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A importância da acção colectiva no combate à crise

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Apresentação em tema: "A importância da acção colectiva no combate à crise"— Transcrição da apresentação:

1 A importância da acção colectiva no combate à crise
SOMAR PARA MULTIPLICAR, obtendo sinergias e massa crítica para os desafios de sempre esta semana é da contratualização com actores que intermediam políticas públicas pela via das acções cooperativas, grupadas ou colectivas - assinados perto de 80 contratos com incentivo QREN de perto de 60 M€ no Porto o QREN e o combate à crise: - Linha da frente com mecanismos de financiamento. COMPETE teve um papel de impulsionador inicial das PME Invest (30 mil empresas cobertas, mais de 3 mil milhões de financiamento) Mas o COMPETE nunca deixou de manter vivo o lume da agenda estrutural (inovação, internacionalização e PME) Ajustamos os sistemas de incentivo, flexibilizando-os e os resultados mostram que mesmo num contexto extremamente desfavorável as empresas continuaram a responder aos desafios Nelson de Souza 17 Julho 09

2 QREN: prioridade para a acção nas empresas
Projectos aprovados nos SI do QREN: 2.543 projectos 3.922 M€ de investimento 1.255 M€ de incentivos do QREN SI Inovação – novos produtos e processos SI PME – intervenção em factores imaterais SI I&DT actividades de I&DT - a prioridade primeira para a s empresas e para os seus projectos individualmente considerados quase 4 mil milhões de investimento de inovação e internacionalização nos projectso aprovados (mais de projectos) em menos de ano e meio de aplicação efectiva do QREN Para além dos nºs globais que representam uma procura bastante satisfatória em período de crise acentuada e de baixa de expectativas empresariais - o investimento em I&D nas empresas (sabemos que em 2008 o investimento das empresas ultrapassou o das instituições) – 370 milhões de I&D em empresas representa um impulso novo e qualificante da capacidade empresarial 1.350 PME com projectos com intervenção estrutural em factores mais imateriais

3 O cooperativo e colectivo no QREN
Mil € Nº projec-tos Investi- mento Incentivo QREN Projectos conjuntos 55 84.268 38.462 Projectos I&D em co-promoção 211 - a dimensão do colectivo Os projectos conjuntos . O PAPEL DAS ASSOCIAÇÔES EMPRESARIAIS Os projectos I&D em co-promoção : central no aumento e na qualidade As acções colectivas porosseguidas por AE, inst. Públicas e do SCTN E agora os 18 projectos de dinamização de pólos e clusters que hoje vamos assinar com as entidades responsáveis total do colectivo presente em 360 projectos onde o QREN vai aplicar amsi de 200 M€; programa poderoso sem antecedentes no passado das políticas públicas

4 Estratégias de eficiência colectiva
Conjuntos coerentes de iniciativas de inovação de um agregado de empresas que fomentem economias de aglomeração através da cooperação e do funcionamento em rede TIPOS DE EEC ABORDAGEM/ORIENTAÇÃO Pólos de Competitividade e Tecnologia Base nacional e orientação internacional Outros Cluster Foco regional PROVERE Valorização regional/local ARDU Dimensão urbana Estratégia, objectivos, projectos, organização e liderança – requisitos para uma EEC EEC com perspectiva de competição internacional (com base nacional ou regional) EEc para utilização de recursos endógenos (PROVERE e revitalizaçãoe conómica urbana)

5 O processo de mobilização e selecção
o sinal político e a acção das instituições o concurso de selecção a montagem das parcerias a avaliação das propostas e a intervenção de peritos externos as audiências públicas a Comissão de Avaliação as 1ªs decisões o detalhe dos Programas de Acção o reconhecimento formal a clusterização, a execução e a avaliação de resultados Descrever cada passo Referir o papel de instituições públicas como as CCDR e o IAPMEI que puxou pelas inciativas Sublinhar o papel inovador das audiências públicas Ajustar e se necessário corrigir os problemas detetcatado ampliados pela enorme acleração do processo nos últimos dias

6 PÓLOS DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA
Os resultados (1) 11 PÓLOS DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA sáude * moda * agroindustrial * energia * florestal * tooling * petroquímica * mobilidade * tecnologias produção * tice * turismo 8 OUTROS CLUSTERS habitat * ind. criativas * agro centro* pedra natural * mobiliário * agro ribatejo * vinhos douro * mar . Descrever de forma sucinta Nº trablhável para um acompanhamento e avaliação de qualidade - Road map para a intervenção do QREN Concursos específicos se necessários desafios para os promotores, mas também para as estruturas de gestão de programas como o COMPETE

7 Projectos de dinamização (SIAC)
Os resultados (2) Mil € TIPO DE INVESTIMENTOS Nº PROJEC-TOS INVESTI-MENTO Projectos de dinamização (SIAC) 18 16.888 . Dinamização- contratualização hoej Projectos ancora (após afinação do conceito e da avaliação) – compromisso do QREN em encontrar o co-financiamento Projectso complementares – cnfirmação de seguida e disponibilidade para encontrar soluções de enquadramento 17 M€ para dinamização Mais de 500 M € de investimento em projectos Âncora de natureza colectiva ou cooperativa Projectos complementares

8 Tipo de entidades participantes em projectos
Os protagonistas Tipo de entidades participantes em projectos Nº entidades TOTAL 593 Cerca de 600 entidades envolvidas em iniciativas e nas parcerias presença maioritária como queríamos das empresas (têm de ser as empresas a puxar pelos pólos e clusters) participação de mais de uma centena de centros de saber e conhecimento Vamos assinar os contratos: de atribuição do incentivo financeiro para a dinamização mas também em simultâneo o contrato de parceria para o cumprimento do palno de acção com obrigações e deveres de ambos os lados: do lado privado, a obrigação de executar as inciativas no quadro estratégico acordado Do


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