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GoalBall: curso para cegos e pessoas com baixa visão. (Desde 2004)

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Apresentação em tema: "GoalBall: curso para cegos e pessoas com baixa visão. (Desde 2004)"— Transcrição da apresentação:

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2 GoalBall: curso para cegos e pessoas com baixa visão. (Desde 2004)

3 Atividades Físicas: Condicionamento físico na Academia de Musculação do CEFET-BG para cegos e pessoas com baixa visão. (Desde 2004)

4 João é deficiente visual e frequenta o Napne para ter aula de informática utilizando o Leitor de tela Jaws e ainda nos auxilia nos testes em braile. Download demo:

5 Aulas de Inglês e produção textual

6 Curso de Libras e Braile para alunos e servidores do IFRS

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8 Felipe é aluno do Curso de Tecnologia em Horticultura e possui baixa-visão. Para auxiliá-lo utilizamos a pesquisa no computador com imagens ampliadas e auto- contraste, além de ampliarmos seu material didático utilizado em sala de aula.

9 Felipe é aluno do Proeja/2009, possui dificuldades de memorização, sendo necessário trabalhar com ele as operações matemáticas e a construção de frases entre outras atividades lúdicas. Para auxiliá-lo utilizamos o material dourado, algumas gravuras extraídas da internet, materiais táteis como frutas, rolhas, materiais descartáveis e softwares educativos.

10 Materiais adaptados para aulas de Microbiologia, Química entre outras disciplinas. Adaptação de material para ser utilizado no Thermoform.

11 Recursos utilizados por alunos com baixa visão Recursos didático- pedagógicos Material de Matemática adaptado

12 Curso de produção de materiais adaptados para deficientes visuais ministrado pelo IBC (Instituto Benjamin Constant)

13 Acessibilidade do Livro DigitalFormação de acessibilidade da Web Produção de Tecnologia Assistiva

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16 Equipe de desenvolvimento de sites acessíveis e de testes

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19 Encontro das Equipes de produção Web e testes

20 Acompanhamento das atividades com os deficientes visuais como jogo de Goalball, musculação e confraternização

21 Testes de rótulos dos vinhos em braile Oficina de tato e mobilidade realizada com os alunos do IFRS Acompanhamento para DV na realização do Concurso Público Palestras e apresentação de Tecnologia Assistiva

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24 Prêmio Técnico Empreendedor: parceria MEC/SETEC e Sebrae. Objetivo: despertar o senso empreendedor (2005). Projeto: Agência de Acessibilidade

25 Assessoria na Acessibilização do Site da SEESP: Napne-BG desenvolveu projeto, onde orientou a acessibilidade, adaptou material e, em parceria com Ícone Soluções Digitais, implantou vídeos em LIBRAS ( )

26 Programa Incluir/ (SEESP e SESU): Verba do projeto - banheiro adaptado, compra de equipamentos de informática, esteiras e equipamentos de musculação para educação física adaptada.

27 Rampas: Ação realizada pelo então CEFET-BG, com objetivo de facilitar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ao prédio da Informática e da Biblioteca.

28 Rotuladora Braille produzida em 2008 com verba do Ministério da Ciência e Tecnologia, MEC e IFRS-BG Produz o braile nos rótulos dos vinhos e suco de uva Programado produzir o braile também em embalagens e etiquetas diversas

29 Programa Incluir (SEESP e SESU): Verba do projeto utilizada para: Acessibilidade física Campus-BG, criação de um Laboratório de Eletrônica (no NAPNE) para a produção da linha braille e diversos produtos de Tecnologia Social Assistiva

30 Convênio com APAE – Carlos Barbosa e com APAE Garibaldi, com o objetivo de promover a troca de experiências e a produção de Tecnologia Social Assistiva.

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36 Habitação Universal: Cozinha adaptada

37 ... Banheiro adaptado

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39 Letícia é Paralisada Cerebral e possui comprometimento em sua coordenação motora, com movimento bom na mão esquerda. Para estimular esta aluna utilizamos diversos recursos didáticos com o auxílio do computador e de produtos de Tecnologia Assistiva

40 Para a aluna Michele, que é Autista Asperger, procuramos utilizar materiais manipuláveis, como argila, papel crepon, pintura, bordados, tricôs, recortes de revistas. Tais recursos visam ampliar sua capacidade de criação. Também utilizamos alguns softwares educativos que ajudam na manutenção do aprendizado.

41 Também auxiliamos na adaptação do material da aluna Daisy que é deficiente visual. Ela inicialmente estudava Tecnologia de Alimentos e precisava de muito material adaptado em química e matemática. Após passou a cursar Tecnologia em Logística.

42 Oficina de Arteterapia, ministrado pela Arteterapeuta Christine Vianna, na qual aprendemos a utilizar a arte como forma de ensinar. Utilizamos argila, jornais, pintura livre, pintura em lixa, conhecemos os tipos de texturas e aprendemos ainda a observar as formas e os espaços.

43 Dicas de orientação e mobilidade

44 Análise Sensorial (Degustação Adaptada): 2 edições (2006 e 2007), com 15 alunos DV cada, ministrado pelo Técnico Jucélio Kullman e Prof. Evandro Ficagna

45 Fruticultura (Poda Adaptada): 1 edição com 10 alunos DVs, ministrado por Prof. Marco Fogaça (2007)

46 Horticultura (Plantas Medicinais): 1 edição com 8 alunos DVs, ministrado por Prof. Lauri Cunico (2006 )

47 Encontros com a Psicóloga – 2008 e 2009

48 Sirlei Bortolini ANDRÉA POLETTO SONZA


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