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ABED 11 º Congresso Internacional ABED SALVADOR/BAHIA 07 a 10 de setembro de 2004.

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1 ABED 11 º Congresso Internacional ABED SALVADOR/BAHIA 07 a 10 de setembro de 2004

2 Avaliação Formativa e Qualidade em EAD Faculdades COC/ UNICAMP

3 3 Avaliação e Qualidade Reflexão do ponto de vista teórico para cursos de formação. Como produzir ações de qualidade em EAD? Modelo pedagógico e modelagem instrucional. Interatividade e Interação. Definição adequada do modelo pedagógico - Aprendizagem significativa. (JONASSEN,1999)

4 4 Especificidades Experiência nos cursos tradicionais não é suficiente para assegurar a qualidade dos ambientes virtuais de aprendizagem. Especificidades do ambiente instrucional virtual. Compreensão de como os sujeitos apreendem e aprendem. (SANTAELLA, 2001) Elementos interdependentes: materiais pedagógicos, metodologia e formato do ambiente.

5 5 Necessidade de conduzir as ações em EAD orientadas por uma adequada concepção pedagógica que estimule e potencialize o Aprender a Aprender. (VALENTE,2002) Dificuldade de massificação dos cursos recai inclusive sobre a dificuldade de avaliá-los de forma mais corente e aprofundada.

6 6 Dificuldades de avaliação dos cursos Falta de critérios de avaliação dos programas. Inexistência de uma memória sistematizada dos programas desenvolvidos e das avaliações realizadas. Descontinuidade dos programas. Inexistência de estruturas institucionalizadas com adequado suporte pedagógico para a gerência dos projetos.

7 7 Como definir Qualidade em EAD? Definição de Pedro Demo (1985). Qual deve ser a função da tecnologia?(finalidade ou mediação?) Alinhar as propostas de EAD com a aprendizagem significativa. Conhecimento do sujeito construído mediante o seu engajamento em alguma atividade, devendo ancorar-se no contexto e requer articulação, representação ou expressão do que é aprendido. ( JONASSEN)

8 8 A importância da Interação Promoção de ações do Estar junto virtual. (VALENTE,2002) Qualidade é definida pelo foco no aprendiz, no sujeito, na compreensão de suas necessidades e interesses. (Perfil) Reconhecer os diferentes estilos de aprendizagem, o seu grau de conhecimento autônomo e aliar com a sua intencionalidade. A relação com o ambiente (Interatividade) deve ser agradável e estimulante.

9 9 Proposta de modelagem instrucional Contemple as seguintes dimensões: -Psico-afetiva - aproximação afetiva -Representacional - transmissão de conteúdos -Operatória - manipulação -Social – interação e colaboração -Reflexiva - reavaliação individual/autoavaliação Elementos estéticos dos ambientes - intersecção de ambientes sociais e técnicos (ROMANI,2001) Navegabilidade e amigabilidade da Interface.

10 10 Avaliação Formativa Caráter de processo, continuidade. Foco no aprendiz/Sujeito seus interesses e necessidades. Contar com elementos Qualitativos e Quantitativos. Identificar as dificuldades e avanços dos sujeitos nas diferentes etapas da aprendizagem significativa. Potencializar a expressão da aprendizagem para além do lógico-formal,(modelo tradicional), incluindo as dimensões estética e emocional.

11 11 Avaliação Formativa e colaborativa Para os sujeitos do curso deve incluir três etapas: - Auto-avaliação - Avaliação pelos colegas - Avaliação pelo professor Papel das Novas tecnologias: potencializar a realização deste tipo de avaliação.Papel das ferramentas. O entendimento do processo, deve incluir todos os participantes a fim de rever metas e objetivos para planejar novas ações.

12 12 Indicadores de Qualidade Compromisso dos gestores Desenho do projeto Equipe profissional multidisciplinar (conteúdistas, técnicos, suporte pedagógico e estrutural) Valorização do papel do professor como facilitador da interação Valorização do trabalho tutorial

13 13 Alto grau de comunicação entre os agentes/ utilização adequada do potencial de comunicação das ferramentas disponíveis nos ambientes. Recursos educacionais/ infra estrutura adequada de apoio e transparência nas informações. Sustentabilidade financeira/ planejamento, parcerias e convênios diante da onerabilidade dos cursos. Avaliações contínuas e abrangentes (sujeitos, equipe, ambiente)

14 14 Limites da Proposta Não existe um modelo único ou estático para ações em EAD. Necessidade de constantes reavaliações e reformulações. Adequação ao perfil e às expectativas dos sujeitos (reconhecimento de suas especificidades). Ênfase na Interação - elemento que assegura de certa forma o comprometimento com a mudança.

15 15 Algumas reflexões Qualidade em EAD - tem o compromisso com a qualificação dos sujeitos? Como garantir ações de qualidade em EAD? CustomizaçãoX Massificação Como ter segurança nas avaliações realizadas nos ambientes virtuais de aprendizagem? Se existem, quais os critérios devem ser determinantes para este objetivo?

16 16 Referências Bibliográficas DEMO,P.Ciências Sociais e Qualidade.São Paulo:Artmed,1985. JONASSEN,D.H.,PECK,K.L., WILSON, B.G. Learning with technology – a constructive perspective. USA: Prentice Hall,1999. ROMANI,L.A ROCHA, H. e SILVA,C.G. Ambientes para educação à distância baseados na Web:onde estão as pessoas?Campinas/SP:Unicamp/NIED,2001. VALENTE,J. A.(org) Computadores na sociedade do conhecimento.Campinas/SP:Unicamp/ Nied,2001. VALENTE,J. A. A espiral da aprendizagem e as tecnologias da informação e da Comunicação:repensando conceitos. Em: JOLY, M.C. Tecnologia no ensino:implicações para a aprendizagem.SP:Casa da Psicólogo,2002.


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