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Clique para avançar Gustav Klimt foi uma considerável figura da modernidade europeia, transcendendo o estrito protagonismo cultural do seu próprio.

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4 Gustav Klimt foi uma considerável figura da modernidade europeia, transcendendo o estrito protagonismo cultural do seu próprio país. Foi um notável artista austríaco, de perfil polifacetado: pintor, gravador, grande e exímio desenhador, inventor de inovadores e arrojados projectos de decoração arquitectural e dedicado cultor das artes decorativas em geral, tendo executado grandes painéis de pintura, de sugestivo sentido alegórico, enquadrados perfeitamente nos programas arquitectónicos em que colaborou. Foi um artista claramente vanguardista, um avant-garde do seu próprio tempo, e, como tal, teve a incompreensão geral dos seus contemporâneos. A sua formação artística foi feita na tradicionalista Escola de Artes Decorativas da sua cidade natal, Viena. Mas ilustrado e cosmopolita, cedo se associou e identificou esteticamente com o movimento artístico internacional do tempo: foi um cultor da estética do Simbolismo, do Judendstil, da Art Nouveau, da Art-Deco, tendo ainda sido, a par, membro eminente e artista expoente da Secession Vienense, o movimento modernista austríaco que revolucionou a letargia artística do seu país na primeira década do século XX, de que foi presidente, e a que pertenceram também Franz Matsch, Max Klinger, Anton Stark, Kolo Moser, entre outros.

5 Idílio

6 Danae – 1907/08 – Colecção Particular, Graz

7 O Beijo – 1907/08 – Kunsthistoriches Museum, Viena

8 Os primeiros anos da Secessão de Viena foram mesmo totalmente dominados pela forte personalidade artística de Klimt, cujo protagonismo firmou, nesses mesmos idos, a sua reputação e reconhecimento internacional. Em 1883 funda com o irmão Ernst e o amigo Franz Matsch um operoso atelier de pintura mural. De 1898 a 1903 preside à Secessão e colabora assiduamente no periódico vanguardista Ver Sacrum, para o qual concebe ilustrações alegóricas. Mäda Primavesi – c Metropolitan Museum of Art – Nova Iorque

9 A Virgem – Narochi Galerie, Praga, 1913

10 Dedica ainda muito do seu tempo e labor à decoração arquitectural, nomeadamente na Casa da Secessão, espécie de grande pavilhão de exposições, para a qual executa, em 1902, um friso alegórico de forte sentido de inovação decorativa, que gera polémica no seio do atavismo reinante na mentalidade caduca da velha sociedade burguesa do Império Austro-Húngaro. Decora também as paredes do Palácio Stoclet, de Bruxelas, obra do arquitecto Joseph Hofmamm, mandado fazer como obra de arte completa, em que tudo estava em harmonia, incluindo decoração, mobiliário e acessórios, com total liberdade de criação e com orçamento ilimitado, pelo milionário Adolph Stoclet. Para este edifício concebe um grande friso que chama a Árvore da Vida. É ainda vivamente criticado, mesmo injuriado impiedosamente, pelas suas composições monumentais para a Universidade de Viena, hoje infelizmente desaparecidas (a Filosofia, a Jurisprudência, a Medicina), de que existem apenas os registos dos esboços e alguns apontamentos fotográficos. Foi, pela extrema inovação e liberdade criativa, abertamente antipuritana, do seu trabalho, considerado um artista obsceno, as suas obras classificadas como atentados ao decoro, o seu trabalho acusado de pornográfico e a sua acção em geral condenada por perverter a juventude Vienense.

11 A Dançarina – 1916/18 As Amigas – 1916/17

12 A sua luta tenaz contra o atavismo tradicionalista, a cegueira medíocre e a eterna estupidez dos censores, colocam-no na ilustre galeria dos inovadores de todos os tempos. Já o sentido mais alegórico da sua obra entronca-o na influência dos seus contemporâneos simbolistas. Com as particularidades muito pessoais que denotam a influência das formas descobertas do mundo da Grécia arcaica pela arqueologia da época e do espanto perante os mosaicos bizantinos das igrejas da Ravena, que modelam o gosto assumidamente decorativo dos seus múltiplos painéis, de proporções monumentais uns, outros mais íntimos, mas igualmente inventivos e ousados, claramente inovadores. A sua pintura, de estilo muito pessoal e inconfundível, não teve discípulos directos, "oficiais", mas teve, contudo, significativa repercussão em toda uma geração de jovens pintores da vanguarda austríaca, de que se salientam Egon Schiele, mais novo do que ele 28 anos, e ainda Oskar Kokoschka, o outro grande expressionista austríaco, que descobriram ambos no simbolismo exótico e estranho do émulo Klimt, nas suas sublimadas alegorias, um peculiar clima espiritual potenciador da afirmação dos seus próprios percursos.

13 Amor – Museum der Stadt Wien - Viena

14 Créditos Fundo musical: Luar - Claude Debussy ( ) Pesquisa e produção: Mario Capelluto e Anabela de Araújo Formatação: Anabela de Araújo

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