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ECOSSISTEMAS HUMANOS Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues Monitora: Laís Leal MÓDULO 1 CLASSES GERAIS.

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1 ECOSSISTEMAS HUMANOS Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues Monitora: Laís Leal MÓDULO 1 CLASSES GERAIS

2 dr.com.br turismo.culturamix.com picasaweb.google.com/lh/photo/OfTiGdQe6RYxA1DEQ89ejg zdeneeck.blogspot.com Classe 1 - ECOSSISTEMA NATURAL MADURO Classe 2 - ECOSSISTEMA NATURAL CONTROLADO Classe 3 - ECOSSISTEMA PRODUTIVO OU EXPORTADOR Classe 4 - ECOSSISTEMA URBANO OU IMPORTADOR Floresta Amazônica SNUC Canavial Cidade

3 picasaweb.google.com/lh/photo/OfTiGdQe6RYxA1DEQ89ejg ECOSSISTEMA NATURAL MADURO ECOSSISTEMA NATURAL MADURO (Classe 1) Área natural inalterada; Mantém a si mesmo; Limpa a atmosfera (Dilui,absorve e neutraliza contaminantes); Estrutura complexa; Maior biodiversidade e biomassa; Maior estabilidade; Maior resistência.

4 ECOSSISTEMA NATURAL CONTROLADO ECOSSISTEMA NATURAL CONTROLADO (Classe 2) Ecossistema representativo, preservado como rede de proteção da biodiversidade de plantas, animais e microrganismos. Exemplo: nações indígenas, belezas cênicas, recursos arqueológicos, históricos, etc. Wikipédia, a enciclopédia livre expedicaoparquesnacionais.com.br turismo.culturamix.com diariodorio.com turismo.culturamix.com

5 SISTEMAS NACIONAIS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (SNUC) I UNIDADES DE PROTEÇÃO INTEGRAL II UNIDADES DE USO SUSTENTÁVEL turismo.culturamix.com

6 UNIDADES DE CONSERVAÇÃO FEDERAIS FONTE: IBGE, Diretoria de Geociências.

7 I- UNIDADES DE PROTEÇÃO INTEGRAL ESTAÇÃO ECOLÓGICA RESERVA BIOLÓGICA PARQUE NACIONAL PARQUE ESTADUAL MONUMENTO NATURAL REFÚGIO DA VIDA SILVESTRE Wikipédia, a enciclopédia livre expedicaoparquesnacionais.com.br turismo.culturamix.com diariodorio.com turismo.culturamix.com

8 II UNIDADES DE USO SUSTENTÁVEL ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ÁREA DE PROTEÇÃO ESTADUAL ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO FLORESTA ESTADUAL RESERVA EXTRATIVISTA RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL RESERVA PARTICULAR DO PATRIMONIO NATURAL estadao.com.br br.viarural.com auroramiranda.blog.uol.com.br estadao.com.br

9 SISTEMAS NACIONAIS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTAÇÃO ECOLÓGICA É de posse e domínio públicos, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites serão desapropriadas, de acordo com o que dispõe a lei. É proibida a visitação pública, exceto quando com objetivo educacional, de acordo com o que dispuser o Plano de Manejo da unidade ou regulamento específico. Preservação da natureza e realização de pesquisas científicas.

10 ESTAÇÃO ECOLÓGICA SAMUEL Preservação da natureza e realização de pesquisas científicas. Fonte:http://br.viarural.com/servicos/turismo/estacoes-ecologicas-estaduais/estacao-ecologica-samuel/default.htm Localizada na porção setentrional do estado de Rondônia, a Estação Ecológica Estadual de Samuel integra a bacia hidrográfica do Rio Jamari e abrange percentual significativo do reservatório da Usina Hidrelétrica da Samuel. Superfície hectares. Bioma Amazônia 100% Floresta Ombrófila Aberta 100% De modo geral, a floresta da Estação Ecológica é considerada bastante diversa, com cerca de 200 espécies arbóreas/ha.

11 SISTEMAS NACIONAIS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO RESERVA BIOLÓGICA A Reserva Biológica tem como objetivo a preservação integral da biota e demais atributos naturais existentes em seus limites, sem interferência humana direta ou modificações ambientais, excetuando-se as medidas de recuperação de seus ecossistemas alterados e as ações de manejo necessárias para recuperar e preservar o equilíbrio natural, a diversidade biológica e os processos ecológicos naturais. É de posse e domínio públicos, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites serão desapropriadas, de acordo com o que dispõe a lei. É proibida a visitação pública, exceto quando com objetivo educacional, de acordo com o que dispuser o Plano de Manejo da unidade ou regulamento específico.

12 RESERVA BIOLÓGICA DE SOORETAMA Está localizada no centro leste do estado do Espírito Santo, abrangendo municípios de Linhares e Jaguaré, distante 45 km do primeiro município hectares. Bioma Floresta Atlântica A principal formação vegetal encontrada é a Floresta Ombrófila Densa das Terras Baixas também chamada "Mata dos Tabuleiros"

13 RESERVA BIOLÓGICA ATOL DAS ROCAS Reserva Biológica Marinha do Atol das Rocas é um pequeno arquipélago de duas ilhas que pertence ao estado do Rio Grande do Norte compreendendo uma área de m 2. É considerado uma das áreas mais importantes para a reprodução de aves marinhas tropicais do País, abrigando pelo menos 150 milhares de aves, de quase 30 espécies diferentes. pt.wikipedia.org/wiki/Atol_das_Rocas

14 SISTEMAS NACIONAIS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO PARQUE NACIONAL O Parque Nacional tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico. A pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade

15 As unidades dessa categoria, quando criadas pelo Estado ou Município, serão denominadas, respectivamente, Parque Estadual e Parque Natural Municipal SISTEMAS NACIONAIS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO PARQUE NACIONAL A visitação pública está sujeita às normas e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, às normas estabelecidas pelo órgão responsável por sua administração, e àquelas previstas em regulamento.

16 PARQUE NACIONAL DO ITATIAIA O parque está localizado no Maciço do Itatiaia, na Serra da Mantiqueira na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. O Parque Nacional do Itatiaia é o mais antigo parque nacional do Brasil, fundado em 14 de junho de 1937, pelo então presidente Getúlio Vargas através do Decreto Federal nº 1713, com uma área atual de hectares (300 km 2 ). O parque possui montanhas com quase metros de altitude e mantém uma fauna e flora bastante diversificada devido à altitude e ao clima variado. O nome Itatiaia é de origem tupi e significa "penhasco cheio de pontas". Há muito já não são encontrados diversas espécies de mamíferos que antes ocorriam na região, tais como: onça- pintada, anta, queixada, caititu, bugio e o mono carvoeiro.

17 MARINHO DE FERNANDO DE NORONHA Fernando de Noronha é um arquipélago pertencente ao estado brasileiro de Pernambuco, formado por 21 ilhas e ilhotas, ocupando uma área de 26 km². Em 1988 a maior parte do arquipélago foi declarada Parque Nacional, com cerca de 8 km², para a proteção das espécies endêmicas lá existentes e da área de concentração dos golfinhos rotadores (Stenella longirostris), que se reúnem diariamente na Baía dos Golfinhos.

18 SISTEMAS NACIONAIS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO MONUMENTO NATURAL O Monumento Natural tem como objetivo básico preservar sítios naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica. O Monumento Natural pode ser constituído por áreas particulares, desde que seja possível compatibilizar os objetivos da unidade com a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários. A visitação pública está sujeita às condições e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, às normas estabelecidas pelo órgão responsável por sua administração e àquelas previstas em regulamento.

19 MONUMENTO NATURAL DAS FALÉSIAS DE BEBERIBE Estado: Ceará Município: Beberibe Área: 31,29 ha Criação: Decreto Estadual n.° (04/06/2004) As áreas inseridas nesta unidade de conservação abrangem falésias vivas e dunas móveis, além de dunas em processo de fixação localizadas nas adjacências do Monumento.

20 SISTEMAS NACIONAIS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Refúgio de Vida Silvestre tem como objetivo proteger ambientes naturais onde se asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migratória. O Refúgio de Vida Silvestre pode ser constituído por áreas particulares, desde que seja possível compatibilizar os objetivos da unidade com a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários. REFÚGIO DA VIDA SILVESTRE

21 nema-rs.org.br Região: Sul Estado: Rio Grande do Sul Município: São José do Norte Bioma: Ecossistema Costeiro Criação: Lei n.° 007 (10/05/1996) Localizado na cidade de São José do Norte - Rio Grande do Sul. O principal habitante do Refúgio, o leão marinho (Otaria flavescens), é um grande pescador. Possui uma juba avermelhada e se alimenta basicamente de pescados. Pode atingir cerca de 3,0 metros de comprimento e pesar até 300Kg. Pescadores e leões marinhos estão sempre próximos a grandes cardumes. As vezes os leões marinhos comem nas redes e acabam rasgando-as. Este conflito gera agressões que são a principal causa de mortalidade desses animais.

22 ECOSSISTEMA PRODUTIVO OU EXPORTADOR (Classe 3) PRODUZ ALIMENTOS E OUTROS RECURSOS; PRECISA DE MUITAS ENTRADAS; A ENERGIA GASTA É MAIOR DO QUE OS RENDIMENTOS; MENOS DIVERSIDADES DE ESPÉCIES; NOVAS ESPÉCIES; ELIMINA BARREIRAS DE INVASÃO DE PRAGAS(diminuem os habitats de espécies que eliminam pragas); agenciadesjb.blogspot.com kade.eng.br

23 ECOSSISTEMA IMPRODUTIVO OU IMPORTADOR (Classe 4) Figura 7.17 Entrada Saídas Poluentes do Ar Poluentes da água Gases do efeito estufa Produtos manufaturados Ruído Dinheiro Idéias Produtos Naturais Informações Resíduos Sólidos Calor Residual Energia Alimentos Água Matérias - primas Bem - estar

24 COMPARAÇÃO ENTRE ECOSSISTEMAS NATURAIS E URBANOS Fonte ilimitada - sol Não acumulam energia em excesso Nas cadeias alimentares o aproveitamento é de 10:1 Fonte ilimitada - sol Não acumulam energia em excesso Nas cadeias alimentares o aproveitamento é de 10:1 Fonte finita - combustíveis fósseis Gera muito calor, aumentando a temperatura Nas cadeia alimentares o aproveitamento é de 100:1 Fonte finita - combustíveis fósseis Gera muito calor, aumentando a temperatura Nas cadeia alimentares o aproveitamento é de 100:1 ENERGIAENERGIA

25 COMPARAÇÃO ENTRE ECOSSISTEMAS NATURAIS E URBANOS EVOLUÇÃOEVOLUÇÃO Biológica, adapta todos os seres vivos e o seu sistema de suporte aos processos que sustentam a vida. Cultural, subordina os organismos e os sistemas de suporte da Terra aos processos que sustentam a tecnologia.

26 COMPARAÇÃO ENTRE ECOSSISTEMAS NATURAIS E URBANOS POPULAÇÃOPOPULAÇÃO Mantém a população dentro dos limites estabelecidos pelos fatores naturais - ali- mento, abrigo, doenças, etc. ( dentro da capacidade de suporte). Permite que as populações cresçam mais rapidamente que a capacidade de aumentar o alimento, abrigo, etc. (superior a capacidade de suporte)

27 COMPARAÇÃO ENTRE ECOSSISTEMAS NATURAIS E URBANOS INTERAÇÃOINTERAÇÃO A organização da comunidade dá-se em função das interações biológicas. A grande maioria dos organismos interage com grande variedade de outros organismos. A organização da comunidade dá-se em torno de funções e processos tecnológicos.

28 COMPARAÇÃO ENTRE ECOSSISTEMAS NATURAIS E URBANOS EQUILÍBRIOEQUILÍBRIO São governados por processos naturais de controle como: disponibilidade de luz, alimentos, água, presença ou ausência de inimigos naturais e doenças. São governados por competições de controle culturais, ideológicos, econômicos, religiosos e políticos. Considera quase tão somente a sustentabilidade da vida humana. Parte do material dessa aula foi gentilmente cedido pelas Profª s Mônica Amorim e Selma de Araújo


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