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Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Módulo MSSP Jadsonlee da Silva Sá

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Apresentação em tema: "Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Módulo MSSP Jadsonlee da Silva Sá"— Transcrição da apresentação:

1 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Módulo MSSP Jadsonlee da Silva Sá

2 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Introdução - MSSP MSSP – Master Synchronous Serial Port. Interface serial síncrona utilizada na comunicação com outros periféricos ou microcontroladores. –Ex.: EEPROMs, registradores de deslocamento, drivers de displays, conversores A/D entre outros. Pode operar em dois modos: –SPI Serial Peripheral Interface. –I 2 C Inter-Integrated Circuit.

3 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Introdução - MSSP Existem três registradores de controle associados: –Registrador de status – SSPSTAT; –Registradores de controle – SSPCON e SSPCON2.

4 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI Interface mestre/escravo que permite transmitir e receber sincronamente 8 bits de dados simultaneamente. Todos os 4 modos padrão da SPI são implementados. A comunicação pode ser feita por três pinos: –Serial Data Out (SDO) – RC5/SDO; –Serial Data In (SDI) – RC4/SDI; –Serial Clock (SCK) – RC3/SCK/SCL/LVDIN; –No modo escravo, um quarto pino Slave Select (/SS) – RA5//SS/AN4, deve ser usado.

5 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI Existem 4 registradores: –SSPCON – Controle; –SSPSTAT - Status; –SSPBUF – Buffer Tx/Rx serial; –SSPSR – Deslocamento – Não acessível.

6 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI

7 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI Funcionamento. –O SSPSR desloca os dados de entrada e saída do dispositivo – Primeiro MSb. –O byte é movido para SSPBUF – BF (buffer cheio) e SSPIF são setados.

8 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI Funcionamento. –O bit WCOL (SSPCON ) é setado caso ocorra uma escrita em SSPBUF durante a Tx/Rx. O software do usuário deve zerar WCOL. –SSPBUF deve ser lido antes de receber novos dados – O bit BF é zerado após a leitura. –Os pinos devem ser configurados como entrada ou saída no registrador TRISC.

9 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI SSPSTAT.

10 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI SSPSTAT.

11 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI SSPCON.

12 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI SSPCON. O clock do mestre e do escravo devem ser configurados com a mesma polaridade.

13 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI

14 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Modo SPI

15 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Atividade Façam um programa em assembly, outro em C (no nível de registrador) e outro em C – CCS que transfere dados de um PIC16F877A para outro PIC16F877A.

16 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Memória de Dados EEPROM Jadsonlee da Silva Sá

17 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Introdução Memórias de dados EEPROM e Programa FLASH. Não são mapeadas diretamente no espaço de registro de arquivo. –São indiretamente endereçadas via SFRs. Existem seis SFRs usados para ler/escrever esta memória: –EECON1, EECON2, EEDATA, EEDATAH, EEADR e EEADRH.

18 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Dados EEPROM Bloco memória de dados - EEPROM. –EEDATA contém os dados de 8 bits para ler/escrever. –EEADR contém o endereço da posição da EEPROM sendo acessada. EEPROM possui 256 bytes. Faixa de endereço de 00 a FFh. Um único byte pode ser lido/escrito por vez. Uma escrita automaticamente apaga os dados e escreve os novos dados.

19 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Registradores de Controle

20 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Registradores de Controle Quando uma escrita for finalizada, o bit EEIF de PIR2 será setado, e deverá ser zerado via software.

21 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Registradores de Controle EECON2. –Não é um registrador físico. –A leitura retorna 0s. –É utilizado na sequência especial de escrita da EEPROM.

22 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Leitura - EEPROM Passos para leitura da EEPROM: –Escrever o endereço da posição em EEADR; –Zerar o bit EEPGD de EECON1; –Setar o bit RD de EECON1 – Inicia a leitura; –O dado é carregado em EEDATA – Pode ser lido na próxima instrução; –EEDATA mantém este valor até a próxima leitura ou até ser escrito pelo usuário.

23 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Escrita - EEPROM Passos para escrita na EEPROM: –Verificar se o bit WR está zerado – Se sim, pode escrever. –Escrever o endereço da posição em EEADR; –Escrever o dado em EEDATA; –Zerar o bit EEPGD de EECON1; –Setar o bit WREN de EECON1 – Habilitar escrita; –Desabilitar as interrupções – GIE (caso estejam habilitadas).

24 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Escrita - EEPROM Passos para escrita na EEPROM: –Executar a sequência especial: Escrever 55h em EECON2; Escrever AAh em EECON2; Setar o bit WR de EECON1; –Habilitar as interrupções (caso seja necessário).

25 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Escrita - EEPROM Passos para escrita na EEPROM: –Zerar o bit WREN de EECON1 – Desabilitar a escrita. Após a finalização da escrita, o bit WR será zerado e o bit EEIF será setado. EEIF deve ser zerado por software. –Verificar se EEIF está setado ou se WR está zerado – Fim da escrita.

26 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Registradores

27 Exemplo - Assembly

28 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Exemplo - Assembly

29 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Exemplo - Assembly MOVLW 0x20

30 Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia da Computação – CECOMP Tarefa Faça o programa anterior em linguagem C a nível de registrador e utilizando a API do CCS.


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