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CANTO IX Divaldo Franco/Rabindranath Tagore Do Livro Pássaros Livres.

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Apresentação em tema: "CANTO IX Divaldo Franco/Rabindranath Tagore Do Livro Pássaros Livres."— Transcrição da apresentação:

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2 CANTO IX Divaldo Franco/Rabindranath Tagore Do Livro Pássaros Livres

3 Divaldo Franco/Rabindranath Tagore Quisera entender a Tua grandeza. Cientistas celebrizam-Te em fórmulas Cientistas celebrizam-Te em fórmulas complexas quão inatingíveis. complexas quão inatingíveis.

4 Divaldo Franco/Rabindranath Tagore Filósofos discutem escolas que se antagonizam tentando definir-Te. Religiões emparedam-Te nos seus templos e dogmas. Religiões emparedam-Te nos seus templos e dogmas.

5 Divaldo Franco/Rabindranath Tagore Tu, porém, que não começaste, nem terminarás, que és o Dia e a Noite, o Infinito e a molécula, visível em tudo e inalcançável, permite que o Teu Poeta apenas Te sinta e Te ame.

6 Divaldo Franco/Rabindranath Tagore Assim, mergulhando no oceano da Tua presença e viajando nos ventos que me conduzem a Ti, eu digo:

7 Divaldo Franco/Rabindranath Tagore arranca-me da minha pequenez para a Tua grandeza; Tua grandeza; conduze-me da ignorância para a sabedoria; conduze-me da ignorância para a sabedoria;

8 Divaldo Franco/Rabindranath Tagore retira-me a condição de morte a fim de que eu seja vida, e, totalmente embriagado em Tua luz

9 Divaldo Franco/Rabindranath Tagore eu faça silêncio para que a Tua claridade entorne a ânfora de bênçãos sobre o mundo em sombras, onde eu vivo. em sombras, onde eu vivo.

10 Rabindranath Tagore, poeta, contista, dramaturgo e crítico de arte hindu; nascido em Calcutá. Nasceu no dia 7 de Maio de Ele foi o maior poeta moderno da Índia e o gênio mais criativo da renascença indiana. Além de poesia, Tagore escreveu canções (letras e melodias), contos, novelas, peças de teatro (em prosa e verso), ensaios sobre diversos temas incluindo críticas literárias, textos polêmicos, narrativas de viagens, memórias e histórias infantis: O Jardineiro, O Carteiro do Rei, e Pássaros Perdidos. Grande parte de sua obra está escrita em Bengali. Gitanjali (1912), uma tradução e interpretação de uma obra poética em Bengali do original de 1910 fez com que Tagore ganhasse o Prêmio Nobel de Literatura em Seu pensamento abriu novos caminhos para a interpretação do misticismo, procurando atualizar as antigas doutrinas religiosas nacionais. Colaborou em revistas americanas, tendo obras publicadas em francês, inglês e espanhol. Realizou conferências no Uruguai, Argentina, França, Estados Unidos. Recebeu o título de "Doutor Honoris Causa e Membro Honoris Causa" de universidades e associações do Brasil e outros países, e de Oficial da Legião de Honra da França e da Ordem do Leão Branco da antiga República Tcheco-Eslováquia. Morreu em 7 de agosto de 1941 na casa onde nasceu, em Calcutá.

11 A primeira vez que o médium Divaldo P. Franco viu, mediunicamente, o grande poeta indiano, Rabindranath Tagore foi no ano de Ele próprio relata como ocorreu esse fato: -Certa noite eu estava deitado, quando ouvi uma música de uma beleza indefinível, tocada numa espécie de cítara. Ao som dessa música, muito plangente e muito profunda, tive uma visão belíssima de jardins verdejantes e floridos, cortados por um riacho de águas claras no qual deslizava uma barca. Nesta uma Entidade venerável, de túnica alva, de tez bem escura, em cuja fisionomia, de serena beleza, sobressaíam os olhos negros, enormes e brilhantes, e a barba alvinitente, cujos fios pareciam ter cambiantes prateados. - Eu sou Rabindranath Tagore, poeta da Índia, e desejo que me grafes alguns pensamentos – disse-me o Espírito. - Eu sou Rabindranath Tagore, poeta da Índia, e desejo que me grafes alguns pensamentos – disse-me o Espírito. Providenciando o material necessário, Divaldo entrou em transe mediúnico logo em seguida. Narra ele que enquanto psicografava continuei a ouvir a melodia, penetrante e bela. A partir dessa noite, Divaldo que nunca ouvira falar nesse nome e nem lera nada a seu respeito, recebeu de Tagore várias mensagens que constituiriam seu primeiro livro, FILIGRANAS DE LUZ, que no entanto só veio a ser publicado bem mais tarde, em (extraído do livro O SEMEADOR DE ESTRELAS, de Suely Caldas Schubert)

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