SRI Demandas dos Parceiros Externos Induções pela Articulação Internacional Trabalho é feito diretamente com os interessados, com a participação do Gestor da Equipe ou Chefes. O grupo proativo internacional da UD é de cerca de 14% dos pesquisadores. Demandas de AI são pontuais, não raro complexas e de curto prazo. Praticamente impossível fazer um Plano de Trabalho. Relatórios Mensais encaminhados à Chefia e à Área de Comunicação da SRI. Haverá um relatório Gerencial.

4 Atribuições do Articulador Internacional na UD Assessorar a Chefia e o corpo técnico da UD nas iniciativas internacionais Atender as demandas e interagir com a SRI (caberia LABEX) Interagir com os núcleos técnicos e administrativos da UD na execução das ações e sistematização dos dados de cooperação internacional Monitorar oportunidades e ameaças no mercado de ações cooperativas internacionais Elaborar versões em inglês de documentos por solicitação da Chefia da UD Elaborar e atualizar apresentações corporativas em PPT Elaborar um plano estratégico (simples) de 5 anos

5 Produtos da Articulação Internacional da UD

6 Evolução AI na Unidade Plano Estratégico

7 Número Exemplos de Monitoramento do Mercado (Digestos) Ano Fonte: Monitor Mercantil, % dos cientistas do Reino Unido são de outras nacionalidades 35% da produção científica global atual é assinada por cientistas de mais de um país P&D na Dinamarca é conforme problemas estratégicos, e não mais por divisões de ramos ou áreas Fonte: FAPESP, 2013 Fonte: IPEA, 2013 (Dados de 2010) Órgãos Brasileiros com mais Gastos com Cooperação Técnica Internacional

8 Artigos Científicos da UD no Estrangeiro Ano N o de Autores da UD N o de Artigos Científicos

9 N o de Visitas Visitas de Negociadores Estrangeiros à UD Ano N o de Visitantes

10 Apresentações Institucionais PPT Máximo de 50 slides – Duração de 20 min

11 Publicações Impressas para Visitantes Tiragem Pequena e Esgotada – Difícil Manter Atual – Nova Versão no Prelo

12 Currículos dos Pesquisadores em Inglês Padrão similar ao ARS-USDA – Atualização Semestral

13 Países Visitados países visitados por nossos pesquisadores

14 Visitantes Estrangeiros Técnicos de 34 países visitaram a Embrapa Gado de Leite

15 Área: Agronegócio do Leite Interação Internacional

16 Área: Produção Animal

17 Interação Internacional Área: Qualidade do Leite

18 Interação Internacional Área: Recursos Forrageiros e Meio Ambiente

19 Interação Internacional Área: Sanidade Animal

20 Área: Transferência de Tecnologia Interação Internacional

21 Parcerias Formalizadas

22 Projetos Internacionais o Fortalecimento da Pecuária Leiteira em Burkina Faso SERGIO RUSTICHELLI TEIXEIRA o Ação participativa na organização de plataformas inovadoras para pequenos produtores de leite em Homa Bay - Quênia (sem número SEG ainda) Esforço da Unidade em atender as demandas por TT na África Projetos com participação de pesquisadores estrangeiros: o Seleção genômica em raças leiteiras no Brasil - SEG o Segunda etapa do genoma de raças de zebuinos leiteiros de Minas Gerais - Prospecção de genes e de sequências regulatórias - FAPEMIG TCT /11 o Metodologias de seleção genômica ampla para características longitudinais: curvas de lactação em bovinos de leite o Identificação de genes de interesse para a suinocultura por meio da genotipagem de SNPs em grande escala e comparação de metodologias de seleção em Programa de Melhoramento Genético Nacional - SEG Parcerias de ponta com instituições-referência internacionais o Fortalecimento da Pecuária Leiteira em Burkina Faso SERGIO RUSTICHELLI TEIXEIRA o Ação participativa na organização de plataformas inovadoras para pequenos produtores de leite em Homa Bay - Quênia (sem número SEG ainda) Esforço da Unidade em atender as demandas por TT na África Projetos com participação de pesquisadores estrangeiros: o Seleção genômica em raças leiteiras no Brasil - SEG o Segunda etapa do genoma de raças de zebuinos leiteiros de Minas Gerais - Prospecção de genes e de sequências regulatórias - FAPEMIG TCT /11 o Metodologias de seleção genômica ampla para características longitudinais: curvas de lactação em bovinos de leite o Identificação de genes de interesse para a suinocultura por meio da genotipagem de SNPs em grande escala e comparação de metodologias de seleção em Programa de Melhoramento Genético Nacional - SEG Parcerias de ponta com instituições-referência internacionais

23 Curso Internacional Embrapa e FEPALE País Número de Treinandos Total Argentina Bolívia Brasil Colômbia Costa Rica Equador EUA Guatemala Honduras México Nicarágua Panamá Paraguai Peru Uruguai Venezuela Total

24 Principais Problemas e Sugestões de Melhoria

25 Mecanismos de Reconhecimento Iniciativas internacionais não são valoradas de forma específica no SAAD. Interações internacionais não são gerenciadas no Ideare – não há filtro para parcerias, por exemplo. Formalização de parcerias é um processo muito longo e complexo. Alguns parceiros desistem. Ex. Fonterra, N. Zelândia Processamento de propostas no SEG é muito demorado e incerto. No estrangeiro processo similar é muito rápido. GERA DESCOMPASSO e PERDA DE COMPETITIVIDADE para a UD. Algumas fontes de fomento internacional geram expectativas e não cumprem, incluindo não liberação de recursos, causando frustração dos planos. Ex. ABC para a América Latina.

26 Demandas Estratégicas Estabelecimento e internalização de metas ( finais e intermediárias ) para o Projeto Especial de Fortalecimento da Internacionalização Alinhamento das Normas da Embrapa com aquelas do MAPA e do Itamaraty, dentre outras instâncias decisórias Implementação de programa agressivo de capacitação e vivência no estrangeiro, principalmente nos países de língua inglesa Elaboração e implementação de um Modelo de Gestão da Cooperação Internacional Implementação de programa agressivo de capacitação para a submissão competitiva de projetos a fontes estrangeiras (FPs) Cooperação Sul-Sul tem sido exclusivamente unidirecional, sem retorno para a Unidade

27 Demandas para os LABEX e demais Escritórios A imagem dos LABEX e Escritórios no Exterior está muito negativa na Unidade Esses Escritórios têm apresentado muita pouca contribuição para as carteiras de P&D e TT Implementação de atuação mais pontual dos escritórios LABEX, direcionando oportunidades prospectadas para as UDs Talvez essa parceria de mão única esteja relacionada aos perfis dos gestores selecionados Em suma: Os LABEX foram criados com a imagem de postos avançados de prospecção de oportunidades para as UDs. Na prática, os gestores lideram projetos e equipes de P&D, sem gerar a interface esperada.

28 Demandas Táticas Construção e internalização de Matriz de Oportunidades para cooperação internacional Sistematização da interação entre UDs na cooperação internacional (Ex. visita do Teagasc em 2013) Inserção das atividades de articulação internacional no SEG Destinação de verbas específicas para a articulação internacional, incluindo aquisição de bens permanentes Implementação de sistema para registro e acompanhamento da AI Implementação de suporte em inglês juramentado às UDs

29 Matriz de Oportunidades (ou Banco de Parcerias) Marcos Vinicius da Silva Universität für Bodenkultur Wien

30 Demandas Operacionais Elaboração e publicação de Norma de Organização e Funcionamento da Articulação Internacional em BCA Publicação do Guia de Relações Internacionais contendo instruções passo-a-passo (POPs) para cada atividade rotineira relevante, principalmente das UDs Estudo da possibilidade de simplificar e agilizar os processos de viagens ao exterior (Ex. Custo das passagens aéreas) Implementação de Plano Anual de Trabalho junto à ABC definindo atividades e volume de recursos para o ano seguinte Implementação de seção de FAQ na página da SRI (o que pode, o que não pode, etc.)

31 Necessidade de harmonização da AI PROCESSOS ADICIONAIS PARA UM MODELO DE GESTÃO Artigos científicos publicados no exterior. Trabalhos publicados em anais de congressos internacionais. Apropriação intelectual Prospecção e divulgação de editais estrangeiros para projetos, visitas técnicas ou capacitação Viagens ao exterior e relatórios. Visitantes estrangeiros. Capacitação no exterior. Capacitação linguística Participação de estrangeiros em projetos da Embrapa. Participação da UD em projetos alhures. Missões e consultorias Notícias periódicas de AI para a comunidade da UD. Organização de eventos. Recepção a visitantes EM OPERAÇÃO NCO CTI NAP SGP NGIC Articulação Internacional da UD Chefia da UD SRI

32 Muito obrigado! Le savant a une patrie, la Science nen a pas Louis Pasteur Leônidas P. Passos


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