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Computação I MPCE Programação Pascal Prof. Dr. Marcelo Duduchi.

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1 Computação I MPCE Programação Pascal Prof. Dr. Marcelo Duduchi

2 Objetivos Como funciona e qual a estrutura básica de um programa Pascal? Quais as estruturas de controle de fluxo de controle existentes no Pascal? Quais as estruturas de dados pré- definidas no Pascal? Como trabalhar com subrotinas em Pascal?

3 Tópicos Abordados (1) Estrutura de um programa Pascal; Tipos de dados, variáveis e constantes; Operadores; Comandos de leitura e escrita (I/O); Estruturas de controle seqüencial; Estruturas de controle de decisão; Estruturas de controle de repetição;

4 Tópicos Abordados (2) Transformação de tipos de dados; Tipos estruturados homogêneos: unidimensionais e multidimensionais; Tipos estruturados heterogêneos; Criação de Novos tipos de dados; Manipulação de cadeias de caracteres; Subrotinas (funções e procedimentos); Passagem de parâmetros;

5 Estrutura de um programa Pascal Program Nomedoprograma ; uses biblioteca 1,..., biblioteca n ; const constante 1,..., constante n ; type nome do tipo = declaração do tipo ; var lista de variáveis : tipo da variável ; declaração das procedures e functions ; begin comandos end.

6 Tipos de Dados Inteiro; Número em ponto flutuante (real); Caractere; Cadeia de Caracteres; Lógico;

7 Valores Inteiros byte: 0 a 255 ; shortint -128 a 127 ; word 0 a ; integer a ; longint a ; respectivamente: 1, 1, 2, 2 e 4 bytes

8 Valores em Ponto Flutuante single 1.5E-45 a 3.4E38 ; real 2.9E-39 a 1.7E38 ; double 5.0E-324 a 1.1E308 ; extended 3.4E-4951 a 1.1E4932 ; comp 9.2E-18 a 9.2E18; respectivamente:8,12,15,20 e 20 casas; respectivamente:4,6,8,10 e 8 bytes

9 Um Único Caractere (char) Ocupa um byte e permite armazenar um caractere da tabela ASCII que possui 256 caracteres; Pode ser informado entre apóstrofo ou com o caractere # e o número da tabela referente ao caractere; Exemplo: #70 ou F

10 Cadeia de Caracteres (String) Ocupa até 256 bytes dependendo da declaração e permite armazenar caracteres da tabela ASCII; seu tamanho pode ser informado entre colchetes na declaração e tem valor referenciado entre apóstrofos; exemplo: cadeia de caracteres

11 Valor lógico (boolean) Ocupa um byte de memória usado para armazenar os valores lógicos verdadeiro (true) e falso (false); pode ser manipulado pelos operadores lógicos: NÃO (not), E (and), OU (or) e OU EXCLUSIVO (xor)

12 Identificadores Nomes que são criados pelo programador para representar elementos diversos dentro do programa; São usados no Pascal para denominar programas, novos tipos de dados, constantes, variáveis, funções e procedimentos;

13 Identificadores Pode ter qualquer tamanho com 63 primeiros dígitos significativos; Pode utilizar os caracteres de: 0 a 9, A a Z, a a z e _ Deve ser diferente das palavras reservadas do Pascal; Não pode começar por número; Trata Maiúsculas = Minúsculas;

14 Declaração de Constantes Deve-se indicar a palavra const seguida do nome, = e o valor a ser armazenado; Não pode ter seu valor alterado durante o programa; const nome = valor ; Exemplo: const PI = ;

15 Variáveis Área de memória cujo valor pode ser alterado através de seu nome ou seu endereço; É utilizada para guardar valores temporários do programa; Seu conteúdo pode ser alterado durante a execução do programa;

16 Declaração de Variáveis Deve-se indicar a palavra var seguida do nome, : e o tipo de dados a ser armazenado por ela; var nome : tipo de dado ; Exemplos: var nota:integer; var N1, N2, N3:real; var Nome: string[40];

17 Operadores Lógicos NÃO: identificado por not; E: identificado por and; OU: identificado por or; OU EXCLUSIVO: por xor;

18 Operadores Aritméticos + : adição; - : subtração; * :multiplicação; / :divisão real; div :divisão inteira; mod:resto da divisão;

19 Operadores Relacionais <, <= : menor e menor ou igual; >, >= : maior e maior ou igual; = : valor igual; : valor diferente; in [ valor inicial.. valor final ] : verificar se o valor está entre valor inicial e final citado no comando;

20 Comando de Escrita (saída) Pode ser usado só write escrevendo na posição corrente do cursor o conteúdo indicado; Pode ser usado writeln escrevendo o conteúdo indicado e pulando de linha em seguida; Formato: write ( valor : tamanho : decimais );

21 Comando de Escrita (saída) Exemplos: write(custo:9:2); writeln(João); writeln(Valor =,x); write(x+y);

22 Comando de Leitura (entrada) Pode ser usado read ou readln colocando dentro da variável indicada o valor digitado pelo usuário; O readln é usado para ler a linha toda até o enter o read permite a inclusão de diversos valores de acordo com o número de variáveis Formato: read ( variável1, variável2 );

23 Comando de Leitura (entrada) Exemplos: read(a,b,c); readln(nome); readln(turma); Pode ter sua saída controlada por {$I-} e {$I+} em conjunto com o ioresult;

24 Comando de Leitura (readkey) Utilizado quando necessitamos de digitação onde a entrada não necessita de um no final; Retorna um valor para a rotina chamadora que deve ser atribuído a alguma variável; formato: variável : = readkey;

25 Comando de Leitura (readkey) Exemplos: x:=readkey; writeln(readkey); entrada:=readkey; Necessita da declaração: uses CRT;

26 Comentários Às vezes é interessante comentar linhas de código para que este fique documentado. Para isto usamos seguinte: { comentário } ou (* comentários de diversas linhas *)

27 Controle de fluxo de execução Para que se controle a seqüência de comandos a serem executados permitindo que seja criada uma lógica que corresponde ao algoritmo desejado usamos as estruturas de controle: seqüencial; de decisão ou condicional; de repetição ou de loop;

28 Estrutura de controle seqüencial Usada para agrupar conjunto de comandos; Faz com que o bloco seja tratado como um único comando; Usado em estruturas de controle, funções e procedimentos com ; e no final do programa com o.; Formato: begin comandos end;

29 Estrutura de controle de decisão If é usada quando se deve tomar uma decisão de qual grupo de rotinas o programa deve executar; Não permite por si só que comandos voltem a executar de forma repetitiva; Pode ser usada de forma a encadear uma estrutura de decisão dentro de outra (ninho de if s);

30 Formatos: If decisão then comando ou bloco de comandos ; cuidado: antes do else não colocar ; If decisão then comando ou bloco de comandos else comando ou bloco de comandos ; Estrutura de controle de decisão

31 Exemplos:... If nota >= 5.0 then writeln(aprovado);... readln(nota); If nota >= 5.0 then writeln(aprovado) else writeln(reprovado);... Estrutura de controle de decisão

32 Exemplos:... If nota >= 5.0 then begin writeln(exame:); readln(nota); end;... If x <= y then begin writeln(pode ser:); writeln(x < ou = y); end else writeln(x é maior);... Estrutura de controle de decisão

33 Exemplos:... If x > 3 then begin if y > 3 writeln(saída A) else writeln(saída B); end; Se X = 2 e Y = 2: Se X = 2 e Y = 5: Se X = 5 e Y = 2: Se X = 5 e Y = 5: Estrutura de controle de decisão

34 Exemplos:... If x > 3 then begin if y > 3 then writeln(saída A) else writeln(saída B); end; Se X = 2 e Y = 2: Não escreve nada; Se X = 2 e Y = 5: Não escreve nada; Se X = 5 e Y = 2: Escreve saída B; Se X = 5 e Y = 5: Escreve saída A; Estrutura de controle de decisão

35 Exemplos:... If (x>3) and (y>3) then begin writeln(saída A) else writeln(saída B); end; Se X = 2 e Y = 2: Se X = 2 e Y = 5: Se X = 5 e Y = 2: Se X = 5 e Y = 5: Estrutura de controle de decisão

36 Exemplos:... If (x>3) and (y>3) then begin writeln(saída A); end else begin writeln(saída B); end; Se X = 2 e Y = 2: Escreve saída B; Se X = 2 e Y = 5: Escreve saída B; Se X = 5 e Y = 2: Escreve saída B; Se X = 5 e Y = 5: Escreve saída A; Estrutura de controle de decisão

37 Program exmedia; uses crt; var soma,nota1,nota2:real; begin writeln(´Digite as notas das provas´); read (nota1,nota2); media:=(nota1+nota2)/2; if media>=5 then writeln(´Aprovado´) else writeln(´Reprovado´); end. Faça um programa que receba duas notas, calcule a média das notas e mostre na tela se o aluno foi aprovado.

38 Program expesoideal; uses crt; var sexo:char; h,peso:real; begin writeln(´Calcule seu Peso Ideal´); write (´Digite seu sexo (M:masculino, F:feminino)´); readln (sexo); write (´Entre com a sua altura´); readln(h) if sexo=´F´ then peso:=(62.1*h)-44.7 else peso:=(72.2*h)-58; writeln(´seu peso ideal é´,peso:2:2); readkey; end. Faça um programa que tendo como entrada a altura e o sexo de uma pessoa, construa um algorítimo que calcule seu peso ideal, utilizando as seguintes fórmulas: para homens: (72.7*h)-58; para mulheres: (62,1*h)-44.7;

39 Case é usada quando se deve tomar uma decisão entre mais de duas opções para uma variável enumerável; Usada só com inteiros, caracteres e variáveis do tipo lógico; Pode ter opção else caso nenhuma das anteriores for aceita; Possui um end no final sem begin; Estrutura de controle de decisão

40 Formato:case variável of constante1 : comandos 1; constante2 : comandos2 ; constante3 : comandos3 ; else comando n ; end; Estrutura de controle de decisão

41 Exemplo:case idade of 1,2,3:writeln(bebê); 4..12:writeln(criança); :writeln(adolesc.); else writeln(adulto); end; Estrutura de controle de decisão

42 while é usado quando o teste deve ser feito no início e não se tem um valor contável determinado; repeat é usado quando o teste deve ser feito no final; for é usado quando a iteração utiliza um evento contável tendo controle automático da variável de controle; Estrutura de controle de repetição

43 Formato 1:while decisão do comandos ; Formato 2: repeat comandos ; until decisão ; Estrutura de controle de repetição

44 Exemplo 1:... ct:=1; while ct<11 do begin writeln(4*,ct,=,ct*4) ; ct:=ct+1; end;... Estrutura de controle de repetição

45 Exemplo 2:... ct:=1; repeat writeln(4*,ct,=,ct*4) ; ct:=ct+1; until ct >10;... Estrutura de controle de repetição

46 Formato 3: for ct := v.i. to v.f. do comandos ; Formato 4: for ct := v.i. downto v.f. do comandos ; Estrutura de controle de repetição

47 Exemplo 3: for ct:= 1 to 10 do writeln(4*,ct,=,ct*4) ; Exemplo 4: writeln( contagem...) for ct:= 10 downto 1 do writeln(ct); Estrutura de controle de repetição

48 Inteiro para caractere: variável caractere :=chr( variável inteira ); Ex: ch:=chr(97); { retorna a } Caractere para inteiro: variável inteira :=ord( variável caractere ); Ex: varint:=ord(A); { retorna 65 } Transformação de tipos de dados

49 String para número: val( cadeia, variável numérica,erro ); Ex: val(leitura,num,erro); Número para string: str( variável numérica:tam:dec,cadeia ); Ex: str(num:10:2,valor); Transformação de tipos de dados

50 Tópicos a abordar na seqüência... Tipos estruturados homogêneos: unidimensionais e multidimensionais; Tipos estruturados heterogêneos; Manipulação de cadeias de caracteres; Criação de Novos tipos de dados; Subrotinas (funções e procedimentos); Passagem de parâmetros;

51 Tipos estruturados homogêneos Conjunto de elementos do mesmo tipo que ocupam uma área contínua de memória e são referenciados através de um nome e um índice; Também denominados de: Vetores, Matrizes, Tabelas, Arrays; Podem ser: Unidimensionais ou Multidimensionais;

52 Tipos estruturados homogêneos Declaração (unidimensional): var nome:array [vi..vf] of tipo de dados; onde: nome: rótulo dado ao array; vi: valor inicial do array; vf: valor final do array; tipo de dados: tipo de dados dos elementos do array;

53 Tipos estruturados homogêneos Utilização (unidimensional): utilizar o nome seguido da posição entre colchetes que deseja considerar tanto para atribuição de valores quanto para a recuperação: nome [ posição ]

54 Tipos estruturados homogêneos Exemplo (unidimensional):... var notas:array [1..4] of integer;... begin... For i:=1 to 4 do read(notas [ i ]);...

55 Tipos estruturados homogêneos Declaração (multidimensional): var nome:array [vi..vf] of tipo de dados; onde: nome: rótulo dado ao array; [vi..vf ]: podem ser substituídos por [vi1..vf1,vi2..vf2,...,viN..vfN] tipo de dados: tipo de dados dos elementos do array;

56 Tipos estruturados homogêneos Utilização (multidimensional): utilizar o nome seguido das posições entre colchetes que deseja considerar tanto para atribuição de valores quanto para a recuperação. Não omitir nenhuma dimensão; nome [ posições entre vírgulas ]

57 Tipos estruturados homogêneos Exemplo (multidimensional): var vet:array [1..50,1..4] of real;... begin... for i:=1 to 50 do for j:=1 to 4 do read(vet [ i, j ]);...

58 program exmaior; const fim=100; var seq: array[1..fim] of integer; k,maior:integer; begin for k:=1 to fim do readln(seq[k]); maior:=seq[1]; for k:=2 to fim do if seq[k]>maior then maior:=seq[k]; writeln(maior); end. Faça um programa que receba um conjunto de 100 valores inteiros colocando-os em um vetor e em seguida mostre na tela o maior dos valores do vetor.

59 Tipos estruturados heterogêneos Conjunto de elementos de tipos diferentes agrupados por estarem relacionados entre si de acordo com a lógica do programa; Também denominados de: registros ou records; São sempre unidimensionais e podem estar atrelados a declaração de vetores e arquivos;

60 Tipos estruturados heterogêneos Declaração: Utilizar o nome, :, a palavra reservada record seguido da definição dos elementos que o compõe através da declaração destes da mesma forma que as variáveis com um end no final;

61 Tipos estruturados heterogêneos Declaração: var nome: record nome1:tipo de dados; nome2:tipo de dados;... nomeN:tipo de dados; end;

62 Tipos estruturados heterogêneos Exemplo de declaração: var aluno: record ca:longint; nome:string[30]; notafinal:real; end;

63 Tipos estruturados heterogêneos Utilização: utilizar o nome seguido de. (ponto) e o nome do elemento do registro que deseja considerar tanto para atribuição de valores quanto para a recuperação; Não omitir o elemento a referenciar; nome. elemento

64 Tipos estruturados heterogêneos Exemplo de utilização:... readln(aluno.ca); readln(aluno.nome); readln(aluno.notafinal);... {considerando a declaração do exemplo anterior}

65 Utilizando tipos estruturados Podemos declarar também: var classe: array [1..40] of record ca:longint; nome:string[30]; nt1,nt2,nt3,nt4:real; end;

66 Utilizando tipos estruturados E utilizar no programa:...For i:=1 to 40 do begin readln(classe [ i ].ca); readln(classe [ i ].nome); readln(classe [ i ].nt1); end;...

67 Utilizando tipos estruturados Ou ainda:...For i:=1 to 40 do begin writeln((classe [ i ].nt1*0.4+ classe [ i ].nt2*0.4+ classe [ i ].nt3*0.2); end;...

68 Criação de novos tipos de dados Podemos criar nossos próprios tipos de dados usando: Type nome= declaração; Exemplo: Type aluno = record Nome:string; nt1,nt2:real; end;

69 Estrutura de um programa Pascal Program Nomedoprograma ; uses biblioteca 1,..., biblioteca n ; const constante 1,..., constante n ; type nome do tipo = declaração do tipo ; var lista de variáveis : tipo da variável ; declaração das procedures e functions ; begin comandos end.

70 Subrotinas Rotina que executa uma tarefa específica que pode ser: Procedimento (procedure): Não retorna valor à rotina chamadora de forma explícita; Função (function): Retorna um único valor à rotina chamadora de forma explícita;

71 Estrutura de um programa Pascal Program Nomedoprograma ; uses biblioteca 1,..., biblioteca n ; const constante 1,..., constante n ; type nome do tipo = declaração do tipo ; var lista de variáveis : tipo da variável ; declaração das procedures e functions ; begin comandos end.

72 Subrotinas (Procedimento) Sintaxe: procedure nome (parâmetros); var variáveis locais; begin comandos; end;

73 Subrotinas (Procedimento) Exemplo: procedure linha (tamanho:integer); var i:integer; begin for i:= 1 to tamanho do write(´-´); writeln; end;

74 Subrotinas (função) Sintaxe: function nome (parâmetros):tipo; var variáveis locais; begin comandos; nome:=valor de retorno; end;

75 Subrotinas (função) Exemplo: function soma (n1,n2:integer):integer; var total: integer; begin total:=n1+n2; soma:=total; end;

76 Subrotinas (Procedimento) Exercício: alterar a rotina linha para que o símbolo da linha apresentada possa variar:

77 Subrotinas (Procedimento) Exercício: alterar a rotina linha para que o símbolo da linha apresentada possa variar: procedure linha (tamanho:integer;ch:char); var i:integer; begin for i:= 1 to tamanho do write(ch); writeln; end;

78 Parâmetros (valor e referência) Valor (ou cópia): As alterações dentro da rotina não alteram as variáveis da rotina chamadora passadas como parâmetro; Referência: As alterações dentro da rotina alteram as variáveis da rotina chamadora passadas (basta usar o var antes da declaração dos parâmetros);

79 Complementos: Expressões inteira s e reais Aritmética e lógica no pascal: Blaise Pascal (matemático do século XVII); Base Aritmética: Expressão (ou equação) Combinação de: Identificadores Valores Funções numéricas Operadores, que resultam num valor numérico específico,

80 Complementos: Expressões inteira s e reais Exemplo de expressão: Valor numérico: Operador: + No pascal uma expressão integra uma instrução de atribuição ou uma instrução lógica.

81 Complementos: Expressões inteira s e reais Exemplo de instrução aritmética: Resultado : = 2+2; Quando o pascal executa a instrução, o lado direito é calculado e o resultado é atribuído a Resultado. atribuição

82 Complementos: Expressões inteira s e reais Exemplo de instrução lógica: If Resultado = (2+2) then Uma expressão aritmética que pertence a uma instrução lógica tem como resultado Verdadeira ou Falsa. O valor em Resultado não é alterado. comparação

83 Complementos: Uso de integer. program m1; Uses Crt; var x, y, z: real; i, j, k: integer; begin clrscr; j:=2; i:= j+1; j:= 3 div j; k:= (1+j) div (3+j); writeln(i, ' ', j, ' ', k);

84 Complementos: Uso de integer j:=2; x:= j+1; y:= 3 / j; z:= (1+j) div (3+j); Writeln(x:2:2, ' ', y:2:2, ' ', z:2:2); Writeln; writeln('Aperte enter '); readln; end.

85 Complementos: Hierarquia de operadores Nível 1: Unário (Subtração e Adição) Nível 2: Parênteses Nível 3 Multiplicação e Divisão Nível 4: Adição e Subtração Exemplo: A:= 3*4+5; A:= 3*(4+5);

86 Complementos: Hierarquia de operadores Nível 1: Unário (Subtração e Adição) Nível 2: Parênteses Nível 3 Multiplicação e Divisão Nível 4: Adição e Subtração Exemplo: A:= 3*4+5; A:= 3*(4+5);

87 Complementos: Hierarquia de operadores mmmm

88 Complementos: Hierarquia de operadores Uses Crt; var l1, l2, l3: real; begin clrscr; write('digite l1: '); readln(l1); Write('Digite l2: '); readln(l2); Write('Digite l3: '); readln(l3); if (l1+l2

89 Complementos: Hierarquia de operadores else begin if (l1=l2) and (l1=l3) and (l2=l3) then writeln('equilatero'); if (l1=l2) or (l1=l3) or (l2=l3) then writeln('isosceles'); if (l1<>l2) and (l1<>l3) and (l2<>l3) then writeln('escaleno'); end; Write('pressione enter'); readln; end.

90 Complementos: Hierarquia de operadores program oplogico; Uses Crt; var Byte1, Byte2, Byte3: byte; begin clrscr; byte1:=77; byte2:= 62; byte3:= byte1 and byte2; writeln('byte1= ', byte1, ' byte2= ',byte2, ' byte3= ',byte3); Writeln; writeln('Aperte enter '); readln; end.


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