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FOTOGRAMETRIA E FOTOINTERPRETAÇÃO Mosar Faria Botelho.

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1 FOTOGRAMETRIA E FOTOINTERPRETAÇÃO Mosar Faria Botelho

2 Ferramentas úteis no AutoCad Criar um Polígono automaticamente Delimitar a área que deseja criar o polígono. DRAW->Boundary->PickPoint Clique dentro da área delimitada e ENTER.

3 Ferramentas úteis no AutoCad Offset – reproduzir elemento a uma determinada distância. 1. Pressione o Botão. 2. Selecione o objeto 3. Insira a distancia a reproduzir o objeto selecionado 4. Clique na direção que deseja realizar a reprodução. Move – Mover objeto a partir de um ponto base. 1. Pressione o Botão. 2. Selecione o Objeto. 3. Selecione a extremidade do objeto que deseja fixar como base 3. Clique no local destino da remoção. Trim – Recortar a partir de uma base. 1. Pressione o Botão. 2. Selecione a linha que servira como referencia para corte. 3 Clique na extremidade que deseja recortar. Extend – Estender uma linha até atingir uma linha base. 1. Pressione o Botão. 2. Selecione a linha que servira como referencia para esticar a linha. 3 Clique na extremidade que deseja esticar até a base de referencia.

4 Ferramentas úteis no AutoCad Caso algum elemento (linha, Polígono, Ponto) venha a desaparecer, basta solicitar que os objetos fiquem a frente da imagem. 1.Selecione os objetos que deseja trabalhar. 2.Siga as instruções ao lado. O mesmo pode ser realizado com a imagem enviando-a para trás dos objetos.

5 Ferramentas úteis no AutoCad Criando Layer para cada Classe Muda a Cor do Layer Apaga o Layer

6 Ferramentas úteis no AutoCad ZOOM WINDOW. Realiza uma aproximação aos objetos dentro do retângulo que irá determinar. Portanto após selecionar o botão construa um retângulo na tela onde deseja que o software aproxime para visualização. ZOO TIME – Da mesma forma como o PAN porem agora arrastando para cima ou para baixo aumentando ou diminuindo o ZOO sobre os objetos. PAN – Mover a tela para a direção desejada. Basta pressionar o botão e então pressionar o botão esquerdo e segurar arrastando a tela na direção desejada. Salvar Arquivo

7 Ferramentas úteis no AutoCad Ponto Polilyne – Polilinha que irá utiilzar para a construção de polígonos fechados. Importante que após realizar a vetorização dos limites do objeto, para a construção de um poligono, encerre sua vetorização com o botão direito selecionando a opção CLOSE. Retângulo Linha

8 Cartografia Temática

9 Bacias Hidrográficas Bacia hidrográfica é uma área definida topograficamente, drenada por um curso d água ou um sistema conectado de cursos d água, dispondo de uma simples saída para que toda vazão efluente seja descarregada (VIESSMAN, HARBAUGH e KNAPP (1972) A bacia hidrográfica destaca-se como região de efetiva importância prática devido a simplicidade de que oferece na aplicação do balanço hídrico.

10 Bacias Hidrográficas Divisores de água Linha de separação que divide as precipitações em bacias vizinhas, encaminhando o escoamento superficial para um ou outro sistema fluvial

11 Bacias Hidrográficas Divisores de água São 3 os divisores de uma bacia 1.Geológico 2.Freático 3.Topográfico Freático: devido as alterações ao longo das estações do ano. Geológico: Formações rochosas - os estratos não seguem um comportamento sistemático e a água precipitada pode escoar antes de infiltrar. Na prática é limitar a bacia a partir de curvas de nível

12 Bacias Hidrográficas Forma da bacia Após ter seu contorno definido, a bacia hidrográfica apresenta um formato. Este formato tem uma influência sobre o escoamento global. Este efeito pode ser demonstrado através da apresentação de 3 bacias de formatos diferentes, porém de mesma área e sujeitas a uma precipitação de mesma intensidade.

13 Bacias Hidrográficas Forma da bacia Dividindo-as em segmentos concêntricos, dentro dos quais todos os pontos se encontram a uma mesma distância do ponto de controle, a bacia de formato A levará 10 unidades de tempo (digamos horas) para que todos os pontos da bacia tenham contribuído para a descarga (tempo de concentração). A bacia de formato B precisará de 5 horas e a C, de 8,5 horas. Assim a água será fornecida ao rio principal mais rapidamente na bacia B, depois em C e A, nesta ordem.

14 Bacias Hidrográficas Indices Gravelius propôs dois índices: Coeficiente de compacidade (Kc) Fator de forma (Kf). Coeficiente de compacidade (Kc) É a relação entre os perímetros da bacia e de um círculo de área igual a da bacia Um coeficiente mínimo igual a 1 corresponderia à bacia circular; portanto, inexistindo outros fatores, quanto maior o Kc menos propensa à enchente é a bacia.

15 Bacias Hidrográficas Indices Gravelius propôs dois índices: Coeficiente de compacidade (Kc) Fator de forma (Kf). Fator de forma (Kf) É a relação entre a largura média da bacia (L) e o comprimento axial do curso d água (L). O comprimento L é medido seguindo-se o curso d água mais longo desde a cabeceira mais distante da bacia até a desembocadura A largura média é obtida pela divisão da área da bacia pelo comprimento da bacia

16 Bacias Hidrográficas Indices Fator de forma (Kf) Uma bacia com Kf baixo, ou seja, com o L grande, terá menor propensão a enchentes que outra com mesma área, mas Kf maior. Isto se deve a fato de que, numa bacia estreita e longa (Kf baixo), existirá menor possibilidade de ocorrência de chuvas intensas cobrindo simultaneamente toda a sua extensão.

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19 TRABALHO 03 - Vetorizar todos os rios existentes no múnicipio; - Delimitar a Bacia; - Classificar os rios - Horton (1945) - Strahler - Coeficientes da Bacia - Compacidade - Forma - Drenagem

20 Bacias Hidrográficas O sistema de drenagem Uma bacia bem drenada tem menor tempo de concentração, ou seja, o escoamento superficial concentra-se mais rapidamente e os picos de enchente são altos.

21 Bacias Hidrográficas O sistema de drenagem Os padrões de drenagem 1.Terrenos aluviais; 2.Zonas de erosão, onde se observa pouco ou nada da influência estrutural sobre a rede de drenagem; 3.Zonas de erosão, onde a influência estrutural é evidente. As características de uma rede de drenagem podem ser razoavelmente descritos pela ordem dos cursos d água, densidade de drenagem, extensão média do escoamento superficial e sinuosidade do curso d água.

22 Bacias Hidrográficas O sistema de drenagem Os padrões de drenagem Zonas de erosão, onde se observa pouco ou nada da influência estrutural sobre a rede de drenagem; Zonas de erosão, onde a influência estrutural é evidente.

23 Bacias Hidrográficas O sistema de drenagem Ordem dos cursos d água Classificação proposta por HORTON (1945):

24 Bacias Hidrográficas O sistema de drenagem Ordem dos cursos d água Classificação proposta por HORTON e modificado por Strahler:

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27 Densidade de drenagem (Dd) A densidade de drenagem (Dd) é o índice que indica o grau de desenvolvimento do sistema de drenagem, ou seja, fornece uma indicação da eficiência da drenagem da bacia A densidade de drenagem é definida pela relação entre o somatório dos comprimentos de todos os canais da rede e a área da bacia Segundo VILLELA & MATTOS (1975), este índice varia de 0,5 km/km2 para bacias com drenagem pobre a 3,5 ou mais para bacias bem drenadas.

28 Bacias Hidrográficas Exercício A bacia hidrográfica do Rio Turvo Sujo apresenta os seguintes dados A = 406,437 Km2 P = 140,930 Km2 L = 145,857 Km Área da Bacia Perímetro da Bacia Largura do Maior Rio Lt = 1883,336 Km;Somatório dos comprimentos de todos os canais da rede (Km)

29 Bacias Hidrográficas Quanto maior o Kc menos propensa à enchente é a bacia (coeficiente mínimo igual a 1 corresponderia à bacia circular; ) Uma bacia com Kf baixo, ou seja, com o L grande, terá menor propensão a enchentes que outra com mesma área, mas Kf maior. Isto se deve a fato de que, numa bacia estreita e longa (Kf baixo), existirá menor possibilidade de ocorrência de chuvas intensas cobrindo simultaneamente toda a sua extensão. Índice varia de 0,5 km/km2 para bacias com drenagem pobre a 3,5 ou mais para bacias bem drenadas.

30 Bacias Hidrográficas Defina os limites de pelo menos 3 subbacias; Classifique os cursos dágua segundo HORTON e Strahler.

31 Bacias Hidrográficas Análises Morfométricas Método da análise morfométrica, consiste na caracterização de parâmetros morfológicos, tais como: densidade hidrográfica, densidade de drenagem, gradiente de canais, índice de sinuosidade, entre outros. Tais parâmetros explicitam os indicadores físicos da bacia, caracterizando suas homogeneidades.

32 Bacias Hidrográficas Análises Morfométricas Alguns parâmetros morfométricos A - Quanto à Forma da Bacia Hidrográfica B - Quanto aos Componentes da Rede Hidrográfica C - Quanto aos Parâmetros Combinados Relação de Relevo, Densidade Hidrográfica, Densidade de Drenagem; Coeficiente de manutenção, Gradiente de Canais; Índice de Circularidade; Índice de Sinuosidade;

33 Bacias Hidrográficas Análises Morfométricas Relação de Relevo Esse parâmetro estabelece a relação entre a diferença de altitudes máxima e mínima na bacia e o comprimento total do canal principal (Schumm, 1956). Densidade Hidrográfica Esse parâmetro relaciona o número de rios ou canais com a área da bacia hidrográfica. Em outras palavras, expressa a magnitude da rede hidrográfica, indicando sua capacidade de gerar novos cursos d'água em função das características pedológicas, geológicas e climáticas da área (Freitas, 1952) Densidade de Drenagem Esse índice relaciona o comprimento total dos canais com a área da bacia de drenagem.

34 Bacias Hidrográficas Análises Morfométricas Coeficiente de manutenção Esse parâmetro fornece a área mínima necessária para a manutenção de um metro de canal de escoamento. Gradiente de Canais Esse índice é a relação entre a cota máxima e o comprimento do canal principal expresso em porcentagem. A sua finalidade é indicar a declividade dos cursos d'água.

35 Bacias Hidrográficas Análises Morfométricas Índice de Circularidade Esse índice representa a relação entre a área total da bacia e a área de um círculo de perímetro igual ao da área total da bacia, que, na expansão areal, melhor se relaciona com o escoamento fluvial. Índice de Sinuosidade Relaciona o comprimento verdadeiro do canal (projeção ortogonal) com a distância vetorial (comprimento em linha reta) entre os dois pontos extremos do canal principal (Schumm, 1963). Valores próximos a 1,0 indicam que o canal tende a ser retilíneo. Já os valores superiores a 2,0 sugerem canais tortuosos e os valores intermediários indicam formas transicionais, regulares e irregulares. Sabe-se, entretanto, que a sinuosidade dos canais é influenciada pela carga de sedimentos, pela compartimentação litológica (tipo de rocha), estruturação geológica e pela declividade dos canais


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