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MODELOS TEÓRICOS EM TERAPIA OCUPACIONAL: UMA REFLEXÃO ACERCA DA CENTRALIDADE DO CLIENTE Derivan Brito da Silva 1 ; Karine Krameck 1 ; Andrielly Hiekis.

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Apresentação em tema: "MODELOS TEÓRICOS EM TERAPIA OCUPACIONAL: UMA REFLEXÃO ACERCA DA CENTRALIDADE DO CLIENTE Derivan Brito da Silva 1 ; Karine Krameck 1 ; Andrielly Hiekis."— Transcrição da apresentação:

1 MODELOS TEÓRICOS EM TERAPIA OCUPACIONAL: UMA REFLEXÃO ACERCA DA CENTRALIDADE DO CLIENTE Derivan Brito da Silva 1 ; Karine Krameck 1 ; Andrielly Hiekis 1 ; Rafaela Chiuco Zeni 1. 1.UFPR, Curitiba - PR - Brasil

2 A compreensão dos modelos teóricos em Terapia Ocupacional compreende uma tarefa bastante complexa para profissionais, docentes e discentes de Terapia Ocupacional. Alguns estudiosos da Terapia Ocupacional apontam para influências de paradigmas positivistas, fenomenológicos e/ou marxista na construção da profissão, enquanto campo de saber e de prática. Atualmente a centralidade no cliente tem aguçado a reflexão dos profissionais acerca do estabelecimento da relação profissional-sujeito de intervenção. Apresentar interfaces do positivismo, da fenomenologia e do marxismo na construção dos modelos teóricos da Terapia Ocupacional e sua relação com a perspectiva da prática centrada no cliente. Realizou-se um diálogo acerca das relações entre autores externos e internos ao campo da Terapia Ocupacional: Minayo (2004), Richardson (2007), Triviños (1992), Soares (1991), Caníglia (1990; 1991; 1994; 2005), Francisco (1988), Hagedorn (1999; 2003; 2007) Medeiros (2003) e Sumsion (2003), por meio da metodologia da problematização, baseada em vivências do docente e discente em estágios supervisionados. Introdução Objetivo Metodologia

3 O profissional que deseja desenvolver uma prática centrada no cliente deverá cuidar com influências do paradigma positivista e do marxismo em relação à objetividade/ determinismos e à determinação social, respectivamente, as quais levariam a impasses no campo da prática, em relação à centralidade no cliente. Como por exemplo, a subjetividade/ singularidade do sujeito deslocar-se do centro da intervenção, dando lugar ao profissional e seu aparato técnico- científico. Os referenciais teóricos abrangem ideias dos campos das ciências sociais, da filosofia, da saúde e da Terapia Ocupacional. Observar-se predominância em determinado período do positivismo, da fenomenologia e do marxismo no desenvolvimento e divulgação de pesquisas em diversos campos do conhecimento, bem como a sua influência nas praticas em Terapia Ocupacional: a partir da década de 50 – Positivismo; de 60 e 70 – Fenomenologia; e a partir de 70 – Marxismo. As pesquisas evidenciam análises diversas sobre as questões relacionadas à saúde-doença e aos processos de diagnose e intervenção e, desse modo, incorporam-se ao campo da Terapia Ocupacional. Seus resultados influenciaram o desenvolvimento dos modelos teóricos da Terapia Ocupacional (sejam eles puramente teóricos e/ou práticos) e a sua seleção e utilização pelo profissional para guiar o processo de Terapia Ocupacional. Considerando os pressupostos da Centralidade no Cliente, observam-se contradições em relação a modelos de Terapia Ocupacional calcados em princípios do paradigma positivista. Conclusão Resultados e Discussão


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