A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Sistemas Operacionais Prof. Edivaldo Serafim Curso: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - 2013 IFSP – Campus Capivari.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Sistemas Operacionais Prof. Edivaldo Serafim Curso: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - 2013 IFSP – Campus Capivari."— Transcrição da apresentação:

1 Sistemas Operacionais Prof. Edivaldo Serafim Curso: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas IFSP – Campus Capivari

2 Apresentação da disciplina 30/07/2013

3 Tópicos abordados Apresentação da disciplina Avisos Plano de aulas Cronograma. Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP

4 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA Sistemas Operacionais 4 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

5 Objetivos: Compreender os conceitos e o funcionamento interno de sistemas operacionais e a sua importância para os sistemas de informação; Possibilitar uma visão geral dos principais mecanismos envolvidos na concepção de um sistema operacional. 5 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

6 Objetivos específicos: Ao final de cada etapa da disciplina o aluno deverá ser capaz de: Descrever a evolução dos principais tipos de sistemas operacionais. Compreender o que é um processo. Descrever os principais tipos de comunicação entre processos. Compreender o que são sistemas preemptivos e descrever os principais algoritmos de escalonamento de processos. 6 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

7 Objetivos específicos: Compreender o que é Memória principal, memória secundária e memória virtual. Compreender e descrever os mecanismos de gerência e escalonamento de memória. Compreender e descrever os principais sistemas de arquivos modernos. 7 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

8 Objetivos específicos: Compreender e descrever o funcionamento de dispositivos de entrada e saída de dados. Compreender o que é proteção de sistema operacional. Compreender o conceito de sistemas operacionais distribuídos Compreender o funcionamento de sistemas Unix e Dos/Windows e analisar vantagens e desvantagens de cada um em face do tipo de aplicação requerida 8 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

9 AVISOS Sistemas Operacionais 9 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

10 Método de ensino: Aulas expositivas; Aulas em classe com projeção e leitura de textos. Discussão em grupo; Pesquisa e discussão dos tópicos de aulas. 10 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

11 Método de avaliação: Avaliações periódicas (T1); Avaliação semanal (quando possível) da discussão em grupo dos tópicos de aulas. Avaliações individuais (P1 e P2); Provas individuais e sem consulta do conteúdo aplicado. Seminário em grupo (T2); Trabalhos impressos, slides e apresentação de seminários sobre tópicos de SO. 11 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

12 PLANO DE AULAS E CRONOGRAMA Sistemas Operacionais 12 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

13 Sistemas Operacionais Prof. Edivaldo Serafim Curso: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas IFSP – Campus Capivari

14 Visão Geral 30/07/2013

15 Tópicos abordados Introdução; Funções básicas de um S.O.; Conceito de máquina de camadas; Classificação. 15 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

16 INTRODUÇÃO Sistemas Operacionais 16 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

17 Introdução Um Sistema Operacional (SO) é apenas um conjunto de rotinas executadas pelo processador; A principal função é controlar o funcionamento do computador, como: Gerenciar o processador; Gerenciar a Memória principal; Gerenciar I/O; 17 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

18 Introdução Sem um SO usuários e programadores deveriam ter profundo conhecimento em hardware; SO serve de interface entre homem/máquina; Abstrai o Hardware; Possibilita o uso e a programação do computador com tarefas mais fáceis; SO diferencia de outros softwares convencionais pois a execução das rotinas não é linear com início, meio e fim; SO tmbém pode ser chamado de Monitor, Executivo, controlador ou supervisor. 18 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

19 FUNÇÕES BÁSICAS Sistemas Operacionais 19 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

20 Funções básicas Podemos resumir as funções básicas de um SO em: Facilidade de acesso aos recursos do sistema; Compartilhamento de recursos de forma organizada e protegida; 20 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

21 Facilidade de acesso aos recursos do sistema Computadores possuem grande número de dispositivos: Monitores, telado, mouse, discos, drive de DVD. Usuários não se preocupam com o funcionamento desses dispositivos nem como eles se comunicam com o computador; Isso é possível graças ao SO, que os gerencia para o usuário; O SO cria um ambiente simulado denominado Máquina Virtual. 21 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

22 22 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

23 Compartilhamento de recursos organizado e protegido Geralmente alguns recursos de um computador estão servindo mais de um usuário; Garantir um uso adequado e seguro destes recursos é de responsabilidade do SO; Em computadores pessoais o SO também é muito importante, permitindo o uso de vários recursos ao mesmo tempo: Uso de impressora; Uso de Internet; Uso de multimídia; Um SO deve garantir o uso concorrente de todas essas tarefas ao mesmo tempo; 23 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

24 MÁQUINAS DE CAMADAS Sistemas Operacionais 24 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

25 Máquinas de camadas Um computador sem um hardware não pode executar um software; Um computador sem um software não pode fazer o hardware funcionar; Não existe hardware sem software nem software sem hardware; Os primeiros computadores não tinham SO; Programadores utilizavam fios para programar o computador; Exigia conhecimento da arquitetura; A dificuldade era muito elevada. 25 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

26 26 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013 Computador sem uso de SO

27 Máquinas de camadas SO surgiu para minimizar os problemas apresentados anteriormente, tornando a utilização do computador mais fácil e confiável; O Hardware ficou transparente ao usuário; Podemos inicialmente dividir um computador em dois níveis distintos: Hardware – Nível 1; Sistema operacional – Nível 2; Assim as aplicações do usuário interagem com o SO, como se o hardware não existisse; Essa visão modular é chamada de Máquina virtual; 27 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

28 28 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013 Computador com uso de SO

29 Máquinas de camadas Porém podemos ter quantos níveis forem necessários para adequar ao uso do computador; Quando o usuário está trabalhando em um desses níveis, não necessita saber de outras camadas, acima ou abaixo; Atualmente os computadores possuem muitos níveis: 29 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

30 30 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013 Computador atual

31 CLASSIFICAÇÃO Sistemas Operacionais 31 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

32 Classificação A evolução do SO está muito relacionado com a evolução do hardware; Alguns termos foram evoluindo e alterando-se com o tempo: Job, processo e theads; 32 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

33 Classificação Os principais tipos de sistemas operacionais podem ser classificados como: Monotarefa; Multitarefa: Batch; De tempo compartilhado; De tempo real. Multiprocessados: Fortemente acoplados; Fracamente acoplados; 33 Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013

34 Atividades Atividade em grupo: PG Prof. Edivaldo Serafim Sistemas Operacionais IFSP 2013


Carregar ppt "Sistemas Operacionais Prof. Edivaldo Serafim Curso: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - 2013 IFSP – Campus Capivari."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google