A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Objetivando promover o bem público, como sua meta final, o Estado desempenha uma série de funções através dos órgãos que o compõe, determinando um enorme.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Objetivando promover o bem público, como sua meta final, o Estado desempenha uma série de funções através dos órgãos que o compõe, determinando um enorme."— Transcrição da apresentação:

1

2 Objetivando promover o bem público, como sua meta final, o Estado desempenha uma série de funções através dos órgãos que o compõe, determinando um enorme conjunto de atos e serviços variáveis de um local para outro e de acordo com a época analisada. 06/05/2014 2Professor Luiz Andrade -TGE

3 Essa múltipla atividade gerou a teoria sobre os poderes estatais. No início concentrada numa pessoa ou coletividade, passou a distribuir-se numa verdadeira divisão de trabalho e atribuições, cujas funções exigem os respectivos órgãos com a missão de exercê-las dentro dos limites das correspondentes competências. 06/05/2014 3Professor Luiz Andrade -TGE

4 Esse exercício mesmo dentro da unidade estatal obedece a limitações consagradas, que visam evitar a hipertrofia da autoridade. 06/05/2014 4Professor Luiz Andrade -TGE

5 Aristóteles começou a discernir as três partes do governo com as funções por elas exercidas: a assembleia do povo formada pelos cidadãos em geral, como corpo deliberante e verdadeiro soberano do Estado; a segunda composta de magistrados com ordens especiais encarregados das rendas e defesa do Estado e a terceira integrada por juízes, encarregados do julgamento e da aplicação da justiça. 06/05/2014 5Professor Luiz Andrade -TGE

6 John Locke já falava expressamente nos poderes citando o legislativo, executivo, federativo do estado e a prerrogativa. Não confiante na natureza humana considerava perigoso confiar a execução das leis àqueles que a tivessem elaborado, convindo separar o poder legislativo do executivo. Não tratou do judiciário com especialidade e o poder federativo por outros interpretado como confederativo, correspondia ao direito da paz e da guerra, de formar ligas e alianças e de fazer toda espécie de negociações com as pessoas e as comunidades estranhas ao Estado. A prerrogativa referia-se ao poder discricionário que às vezes atingia a arbitrariedade indo de encontro ao bem público. 06/05/2014 6Professor Luiz Andrade -TGE

7 Foi Charles-Louis de Secondat ( )- Baron de Ia Brède et de Montesquieu que em 1748 elaborou um verdadeiro tratado de Teoria do Estado sob o título De I'Esprit des Lois, quando concluiu que "Tudo estaria perdido se o mesmo homem, ou o mesmo corpo de principais, ou de nobres, ou do povo, exercessem os três poderes, o que faz leis, o que executa as resoluções públicas e o que julga os crimes ou as desavenças dos particulares". 06/05/2014 7Professor Luiz Andrade -TGE

8 Saint Girons distinguia apenas dois poderes: legislativo e executivo, sendo a justiça um ramo autônomo independente do executivo. 06/05/2014 8Professor Luiz Andrade -TGE

9 Benjamin Constant de Rebecque, escritor e político francês, admitia cinco poderes: real, executivo, representativo de duração, representativo de opinião e judiciário. Ressalte-se, de logo, que o Brasil na Constituição Imperial, admitiu uma classificação sui generis com o poder moderador acrescido ao legislativo, executivo e judiciário quando mais se aproximou deste autor, com relação ao poder real. 06/05/2014 9Professor Luiz Andrade -TGE

10 Segundo Silvestre Pinheiro Ferreira, filósofo e estadista português, que escreveu os Princípios de Direito Público, Constitucional, Administrativo e das Gentes, os poderes também seriam cinco: legislativo, executivo, judiciário, eleitoral e conservador. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

11 Francois Dominique de Reynaud, o Conde de Montlosier, juntamente com Benjamin Disraeli, o Lord Beaconsfield eram contrários a separação e faziam confusão com esta e o governo misto, afirmavam que os poderes eram: o rei, a câmara dos pares e a câmara dos proprietários. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

12 Etienne Vacherot, filósofo francês em La Démocratie, afirmava serem três os poderes: legislativo, executivo e administrativo, estando a autoridade judiciária compreendida no poder administrativo. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

13 Immanuel Kant, filósofo alemão nos Princípios Metafísicos da Teoria do Direito, viu nos poderes do Estado as três proposições de um silogismo prático: a maior que contem a lei de uma vontade; a menor, a ordem de conduzir-se de acordo com a lei; enfim, a conclusão, a sentença, que decide o que é direito no caso de agir. Estes três poderes são coordenados(completando-se) e interdependentes. O legislativo é irrepreensível; o executivo irresistível e o judiciário é inapelável. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

14 Cada órgão, dentro da sua esfera de ação, exerce a totalidade do poder soberano. Em outras palavras: cada ato de governo, manifestado por um dos três órgãos, representa uma manifestação completa do poder. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

15 O Legislativo, o Executivo e o Judiciário, são poderes interdependentes no sentido literal da palavra, já que devem ser harmônicos e coordenados entre si. São órgãos de manifestação do poder de soberania estatal, que é, na sua essência uno e indivisível. Cada um, na esfera da sua função específica, exerce a totalidade do poder. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

16 O Estado manifesta a sua vontade, o seu poder através desses três órgãos que compõem a sua unidade. Cada um dos três, isoladamente, sem a correlação e a integração dos dois outros, não chegaria a expressar o poder do Estado. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

17 Os três poderes só são independentes no sentido de que se organizam mutuamente na finalidade essencial de compor os atos de manifestação da soberania estatal, mediante um sistema de freios e contrapesos, na expressão dos constitucionalistas norte- americanos, realizando o ideal de contenção do poder pelo poder. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

18 Não confundir as funções com as finalidades ou objetivos do Estado, que são vários e de natureza militar, policial, econômica, previdenciária, cultural entre outras. Todavia as funções básicas do Estado, mesmo com outras palavras ou acréscimos por parte de uns e concentrações por outros permanecem as mesmas desde Aristóteles aos nossos dias. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

19 O filósofo grego entendia da seguinte maneira as três funções basilares da polis: Consultiva, que se pronunciava acerca da guerra, da paz e das leis; Administrativa, através do magistrado incumbido dos restantes assuntos do governo. Judiciária, solucionando as controvérsias; 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

20 Modernamente o Estado consolidou estas três funções que a partir dos pensadores dos séculos XVII e XVIII, passaram a ser exercidas por órgãos correspondentes de forma harmônica e interdependente: 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

21 Legislativa: estabelece normas gerais e abstratas que regem a vida em sociedade, através de manifestação de vontade a ser feita valer toda vez que ocorre o fato descrito na norma. Exemplo: Quem importa mercadoria paga o imposto sobre importação. Esta é uma lei. Executiva: traduz num ato de vontade individualizado a exteriorização abstrata da norma. Exemplo: Cobrar do importador o tributo na quantidade prevista na lei é ato executivo. Judiciária: Dirime as controvérsias que podem surgir na aplicação da lei. Exemplo: Se o importador dos exemplos acima, considera indevido o tributo cobrado surge uma lide a ser resolvida definitivamente pela função jurisdicional. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

22 (IN ADERSON DE MENEZES, Teoria Geral do Estado, 8ª. edição, Rio de Janeiro, Ed. Forense, 1996, fs. 367/373) Preliminarmente cabe distinguir: 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

23 GOVERNO: Soberania posta em ação. Esmein ou Direção suprema dos negócios públicos segundo Barthélemy e Duez. ADMINISTRAÇÃO: Instrumento de efetivação do Governo à qual está subordinada. Realiza a orientação e idéias governamentais. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

24 Sistemas de classificação: Formais ou subjetivistas levam em consideração os órgãos que desempenham as funções públicas, donde: O Governo é exercido pelos Representes, já a Administração é exercida pelos Agentes. Materiais ou objetivistas levam em consideração as funções que são desempenhadas pelos órgãos públicos: O Governo garante normas, soluciona conflitos, estabelece a ordem pública, já a Administração presta serviços mediante as obras gerais de interesse coletivo. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

25 Órgãos: Indivíduo ou grupo de indivíduos aos quais o Estado confia o papel de desempenharem suas atividades (do Estado). Funções: Atividades estatais em realização, entregues ao mister isolado ou conjunto de indivíduos previamente designados. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

26 Queiroz Lima assevera que o ideal seria que a cada função correspondesse um órgão público, mas, na prática é diferente; às vezes o mesmo sistema de encargos fica disperso em vários órgãos e muitas vezes, um só órgão desempenha várias funções. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

27 Ressalta que: A chave do sistema constitucional consiste precisamente em distribuir as diferentes classes de atividades do Estado pelos vários órgãos, por forma que a ação de um sirva de aparelho de controle da ação dos outros. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

28 Representantes ou órgãos de representação, querem em lugar do Estado (nação). A Representação corresponde ao mandato popular. A vontade autêntica do povo (nação) está no corpo eleitoral e se manifesta nas eleições. A vontade de fato é do representante, mas, a vontade de direito é do Estado (nação), não pode ser controlada. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

29 Os Agentes são colocados sob a autoridade e controle dos órgãos de representação. Não exprimem a vontade própria do povo (nação). Podem praticar atos jurídicos, mas, nos limites legais fixados (vinculados). 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

30 A representação pode existir na Monarquia Hereditária e na República onde os Magistrados têm acesso em geral por concursos de provas e títulos, dada a tecnicidade e imparcialidade que se devem revestir as funções jurisdicionais. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

31 LÉON DUGUIT, tende a retirar o conteúdo autoritário do Estado trazendo o entendimento que: ele é uma cooperação de serviços públicos organizados e controlados pelos governantes. ADERSON DE MENEZES, encerra magistralmente, conceituando os serviços públicos como sendo: o conjunto de atividades e obras pelas quais o Estado atende aos interesses gerais, satisfazendo as necessidades coletivas. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

32 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

33 LEGISLATIVO- elabora às leis do estado; EXECUTIVO- administra o estado através das leis e da execução delas; JUDICIÁRIO- aplica as leis do estado; 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

34 Algumas relações entre os três poderes: 1-Relações comuns entre os poderes Legislativo e Executivo: O Legislativo julga o executivo nos crimes de responsabilidade art.85 e 86 CF; O Executivo sanciona, promulga ou veta projetos de leis do Legislativo art.84, IV e V. CF. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

35 2-Relações comuns entre os poderes Legislativo e Judiciário: O Legislativo aprova a nomeação de membros do judiciário art.84,XIV e XVI,CF; O Judiciário processa e julga os membros do Congresso nos Crimes Comuns art.102,I,b. CF. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

36 3-Relações comuns entre os poderes executivo e judiciário: O Executivo nomeia o Judiciário (STF) e (TS) art.84,XIV e XVI,CF; O Judiciário julga o Executivo nos crimes comuns (STF) art.86 CF. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

37 4-Relações comuns entre os poderes executivo, legislativo e judiciário: No impedimento do Executivo é ele substituído na sequência após o vice- presidente, pelo Legislativo (Presidente da Câmara) e em seguida pelo Judiciário (STF) art.80 CF. 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE

38 06/05/ Professor Luiz Andrade -TGE


Carregar ppt "Objetivando promover o bem público, como sua meta final, o Estado desempenha uma série de funções através dos órgãos que o compõe, determinando um enorme."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google