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PRECONCEITO E PRÁTICAS DISCRIMINATÓRIAS Os grupos mais vulneráveis Como fomos/somos discriminados? Como discriminamos, inclusive a nós mesmos? O que fazemos.

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1 PRECONCEITO E PRÁTICAS DISCRIMINATÓRIAS Os grupos mais vulneráveis Como fomos/somos discriminados? Como discriminamos, inclusive a nós mesmos? O que fazemos ao observar práticas discriminatórias? Preconceito e discriminação no bullying

2 O BULLYING Padrão repetitivo de maus-tratos: agressão física e verbal, humilhação, ameaças, exclusão Os agressores, as vítimas e as testemunhas Problemas com a auto-estima, o rendimento escolar e o relacionamento Ansiedade e medo

3 O fenômeno bullying estimula a delinquência e induz a outras formas de violência explícita, produzindo, em larga escala, cidadãos estressados, deprimidos, com baixa auto- estima, incapacidade de auto-aceitação e resistência à frustração, reduzida capacidade de auto-afirmação e de auto-expressão, além de propiciar o desenvolvimento de sintomatologias de estresse, de doenças psicossomáticas, de transtornos mentais e psicopatologias graves.

4 Bullying é como se caracterizam todas as formas de atitudes agressivas intencionais e recorrentes praticadas, sem uma motivação evidente, por crianças e adolescentes. Esse tipo de comportamento causa nas pessoas que são seu alvo humilhação, dor e angústia. O Bullying afeta estudantes, pais e professores no mundo inteiro. Segundo a Abrapia (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Criança e ao Adolescente) não está restrito ao tipo de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana.

5 Os autores são, comumente, indivíduos que têm pouca empatia. Freqüentemente, pertencem a famílias desestruturadas, nas quais há pouco relacionamento afetivo entre seus membros. Seus pais exercem uma supervisão pobre sobre eles, toleram e oferecem como modelo para solucionar conflitos o comportamento agressivo ou explosivo. Admite-se que os que praticam o BULLYING têm grande probabilidade de se tornarem adultos com comportamentos anti-sociais e/ou violentos.

6 Como não existe uma tradução na Língua Portuguesa capaz de expressar as várias situações de Bullying, relacionamos algumas ações que traduzem esse termo: Agredir; amedrontar; assediar; aterrorizar; bater; chutar; discriminar; divulgar apelidos; dominar; empurrar; encarnar; excluir do grupo; fazer sofrer; ferir; gozar; humilhar; ignorar; isolar; intimidar; ofender; perseguir; sacanear; roubar; quebrar pertences;

7 Quais são as conseqüências do Bullying sobre o ambiente escolar? Quando não há intervenções efetivas contra o BULLYING, o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todas as crianças, sem exceção, são afetadas negativamente, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Alguns alunos, que testemunham as situações de BULLYING, quando percebem que o comportamento agressivo não trás nenhuma conseqüência a quem o pratica, poderão achar por bem adotá-lo.

8 Depois de muito sofrerem, esses alunos utilizaram a arma como instrumento de "superação do poder que os subjugava.- seus alvos, em praticamente todos os casos, não eram os alunos que os agrediam ou intimidavam. Quando resolveram reagir, o fizeram contra todos da escola, pois todos teriam se omitido e ignorado seus sentimentos e sofrimento.

9 Indicadores / consequências da violência / estar sendo alvo de Bullying Demonstrar falta de vontade de ir à escola. Sentir-se mal perto da hora de sair de casa. Pedir para trocar de escola. Revelar medo de ir ou voltar da escola. Pedir sempre para ser levado à escola.

10 Mudar freqüentemente o trajeto entre a casa e a escola. Voltar da escola, repetidamente, com roupas ou livros rasgados. Chegar muitas vezes em casa com machucados inexplicáveis. Tornar-se uma pessoa fechada, arredia Parecer angustiado, ansioso, deprimido. Apresentar manifestações de baixa auto- estima.

11 Ter pesadelos freqüentes, chegando a gritar "socorro" ou "me deixa" durante o sono. Apresentar baixo rendimento escolar. "Perder", repetidas vezes, seus pertences, seu dinheiro. Pedir sempre mais dinheiro ou começar a tirar dinheiro da família. Evitar falar sobre o que está acontecendo, ou dar desculpas pouco convincentes para tudo. Queda da auto-estima

12 Evasão escolar Retenção escolar Decepção Absentismo ( falta de assistência às aulas). Problemas somáticos e psicológicos (ansiedade, tédio, depressão) Desencanto pela escola Tentar ou cometer suicídio.

13 Queda da resistência imunológica; Sintomatologia psicossomática diversificada; Estresse pós-traumático, fobia escolar e social; Transtornos mentais; Depressão; Pensamentos de vingança e de suicídio; Agressividade, impulsividade, hiperatividade; Uso de substâncias químicas.

14 Se seu Aluno (a), apresenta alguns dos sinais descritos acima, pode ser que ele (ela) esteja sendo alvo de Bullying. Tente conversar com ele sobre o assunto e, caso ele confirme sua suspeita. Não exija dele o que ele não se sinta capaz de realizar! Não o culpe pelo que está acontecendo! Elogie sua atitude de relatar o que o está atormentando!

15 Prejuízos emocionais

16 Virtuais Cyberbullying É a utilização de ferramentas da Internet e outras tecnologias de informação e comunicação, móveis ou fixas, para praticar bullying.

17 s, torpedos, blogs, fotoblogs, Orkut Celulares para fotografar, fazer montagens com piadinhas, gozações e comentários cruéis. Sites são montados para divulgar imagens e assediar.

18 CYBERBULLYING Usando a tecnologia com o propósito de agredir, excluir, discriminar, difamar, humilhar, ameaçar O efeito devastador dos ataques Percepção do risco e autoproteção

19 O cyberbullying O cyberbullying é ainda mais terrível, porque a perseguição é implacável, podendo chegar a 24 horas por dia nos sete dias da semana: a vítima é atacada por mensagens de celular, filmada ou fotografada secretamente em situações constrangedoras que podem ser colocadas na rede; o agressor pode criar um perfil falso da vítima em sites de relacionamento para difamá-la ou adulterar fotos em que, por exemplo, ela aparece como garota de programa, com seu celular divulgado nas listas de contato do agressor e de seus amigos.

20 No cyberbullying, o agressor conta com a possibilidade de se esconder no anonimato da rede, imaginando que não haverá consequências para seus atos. Muitas vítimas sofrem em silêncio, por medo ou por vergonha de revelar que estão sendo atacadas, o que aumenta o poder do agressor. É importante também o papel das testemunhas: muitas se calam por medo de serem as próximas vítimas. Porém, podem ter um papel fundamental para inibir a ação dos agressores, formando uma rede de proteção.

21 Bullying – Pesquisa - ABRAPIA Diga NÃO para o Bullying Resultados de Pesquisa

22 Diga NÃO para o Bullying Resultados de Pesquisa Internacionalmente são estudadas duas formas de bullying: o bullying praticado na escola (school place bullying) e aquele praticado no ambiente de trabalho (work place bullying / assédio moral). No Brasil as pesquisas e a atenção ao tema ainda se dão de forma incipiente. A ABRAPIA se dedica a estudar, pesquisar e divulgar o bullying desde 2001.

23 Bullying – Pesquisa Com o apoio financeiro da Petrobras e em parceria com o IBGE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) e através de questionários distribuídos a alunos de 5ª a 8ª série, de 11 escolas, sendo 9 públicas e 2 particulares. Editado pela ABRAPIA.

24 A idade média da população avaliada foi de 13,47 anos. Houve um pequeno predomínio do sexo masculino (50,5%) sobre o sexo feminino (49,5%). Dos alunos participantes, 40,5% (2217) admitiram ter tido algum tipo de envolvimento direto na prática do bullying, seja como alvo do bullying e/ou como autor.

25 Pesquisa ABRAPIA em Escolas públicas

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32 O que podemos fazer ?

33 TRANSFORMANDO SENTIMENTOS

34 Referências bibliográficas Maria Tereza Maldonado FANTE, Cleo. Fenômeno Bullying, Campinas, SP; Versus Editora. Bullying, Net. ABRAPIA,Net.

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