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I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES Potencial Económico da actividade Apícola como alavanca da Economia Local.

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1 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES Potencial Económico da actividade Apícola como alavanca da Economia Local.

2 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES Sumário: 1. Caracterização da Economia Regional 2. Taxas de Crescimento nos últimos anos 3. Grandes pilares de empregabilidade e criação de riqueza 4. Novas realidades Económicas 5. Sustentabilidade futura 6. A janela apícola Regional para o Mundo 7. Conclusão

3 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 1. Caracterização da Economia Regional Descontinuidade geográfica Reduzido número de consumidores no mercado interno ( habitantes em 2011) Duplicação de investimento em infraestruturas (Portos, Aeroportos, Hospitais, Escolas, ….) Custos e tempos de transporte de pessoas e bens Reduzido PIB percápita (2011 – 6.2% do que a média nacional Açores =15.069/ano Portugal =16.059/ano) Pouca diversificação de sectores produtivos na RAA (Agropecuária, Pescas, Turismo e Construção Civil empregam cerca de 30% dos ativos da Região Autónoma dos Açores)

4 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 2. Taxas de Crescimento da Economia Regional 2.1. Mercado de trabalho – N.º de Empregados por Sector Fonte: Serviço Regional Estatística/2013

5 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 2. Taxas de Crescimento da Economia Regional 2.2. Mercado de trabalho – Peso % de cada área de empregabilidade Fonte: Serviço Regional Estatística/2013

6 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 2. Taxas de Crescimento da Economia Regional 2.3. Evolução do PIB na última década ( Milhões ) Fonte: Serviço Regional Estatística/2013

7 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 2. Taxas de Crescimento da Economia Regional 2.4. Evolução do Índice de Produtividade Fonte: Serviço Regional Estatística/2013

8 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 3. Os pilares de empregabilidade e criação de riqueza Fonte: Serviço Regional Estatística/ 1º T 2012 Agricultura e Pescas na Região absorve 15,8% da população activa Construção Civil ocupa 9,1% da população empregada Turismo (Restauração e Alojamentos) emprega cerca de 4,5% de todos os trabalhadores da RAA Comércio e Transportes incorpora cerca de 18,3% dos empregados na RAA Serviços Administração Publica, Saúde e Educação responsável pela emprego de cerca de 40% da População empregada

9 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 4. Novas realidades Económicas Aposta no aumento da empregabilidade na RAA Forte incentivos ao Empreendedorismo jovem e ao auto-emprego Diversificação da actividade agrícola Regional, através da reconversão do sector agro-pecuário Aposta em sectores de diferenciação e de produtos de excelência Aproveitamento das características geográficas intrínsecas ao Arquipélago Aumento do rendimento interno por via das exportações

10 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 5. Sustentabilidade futura Credibilização e manutenção da excelência e qualidade dos nossos produtos em mercados mais ricos e de maior dimensão Consciência que o crescimento gradual é limitado quanto ao volume de produção Somatório da afirmação de pequenos volumes dos nossos produtos, será capaz de garantir a sustentabilidade da marca AÇORES no futuro Qualquer apoio financeiro sob forma de subsidio deverá ser entendido como alavancagem das condições de produção e não como parte do rendimento futuro da actividade

11 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 6. A janela apícola Regional para o Mundo (Região Açores) Na R.A.A existem cerca de 350 apicultores (somente 1,5% destes exercem a actividade apícola como ocupação principal) Nos Açores, cada apicultor possui, em média 16 colmeias distribuídas por 1,5 apiários Estima-se que durante o ano de 2009, foram produzidas cerca de 56 toneladas de mel nos em toda a região Açores, dos diferentes tipos de Méis conhecidos (equivale a extrapolar-mos que a R.A.A. é deficitária em cerca de 67% do mel que consome – cerca de 115 toneladas) O consumo médio anual de cada Açoriano é cerca de 650 gramas de mel ( por extrapolação dos dados nacionais conhecidos, sendo a sua utilização destinada esmagadoramente ao consumo como produto alimentar) Quanto a valor gerado na exportação dos produtos apícolas, não existe registo Vantagem competitiva para a produção de mel com floração predominante de incenso

12 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 6. A janela apícola Regional para o Mundo (Portugal) Em Portugal existem cerca de 17,000 apicultores que detêm aproximadamente 565,000 colmeias ( > de 95% dos apicultores detêm entre 25 a 50 unidades, ou seja não profissionais) Em 2008, foram produzidas em Portugal toneladas de mel ( 1,2% a menos relativamente á quantidade produzida em 2004 – toneladas) 40% das famílias portuguesas preferem adquirir o mel na sua Região, excepto a Região de Lisboa, e gastam em média 20 na compra deste produto (representa um valor global de 35 M/ano) 80% dos Portugueses valorizam o Mel como sendo um produto bom para a saúde, ocupando a marca, um papel secundário na altura de decisão de compra

13 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 6. A janela apícola Regional para o Mundo (União Europeia) Na UE existem cerca de 700,000 apicultores (somente 3% destes exercem a actividade apícola como ocupação principal) Em 2008, foram produzidas na europa 351 mil toneladas de mel (este produto apícola representa menos de 50 % do rendimento total dos profissionais da Apicultura da EU) O consumo médio de cada cidadão Europeu por ano é cerca de 750 gramas de mel (a esmagadora utilização do mel é destinada ao consumo como produto alimentar) Os maiores produtores de mel na UE são a Espanha (31 mil t.), a Alemanha e a Hungria (16 mil t. cada). A Alemanha, a Espanha e o Reino Unido são os três maiores consumidores de mel da EU, sendo que a EU importa mais de 50% do mel consumido.

14 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES 7. Conclusão A Apicultura nunca foi, não é, nem será nunca um milagre Económico Regional; Só com alguma dimensão e critérios rigorosos de qualidade, poderemos construir a sustentabilidade futura da marca AÇORES; A actividade apícola possui como grande vantagem o crescimento gradual e faseado É uma actividade que envolve valores reduzidos ao nível do Investimento; Retorno do capital investido num processo extremamente acelerado; Nela, existe a possibilidade de diversificação na exploração e comercialização de outros produtos; Vantagem competitiva imensurável, no que concerne ás barreiras naturais existentes; Possibilidade de aprender-mos com Regiões idênticas á nossa (ex. Canárias), em contornar dificuldades.

15 I ENCONTRO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES APÍCOLAS DOS AÇORES OBRIGADO


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